domingo, 31 de janeiro de 2010

Metallica compensa 11 Anos de espera em SP


Já perto do fim do show de abertura do Sepultura, os holofotes do estádio do Morumbi se acendem, iluminando toda a plateia. O Metallica sabe que um bom show também depende do clima do público, e essa estratégia simples, de trocar o ambiente para marcar a escuridão como o domínio do metal, ajuda a criar a atmosfera das duas horas de peso que viriam a seguir no primeiro show da banda em São Paulo na noite deste sábado (30) durante sua mini-turnê brasileira de 2010.

Com um céu relativamente limpo e num raro dia sem chuva na capital paulista, a escuridão que precedia a introdução do grupo ao som de “The ecstasy of gold”, de Enio Morricone, era quebrada apenas pela lua cheia que iluminava palidamente o estádio.

Com os quatro veteranos do metal – cada um por seus devidos méritos – em cima do palco, o Metallica abriu o show com a faixa que tem tocado com mais frequência durante a “Death magnetic tour”, “Creeping death”, do álbum “Ride the lightning”. Cumprimentando a cidade com um sonoro “estão prontos?” em português, o vocalista e guitarrista James Hetfield emenda com a poderosa “For whom the bell tolls”, também do disco azul de 1984.

Para um grupo de rock pesado e com cara de mau, o Metallica parece andar cheio de amor, especialmente pelos fãs. Antes de “Broken beat and scarred”, do último álbum “Death magnetic”, de 2008, James faz um discurso agradecendo o apoio da “família Metallica”. “Muito obrigado por nos apoiarem com a gente nos momentos mais difíceis e nos bons momentos como esse. Fiquem juntos sempre, e tudo estará bem”.

Mais cedo, durante a breve entrevista coletiva no salão nobre do Morumbi, o vocalista também falava da “paixão” dos fãs latino-americanos, especialmente dos brasileiros, e voltou a tocar no tema antes de “Sad but true”, dedicada ao Sepultura. “Eles, assim como nós, sabem que vocês gostam do som pesado. Vocês querem mais peso?”, provocava.

Com um show pontuado por mais momentos de “o Metallica ama vocês”, eles nem parecem a banda que há dez anos chegou perto de processar os próprios fãs que compartilhavam as suas músicas no Napster, e também soam bem mais felizes e à vontade do que na época do controverso álbum “St. Anger”, de 2003, que quase fez o grupo ruir.

O repertório da apresentação foi quase inteiro de clássicos, exceto por quatro faixas de “Death magnetic” – além de “Broken beat and scarred”, “That was just your life”, “The day that never comes” e “The end of the line”, todas do lado A do disco. De resto, foram três músicas da estreia “Kill’em all” (“The four horsmen”, “Motorbreath” e “Seek and destroy”), três de “Ride the lightning” (além das duas na abertura, a pesada balada “Fade to black”), a faixa-título de “Master of puppets”, outras três de “... and justice for all” (“Harvester of sorrow”, “One” e “Blackened”) e mais três do megaplatinado “Black album” (“Sad but true”, “Enter Sandman” e “Nothing else matters”).

Com quase trinta anos de estrada e mais de cinco na formação atual com o baixista Robert Trujillo, eles não precisam provar mais nada em termos de técnica. A guitarra solo de Kirk Hammet é uma das principais estrelas da noite, cobrindo todos os espaços, e mesmo atrás do kit de bateria Lars Ulrich esbanja seu carisma dinamarquês, levantando-se da banqueta sempre que possível. Apesar de se encaixar sonoramente com perfeição, Trujillo é um pouco mais fanfarrão do que seus colegas, como demonstra na esteticamente questionável mania de girar com o baixo no fim do show.

Crescendo em um meio onde o punk era tão importante quanto o metal, o Metallica sempre optou por uma cenografia mais clean em relação a colegas mais velhos como o Iron Maiden. Fazendo companhia ao grande telão atrás do grupo, o único efeito complementar são os fogos de artifício e lança-chamas, que funcionam perfeitamente para dar o clima de guerra durante a introdução da antibelicista “One”.

Depois de um final formidável, com Hetfield sentado em um banquinho durante a balada “Nothing else matters” seguida de uma versão pesada e acompanhada em coro pela plateia de “Enter Sandman”, a primeira parte do show foi seguida de um bis com três músicas, abrindo com “Stone cold crazy”, cover do Queen presente no disco “Garage inc.”. “Toda noite escolhemos fazer uma versão de uma faixa de uma banda que nos tenha inspirado a formar esta banda”, explicou James.

