sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os Mascotes Mais Famosos do Heavy Metal


Já repararam que nos identificamos com bandas que nem somos fãs só pelo logotipo? A identidade visual que é criada através dos logos fica muito forte nos fãs de música. E tão forte quanto os logos são os mascotes.

Quando a banda possui um, automaticamente a identificação é ativada pelo nosso subconsciente e os mascotes as vezes fazem mais sucesso que as próprias bandas. Pensando nisso, listei alguns mascotes lendários no mundo do metal.


10 - Hammerfall - Hector
Possivelmente o cavaleiro Hector já se tornou mais famoso que a própria banda sueca de heavy metal. A primeira aparição de Hector foi em 1997, no album Glory to the Brave, debut da banda. O mascote tem permanecido nas capas do grupo desde então.



9 - Iced Earth - Set Abominae
As capas dos albuns Something Wicked This Way Comes, Alive in Athens, Horror Show e Tribute to the Gods, trazem o personagem fictício chamado de Set Abominae, mais uma criação do líder da banda Jon Schaffer



8 - Dio - Murray Maor
No começo seria apenas mais uma figura que faria parte de um todo na arte da capa do album Holy Diver. Com o tempo os fãs passaram a se interessar mais e aquele personagem acabou se tornando a mascote, com "vida própria", um nome e sendo parte do Dio. Aliás, o próprio vocalista foi quem batizou o mascote.



7 - Black Sabbath - Henry
Considerados os pais do Heavy Metal e também acusados frequentemente de fazerem rituais satânicos, nada mais justo que o Black Sabbath ostentar um pequeno demônio como mascote.



6 - The Misfits - Crimson Ghost ou Fiend Skull
A figura esquelética dos Misfits é baseada no poster do filme ‘The Crimsom Ghost’ e fez sua primeira aparição no single de 1979 ‘Horror Business’. Não demorou pra que se tornasse a mascote e o logo definitivo da banda.



5 - Helloween - Pumpkin Head
Usado como mascote desde os primórdios da banda que faz um trocadilho no próprio nome com as palavras "Halloween" e "Hell" (inferno), a cabeça de abóbora (Pumpkin Head) já sofreu diversas variações mas segue firme como mascote da banda.



4 - Manowar - Manowarrior
Usado pela banda desde o album Kings of Metal, de 1988, o guerreiro passou a ser uma constante nas capas e nos singles e virou o mascote oficial da banda, figurando em todos os materiais lançados pelo Manowar até os dias de hoje.



3 - Motorhead - Snaggletooth
A famosa criatura com presas do Snaggletooth B. Motorhead se tornou um sinônimo da banda desde sua criação, obra do artista Joe Petango, desenhada em 1977, para o album debut e homônimo da banda. Virou um ícone.



2 - Megadeth - Vic Rattlehead
A caveira com visor e boca grampeada é obra do líder da banda, Dave Mustaine e apareceu pela primeira vez no album de estréia Killing is My Business, figurando em seguida em diversos outros albuns da banda. Em 1994, depois do album Youthanasia a banda aposentou Vic das capas mas voltou a usá-lo após onze anos, no album The World Needs A Hero de 2001.



1 - Iron Maiden - Eddie
“Eddie The Head” foi criado pelo artista Derek Riggs e é possivelmente o mascote mais famoso de todos os tempos no mundo do Heavy Metal. Eddie é figura constante na capa dos albuns da Donzela de Ferro e também durante as apresentações ao vivo. Eddie é tão popular que ganhou até um jogo batizado de ‘Ed Hunter’.

domingo, 24 de outubro de 2010

ACDShe & Hell's Belles

Estava eu assistindo vídeos do AC/DC no Youtube dia desses e acabei topando com 2 bandas tributos formadas inteiramente por mulheres. As meninas atendem pelas alcunhas de AC/DShe e Hell's Belles. Ambas as bandas são americanas, mas vale lembrar que existe uma AC/DShe na Australia, onde apenas o vocal ficou a cargo de uma mulher.

