segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aerosmith no Brasil


Na última quinta-feira (27) o Aerosmith se apresentou para cerca de 15.000 no estacionamento do Fiergs em Porto Alegre e na capital paulista no sábado (29). Os fãs tiveram o privilégio de ouvir clássicos de toda trajetória da banda.

Assisti o Aerosmith em 94 e gostaria de ter assistido de novo mas por não rolar show no Rio, obviamente eu não estava presente dessa vez. Mas meu amigo e colaborador do Rodz Online, Eduardo Bueno, estava no show de POA.
Vamos torcer pra que ele faça uma resenha em breve pra postarmos aqui no blog. Enquanto isso, acompanhem as matérias sobre os shows, direto do portal G1


Porto Alegre
Pontual e energético, o grupo norte-americano Aerosmith deu início ao curto giro brasileiro na noite desta quinta-feira (27), disposto a enterrar dúvidas sobre as condições físicas dos integrantes para excursionar pelo mundo.

Em duas horas, o grupo fez a plateia de 15 mil pessoas esquecer a chuva fina e apresentou um repertório de 20 músicas no palco montado no estacionamento da Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em Porto Alegre, contemplando grande parte dos hits que tornaram a banda referência do hard rock e da música pop nos últimos 30 anos.



O quinteto havia chegado a Porto Alegre na quarta-feira (26). Na quinta, quatro horas antes do show, os músicos partiram para o local do evento, e descansaram em camarins separados, reunindo-se apenas para a janta e para o show. Um otorrinolaringologista e um quiropraxista ficaram à disposição dos músicos nos bastidores.

Às 22h05min, cinco minutos após o horário marcado, a produção acendeu as luzes do palco ao som de “Rainy Day Women”, de Bob Dylan (conhecida pelos versos “everybody must get stoned”, algo como “todo mundo deve ficar chapado”), e o Aerosmith deu início ao espetáculo com o hit “Love in a elevator”.

Steven Tyler, o vocalista de 62 anos que quase deixou a banda no ano passado após uma queda de um palco, mostrou estar recuperado e com a costumeira energia – além do figurino obrigatório (calça boca de sino prateada, e o pedestal decorado com lenços).



A segunda música, o clássico hard rock Mama Kin, veio com o início da garoa que molhou os gaúchos até o final do show. Na terceira, “Falling in love (is hard on the knees)”, o Aerosmith mostrou que veio ao Brasil disposto a agradar. “E aí, gaúchos!”, gritou Tyler para a plateia, num português simpático e surpreendentemente sem sotaque.

A primeira metade do show foi centrada nos grandes hits da banda, com destaque para as baladas que fizeram uma geração de jovens que cresceram ouvindo música em videoclipes nos anos 90. “Pink”, a quarta música, agradou aos fãs mais novos.




O público acima dos 30 anos, adolescentes da geração videoclipe da década de 90, também esteve presente. A banda dedicou a primeira metade a ganhar a simpatia dos trintões. “Living on the edge”, “Jaded”, “Crazy” e “Crying” vieram em sequência, para delírio da plateia que, a esta altura, usava capas de chuva para se proteger da garoa fina e insistente.



No palco, Tyler parecia não dar bola para o clima. Se as lesões do ano passado (e o período internado para tratar da dependência de analgésicos) deixaram alguma sequela em Tyler, a ponto dos colegas de banda cogitarem procurar um substituto, o vocalista disfarçou bem em Porto Alegre.

Em “Dream on”, atingiu os agudos característicos, sem sinal de perder a voz pela idade. Também não se protegeu da chuva em nenhum momento mesmo tendo a possibilidade de se refugiar embaixo da área coberta do palco e ainda dançou como um adolescente durante toda a apresentação.

O espetáculo, executado com som perfeito e três grandes telões de boa definição, teve uma espécie de pausa na décima música, quando o baterista Joey Kramer fez um longo solo de bateria.

A partir daí, o Aerosmith voltou mais roqueiro. “Rag Doll” e “Sweet Emotion” foram os destaques da segunda metade. A chuva e os solos de guitarra em “Lord of the thighs” e no blues “Stop messing around”, cantado por Joe Perry, cansaram parte do público que preferiu ir embora para fugir da chuva e do congestionamento da saída a encarar o encerramento.

No bis, Tyler e companhia apostaram no clássico “Walk this way” e no cover “The train kept a Rolling”.

Com duas horas exatas de show, o Aerosmith deixou o palco sem deixar chance para um novo bis.

O repertório:
1 - Love in a elevator
2- Mama kin
3 - Falling in love (is hard on the knees)
4 - Pink
5 - Dream on
6 - Living on the edge
7- Jaded
8 - Crazy
9- Crying
10 - Solo de bateria
11- Lord of the thighs
12 - I don´t want to miss a thing
13- Rag doll
14- What it takes
15- Sweet emotion
16- Stop messing around
17- Baby please don´t go
18 - Draw the line

Bis:
19 - Walk this way
20 - The train kept a rolling





São Paulo

Com um repertório misturando clássicos próprios com blues antigos em versão hard rock, a banda norte-americana Aerosmith subiu ao palco montado no Parque Antártica por volta das 22h deste sábado (29) para um Palestra Itália quase lotado. É a primeira vez da banda no Brasil desde 2007, que nesta temporada também tocou em Porto Alegre na quinta-feira (27).

A apresentação foi a última parada da turnê pelo Brasil. Com uma bandeira gigante com o logo da banda cobrindo o palco, o quinteto norte-americano abriu o show com “Eat the rich”, de 1993. No repertório, um pouco parecido com o tocado no Rio Grande do Sul, clássicos como “Livin’ on the edge”, “Dream on” e “Cryin’” conviviam com bons blues como “Stop messin’ around” (cover de Fleetwood Mac) e “Baby please don’t go” (de Big Joe Williams), gravados no álbum mais recente o grupo, “Honkin’ on bobo”, de 2004.



Com a experiência de quem tem quase quarenta anos de palco, os colegas de Aerosmith parecem ter deixado para trás as brigas internas que tomaram conta do noticiário musical em 2009 e 2010, incluindo boatos de que o vocalista Steven Tyler deixaria o grupo. Já em “Love in an elevator”, terceira música, Tyler está dividindo o microfone e cantando juntinho do guitarrista e amigo Joe Perry.

Carismático, o vocalista dos lábios avantajados fez tudo o que se esperava dele. Girou com o pedestal do microfone, fez manha para a câmera que registrava o show no telão, agitou uma bandeira do Brasil com o símbolo do Aerosmith durante “Fallin’ in love”, e ainda aproveitou para brincar com o camarada Perry: depois de “Crazy”, pegou uma calcinha jogada no palco por uma fã mais afoita e pendurou no pedestal do microfone do guitarrista.



Tentando tirar o máximo de proveito da tecnologia, o grupo chegau a passar alguns clipes clássicos (como “Livin’ on the edge”) enquanto tocava a faixa correspondente ao vivo. Perry foi mais longe e chamou uma tradutora para explicar seu plano. “As pessoas sempre vêm falar comigo para contarem que ganharam de mim no ‘Guitar hero’, mas agora eu vou fazer um desafio real para mostrar que é mais difícil me bater na vida real”, disse o músico, antes de iniciar um duelo virtual contra sua persona no videogame musical.