Fechando a noite, “Motorbreath” é seguida de “Seek and destroy”, escolha tradicional para os fins de shows da banda. Hetfield pede para que os holofotes se acendam novamente. “Vocês passaram a noite inteira olhando para nós, os feiosos do Metallica, e agora é a hora de a gente ver vocês”.

Terminado o ataque sonoro, cada membro vai até o microfone para agradecer o público, sempre lembrando que “nós amamos vocês”, como se tentassem compensar os quase 11 anos de ausência – o último show deles na cidade foi em 1999. Para fechar, um recado simples: “Nos vemos amanhã São Paulo”.


setlist

"Creeping death"
"For whom the bell tolls"
"The four horsemen"
"Harvester of sorrow"
"Fade to black"
"That was just your life"
"The day that never comes"
"Sad but true"
"Broken, beat and scarred"
"One"
"Master of puppets"
"Blackened"
"Nothing else satters"
"Enter Sandman"

Bis
"Stone cold crazy" (cover do Queen)
"Motorbreath"
"Seek and destroy"



Sepultura

Com o dia caindo, o Sepultura subiu ao palco feliz da vida. Muito pelo fato de abrir o show dos amigos do Metallica, mas também por tocar pela primeira vez no estádio do Morumbi, para a alegria do guitarrista são-paulino Andréas Kisser, que além de expressar o amor pelo time, trocou a camiseta da Seleção Brasileira por uma do São Paulo no bis da apresentação.

O repertório do grupo cansa um pouco quando insiste nas faixas do último álbum, “A-lex”, mas empolga quando se volta às músicas mais antigas, da fase com Max Cavalera, como “Refuse / Resist” e “Inner self”. Terminando o show de uma hora, uma versão um pouco confusa de “Roots bloody roots” mostra que o Sepultura ainda precisa se esforçar mais para reproduzir o seu auge da década de 90.



fonte: portal G1

sábado, 30 de janeiro de 2010

Kiss na Bolsa de Valores de Nova York


A bolsa de valores de Nova York tem a tradição de receber convidados ilustres para tocar o tradicional sino que indica o início das negociações diárias.

E quem esteve presente na última segunda-feira (25) foi nada menos que as lendas do Rock, o grupo mascarado, Kiss.

Devidamente trajados, Paul Stanley, Gene Simmons, Tommy Thayer e Eric Singer visitaram a bolsa de valores, fizeram poses e roubaram os flashes dos fotógrafos e dos curiosos que passavam por lá.

O Kiss ainda está em férias da turnê comemorativa de 35 anos de banda, a Alive 35 Tour, que passou pelo Brasil em 2 apresentações (Rio e SP), em abril do ano passado (Sim, eu fui!!!).

Uma nova tour , dessa vez incluindo músicas do novo album "Sonic Boom" será iniciada em maio, com apresentações na Inglaterra, Irlanda, Alemanha, Itália e outros países da Europa até o fim de junho.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Metallica marca volta ao Brasil em Porto Alegre


Antes de conferir aqui no Rodz Online, a matéria especial sobre show do Metallica em Porto Alegre, extraida do Portal G1, queria registrar que se o público de Porto Alegre foi de 28 mil pessoas, não fizeram o show no Rio onde seria pelo menos igual pq não houve interesse. Mas vida que segue...vamos a matéria:

O primeiro show da banda norte-americana Metallica em seu retorno ao Brasil após quase 11 anos reuniu mais de 20 mil pessoas no Parque Condor, em Poro Alegre. Em pouco mais de duas horas de espetáculo, a banda mostrou porque é o principal nome na história do trash metal.
Anteriormente agendado para o estádio do São José, o local foi alterado devido a problemas de regularização junto ao Corpo de Bombeiros. A chuva que caiu no início da tarde em Porto Alegre parou antes da abertura dos portões, às 17 horas, mas deixou de herança ao público um lamaçal que acompanharia todos os fãs durante a noite de quinta-feira.