Em relação as tribute bands americanas, curti ambas. Mais a Hell's Belles. Só não consigo entender pq as guitarristas solos (das 2 bandas) teimam em imitar o Angus Young. Vá lá que é uma banda tributo, mas como se já não bastasse o uniforme escolar, a imitação vai das caretas até a dancinha marcando o tempo com os pés. Mas o som de ambas é bem legal.



A AC/DShe é da cidade de São Francisco e cobre a fase do AC/DC até 1980. A banda foi criada em 1997 pela baixista Nici Williams e já excursionou pelos Estados Unidos e Europa, participando do festival em tributo ao AC/DC, realizado em Gales em 2004.







Já a Hell's Belles foi formada na cidade de Seattle, em 2000, pela guitarrista Amy Stolzenbach e pela vocalista Om Johari. A banda lançou um album em 2005, intitulado We Salute You, e se apresentou no Winter e Summer X-Games no Sundance Film Festival em 2007. Atualmente as meninas excursionam pelos EUA e comemoram 10 anos de existência.







quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Red Dead Redemption


Alguém aqui conhece a Rockstar? Não, não se trata de nenhuma banda nova e sim da companhia responsável por uma das franquias do mundo dos video games de maior sucesso de todos os tempos, o Grand Theft Auto, ou GTA para os mais íntimos. O game ficou marcado na história por ser exclusivamente dedicado a adultos, contendo um alto nível de liberdade onde o jogador pode fazer o que desejar (matar membros de gangues rivais e policiais, roubar carros e motos, agredir pedestres, entre outras coisas) e ser situado em um mundo aberto em mapas inspirados em cidades reais como Los Angeles e Nova Iorque. Além de todas essas características, o jogo contem um pequeno apelo sexual, uma vez que os personagens principais interagem com as diversas prostitutas espalhadas pelo mapa e podem até consumar o ato sexual em si.

Pois bem. Depois de todo o sucesso do GTA, em 2004 a Rockstar chegou ao faroeste com Red Dead Revolver, que misturava a fórmula de GTA com os filmes de Western Spaghetti dos anos 1960. Apesar do enorme potencial o game não fez tanto barulho. Porém, em 18 de maio desse ano, a coisa mudou de figura e a Rockstar lançou uma sequência para o game de 2004, batizada de Red Dead Redemption. E o pior é que eu estou completamente viciado nesse jogo!!!!

Na trama, estamos na pele de John Marston, um ex-criminoso que tem como missão explorar dois locais situados no oeste dos Estados Unidos e um no norte do México. A Rockstar não deixou por menos e fez um estudou minucioso da história do faroeste americano, principalmente a maneira de como ele era retratado nos filmes clássicos do cinema. Se você conhece este tema, notará que diversos elementos do Oeste Selvagem podem ser encontrados em RDR, como os pôsteres de "Procurado", por exemplo, que têm um grande efeito no jogo.



Diversos eventos dinâmicos ocorrem a qualquer momento da jornada de John Marston. Por se tratar de um jogo com mundo aberto, a Rockstar aproveitou a imensidão do ambiente e adicionou diversas situações aleatórias espalhadas pelas cidades, onde o jogador é quem decide o rumo da coisa, como por exemplo, durante um deslocamento qualquer dentro do jogo, você pode encontrar um policial perseguindo dois prisioneiros que acabaram de escapar. O quê você irá fazer? Ajudará o policial ou os criminosos na fuga? A escolha fica inteiramente em nossas mãos. Existem casos em que é possível avistar bandidos saqueando um grupo de viajantes, podendo, mais uma vez, escolher entre ignorar a situação ou salvar os viajantes. Há ainda outros exemplos que, com certeza, deixarão os gamers em dúvida, como quando o personagem nota um grupo de soldados prestes à executar um bandido vendado. Escolha difícil, cowboy. Todas as escolhas influenciam também no status e na fama do personagem, que podem variar do vilão ao herói.