O público, que ultrapassava as 35 mil pessoas, respondia em alto e bom som a todas as declarações do grupo. No começo de “What it takes”, Tyler fez o público cantar uma estrofe inteira à capella, sem instrumentos. “Que lindo”, elogia o cantor. Perto do final da primeira parte do show, um grupo de senhoras lideradas por Carmem Cristinha Pontes Hungria, de 50 anos, se ajoelhou para a banda. “A gente tem que reverenciar isso. Só consigo me ajoelhar para o que é eterno”, explicou a fã emocionada.



Apesar da felicidade, alguns dos fãs dos setores de cadeiras não ficaram tão satisfeitos, e o G1 ouviu algumas reclamações sobre o som baixo da apresentação. “O show podia ser mais alto”, explicaram os amigos Carlos Moraes e Roberto Jr., que vieram de Belo Horizonte para ver o Aerosmith. Mas fizeram questão de elogiar a banda: “Ainda assim valeu a pena, foi excelente”.

Alheios a qualquer problema sonoro, os cinco membros do grupo pareciam felizes ao se despedir do público após o bis, que contou com “Walk this way” e “Toys in the attic”. De camisa aberta, Tyler apresentou cada um dos músicos com elogios rasgados. Ao final, Perry pegou o microfone e devolveu a gentileza. “Apresento a vocês o melhor vocalista do mundo, Mr. Steeeeeeven Tyler!”, gritou. Boatos de separação à parte, o grupo mostrou que em cima do palco não há motivo nenhum para acabarem a festa tão cedo.

Confira o setlist completo

"Eat the rich"
"Back in the saddle"
"Love in an elevator"
"Falling in love (is hard on the knees)"
"Pink"
"Dream on"
"Livin' on the edge"
"Jaded"
"Kings and queens"
"Crazy"
"Cryin'"
"Lord of the thighs"
"Stop messin' around"
"What it takes"
"Sweet emotion"
"Baby, please don't go"
"Draw the line"

Bis
"Walk this way"
"Toys in the attic"

sábado, 29 de maio de 2010

Helloween - Keeper of the Seven Keys


A primeira música que eu ouvi do Helloween foi "I Want Out". Pra dizer a verdade eu assisti um vídeo dessa música no Fúria Metal da MTV (Confiram o video no fim do post). Na época eu não tinha acesso a internet e tive que me virar pra conhecer mais da banda. Logo eu descobri que o Helloween já tinha uma certa quantidade de albuns lançados e inclusive já tinha trocado de vocalista. Mas mesmo depois de conhecer bem a banda, o destaque ficou mesmo com os clássicos albuns duplos "Keeper of the Seven Keys". Pra quem pensava que o Guns N' Roses tinha sido pioneiro em lançar albuns "gêmeos" com o "Use Your Illusion", saibam que o Helloween já tinha realizado essa façanha em 1987.

Dividido em 2 partes, a banda alemã de power metal lançou o que eu considero verdadeiras obras primas do metal melódico. Os inigualáveis vocais do então debutante Michael Kiske e as excelentes composições da dupla de guitarristas Kai Hansen e Michael Weikath fazem dos albuns gêmeos o mais importante trabalho do Helloween e um dos pioneiros do estilo power metal.

Na parte 1 de "Keeper", a música "Future World" foi lançada como single e foi produzido um video (omitindo mais de 8 minutos) da excelente faixa "Halloween", que em sua versão original tem cerca de 13 minutos.

A banda tinha planejado lançar ambas as partes de "Keeper of the Seven Keys" como um album duplo mas a gravadora recusou, insistindo que fossem lançados separados. Assim sendo, a parte 1 saiu em 1987 e um ano depois a segunda parte viu a luz do dia.

A parte 2 de "Keeper" contou com dois contagiantes singles, "Dr. Stein" e "I Want Out", sendo essa última uma das músicas mais populares da banda e "coverizada" por bandas como Gamma Ray, HammerFall e Sonata Arctica. Escrita pelo guitarrista Kai Hansen, os boatos eram que a letra significava o sentimento de Kai sobre o Helloween, já que seu controle criativo estava em rota de colisão com Michael Weikath, motivo real por qual Hansen teria deixado o Helloween no ano seguinte. Outros destaques do album são a faixa título, a mais longa do play, e tb a música "Eagle Fly Free", um clássico da banda, executado até hoje nos shows do grupo.

Com a formação mais aclamada de toda sua história, o Helloween em consequência do excelente trabalho realizado com "Keeper of the Seven Keys", foi convidado em 1988 a participar de um dos mais importantes festivais da época, o "Donington Monster of Rock", tocando ao lado de Kiss, Guns N' Roses, Megadeth e Iron Maiden.

Antes que me perguntem, gosto de ambos mas prefiro a parte 2.
Fica aqui a minha recomendação pra quem quer ouvir um metal melódico de qualidade!

Keeper of the Seven Keys - Parte 1

1. "Initiation" (Hansen) - 1:21
2. "I'm Alive" (Hansen) - 3:23
3. "A Little Time" (Kiske) - 3:59
4. "Twilight of the Gods" (Hansen) - 4:29
5. "A Tale That Wasn't Right" (Weikath) - 5:15
6. "Future World" (Hansen) - 4:02
7. "Halloween" (Hansen) - 13:18
8. "Follow the Sign" (Hansen/Weikath) - 1:46





Keeper of the Seven Keys - Parte 2

1. "Invitation" (Weikath) - 1:06
2. "Eagle Fly Free" (Weikath) - 5:08
3. "You Always Walk Alone" (Kiske) - 5:08
4. "Rise and Fall" (Weikath) - 4:20
5. "Dr. Stein" (Weikath) - 5:03
6. "We Got the Right" (Kiske) - 5:07
7. "March of Time" (Hansen) - 5:13
8. "I Want Out" (Hansen) - 4:39
9. "Keeper of the Seven Keys" (Weikath) - 13:38




Formação:
* Michael Kiske (vocais)
* Kai Hansen (guitarra)
* Michael Weikath (guitarra)
* Markus Grosskopf (baixo)
* Ingo Schwichtenberg (bateria)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alice no País das Maravilhas

Assisti ao filme "Alice no País das Maravilhas", nova viagem cinematográfica de Tim Burton. Antes de mais nada é preciso lembrar que apesar do nome e de grande parte dos personagens serem os mesmos, a história é uma espécie de continuação do clássico de Lewis Caroll.

O filme chama mais atenção pelo belíssimo visual e pela quantidade de efeitos de qualidade do que pelas peripécias da moçoila Alice, agora com 19 anos, que é recrutada pelos habitantes do subterrâneo para liderar o exército da Rainha Branca contra a Rainha de Copas, e segundo as profecias do País das Maravilhas, matar uma terrível criatura. Tudo isso quando se encontrava em vias de receber uma proposta de casamento. A história em si é bem característica das maluquices de Burton, o que nesse caso não é uma crítica negativa.

A sensacional atuação de Johnny Deep, como o divertido chapeleiro louco, acaba fazendo com que o seu personagem vire o protagonista, enquanto a Alice de Mia Wasikowska deixa um pouco a desejar.