Às 21h50, o silêncio recheado de expectativa foi quebrado subitamente pela projeção no telão de uma cena do clássico faroeste “O bom, o mau e o feio”, e sua trilha “The ecstasy of gold”, que costuma abrir os shows da banda. James Hetfield (vocal e guitarra), Kirk Hammett (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria), os quatro aguardados cavaleiros do apocalipse, entraram no palco e deixaram o público em ebulição imediata, abrindo o setlist com “Creeping death” – a exemplo dos shows anteriores da World Magnetic Tour no continente. Na seqüência, outra clássica, “For whom the bell tolls”. Quando ninguém mais esperava por outra do disco “Ride the lightning”, de 1984, a própria faixa-título foi executada – uma raridade nos shows da banda.

A seguir, como um maestro diante de milhares pessoas hipnotizadas, o vocalista James Hetfield invocou uma celebração que pegou a todos de surpresa. Queria que todos comemorassem ao máximo esta, que seria a primeira passagem do Metallica por Porto Alegre. Aparentemente, o show de 1999 no Jóquei Clube da cidade não ficou em sua memória. Mas o show seguiu, petardo após petardo. “The memory remains”, do álbum “Reload” foi a próxima, e colocou todo o público para cantar. A seguir, “Fade to black”, outra que jamais faltaria. Então, o quarteto abriu alas para apresentar as novas músicas, do disco “Death magnetic”, lançado em 2008.


O vocalista e guitarrista do Metallica James Hetfield Vocalista considerou o show como primeira passagem do Metallica por Porto Alegre, aparentemente esquecendo da apresentação na cidade em 1999. A escolha do repertório deixou muito clara uma tentativa de aproximação entre o trabalho mais recente e a fase clássica dos anos 80, quando o Metallica moldou o gênero e se transformou no maior expoente mundial do trash metal. Também fica óbvio o objetivo de esquecer o período conturbado que quase pôs fim à banda, após a saída do baixista Jason Newsted em 2001.

Nenhuma faixa do disco St. Anger, de 2003, foi executada. Visto com restrições pela maior parte dos fãs, tal trabalho virou marco de um período de dificuldades e reconstrução. Tanto a banda quanto o público sabem disso, e tal ausência não foi sentida.
“That was just your life”, “The end of the line” e “The day that never comes” foram tocadas na sequência, com o público cantando junto e mostrando que o novo material está definitivamente aprovado. Então James perguntou se sua audiência queria peso. Com a resposta positiva, o quarteto tirou da manga o que possui de sobra: clássicos. “Sad but true”, “Master of puppets” e “Battery”, intercaladas pela recente e já consagrada “Cyanide” trouxeram o Parque Condor abaixo. Entre elas, a épica “One” abusou da pirotecnia, com chamas, sons de bombardeio e fogos de artifício sincronizados à música sendo lançados de trás do palco.

Para acalmar os ânimos, chegou a vez de “Nothing else matters”, seguida por outra do histórico disco preto de 1991, “Enter Sandman”. Após essa – talvez a música mais emblemática da banda para o grande público – o palco foi abandonado. Seria o fim? Todos sabiam que não. Na escuridão do palco, o guitarrista Kirk Hammett puxou o riff de “The frayed ends of sanity”, outra de rara execução. Apesar do fiel coro dos fãs, que demonstravam conhecer cada detalhe das canções mais obscuras, a escolha para abrir o retorno da banda ao palco foi a cover de Misfits, “Die, die my darling”. Então, um álbum que ainda não havia sido devidamente contemplado, veio à tona para tranquilizar os mais exigentes. Para quem conheceu o Metallica já no disco “Kill ‘em all”, de 1983, o presente chegou com “Phantomlord”, mais uma música que há décadas não era garantida no repertório.

O público sabia que viria mais, e “Seek and destroy” foi o grito uniforme nos últimos momentos da noite. James Hetfield voltou a celebrar a grande estreia do Metallica em Porto Alegre. “Como é nossa primeira vez aqui, vamos tocar algo simples, mas pesado”. Ao fundo, um Hammett constrangido acenava para o público mostrando os dois dedos, talvez confirmando que lembrava de 1999. Sem problemas: “Seek and destroy” veio, e todos ficaram satisfeitos. Para os fãs que sempre querem mais, o riff de “Wasting my hate” foi executado. Mas só uma vez, e tudo se acabou. Assim, “Load”, disco de 1996, também ficou órfão.