Tudo isto é regado por gráficos completamente incríveis, graças à ajuda de uma versão aprimorada da RAGE, o mesmo motor gráfico que impulsionou Grand Theft Auto IV para o topo. O show visual faz uma retratação extremamente fiel à época. Entretanto, a Rockstar comprovou que Red Dead Redemption não é um GTA no faroeste e a jogabilidade é completamente diferente, adotando elementos nunca vistos no megassucesso da companhia. Ainda não consegui chegar no final do jogo pq só jogo aos domingos, ainda estou com 71% do total concluído, mas garanto que é uma autêntica experiência western. Recomendo com louvor!

Lembrando que o RDR está disponível para Xbox 360 e PS3

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

10 Motivos que Comprovam: Judas Priest é Metal


O site da Classic Rock Magazine resolveu fazer uma lista dando 10 boas razões pra afirmar que o Judas Priest é METAL. Isso tudo pq um gaiato chamado Gerard Way, da banda My Chemical Romance, deu uma declaração afirmando que o Judas não era uma banda de Metal.

O Judas Priest é considerado metal, mas na verdade é muito rock ‘n’ roll. Não tem nada a ver com o metal norte-americano daquela era, o hair metal, mas tem tudo a ver com o metal de refrões poderosos”.


Na minha humilde opinião, o Judas Priest não precisa provar mais nada para ninguém no mundo do Metal mas é bom baixar a bola de um fanfarrão como esse, certo? Então vamos conferir:

1. Quase todas as bandas importantes de Metal dos últimos 30 anos se referem ao Priest como um dos pais do metal.

2. A banda criou a imagem que todos relacionamos como sendo "Metal".

3. Rob Halford pilota uma moto Harley Davidson no palco - isso é Metal!

4. A banda foi uma das primeiras - se não a primeira - a assumir a classificação de Metal.

5. Olhem os títulos das músicas: "Metal Gods", "Painkiller", "Screaming For Vengeance", "The Ripper". Não é Metal?

6. Olhem sobre o que eles escrevem: serial killers, criaturas míticas, quebrar as leis, as alegrias do Metal.

7. As capas dos albuns são definitivamente inspiradas em Metal.

8. A banda é chamada de "Metal Gods" (Deuses do Metal). Nada a dizer.

9. A banda tem sido acusada de usar mensagens ocultas (aqueles quando giram o disco ao contrário) para "inspirar" auto flagelação e violência entre os fãs. Uma acusação típica entre artistas proeminentes de Metal.

10. Alguém do My Comic Romance (paródia com o nome da banda de Way) diz que eles não são Metal, no entanto, eles devem ser!

sábado, 16 de outubro de 2010

ESP - Live in Japan


A indicação de CD de hoje vai para o Eric Singer Project, ao vivo no Japão. O renomado baterista, que já foi titular das baquetas de Alice Cooper, Badlands, Black Sabbath, Kiss, entre outros nomes de peso, se juntou ao baixista Chuck Garric, ao ex-companheiro de Kiss, o guitarrista Bruce Kulick, e ao sempre excelente vocalista John Corabi, e levou o seu projeto, naturalmente batizado de ESP, até a terra do sol nascente.

Lançado em Outubro de 2006, ESP Live in Japan é nada mais nada menos que a junção de músicos talentosos tocando um rock puro e direto. No repertório a banda faz bonito, se concentrando justamente nas músicas do Kiss, mas sem esquecer as demais bandas que seus integrantes fizeram parte, caso do Mötley Crüe (John Corabi) e do Union (Bruce Kulick e John Corabi).

01 Watchin’ You
02 Love (I Don’t Need It Anymore)



03 Unholy
04 Do Your Own Thing
05 Domino



06 Black Diamond
07 War Machine
08 Oh Darling
09 School’s Out
10 I Love It Loud



11 Power To The Music



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

terça-feira, 12 de outubro de 2010

20 Músicas para se Ouvir no Ipod - Bon Jovi


Depois do vacilo do set list do Bon Jovi aqui no Rio de janeiro, resolvi dar sequência a série "20 músicas pra se ouvir no Ipod", justamente com as músicas do Bon.

E como de costume, 20 músicas escolhidas pra quem não conhece muito da banda em destaque e quer fazer um apanhado com as faixas mais populares, grandes hits e singles. Aí Jon Bon Jovi, aprende como se faz um setlist!!!