Vale destacar que a junção dos atores com os personagens computadorizados funciona perfeitamente. O cachorro Bayard e o Gato Risonho roubam a cena. Helena Bonham Carter e Anne Hathaway encarnam respectivamente a Rainhas de Copas e a Rainha Branca, ambas espetacularmente irritantes, no bom sentido é claro. É hilário ver a Rainha de Copas gritando: "Off with his Head!!!"

O filme tem criado muita expectativa em quem ainda não assistiu, decepcionou alguns e superou as expectativas de outros. Eu achei apenas mediano mas já adianto que é bom assistir lembrando que se trata de um filme de Tim Burton e que portanto é possível esperar qualquer tipo de reação do espectador. Assistam e opinem.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Os Maiores Malas do Rock - Parte 2

Lars Ulrich (Metallica)

O dinamarquês encabeçou um processo gigantesco contra o falecido "Napster", programa que revolucionou o compartilhamento de músicas P2P, onde o estopim foi o vazamento da demo da música "I Disappear", antes de seu lançamento. Graças a esse processo o Metallica dividiu os fãs e ganhou muitas críticas negativas.
Outro fato que faz Lars ser um mala de carteirinha está registrado no documentário "Some Kind Of Monster"! O cara tem uma personalidade, no mínimo, irritante e apesar de Dave Mustaine (Megadeth) tb ser um mala, o cara não deixa de ter razão em certos aspectos sobre Lars, afinal sempre existe o outro lado da moeda. Lars sempre foi o principal alvo de Mustaine desde sua expulsão do Metallica e no documentário podemos entender melhor isso.




Courtney Love (Hole)

A ex-senhora Kurt Cobain já é uma mala sem alça lendária. Courtney Love é tão sem noção que xingou a filha no Facebook depois que a menina exigiu no tribunal que quer ficar longe da mãe doidona.
Love aliás já fez escola quando o assunto é encrenca. Brigou com Lily Allen, declarou abertamente que queria socar o músico John Mayer e disse em uma entrevista, com a maior naturalidade do mundo, que Britney Spears teria sido abusada pelo pai. Depois de alguns anos de ostracismo, a eterna viúva de Cobain ressuscitou sua antiga banda, o Hole. Mais mala que isso não dá!


Liam e Noel Gallagher (Oasis)

É verdade, eles sempre foram legais com os fãs. Mas no caso dos irmãos Gallagher, a chatice fica mesmo entre eles e outros famosos, ou entre os dois mesmo, que constantemente partiam para as vias de fato.
Os caras são tão malas que se auto-proclamaram melhores que os Beatles, ícones do rock britânico. Tudo bem que o Oasis foi um sucesso comercial, mas se formos levar em conta a qualidade, esqueceram de lembrar a eles que a Inglaterra tem bandas do porte de Iron Maiden, Judas Priest, Queen e Def Leppard, isso pra pararmos por aqui.
Fora essa declaração sobre os Beatles, os irmãos já fizeram duras, gratuitas e desnecessárias críticas a diversas outras bandas.

Outra história curiosa dos malas é que durante o programa MTV Unplugged, Liam se recusou a cantar alegando uma forte dor de garganta mas acabou na plateia, fumando e bebendo, sem demonstrar o menor sintoma de dores na garganta. Enquanto isso, Noel puto da vida com o irmão, assumiu os vocais. Querem mais? O fim do Oasis foi por pura frescura dos irmãos. Um quebrou o violão do outro, que pra variar, partiu pra agressão física e provocou a separação da banda.


Joey DeMaio (Manowar)

O cara é baixista, membro fundador e líder da banda de heavy metal Manowar. Os atributos são respeitáveis, mas a verdade é que DeMaio é do tipo que adora um mise-en-scéne. Em absolutamente "todos" os shows da banda o mala faz discursos intermináveis e usa frases decoradas: "Enquanto o Manowar viver o metal nunca irá morrer" e "Tentaram impedir o Manowar de vir tocar aqui mas não conseguiram!!!" Pelo visto, em todos os países já tentaram impedir o Manowar de tocar rrrrsss
A presepada de Joey não fica só no discurso. A banda toda já assinou um contrato com seu próprio sangue e fazem questão de ter uma imagem baseada nos guerreiros vikings, cuidadosamente reforçada nos albuns e nos palcos. A última presepada de DeMaio foi vir ao Brasil depois de 12 anos com a tour “Death to the infidels” (Morte aos infiéis) e não tocar nenhum clássico. Mala total.



Glenn Danzig (Misfits / Danzig)

Junto com o então colega de escola, Jerry Only, Glenn foi membro da lendária banda "Misfits". Muito conhecido por sua fama de brigão, depois de tocar no Misfits entre 77 a 83 e brigar com seu companheiro de banda Jerry, Glenn vendeu todo o catálogo da banda à gravadora Caroline Records e formou sua própria banda, o Danzig.
O nanico por ser fortão se acha bom de briga mas de vez em quando a casa cai, como ele aprendeu depois de criar caso com Danny Marianinho (North Side Kings)





Sharon Osbourne (Empresária do Ozzy)

A empresária e esposa de Ozzy Osbourne precisa levar o crédito por ter impulsionado a carreira do Madman quando ele mesmo estava desacreditado.
A patifaria começa quando lembramos que ela é responsável também por ter aproveitado a imagem do marido pra sua auto promoção e apesar de ter o velho Ozzy em suas mãos, não tem autoridade nenhuma sobre os filhos, que ainda fez questão de expor em um reality show. Tudo em troca de uma grana extra, é claro!

No festival Ozzfest, a senhora madman contratou um grupo de pessoas para tacar ovos no palco durante o show do Iron Maiden, isso pq o vocalista Bruce Dickinson, criticou o programa 'The Osbournes'. Apesar da enxurrada de ovos no palco, o Maiden foi profissional e fez uma grande apresentação. A palhaçada foi noticiada e Sharon se tornou a grande vilã. Mala mala mala!!!


Jon Schaffer (Iced Earth)

Membro fundador da banda, Jon é o líder, dono da banda e principal compositor. Como se já não bastasse, o cara é o chato estilo chefe de escritório, daqueles que querem o sangue de seus subordinados, e como sempre, tudo da maneira dele.

O cara é tão chato que é o único membro original remanescente no Iced Earth, pq não tem quem aguente com essa mala. E como todos sabem, as constantes mudanças de formação atrapalham a identidade que se cria entre fãs e banda.

domingo, 23 de maio de 2010

Mensagens para Dio


Apesar das diferenças entre gerações, milhares de fãs e músicos ao redor do globo ficaram órfãos, no domingo passado, quando uma das vozes mais emblemáticas do Heavy Metal, Ronnie James Dio, partiu para outra vida, vítima de um câncer no estômago.

Diversos músicos e amigos divulgaram mensagens em homenagem ao ícone. E como homenagens a Dio nunca serão demais, aqui vai mais uma do Rodz Online ao mestre Dio!!! Não esquece de dar o play e entrar no clima antes de ler o restante do post!