Já com o show finalizado, um membro da equipe da banda é alvo de tortadas e abraços. James explica tratar-se do “presidente do Metallica”, Zach Harmon, o homem por trás das cortinas. Palhetas e baquetas lançadas ao público, Trujillo e Hammett agradecem em português, e Lars chega para consertar as coisas. “Ei, só eu acho que não devemos esperar mais onze anos para tocar aqui em Porto Alegre?” O público concorda. O quarteto vai embora para São Paulo, que o aguarda para dois shows, sábado (30) e domingo (31). Se James esqueceu 1999, pode também esquecer 2010. Os fãs de diversas partes do Brasil que estiveram em Porto Alegre nesta noite de quinta-feira o perdoam, não se importam, e não esquecerão.


Setlist

Creeping death
For whom the bell tolls
Ride the lightning
The memory remains
Fade to black
That was just your life
The end of the line
The day that never comes
Sad but true
Cyanide
One
Master of puppets
Battery
Nothing else matters
Enter Sandman

Die, die, my darling
Phantomlord
Seek and destroy

Guitar Hero, qual o segredo do sucesso?

A série Guitar Hero se tornou um dos maiores clássicos desta e da geração anterior de jogos para videogame. Claro, não tem a popularidade (e muito menos o charme) de Sonic, Mario, Street Fighter, Winning Eleven, etc... Mas se tornou conhecida por todos e preencheu uma lacuna de um bom nicho de mercado que sempre foi esquecido quando o assunto era grandes jogos: os fãs de música.

Até aí tudo bem, a série se firmou, os fãs compram os jogos, os acessórios e tudo mais. Eles já compram tudo relacionado às suas bandas favoritas, com o jogo não seria diferente.

Porém, analisando friamente, esses jogos são bem estúpidos. Mas mesmo assim, é otimo e viciante jogá-los!
Não parece ter muito sentido, mas tem. Qual é a essência básica do jogo? Apertar o botão referente à uma certa cor no momento em que esta aparece na tela. Não parece aqueles jogos para crianças de 3 a 5 anos?

Esqueça a música, a empolgação de tocar aqueles clássicos... sobra o que? Não muita coisa. E aquilo não é tocar instrumento nenhum. Mesmo não sendo tãaaao fácil assim, não se iguala a tocar um instrumento de verdade. E aquelas histórias nos modos carreira então? Fraquíssimas.
Mas talvez seja exatamente esta o segredo: um jogo totalmente simples, que foge dos modelos atuais que focam muito os gráficos e abandonam a jogabilidade. Mesmo assim, tem algo por trás disso tudo que torna esses jogos mágicos.

O que torna esses jogos tão bons? Eu não tenho a menor idéia... mas o carisma deles será difícil de superar, pelo menos tão cedo.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Megadeth - "Rust In Peace" na íntegra


Um dos maiores sonhos dos fãs do Megadeth vai finalmente virar realidade, pelo menos para os fãs norte-americanos. Tudo pq Dave Mustaine vai fazer uma curta turnê de 1 mês pelos Estados Unidos, em comemoração ao 20º Aniversário do álbum "Rust In Peace".

O motivo da tour ser incrivelmente especial é pq os fãs que tiverem a oportunidade, e pq não dizer, a sorte de estarem presentes nesses shows, assistirão a banda tocar o seu melhor álbum e um dos maiores do gênero, na íntegra, além de alguns outros clássicos escolhidos pelo público.

Além de verem 'Rust in Peace' na íntegra, os afortunados ainda poderão conferir aos shows de abertura das bandas Exodus e Testament.
Enquanto isso, nós, pobres brazucas, ficamos rezando por um lançamento de algum desses shows em DVD.



Confira as datas dos shows:

3/1 – Spokane, WA – Knitting Factory
3/2 – Boise, ID – Knitting Factory
3/3 – Medford, OR – Medford Armory
3/6 – Calgary, AB – Big Four
3/7 – Edmonton, AB – Shaw Conference Centre
3/8 – Saskatoon, SK – Prairieland Exhibition Hall
3/11 – Indianapolis, IN – Murat Theater
3/12 – Pittsburgh, PA – Palace Theater
3/13 – Buffalo, NY – Town Ballroom
3/15 – Washington, DC – 9:30 Club
3/16 – Baltimore, MD – Rams Head Live
3/18 – Scranton, PA – Scranton Cultural Center
3/19 – Norfolk, VA – The NorVa
3/21 – Atlanta, GA – Tabernacle
3/22 – Asheville, NC – Orange Peel
3/23 – Memphis, TN – Minglewood Hall
3/25 – Houston, TX – Verizon Wireless Theater
3/26 – Austin, TX – Stubb’s Amphitheater
3/27 – Lubbock, TX – The Pavilion
3/28 – El Paso, TX – Club 101
3/30 – Tucson, AZ – Rialto Theater
3/31 – Hollywood, CA – Hollywood Palladium