1-Livin' On A Prayer (Slippery When Wet)
2-You Give Love A Bad Name (Slippery When Wet)
3-Wanted Dead Or Alive (Slippery When Wet)
4-Never Say Goodbye (Slippery When Wet)
5-Runaway (Bon Jovi)
6-Bad Medicine (New Jersey)
7-Born To Be My Baby (New Jersey)
8-I'll Be There For You (New Jersey)
9-In These Arms (Keep The Faith)
10-Keep The Faith (Keep The Faith)
11-Always (Crossroads)
12-These Days (These Days)
13- It's My Life (Crush)
14-Misunderstood (Bounce)
15-Bed of Roses (Keep The Faith)
16-Who Says You Can't Go Home (Have A Nice Day)
17-Someday I'll Be Saturday Night (Crossroads)
18-Blaze of Glory (Young Guns II)
19-We Weren't Born To Follow (The Circle)
20-Something For The Pain (These Days)








sábado, 9 de outubro de 2010

Bon Jovi na Apoteose - Rio de Janeiro - 08/10/2010

Cheguei por volta das 20 horas e 30 minutos na Apoteose e o Fresno finalizava sua apresentação. A própria banda achou que seria hostilizada mas no fim foram respeitados pelo público e até ganharam alguns aplausos. A Apoteose estava cheia mas bem longe de estar lotada. As arquibancadas estavam bem vazias em relação ao show do Guns e quando olhei pra lateral da pista VIP, enxerguei também um enorme vazio. A pista comum estava bem cheia. Talvez reflexo do feriado prolongado ou até mesmo dos altos valores dos ingressos.

O tempo ajudou e apesar do dia inteiro nublado aqui no Rio, nenhuma gota de chuva. Exatamente às 21:27 as luzes se apagaram e rolou o vídeo de introdução da The Circle Tour. Eu sei que o Bon Jovi muda o set list de show para show mas minha expectativa de um show parecido com os de Buenos Aires e São Paulo, recheado de clássicos, começou a se dissipar logo na primeira música. O som estava muito baixo, mal dava pra escutar a guitarra do Sambora, e a banda abriu de "Lost Highway", que apesar de ser uma música simpática não tem a força necessária pra se abrir um show. Já me deixou com o pé atrás.


A banda seguiu fazendo a mesma sequência paulista e levantou a poeira da Apoteose quando tocou "You Give Love a Bad Name" e "Born To Be My Baby", fazendo os cariocas cantarem em uníssono. A parte técnica do show (fora o som) estava impecável no palco, com iluminação e telões de alta definição simplesmente perfeitos. A apresentação em si, se intercalava entre morna nas músicas novas e esquentava durante os clássicos, provocando gritos estéricos em algumas fãs mais exaltadas. A banda optou for intercalar os clássicos com novos singles e acabou desapontando a maioria dos fãs antigos, incluindo eu, por deixar de fora músicas como "I'll Be There For You","Blaze of Glory","In This Arms","Lay Your Hands On Me" entre outras, tocando faixas dispensáveis em um show, como "Loves the Only Rule" e "Thorn in My Side".






Todos os clichês foram executados por Jon Bon Jovi com maestria, com as caras e bocas ensaiadas, e as dançinhas exóticas, tudo como de costume. Até mesmo Richie Sambora teve sua parcela de destaque cantando "Homebound Train" do album New Jersey. Apesar disso, Richie aparentava estar mais contido que o normal, já que muitas vezes sua técnica apurada e seus solos envolventes roubam a cena nos shows. Mesmo não interagindo muito com o público, o ponto alto foi quando Jon Bon Jovi , numa encenação teatral, rasgou o set-list e num dos raros momentos, discursou que iriam tocar o que tivessem vontade, sem se prender ao setlist. Eu não tive acesso ao set, mas pelo visto era melhor ter seguido a risca, afinal de contas, deixando de tocar hits como "I'll be There for You" e tantos outros que já citei, a banda demostrou que não estava muito disposta a fazer um grande espetáculo como o de São Paulo e de Buenos Aires.