"Ontem 16 de Maio meu querido amigo Ronnie James Dio morreu às 7h45 da manhã, horário de L.A.
Estou em choque total; Eu simplesmente não posso acreditar que ele se foi. Ronnie era uma das pessoas mais legais que eu já conheci. Tivemos alguns momentos fantásticos juntos.
Ronnie amava o que fazia, compor músicas e cantar no palco. Ele amava tanto seus fãs. Ele era um homem amável e podia colocar-se em segundo plano para ajudar aos outros. Eu posso honestamente dizer que verdadeiramente foi uma honra tocar ao seu lado todos estes anos. Sua música viverá para sempre.
O homem com a voz mágica é uma estrela entre as estrelas, um profissional verdadeiro. Vou sentir muito a sua falta, meu querido amigo." Tony Iommi (Black Sabbath, Heaven & Hell)

"Meu querido amigo Ronnie, Partiu, mas não se foi. Descansando em paz (por um tempo) mas nunca esquecido." Ian Gillan (Deep Purple)

"Ronnie, sua voz me impactou e deu poderes, a sua música inspirou e influenciou-me, e sua bondade me tocou e me comoveu. Obrigado." Lars Ulrich (Metallica)

"Estou realmente chocado, ainda mais que ele parecia estar se recuperando quando o vi no show Golden Gods [em 8 de abril] de Los Angeles, California. Bon Voyage, Ronnie, descanse em paz.” Lemmy Kilmister (Motorhead)



"A voz de RONNIE JAMES Dio vai viver para sempre, e continuará a emocionar e inspirar os cantores de todo o mundo. Ele era um querido amigo, e assim como milhares de headbangers, vou sentir falta dele profundamente". Rob Halford (Judas Priest)

"Nós estamos preenchidos com uma grande tristeza com a terrível notícia sobre nosso amigo Ronnie James Dio. Nossas condolências e amor vão para Wendy e família. Ronnie foi um homem maravilhoso e sua perda é lamentável." Judas Priest

"Os membros do Twisted Sister, junto com milhões de fãs ao redor do mundo lamentamos a morte de nosso amigo Ronnie James Dio. Ronnie não era somente um gigante na cena metálica mundial, mas também uma das pessoas mais legais que você poderia conhecer." Twisted Sister

"Ronnie Morreu às 7:45 na manhã de hoje, mas sua música viverá para a eternidade." Slash (ex-Guns N' Roses)

"O mundo perdeu um talento insubstituível e, em primeiro lugar, um dos melhores seres humanos que você poderia sempre querer conhecer." Steve, Bruce, Adrian, Dave, Janick, Nicko e Rod (Iron Maiden)

"Ronnie tinha uma voz única e incrível. Sentiremos muito sua falta no mundo do rock n´ roll." Ritchie Blackmore (Rainbow)

"Ronnie era um amigo querido e, sem dúvida, a mais brilhante de todas as estrelas do Rock. Ele viverá em nossos corações para sempre e nunca será igualado. Vida longa a Ronnie James Dio!" Yngwie Malmsteen

“Lamentamos a trágica passagem do grande Ronnie James Dio. Além de sua poderosa habilidade vocal, Ronnie era um verdadeiro cavalheiro, que sempre mostrou muito carinho e amizade para conosco e todos ao seu redor. Sentiremos sua falta”. Kiss

"Chorando agora mesmo em memória do meu herói e amigo Ronnie James Dio. Eu fiz shows e trabalhei com ele, e o amei minha vida inteira. Muito obrigado. O mundo perdeu um dos melhores." Sebastian Bach

"Perdemos um grande ser humano e o melhor cantor de rock do mundo. Ronnie foi o meu herói e meu amigo, vou sentir falta dele e de suas amáveis palavras. Ele me ensinou muito no palco e fora dele." Tim "Ripper" Owens (Beyond Fear, Judas Priest, Iced Earth)



"Descanse em paz, Ronnie." Ozzy Osbourne

“A morte do Dio nos deixa um vazio que só poderá ser preenchido com a alegria de saber que sua obra é eterna. Um ser humano único tanto na música quanto na personalidade. Humilde , gentil, porem um Rei. Dio nós do DR.SIN amamos você. Obrigado por nos ensinar e inspirar tanto." Andria, Edu Ardanuy e Ivan Busic (Dr. Sin)

"Ninguém entendeu melhor o que é interpretar este estilo do que ele. Dio certamente serviu de exemplo para todos, mostrou que podemos ir longe por muitos anos aos palcos com energia e atitude." Kiko Loureiro (Angra)

"O mundo perde o melhor cantor de Metal da história, mas acima de tudo, perdemos uma das almas mais brilhantes que já existiu na terra! Um artista que idolatrava seus fãs incondicionalmente e que fazia aquilo que realmente amava: cantar Heavy Metal!" Edu Falaschi (Angra)

"Descanse em paz Ronnie James Dio. Chifres a meio pau. que perda gigantesca...
Tantas lembranças de Ronnie. Excursionando juntos várias vezes. Ele sempre tinha um sorriso e algo gentil para falar e ele amava os Yankees. Ronnie era o rei do mundo. Top 3 dos shows de todos os tempos". Scott Ian (Anthrax)

"Ele era realmente um dos 'mocinhos' neste mercado, um profissional por completo, alguém com quem todos nós pudemos aprender. Somos todos seus fãs e ele fez muitas coisas boas para o Megadeth e seus membros, começando há tempos em sua turnê 'Dream Evil' nos Estados Unidos, em que estávamos como banda de abertura em nossa 'So Far, So Good...So What' tour...
Todos sentiremos sua falta." David Ellefson (Megadeth)

"Que perda trágica para o mundo do metal. Acho que o show dele foi o segundo show que vi em Bakersfield em toda a minha vida. Nós não teríamos o símbolo de chifres sem ele. Mas ele estará para sempre vivo nas músicas que gravou. Eu realmente tive a chance de conhecê-lo uma vez – e ele era um cara muito humilde e doce." James "Munky" Shaffer (Korn)

“Ronnie era tudo pra mim. Ele era meu melhor amigo, ele era meu irmão. Eu sempre soube o quão sortudo eu fui de estar em uma banda com ele, mas nos tornarmos amigos foi ainda mais especial. Quando eu conheci o Ronnie eu era um menino, 21 anos, olhos bem abertos. Ele me colocou sob sua asa e me mostrou o caminho, ele era o maior professor e inspiração na minha vida e, antes de tudo, o maior cantor de rock no mundo! Meu coração está tão partido. Agora estamos em um mundo sem ele e eu vou sentir demais a sua falta. Ronnie, eu te amo, cara!!” Vinny Appice (Black Sabbath / Dio / Heaven & Hell)



"Ronnie foi a pessoa mais genuína que eu encontrei na indústria da música. Ele foi uma pessoa sábia, gentil e especial, e um querido amigo que fará muita falta. Descanse em paz, irmão. Seu espírito e música continuarão a inspirar as próximas gerações". Jon Schaffer (Iced Earth)

"A primeira vez que encontrei com Ronnie foi em Limerock, Connecticut, no Skip Barber Racing School. Dirigimos carros de corrida o dia todo e conversamos sobre música depois. Foi realmente maravilhoso. Eu estava um pouco nervoso em conhece-lo pois, apesar de tudo, era o Ronnie James Dio! De qualquer maneira, depois de cinco minutos de conversa, eu me senti totalmente tranquilo pois ele era gentil e naturalmente amigável. Ele foi a voz da minha juventude. Eu sempre vou ter respeito por ele tanto como pessoa como vocalista. Vida longa ao Ronnie James Dio, vida longa ao rock and roll." Rachel Bolan (Skid Row)