Action Figures - Bruce Lee – Game of Death


Game of Death (ou Jogo da Morte em português) é um filme de arte marciais estrelado por Bruce Lee e dirigido por Robert Clouse. Jogo da Morte foi o último filme do ator Bruce Lee, que faleceu antes de concluir as filmagens.

A figura da Enterbay é uma obra prima, com escultura e pintura de fazer inveja a qualquer artista top. Mas para que o review seja completo vamos começar analisando a embalagem.

Assim como a Hot Toys, a embalagem da Enterbay possui uma luva (capa amarela c/ a imagem do Bruce ) que protege a verdadeira caixa negra , muito bem feita e dura , ela é aberta lateralmente como se fosse uma gaveta ( e lembra mesmo um gaveta de tão duro que é o material da caixa):

Ele vem com cinco mãos extras, um tchaco e sua capa e uma Bastão , além dos olhos adicionais. Aliás, os dois pares de olhos , um olhando fixo e outro de lado, são o mais bacana dos acessórios. É muito fácil de trocar, basta tirar o cabelo e puxar, como no exemplo da foto mais abaixo.


Já estava esquecendo da base que é o cenário da última luta do filme o Jogo da Morte (Game of Death) , completamente fantástica. A figura é totalmente articulada, no melhor estilo Hot Toys e com bons pontos de equilíbrio, permitindo recriar as famosas poses de artes marciais praticadas pelo ator. Pra quem está se perguntando qual o tamanho da peça, a escala é 1:6, aprox. 45cm. Esse Bruce Lee é considerado uma relíquia no mundo dos colecionadores por sua perfeição e pela tiragem limitada.
Vou ficando por aqui, espero que tenham curtindo mais um review de Action Figures.




quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

John Corabi Ex-Mötley Crüe fará shows no Brasil


Atenção galera carioca, confirmado show do vocalista John Corabi (ex-MÖTLEY CRÜE, THE SCREAM, RATT, UNION e ESP) aqui no Rio. Corabi fará duas apresentações no Brasil, uma em Sampa e outra na cidade maravilhosa.

Pra quem não sabe, John Corabi foi o vocalista do Mötley Crüe depois que Vince Neil saiu da banda em 1992 e gravou o album homônimo da banda em 1994 e o EP Quaternary. Na minha opinião John é , tecnicamente falando, um vocalista muito superior ao Vince e gravou um dos melhores albuns do Crüe, com músicas mais trabalhadas e com mais peso, mas infelizmente não foi bem aceito pelos fãs, o que resultou nas baixas vendas do album.

Em 1997, durante o processo de composição do que seria o album seguinte, "Generation Swine", a gravadora se recusou a bancar a gravação caso a banda não chamasse Vince Neil de volta e John acabou demitido. Um ano depois, em parceria com o ex-guitarrista do Kiss, Bruce Kullick, John formou a banda Union, gravou 3 albuns e tb participou do ESP, projeto paralelo do baterista do Kiss, Eric Singer.

Os shows vão rolar nas seguintes datas e locais:

- 26/03 - São Paulo/SP
Local: Blackmore Rock Bar

- 27/03 - Rio de Janeiro/RJ
Local: Calabouço Heavy & Rock Bar

Aguardem mais informações pois no site da produtora ainda não foram disponibilizadas informações sobre a compra de ingressos.

Machete vem aí!!!

Parece que agora a coisa vai!!! Seis estúdios estavam no páreo para distribuir o novo longa de Robert Rodriguez, Machete, nos cinemas dos Estados Unidos. Sony, Lionsgate, Warner Bros, Fox, Paramount e The Weinstein Company estavam na disputa.

Embora a The Weinstein tenha sido a companhia que fez a distribuição de Grindhouse, filme que tinha o trailer falso para as sangrentas peripécias de Machete, a 20th Century Fox foi quem acabou levando a melhor com uma proposta de 9 milhões de dólares, garantindo uma larga distribuição para o longa.