Depois de tocar "Keep the Faith" e com uma ausência enorme de clássicos, a banda abriu as apostas em relação ao bis. Burocraticamente retornaram com a fantástica "Wanted Dead or Alive" que teve sua introdução cantada exclusivamente pelo público, "Livin’ On A Prayer", a mais festajada da noite e encerraram, às 23:40h em ponto, tocando um segundo bis com "These Days". Sei que algumas fãs mais fanáticos dirão que o show foi perfeito mas na minha visão, depois de 2 horas e 10 minutos de apresentação, a impressão que ficou foi de um show muito bom, mas que poderia ter sido muito melhor se não fosse a ausência de alguns clássicos indispensáveis.



Setlist completo:

1. Lost Highway
2. We Weren’t Born to Follow
3. You Give Love a Bad Name
4. Born to Be My Baby
5. Superman Tonight
6. The Radio Saved my Life Tonight
7. Just Older
8. Runaway
9. It’s My Life
10. Bad Medicine + Roadhouse Road
11. Homebound Train (com Richie Sambora nos Vocais)
12. What Do You Got?
13. Always
14. Happy Now
15. Thorn in My Side
16. Someday I’ll Be Saturday Night
17. Who Says You Can’t Go Home
18. Loves the Only Rule
19. Keep the Faith

Bis
20. Wanted Dead or Alive
21. Livin’ On A Prayer
22. These Days









Fotos do Bon Jovi na Apoteose - Rio de Janeiro

Chegando do show do Bon Jovi na Apoteose... confiram em primeira mão algumas fotos e um video com um pequeno trecho do clássico "Livin' On A Prayer". Foi um bom show mas eu esperava um pouco mais da banda depois dos sets fenomenais dos shows da Argentina e de São Paulo. O show foi muito mais curto e muitos clássicos ficaram de fora, entrando no set mais músicas do último album. Outra hora faço a resenha completa.















Setlist completo do show:

1. Lost Highway
2. We Weren’t Born to Follow
3. You Give Love a Bad Name
4. Born to Be My Baby
5. Superman Tonight
6. The Radio Saved my Life Tonight
7. Just Older
8. Runaway
9. It’s My Life
10. Bad Medicine + Roadhouse Road
11. Homebound Train (com Richie Sambora nos Vocais)
12. What Do You Got?
13. Always
14. Happy Now
15. Thorn in My Side
16. Someday I’ll Be Saturday Night
17. Who Says You Can’t Go Home
18. Loves the Only Rule
19. Keep the Faith

Bis
20. Wanted Dead or Alive
21. Livin’ On A Prayer
22. These Days


quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Rodz Online Classificado no Top Blog 2010


Como os leitores assíduos devem saber, o Rodz Online também está participando, na categoria "música", do concurso Top Blog 2010, concurso que premia os melhores blogs da internet.
E é com muita satisfação que eu venho agradecer a todos aqueles que votaram e apoiaram pq o Rodz foi classificado para o 2º turno. Ou seja, ficamos no Top 100 blogs, o que já é uma grande vitória.

E pra deixar o blog ainda mais forte, gostaria de contar mais uma vez com a ajuda de todos nas votações seguintes por essa importante premiação.

Para votar, basta clicar na imagem do prêmio no menu do lado direito da página ou então clicar na figura do post que vc será direcionado automaticamente para a página de votação.
Basta colocar o nome e e-mail e depois validar o voto.
Não tem custo nenhum e é super rápido.
Mas atenção: posteriormente é preciso confirmar o voto através do e-mail que você indicar.

Vai lá, dá uma força! O Rodz Online agradece o apoio de todos os amigos leitores.

abçs

Rodz





E aproveitando o post... o Rodz Online também está participando do prêmio Vagalume para blogs de Rock. Já estamos no Top 5 de blogs de Rock!!!

Basta acessar o link abaixo ou no menu lateral e votar. É super simples e totalmente gratuito. Eu agradeço desde já!!!