"Hoje é um dia muito triste, pois perdemos um dos verdadeiros grandes cantores de rock de nosso tempo, Ronnie James Dio. Ele era um homem maravilhoso e sempre que nossos caminhos se cruzavam pela estrada nós sempre dividíamos umas risadas, e eu posso honestamente dizer que ele era um verdadeiro cavalheiro da mais elevada ordem, um exemplo brilhante para todos nós. Ele estará agora cantando no paraíso do rock 'n' roll, o que é nossa perda e ganho deles. Sentiremos tristemente a falta dele como cantor, compositor e amigo, e ele realmente tinha um conjunto que de fato definiu os padrões para os outros seguirem. Certamente não haverá outro como ele e sua música viverá para sempre.” Mick Box (Uriah Heep)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Os Maiores Malas do Rock - Parte 1

Sabe aquela pessoa chata e insuportável que se julga o sabichão e dono da verdade? Pois é. O pior de tudo é que esses malas existem em tudo quanto é lugar, no trabalho, no curso, na faculdade etc. Obviamente, no mundo do showbiz, com tantas estrelas do rock, as coisas não poderiam ser diferentes. E como aqui eu dou nome aos bois, conheçam agora, os maiores malas do rock:

Axl Rose (Guns ‘N’ Roses)

Se fosse realizada uma competição entre os mais malas do rock, Axl certamente estaria no pódio. O vocalista agredia sua ex-esposa, atirava objetos em jornalistas e paparazzis como esporte e constantemente faz com seu público e com seus novos parceiros, o mesmo que costumava fazer com seus ex-parceiros de banda...esperar por horas!!!! A banda só pode subir ao palco na hora que ele bem entender!!!

Axl teve várias crises de estrelismo durante as gravações dos albuns "Use Your Illusion" e a mixagem das músicas tinham que ser refeitas todos os dias até que "Ele" ficasse satisfeito. Some a tudo isso, o fato de que se você for a um show do Guns, precisa rezar pra que Axl não tenha um chilique e resolva abandonar o show ou pior, que ele não veja ninguém com uma camisa do Slash, principalmente se esse alguém for você, porque pode ter certeza que ele vai dar um jeito de te expulsar do local. Mais mala impossível.



Ritchie Blackmore (Deep Purple / Rainbow)

Blackmore é tão chato e prepotente que fazia questão de andar separado dos demais membros do grupo. Em uma das visitas do Deep Purple no Brasil, o chato de galochas exigiu sua própria limusine e mandou organizar uma partida de futebol com uniforme nas cores azul e preto (arranjaram um jogo de camisas do Grêmio/RS) e de quebra mandou seu assessor avisar que ninguém deveria dividir a bola com ele. No entanto, o jornalista André Barsinski, ignorou a recomendação e deu uma entrada violenta em Blackmore, no melhor estilo Júnior Baiano. Resultado? Foi aplaudido até pelos jogadores do time de Blackmore.




Yngwie Malmsteen (Rising Force)

Malmsteen segue a linha de estrelismo do Sr Blackmore, não gosta que fiquem olhando ele nos olhos, viaja separado do resto da banda e outras presepadas do tipo. Mas o momento mais apoteótico da chatice do gordo foi durante uma apresentação em Porto Alegre, em 2001. O guitarrista, que é Sueco, teve a ideia de tocar “Star Spangled Banner”, o hino nacional americano, como forma de prestar uma homenagem às vitimas do atentado de 11 de Setembro... O público brasileiro não gostou e sem a menor cerimônia começou a gritar "Osama... Bin Laden... Osama... Bin Laden... " Não preciso nem dizer que os músicos ficaram putos e se recusaram a voltar para o bis. Malmsteen retornou ao palco sozinho e do alto da altura de seu gigantesco ego, provocou a platéia, teimosamente tocando o Hino Americano, de novo, em baixo de vaias. Finalizou com a pérola: " Deus abençoe a América, e fodam-se todos vocês”


Timo Tolkki (Revolution Renaissance / Stratovarius)

Sabe aquele amigo na sua vizinhança que era o dono da bola? E que se o time dele perdesse, ou ele ficasse barrado, pegava a bola e ia pra casa? Eis aí um discípulo do guitarrista Timo Tolkki.

O cara era o principal compositor do Stratovarius e ditava as regras, criando grandes obras do Heavy Metal clássico. Depois brigou com os companheiros, foi diagnosticado com transtorno bipolar, acabou com a banda e proibiu os demais membros de tocarem sob o nome "Stratovarius", fez as pazes, uma reunião, saiu da banda mas deixou os ex-companheiros usarem o nome "Stratovarius" e por fim, comprou o CD novo do Stratovarius e saiu por aí dizendo que o Stratovarius sem ele é uma porcaria.

Ufa... entendeu? Nem eu. Que mala sem alça.


Dave Mustaine (Megadeth)

Infelizmente, apesar de ser fã de Megadeth, tenho que dizer que Dave Mustaine tem que figurar obrigatoriamente nessa lista.

Além de ter ficado conhecido pelo eterno mau-humor e o problema das constantes mudanças de formação do Megadeth, Mustaine ainda tem o péssimo hábito de malhar seus ex-companheiros de banda. Como se isso tudo não fosse o suficiente para classifica-lo como um verdadeiro mala, Mustaine fez parte do Metallica, foi chutado, jurou vingança e montou sua própria banda, uma das maiores bandas de thrash da história. Apesar do sucesso que o Megadeth alcançou, Mustaine nunca conseguiu atingir o mesmo sucesso comercial de sua ex-banda e por conta disso passou mais de 20 anos implicando com Lars Ulrich e cia. Mala!!!



Glória Cavalera (Empresária)

O Sepultura começou em Belo Horizonte e aos poucos foi conquistando o seu espaço, ganhando o Brasil, a Europa e o mundo. Mas foi só a dona Glória entrar no circuito que as coisas começaram a desandar. A banda já tinha consolidado seu nome como um dos maiores expoentes do thrash metal mundial mas começou a assistir sua ruína, culminando com a saída do seu vocalista e um dos membros fundadores, Max Cavalera. Glória conseguiu provocar não só a separação da banda como também dos irmãos Cavalera. Com a saída de Max, que formou o Soulfly, o Sepultura tentou se manter no mesmo nível de qualidade de antes mas sua queda de popularidade foi notória e inevitável. O Soulfly, comercialmente, jamais chegou perto do que o Sepultura conseguiu atingir em seu auge. Agradeçam a dona Glória pela confusão. Que mala hein?


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pantera - Negando as Raízes Glam!!!


Pouca gente sabe ou finge que não sabe, mas o Pantera já teve a sua fase GLAM. É isso mesmo, minha gente!! Eu disse GLAM!!! Pra quem é fã do Pantera e tem o hábito de criticar as bandas de Hard Rock por causa do visual andrógino dos anos 80, não tem mais desculpa, durmam com essa, o Pantera um dia já foi Glam.

Formada no ano de 1981, a banda chegou a obter algum sucesso após a segunda metade dos anos 80 com um som mais na linha do glam hard rock e tinha em sua formação original o mesmo line-up com que ficou famosa nos anos 90, com exceção do vocalista Phil Anselmo, que entrou alguns anos depois.





A banda chegou a lançar quatro albuns nessa fase e que são até bem legais, sendo os três primeiros com o vocalista original, Terry Glaze, e o último, já com Anselmo nos vocais. Em 1983 lançaram seu debut, "Metal Magic". No ano seguinte, saiu o trabalho "Projects In The Jungle"e "I Am The Night" veio em seguida, no ano de 1985.