Os estúdios tiveram a oportunidade de conferir um trecho de cerca 30 minutos da produção para poderem se decidir se interessava distribuir ou não e a Weinstein não adquiriu os direitos, mesmo tendo a preferência para tal, pelos contratos anteriores. Alguns fanáticos já espalharam rumores na internet acreditando que os estúdios não podiam dispor do dinheiro que acabou sendo desembolsado pela Fox.

Eu já estou na ansiedade aqui pra ver esse massacre nos cinemas!!! Machete tem um elenco de peso, formado por Danny Trejo, Robert De Niro, Jessica Alba, Steven Seagal e Lindsay Lohan.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Atores Homenageando ídolos do pop-rock


Fuçando a net achei umas fotos antigas mas bem interessantes...

Atores do casting de assessoria do Officecomm homenagearam ídolos do pop-rock, clicados por Jairo Goldflus em seu estúdio em SP, com direção de Fabiana Kherlakian, make-up de Wilson Eliodório e produção de moda de Amaury Borghett e Patrícia Lanzoni.

As fotos foram feitas para o lançamento do site do Officecomm em Maio de 2008.








Confiram as transformações:

Fábio Assunção = Gene Simons (KISS)
Marcello Novaes = David Bowie
















Leilah Moreno = Michael Jackson
Carmo Dalla Vecchia = Ozzy Osbourne
















Nivea Stelmann = O rapper Puff Daddy
Juan Alba = Elvis Presley















Sérgio Abreu = Jim Morrison (The Doors)
















Rodrigo Veronese = Sid Vicious (Sex Pistols)
Fiorella Mattheis = Madonna
















Cauã Reymond = Courtney Love






















Marcello Antony = John Lennon






















Jonathan Haagensen = Jimmy Hendrix

Metallica no Fantástico da Rede Globo


Como todos sabem, o Metallica toca essa semana em terras brazucas e pra adiantar o expediente, o dominical da Rede Globo de televisão, Fantástico, foi até Lima, no Peru, conferir de perto como vão ser os shows no Brasil e de quebra conseguiu uma entrevista com o vocalista James Hetfield. Quem não assistiu a reportagem, confira aqui no RODZ ONLINE.


Aproveitando o post , quero parabenizar a repórter Marina Araújo pela matéria, condução da entrevista e por mostrar conhecimento, tanto sobre a banda quanto heavy metal em si.
Além de cobrir a apresentação da banda, ela abordou brevemente o último album "Death Magnetic", comentou sobre o album preto, responsável pela explosão mundial do grupo e tb sobre as brigas que quase causaram o fim da banda em 2003.



...enquanto isso a montagem para as duas datas de apresentações do Metallica na cidade de São Paulo já começaram neste fim de semana, a todo vapor. O Metallica está trazendo toda a estrutura que apresentou em seu último DVD (Orgulho, Paixão e Glória) com o gigantesco palco, mega telão e efeitos pirotécnicos variados.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Slash - Autobiografia

Como eu já mencionei anteriormente, gosto mais de ler biografias do que romances ou qualquer outro gênero e queria terminar o livro antes de fazer um post de recomendação, então chegou a hora. Pra quem sempre quis saber mais sobre os sucessos e os podres da banda de Axl Rose, essa é a oportunidade.

Disponível nas livrarias brasileiras desde 2008 pela editora Ediouro, o livro “Slash” (por Slash e Antony Bozza), obra literária autobiografica do atual líder do Velvet Revolver e ex-guitarrista do Guns N' Roses, narra em 446 páginas, recheadas de fotos raras, os fatos marcantes da carreira do guitarrista.

Slash conta sua história desde a infância, até o lançamento do segundo CD da banda Velvet Revolver, "Libertad", de 2007. É claro que a cereja do bolo se concentra no seu sucesso e na saída do Guns N’ Roses mas em boa parte do livro, sem rodeios, Slash narra todas as histórias envolvendo drogas e como a heroína e o álcool foram uma constante em sua vida.

Slash passou por diversas desintoxicações até manter-se “limpo”, como afirma estar atualmente. “Podia me dar conta de quanto o vício era prejudicial sempre que me livrava dele, mas, após estar limpo por algum tempo, eu ficava me lembrando de como adorava aquelas outras sensações”, menciona o guitarrista em um dos capítulos.