Morre Steve Lee, Vocalista do Gotthard

Só tomei conhecimento da notícia agora, assistindo o Leitura dinâmica, mas de qualquer forma, resolvi escrever esse post em memória desse fantástico cantor. Steve Lee, vocalista da banda suiça de Hard Rock Gotthard, morreu na última terça-feira, dia 5 de Outubro, em um acidente nos Estados Unidos, no estado de Nevada.

De acordo com o site Swissinfo.ch, Steve Lee, cujo nome de batismo é Stefan Alois Lee, estava participando de uma Roadtrip (espécie de excursão de motos) pelos Estados Unidos e de acordo com as autoridades locais, havia parado na estrada com um grupo de 8 amigos motoqueiros para se equipar contra chuva, quando um caminhão que trafegava pela pista escorregadia perdeu o controle e atingiu uma das motos, que foi então arremessada na direção do vocalista.

Lee morreu no local, a cerca de 100 km a norte de Las Vegas. O acidente ocorreu por volta das 17h15, horário local e ainda de acordo com autoridades, não há indícios de que drogas, álcool ou excesso de velocidade possam ter levado ao acidente.

Pra quem não conhece o Gotthard, eu já postei sobre a banda algumas vezes aqui no Rodz Online. Uma das bandas de maior sucesso da Suíça, já vendeu milhões de álbuns pelo mundo e dividiu o palco com nomes como Deep Purple, Whitesnake e Bon Jovi.

A polícia do estado de Nevada divulgou uma foto da moto arremessada contra o vocalista.

Em agosto de 2010, Lee já havia passado, segundo palavras do próprio, por um terrível acidente envolvendo vários carros na Itália, do qual havia saído sem maiores ferimentos.

O baixista Chris Von Rohr, dos compatriotas do Krokus, deu a seguinte declaração: ”Não sei nem o que dizer. Expresso minhas mais profundas condolências aos parentes”. Os outros membros do Gotthard e representantes da gravadora do grupo devem conceder entrevistas em breve.

Lee sempre foi um vocalista excepcional e um excelente frontman. Seu alcance vocal rivalizava com grandes nomes do hard Rock como David Coverdale e Ian Gillan. O Gotthard chegou a fazer shows em São Paulo e no Rio em 2005 para deleite dos vários fãs tupiniquins.

Os fãs do hard rock e principalmente do Gotthard estão de luto nesse momento e lamentam a perda desse sensacional vocalista. Steve Lee tinha 48 anos e deixa esposa e uma filha.

A gravadora do Gotthard (Nuclear Blast), lançou a seguinte declaração sobre o falecimento do vocalista da banda, Steve Lee:

O mundo perdeu um dos seus maiores cantores de rock: O vocalista do Gotthard Steve Lee foi morto acidentalmente durante uma viagem de motocicleta nos EUA, na Interestadual 15 entre Mesquite e Las Vegas e morreu no local.

O vocalista do GOTTHARD havia voado para os EUA com alguns amigos motociclistas neste fim de semana para realizar um sonho há muito acalentado por ele, para o qual nunca tinha tido tempo devido a sua agenda pesada de shows por muitos anos. Era para ser duas semanas através dos Estados sobre uma Harley-Davidson.

Os bikers suíços começaram sua jornada no domingo, em um total de 12 motocicletas. Na terça-feira, 5 de outubro, cerca de 50 milhas de Las Vegas, o grupo parou na estrada para colocar equipamentos para chuva assim que havia começado a chover. Na estrada escorregadia, o reboque de um caminhão que passava começou a derrapar. O motorista tentou agir, mas seu reboque atingiu cinco das motocicletas estacionadas à beira da estrada. Uma delas bateu em Steve Lee. Os serviços de emergência tentaram a reanimação, mas os esforços foram interrompidos após 20 minutos. Às 16:13 (hora local), Steve Lee foi declarado morto.

Entre os passageiros estavam o baixista Marc Lynn, do GOTTHARD e a esposa de Lee, Brigitte Voss Balzarini.Todos os outros pilotos companheiros saíram ilesos.