Em 1988 o Pantera recebeu uma proposta para assinar com uma gravadora pertencente a Gene Simmons do Kiss, mas Terry Glaze acabou rejeitando o contrato e foi demitido pelo restante do grupo, que por sua vez, encontraram Phil Anselmo em Nova Orleans, saido de uma banda local de hard rock chamada "Razor White". Phil Anselmo foi contratado e gravou o quarto disco, "Power Metal", também do ano de 1988, onde regravou algumas canções cantadas originalmente por Glaze, além de algumas originais.



Do album "Metal Magic" até "I Am The Night", a banda adotava o som e o visual "glam metal", mas com a entrada de Phil Anselmo, e o album "Power Metal", o som ganhou ares mais pesados e voltados para o heavy metal tradicional. Inclusive alguns riffs de tendência thrash já podem ser percebidos em músicas como 'Over And Out' e 'Death Trap', enquanto algumas ainda seguem o estilo hard rock e com apelo mais comercial como 'Hard Ride' e 'Proud To Be Loud'. No entanto, pra quem acha que com a entrada de Anselmo o visual mudou, lego engano. Continuavam com o famoso visual glam californiano clássico!!!



Em 1989, ainda com o laquê no cabelo, a banda assinou contrato com a gravadora ATCO, depois que um dos executivos da gravadora ficou impressionado com um show do grupo. O material novo visto pelo executivo, era um repertório com as músicas antigas mais pesadas e as novas que eram mais pesadas ainda. Com a chegada dos anos 90, o glam já dava sinais de sumiço e com isso a banda resolveu abandonar de vez a maquiagem e o visual "poser".

O primeiro álbum de sucesso comercial foi Cowboys From Hell, de 1990. Com ele o Pantera deu um "reboot" na sua carreira, simplesmente ignorando os 4 primeiros albuns e todo o seu repertório hard rock. Neste ponto, a música do Pantera ainda era fortemente influenciada por heavy metal clássico, com vocais ao estilo de Rob Halford do Judas Priest e já tinha se afastado completamente do Hard Rock, com riffs e solos mais complexos do guitarrista Dimebag Darrell. O visual já estava completamente mudado e o resto é história... Confiram a seguir os videos da fase renegada pela banda.








domingo, 16 de maio de 2010

Morre Ronnie James Dio, Uma Lenda do Heavy Metal


O mundo do Heavy Metal ficou mais triste. O cantor americano Ronnie James Dio morreu na manhã de hoje, domingo, 16 de Maio, aos 67 anos, de câncer no estômago. Ícone do heavy metal, ele foi vocalista das bandas Black Sabath, Rainbow, Heaven & Hell e Dio.

A notícia da morte foi divulgada pela mulher do músico, Wendy e pela agente do cantor, Maureen O’Connor em comunicado ao site BLABBERMOUTH. NET.

"Hoje meu coração se despedaçou, Ronnie faleceu às 7:45 da manhã de hoje, domingo, 16 de maio de 2010. Muitos, muitos amigos e familiares puderam estar presente para se despedir antes que ele partisse. Ronnie sabia o quanto todos o amavam. Agradecemos o amor e apoio que vocês nos deram. Por favor, nos dêem alguns dias de privacidade para lidarmos com esta terrível perda.
Por favor, saibam que ele amava a todos e sua música viverá para sempre".



Dio, cujo nome verdadeiro era Ronald James Padavona, nasceu em Portsmouth, em New Hampshire, em julho de 1942, cresceu em Nova York e começou sua carreira nos anos 70, como cantor e baixista da banda Elf, com a qual gravou três álbuns.

Mais tarde, integrou o grupo Rainbow, a convite do guitarrista Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple). Dio também foi vocalista do lendário Black Sabath, substituindo Ozzy Osbourne, onde gravou três albuns de estúdio e um ao vivo, entre eles, o clássico "Heaven and Hell", o melhor album do Sabbath na minha opinião.

No mesmo ano de sua saída do Black Sabbath, 1983, Dio montou sua banda solo e lançou o que para muitos, inclusive pra mim, é um dos melhores albuns de heavy metal de todos os tempos: Holy Diver. Junto com Dio, participaram do album, o baterista Vinny Appice, seu antigo companheiro de Rainbow, Jimmy Bain e o excelente guitarrista Vivian Campbell.

Ronnie James Dio ficou conhecido por popularizar o sinal dos chifres no heavy metal. Sua avó italiana costumava usá-lo para afastar o mau-olhado (que é conhecido como "malocchio" ou "moloch", termo que Dio usa para o gesto). Dio começou a usar o gesto após entrar para o Black Sabbath (em 1979). O vocalista anterior, Ozzy Osbourne, era bastante conhecido por usar o sinal de “paz” nos shows, levantando o dedo indicador e o médio em forma de “V”. Dio, tentando se identificar com os fãs, também quis usar um gesto de mão. Entretanto, como não queria copiar Osbourne, ele escolheu usar o sinal que sua avó sempre fazia.

Fica aqui a homenagem do Rodz Online a essa lenda do Metal.
Descanse em paz Ronnie!!!!
O Rei está morto, vida longa ao Rei! O Rock 'n Roll nunca morrerá!

Robin Hood


Fui ao cinema ontem a noite e apenas 2 estréias me interessavam. "Robin Hood" e "O Preço da Traição". Acabei assistindo a nova adaptação de "Robin Hood" do diretor Ridley Scott.

Não esperava muito do filme e até foi melhor assim. A produção é bem feita, figurino impecável, bom elenco, algumas boas cenas de batalhas, mas o filme em si é fraco. Muito meia-boca.

A promessa de um épico que contaria a origem do príncipe dos ladrões e seu retorno para casa, após o fim da Cruzada de Ricardo Coração de Leão, não consegue decolar ao longo das suas duas horas e vinte minutos de duração.

Na verdade, o que se vê é uma história arrastada, onde nem mesmo Russell Crowe, vencedor do Oscar em 2001 como melhor ator pelo filme “Gladiador”, consegue empolgar.

Apesar do elenco de peso, (além de Crowe, Cate Blanchett e William Hurt estão no filme), o filme deixa a desejar e não anima muito.
Assistam, tirem suas próprias opiniões e não esqueçam de comentar aqui.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

The Scream


Formado no ano de 1989, em L.A., California, Estados Unidos, a banda The Scream surgiu na esteira do hard rock californiano que bombava na MTV e fazia uma mistura muito bem elaborada entre Aerosmith e Cinderella.

O vocalista e guitarrista John Corabi tinha se mudado recentemente da Philadelphia para Los Angeles, trazendo com ele todas as suas influências de blues da antiga banda Angora.

Quando o Angora se separou, metade dos integrantes formaram o Graveyard Train e Corabi se juntou ao guitarrista Bruce Bouillet, o baixista John Alderete e o atual baterista do Judas Priest, Scott Travis. Com exceção de Corabi, todos eram ex-membros da altamente aclamada banda de metal, Racer X e juntos formaram o The Scream.



Travis logo saiu da banda para uma oportunidade única de integrar o Judas Priest e o batera Walt Woodward III assumiu as baquetas.

