sábado, 17 de julho de 2010

À Prova de Morte - Death Proof


Eu não gosto de perder tempo pra falar mal de algum filme mas quando o assunto é Quentin Tarantino, vou conceder uma exceção. Com três anos de atraso, sabe-se lá pq, "À Prova de Morte" (Death Proof) chega oficialmente aos cinemas brasileiros (Embora eu lembre que, na época, esteve em cartaz no Cinemark Botafogo por menos de 2 semanas).

O filme foi lançado originalmente em 2007, junto com "Planet Terror" de Robert Rodriguez e fazia parte do projeto "Grindhouse", homenagem aos cinemas poeira dos anos 70, que costumavam exibir filmes trash. O projeto não deu muito certo e os filmes acabaram ganhando versões extendidas e sendo exibidos separados.

Apesar de Tarantino ter criado obras do calibre de "Cães de Aluguel", "Pulp Fiction", "Kill Bill" e "Jackie Brown" e ter uma brilhante reputação, tanto artística quanto comercial, seu "À Prova de Morte" é ruim e deixa MUITO a desejar.

Tarantino fez uso de todo o arsenal que se tornou sua marca registrada como as cenas de violência e sangue, mulheres gostosas, close nos pés femininos, diálogos extensos e referências a cultura pop, além de ter um elenco de peso em suas mãos, começando com Kurt Russell na pele do sinistro Stuntman Mike, e das belas Vanessa Ferlito, Rose McGowan, Rosario Dawson e Zoe Bell (dublê de Uma Thurman e que se mostrou uma boa atriz) mas cansa o espectador com uma história fraca e longas cenas de diálogos banais que poderiam ser facilmente excluídas e que acabam deixando o filme monótono e sonolento.

De bom mesmo só a perseguição de carro no fim do filme, a trilha sonora e a exuberante Lap Dance da Vanessa Ferlito.

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