O livro traz revelações surpreendentes até mesmo para o maior dos fãs do Guns N' Roses e conta com riqueza de detalhes toda a história da banda, desde quando os cinco membros originais se conheceram, a transição entre os grupos seminais L.A. Guns e Hollywood Rose, as separações dos primeiros membros, as divergências musicais, as polêmicas, os atrasos nos shows, culminando com a saída de Slash da banda.

O mais importante é que Slash sempre deixa claro que seus relatos podem parecer "exagerados", mas isso não significa que não aconteceram e que por diversas vezes admite que Axl certamente possui outra visão/versão para os mesmos fatos vivenciados conjuntamente nos áureos tempos do Guns.

A característica reincidente do vocalista Axl Rose em causar atrasos nos shows e discórdias quanto ao futuro da banda após o lançamento do disco de covers "The Spaguetti Incident" (em 1993) o descontentava profundamente e no período em que o Guns mudou seus padrões com a saída de Steven e a inclusão de teclados e metais na banda, o então guitarrista-base, Izzy Stradlin, abandonou o barco por discordar dos rumos musicais, ora tomados por todos.

No entanto, Slash afirma que mesmo discordando de uma série de atitudes de Axl, tentou prosseguir, mesmo "enfrentando" o polêmico vocalista, pois acreditava que as mudanças musicais seriam passageiras.

Sem querer tomar partido e já tomando, Slash apenas reforçou a idéia que eu já tinha dos motivos que levaram a formação original da banda a se separar e a sua consequente ruína em meados dos anos 90 e que grande parte desses motivos foram mesmo causados por Axl Rose. Mas como o próprio guitarrista menciona, Axl deve ter suas razões pra tomar as decisões que tomou e o livro mostra apenas um ponto de vista.

A verdade é que a química e a magia que existia entre os cinco membros originais se perdeu com as trocas de integrantes e com as esquisitices promovidas por Axl. Muitos fãs defendem que o vocalista leve adiante o Guns N' Roses, mesmo sem os membros originais, mas esquecem que Axl não criou sozinho "Appetite for Destruction" ou mesmo "Use Your Illusion". Izzy, Slash e Duff contribuiram e muito com esses albuns e tb foram responsáveis pelo sucesso da banda.

É por esse motivo que eu discordo do fato de Axl Rose continuar tocando sob o nome "Guns N' Roses" com músicos contratados. Seria mais coerente preservar a imagem (já bastante arranhada) da banda e sua formação clássica e tocar sob o nome "Axl Rose". Mas enfim...

Principalmente para os fãs da banda, mais que recomendado. Leiam e confiram!!!

domingo, 24 de janeiro de 2010

Metallica na Argentina


Enquanto a banda não chega no Brasil, pra aquecer a galera que vai ao show, segue matéria da revista Rolling Stone da Argentina sobre o show do Metallica em Buenos Aires, no dia 21 de janeiro:

"E finalmente chegou o dia. Metallica retornou a Buenos Aires e superou as expectativas do público ansioso que queria vê-los novamente após o cancelamento decepcionante de seu show em 2003.

Show esgotado, mais de 60 mil pessoas viram essa passagem incrível pela Argentina da turnê World Magnetic. Na verdade, significava mais do que uma simples apresentação do seu último álbum, "Death Magnetic".

Quase trinta anos após sua fundação, os quatro cavaleiros do thrash metal honraram seu nome e saciaram a sede dos headbangers.

James Hetfield é um tipo de monstro que come absolutamente tudo em seu caminho, sem misericórdia. O vocalista, como já sabíamos, foi um guerreiro viking: enorme, impressionante e tocando os acordes com muita vontade. Um grande líder que sabe como mover-se, para conquistar o público e, acima de tudo, trazer suas cordas vocais ao máximo."

O set-list executado na Argentina foi o seguinte:

Creeping Death
For Whom The Bell Tolls
Wherever I May Roam
Harvester Of Sorrow
Fade To Black
That Was Just Your Life
The End Of The Line
Sad But True
Cyanide
All Nightmare Long
One
Master Of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
--------
Last Caress
Whiplash
Seek and Destroy

Metallica - Français Pour Une Nuit


O Metallica lançou no dia 23 de novembro do ano passado, um DVD chamado “Français Pour Une Nuit” (“Francês Por Uma Noite”) com uma apresentação do grupo, em julho de 2009, na cidade francesa de Nimes.