O grupo rapidamente se destacou e ganhou projeção na cena Hard Rock, conseguindo um contrato com a Hollywood records e lançou um album muito elogiado pela crítica especializada e produzido pelo lendário Eddie Kramer.

A tendência da banda para um som no estilo Hard Rock comercial estava destinando o grupo ao sucesso certo e muitos já apontavam o The Scream como os sucessores nas paradas de bandas como Bon Jovi e Aerosmith. Entretanto, depois de realizarem uma bem-sucedida turnê de um ano pelos states promovendo o album de estréia, Corabi recebeu uma proposta irrecusável. Ele deixou o The Scream em 1992 para substituir o vocalista Vince Neil na maior e mais polêmica banda de Hard Rock dos E.U.A., o Mötley Crüe.

Com a saída de Corabi, os membros remanescentes recrutaram o vocalista Billy Fogarty e começaram a trabalhar no album seguinte. Takin' It To The Next Level foi gravado em 1993, mas jamais foi lançado por problemas entre a gravadora e a banda que com o declínio do Hard Rock logo se separou.

Eu recomendo a audição do único e excelente registro fonográfico dessa competente banda que acabou traída pelo destino.



Let It Scream
1991 (Hollywood Records)

Track List:
01. Outlaw
02. I Believe In Me
03. Man In The Moon
04. Father, Mother, Son
05. Give It Up
06. Never Loved Her Anyway
07. Tell Me Why
08. Love's Got A Hold On Me
09. I Don't Care
10. Every Inch A Woman
11. You Are All I Need
12. Catch Me If You Can

Banda:
John Corabi - vocals and guitar
Bruce Bouillet - guitar
John Alderete - bass and vocals
Walt Woodward III - drums, percussion and vocals

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Joey Belladonna de volta ao Anthrax


Confesso que não sou muito fã do Anthrax e ouvi muito mais a banda na fase John Bush mas gostei do retorno do vocalista Joey Belladonna, que na minha opinião tem mais a cara do Anthrax. Já é a terceira vez em 29 anos que Belladonna volta a assumir os vocais da banda de thrash metal nova-iorquina.

O anúncio oficial rolou no dia 10 de maio, através do Twitter da banda. Assim sendo, Belladonna vai "debutar" ao vivo com a banda na tão aguardada turnê "Big Four" , ao lado do Metallica, Slayer e Megadeth. Os shows que já estavam sendo considerados históricos, ganharam ainda mais charme com o vocalista mais emblemático do Anthrax.

Belladonna foi vocalista do Anthrax entre 1985 e 1992 nos albuns "Spreading the Disease", "Among the Living" e "Persistence of Time". Depois voltou para a banda junto com os demais membros originais para a "2005-2007 Among the Living Tour".



Desde outubro o Anthrax negociava com John Bush, vocalista de 92 a 2005, para voltar a assumir o posto, uma vez que John ajudou a banda em diversos shows no ano passado. No entanto John não estava interessado em um compromisso total com o Anthrax. Belladonna já mantinha contato ao longo dos anos com Frank Bello (baixista) e Charlie Benante (baterista) e um recente encontro entre Belladonna e banda acabou ajudando no convite para o retorno.



Em comunicado oficial, o baterista Charlie Benante falou sobre a volta de Joey: "A banda tem sido uma montanha-russa emocional desde o verão passado mas acho que tudo o que tivemos de enfrentar durante esse tempo foi sendo levado para isso, para estar de volta com Joey no Anthrax, e o calendário não poderia ser mais perfeito ou adequado. Ter Joey conosco nesses shows com o Metallica, Slayer e Megadeth é a forma como deve ser - como vocalista do Anthrax em 85 a 92, ele fez parte do "The Big Four."

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Top Blog 2010


O Rodz Online também está participando, na categoria "música", do concurso Top Blog 2010, concurso que premia os melhores blogs da internet.

E pra deixar o blog ainda mais forte, gostaria de contar com a ajuda de todos nas votações por essa importante premiação.

Para votar, basta clicar na imagem do prêmio no menu do lado direito da página ou então clicar na figura do post que vc será direcionado automaticamente para a página de votação.
Basta colocar o nome e e-mail e depois validar o voto.
Não tem custo nenhum e é super rápido.
Mas atenção: posteriormente é preciso confirmar o voto através do e-mail que você indicar.

Vai lá, dá uma força! O Rodz Online agradece o apoio de todos os amigos leitores.

abçs

Rodz

UFC 112 e 113


Eu tinha esquecido de postar sobre o UFC 112, então vamos começar falando nele e das lutas mais interessantes...

No card principal os destaques eram para os combates entre BJ Penn e Frankie Edgard pelo cinturão dos pesos leve, Anderson Silva e Demian Maia pelos médios e a luta entre Renzo Gracie e Matt Hughes.

O campeão BJ Penn entrou no ringue contra Frankie Edgard sem muita iniciativa e não mostrou as qualidades de boxeador que o consagraram. Edgard por sua vez, apesar de não ter conseguido acertar nenhum golpe contundente, demostrou muito mais disposição de lutar. Depois de cinco rounds sem graça, os juízes acharam por bem dar a vitória para Frankie Edgard, agora, o novo campeão dos pesos leve.


Renzo Gracie teve uma atuação medíocre em sua volta ao MMA. Sem o devido preparo, Renzo mal conseguiu acompanhar os golpes de Matt Hughes que dominou completamente o combate. Hughes protagonizou um momento de gargalhadas na arena depois de ajudar Renzo a se levantar após acertar um forte golpe. No terceiro round Hughes decidiu finalizar a luta, encostou Renzo na grade, desferiu alguns socos em um Renzo Gracie totalmente exausto e viu o juiz decretar sua vitória.

A grande expectativa do UFC 112, em Abu Dhabi, era definitivamente a performance de Anderson Silva, o favorito absoluto contra Demian Maia. No início da luta tudo parecia a favor de Silva e torcida, lutador e até juiz se divertiam com a performance de Anderson. Porém no fim das contas, a vitória ficou em segundo plano.

Já no segundo round, Anderson foi ainda mais longe e colocou a mão na cintura, chamando Demian para o combate e batendo com as mãos no chão. Ele parecia não se importar que seu adversário era considerado o melhor lutador de jiu-jitsu do mundo na atualidade.

No terceiro round, pelo primeira vez, Demian Maia tentou um ataque e Anderson Silva não se abalou. Pelo contrário, partiu para cima, pulou, sambou e brincou no octagon. Silva chegou a ficar atrás do juiz fingindo que brincava de esconde-esconde e provocando muitos risos, inclusive no árbitro que chegou a empurrar Anderson Silva.

No penúltimo round as coisas começaram a mudar de figura. Nem Anderson e nem Maia quiseram partir pra cima e durante os cinco minutos, rodaram no octogon. Ambos chegaram a discutir, se acusando mutuamente de fugir da luta.

No último round, com bastante agressividade Maia partiu para cima e até conseguiu acertar alguns socos, fazendo a torcida gritar seu nome em coro. Maia reclamou muito da falta de combatividade de Anderson Silva e o árbrito parou o combate aplicando uma advertência em Silva que continuou rodando em volta do octogon até o fim da luta.