A ideia por trás do nome também está presente em vários detalhes relacionados ao lançamento. A arte de “Français Pour Une Nuit” foi feita por artistas franceses, sua gravação foi registrada por uma equipe do país e seus créditos são todos escritos em francês.

Além disso, o DVD é vendido fisicamente apenas em lojas da França, embora fãs de outros países possam comprá-lo pelos sites do lançamento e da banda.

Depois de conferir os 2 últimos lançamentos em DVD do Metallica é impossível não escrever algo sem ser com o modo "Fã On". Assim como o DVD "Orgulho, Paixão e Glória" filmado na Cidade do México, tudo funciona no “Français Pour Une Nuit”. Desde o fabuloso set list , passando pela magistral performance da banda, a gravação impecável até o fantástico palco usado!!!

O DVD duplo "Orgulho, Paixão e Glória", apesar de ser um puta show, dá pra se perceber que foram feitas as colagens das melhores músicas das 3 noites, o que não chega a ser um ponto negativo. Ele traz tb várias cenas de backstage, como a montagem do palco, escolha do set list pela banda etc. O show na França é sem cortes e por essa razão, na minha opinião é mais dinâmico. De qualquer forma, recomendo ambos!

O set list do DVD “Français Pour Une Nuit” é o seguinte:

Blackened
Creeping Death
Fuel
Harvester Of Sorrow
Fade To Black
Broken, Beat & Scarred
Cyanide
Sad But True
One
All Nightmare Long
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Dyers Eve
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Stone Cold Crazy
Motorbreath
Seek & Destroy

sábado, 23 de janeiro de 2010

Elvis 75 - Good Rockin’ Tonight


No último dia 08 de Janeiro de 2010 , um sujeito conhecido como "O Rei do Rock" e chamado Elvis Presley, completaria nada mais nada menos que 75 anos de idade.
Pra homenagear o ícone e um dos maiores artistas de todos os tempos, a Sony lançou o Box Set “Elvis75: Good Rockin’ Tonight”, coletânea de 4 CDs que faz uma viagem por toda a carreira de Elvis.

A caixa visita desde os mais saudosos hits de Elvis até as primeiras gravações, com qualidade precária e bancadas pelo próprio. O box é sem sombra de dúvida nenhuma o maior e melhor apanhado de toda a obra do Rei já lançado até hoje, e não pode faltar na coleção de nenhum fã que se preze.

Confesso que senti falta de algumas faixas raras, como as versões de Elvis para "Can't Help Falling In Love", "Johnny B. Goode" e "Kiss Me Kick" mas nada que tire o brilho do box que ainda acompanha um super encarte recheado de fotos e detalhes da carreira de Elvis Presley e que ajudam a contextualizar toda a obra do Rei.

A caixa pode ser adquirida por singelos 39,99 dólares. Eu já tenho a minha mas quem tb quiser a sua, segue o link para a compra aqui.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Action Figures - Hellboy II The Golden Army, HT


Apresento a vcs mais um Review de Action Figures: Hellboy II The Golden Army da fabricante Hot Toys. A figura foi lançada em Abril de 2009 com preço médio de US$ 180 e merece nota máxima em todos os apectos, portanto, vou só comentar alguns detalhes interessantes.

A embalagem é padrão da HT com muitas fotos e informações sobre o personagem e existe um velcro que prende a aba da embalagem, revelando a figura, que tem a escala de 1/6, cerca de 31 cm.

O box vem tb com um manual de instruções com informações sobre o "muscular body", que é na verdade um revestimento de borracha sobre as articulações da parte superior.


Hellboy é acompanhado de suas famosas armas , o Samaritano, que permite abrir e municiar o tambor e o Big Baby, que tb conta com munição removível. Outros acessórios interessantes são o sobretudo removível, o par de mãos extras, o terço enrolado ao punho e o Crucifixo do cinto no detalhe.

Em relação as articulações, na parte inferior os pontos são bem variados, já na superior, por conta do "muscular body" , é bem complicado pra variar as poses pois a borracha restringe bastante as articulações. O pescoço tb possui um ponto que pega bem na junção com a cabeça. A manopla tb faz leves movimentos.

Mesmo para aqueles que não gostaram do filme, é inegável que está uma réplica fiel do personagem. Mais uma figura impecável da HT.



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