Anderson Silva venceu Demian Maia, mantendo o cinturão dos médios, mas saiu sob muitas vaias. Essa é a terceira vez que Silva sai vaiado entre as suas últimas quatro lutas, porém é a 11ª que vence de forma consecutiva e a 7ª que mantém o cinturão. Foi difícil conseguir ouvir a entrevista de Anderson Silva logo após o anúncio da vitória, uma vez que o público vaiava muito. Silva acabou se desculpando pela falta de humildade na luta e disse que não sabe o que aconteceu com ele.

Demian Maia deu entrevista ao site MMA Fighting, e falou da falta de respeito do adversário e já quer treinar para uma revanche.

"Ele foi muito desrespeitoso, mas sem problemas, é o jeito dele. Depois da luta, ele me pediu desculpas, mas eu acho que é certo para ele ter feito o que fez durante a luta. Ele ficou me provocando em português durante a luta. Ele é o melhor do mundo, tudo bem. Mas agora quero treinar de novo para pegá-lo mais uma vez."



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No UFC 113, realizado no último sábado em Montreal, no Canadá, o combate mais esperado da noite foi a revanche entre os brasileiros Lyoto Machida e Maurício Shogun Rua, onde estava em jogo o cinturão dos meio-pesados.

Na primeira vez que se enfrentaram no UFC 104, ambos fizeram uma luta bastante contida taticamente falando e em decisão polêmica dos juízes, Machida saiu vitorioso.

Desta vez o combate foi bem diferente. Lyoto acabou surpreendendo a todos com a tentativa de uma nova estratégia, dessa vez conseguiu derrubar Shogun duas vezes e tentou trabalhar na luta de solo mas Mauricio conseguiu se levantar nas duas oportunidades e aos 3 minutos e 35 segundos do primeiro round conseguiu encaixar uma sequência devastadora que liquidou a fatura. Primeira derrota na carreira de Machida, que agora tem em seu cartel 16 - 1.

Shogun assume o posto de campeão com a sensacional marca de 16 nocautes em 19 vitórias e vai tentar manter seu cinturão da categoria mais disputada do UFC. Desde maio de 2007, quando Quinton Jackson venceu Chuck Lidell, os meio-pesados tem agora seu quinto campeão; Quinton Jackson, Forest Griffin, Rashad Evans, Lyoto Machida e Maurício Rua.


Outra luta interessante foi entre o famoso brigão do Youtube, Kimbo Slice e Matt Mitrione.
Apesar de contar com o apoio da torcida, Kimbo não rendeu o esperado e decepcionou. Definitivamente Slice não está no mesmo nível dos principais nomes do MMA e mesmo enfrentando o inexperiente Matt Mitrione, Kimbo ficou exausto logo no primeiro round. Matt dominou a luta e no segundo round montou e castigou Kimbo que foi salvo pela interrupção do juiz.

A grande expectativa é saber se o UFC vai fazer com que Kimbo consiga baixar seu peso pra lutar entre os meio-pesados. Dessa forma existe a possibilidade que ele se saia melhor, evitando mais facilmente as quedas e consiga mostrar mais do seu boxe refinado e consiga finalmente mostrar para os fãs do UFC os nocautes que o tornaram famoso na internet.

Em mais um combate da noite, em luta válida por vaga na disputa do cinturão da categoria até 77 kg contra George St Pierre, Josh Koscheck venceu e conquistou seu direito de revanche contra o GSP.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Fã de Verdade Gosta de Tudo que o Artista Faz?


O assunto em relação ao set list do show do Manowar me fez querer escrever sobre mais uma polêmica. Pra ser fã é preciso gostar de tudo que o artista faz?

Penso que não.

Embora eu respeite a opinião de todos os leitores que sejam do contra, discordo de que quem é fã de um artista ou banda gosta de tudo. Isso é fanatismo. O fã tem que ter o bom senso de reconhecer quando o artista ou a banda dão aquela famosa "escorregada" e cometem suas besteiras.

Prova disso é que o Metallica perdeu milhares de fãs por conta do album "Load". É verdade, a banda ganhou novos seguidores que se identificavam mais com o novo som e visual, mas a questão é, os fãs antigos se manifestaram negativamente.

Entendam que usei o exemplo desse album específico do Metallica , até pela polêmica que ele causou, mas de forma alguma estou criticando o posicionamento da banda em relação a buscar uma nova sonoridade ou atender a desejos pessoais dos músicos. Demonstraram muita coragem e personalidade e aprovo esse tipo de atitude. Continua fã quem quer. Ponto.

Poderia usar como exemplo outras tantas bandas famosas como o Kiss e o album "Music From The Elder", Iron Maiden e "Virtual XI", Megadeth e "Risk" e por aí vai. Eu sou muito fã do Kiss mas mesmo em albuns que vejo como fantásticos, tem músicas que me fazem pensar: "Pq os caras gravaram essa porcaria?"

Quanto a recente polêmica em relação ao Manowar, só tenho a dizer que me considero fã da banda, tenho os 8 primeiros CDs, todos originais e importados, além de alguns DVDs. Não vou nem entrar no mérito se os 2 últimos CDs são ruins ou não. Particularmente achei ambos fraquíssimos em relação a todos os albuns anteriores mas é puramente uma questão de gosto pessoal. Quem gostou de verdade, que bom.


Gods of War - Só a capa se salva

A polêmica toda foi pq a maioria do público queria os clássicos e o Manowar não teve o bom senso de dar isso aos fãs. Fizeram todos engolir um set meia-boca só com músicas novas e ninguém realmente queria ver isso. Frustração geral. Aí vem uns adolescentes se dizendo "true metal" e pensando que são o Joey DeMaio. E aí de quem discordar!!! Quem discorda é chamado de "poser".

Penso que nem eu nem nenhum fã somos obrigados a gostar de tudo que a banda faz. Afinal de contas, se o Joey DeMaio (líder e baixista da banda) resolvesse que o Manowar só ia tocar funk e pagode, será que todos que usam esse argumento de que "fã gosta de tudo", iriam aprovar? Acho que não...

E pra fechar com um depoimento de um fã na comunidade do Manowar BR:

Quem conhece o estilo sabe: Existe dois tipos de "Headbanger True" (Fãs), os praticantes e os não praticantes.

Tem gente que além de ser um semi-retardado que não sabe diferenciar o fato de um show ou de uma banda ser boa ou ruim com o de terem colocado no mercado um produto de qualidade inferior à sua capacidade (ou simplesmente incapaz de respeitar a opinião de outra pessoa).

O problema do “Headbanger True não praticante” é o fanatismo. Ele é aquele que não separa a pessoa do músico. Aquele para quem os ídolos são deuses. São aqueles que matam o músico caso a sua banda preferida tenha se separado – como aconteceu com John Lennon e Dimebag Darrel, para citar dois exemplos.

Contudo, penso que um outro tipo de “True” deve ser mantido. Os “true praticante” como nós! (Dessa forma como eu os defino) Esse outro grupo dos “true” seria formada por aqueles que sabem respeitar as opiniões alheias, que não são bitolados por uma única banda, ou mesmo por um único gênero de música. Que sabem reconhecer a qualidade de um Milton Nascimento, de um Beethoven e, por que não, até admitir que a Sandy é uma boa cantora, independente de gostar da música que ela faz ou não. São aquelas pessoas que sabem explicar para um leigo e ilustrar com riqueza o que é o Heavy Metal.
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