Fica aqui a homenagem do Rodz Online. Descanse em paz, Steve Lee.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Bon Jovi está chegando no Brasil

Está chegando a hora, galera! Depois de presentear os argentinos no domingo, 3 de outubro, com 27 canções ao longo de três horas de show, aliás, a apresentação de maior duração da fase latina da turnê de "The Circle", o Bon Jovi chegou na capital paulista no início da noite de ontem, dia 5, onde se apresenta na noite de hoje no Estádio do Morumbi. Na sexta a vez é dos cariocas, com o show rolando na Praça da Apoteose e eu estarei lá, com a promessa de uma futura resenha.

E como recordar também é viver, aqui está o ingresso do show que fui há quinze anos atrás, dia 27 de outubro de 1995. Infelizmente não me recordo dos detalhes mas lembro que foi um grande show. Minha expectativa é que esse de sexta seja ainda melhor. Confiram a seguir o set do Bom Jovem (inevitável a brincadeira) na Argentina.






Bon Jovi em entrevista exclusiva ao Jornal Hoje da Rede Globo




Confiram o set list do show argentino:

Blood On Blood
We Weren't Born To Follow
You Give Love A Bad Name
Born To Be My Baby
Lost Highway
In These Arms
Captain Crash
Who Says You Can't Go Home
Superman Tonight
We Got It Going On
It's My Life
Bad Medicine com Pretty Woman (cover de Roy Orbison)
Lay Your Hands On Me
Always
Blaze Of Glory
I'll Be There For You
Raise Your Hands
Runaway
I'll Sleep When I'm Dead
Keep The Faith
Dry County

Bis 1
Wanted Dead Or Alive
Livin' On A Prayer

Bis 2
These Days

Bis 3
Have A Nice Day
Someday I'll Be Saturday Night

Bis 4
Bed Of Roses

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Clash of the Titans: Revisited


Dezenove anos após saírem em turnê juntos pelo "Clash of the Titans", os reis do thrash metal Slayer, Megadeth e Anthrax estão reunidos e de volta a estrada, desta vez na "American Carnage Tour". Mas não se enganem: a nova tour aos olhos das bandas é a "Clash of the Titans: Revisited".

Kerry King do Slayer, Dave Mustaine do Megadeth e Scott Ian do Anthrax falaram com o SPIN.com sobre o que mudou nas últimas duas décadas, uma vindoura turnê Norte-Americana com o Metallica, e o som "atemporal" das bandas.



Dezenove anos é bastante tempo. Vocês ainda conseguem farrear no backstage como antes?

Kerry King: Eu bebia bastante na época e provavelmente bebo mais agora. Você só melhora com o tempo.

Scott Ian: Bem, eu não bebia naquela época - dificilmente. E agora eu meio que bebo. Então eu bebo mais hoje do que há dezenove anos atrás.

Dave Mustaine: Eu raramente bebo. A diversão, para mim, é apenas tocar com estes caras. Nós todos crescemos desde a primeira vez que fizemos a Clash tour. Quando fizemos o Big Four na Europa com o Metallica, foi legal ver coisas como, "Veja a tudo o que nós sobrevivemos. Vela o que nós criamos. Veja como nós mudamos o mundo." E começou a ficar realmente claro como nós quatro mudamos de fato a história - não apenas tocando, mas também com todo o estilo de vida que veio junto.

Como é voltar a excursionar juntos nos EUA?

Kerry King:
Na Europa foi legal. Mas é um monstro totalmente diferente porque é apenas nós três. Nós já fizemos esta turnê antes, então é como uma sequência 20 anos depois. Isto é legal porque alguns fãs que estarão aqui não eram nem nascidos naquela época.

Vocês estão ficando nostálgicos?

Dave Mustaine:
Não. Esta música está muito popular neste momento, e nós somos os melhores no que fazemos. Há um grupo muito pequeno nosso que toca desta forma, então quando estamos juntos, é basicamente o melhor do estilo. E para a gente dizer que isto é nostálgico fica meio bobo, é como se fôssemos o Styx ou REO Speedwagon. Nós ainda somos relevantes. Ainda temos pessoas jovens que são atraídas para a nossa música. Não é como se tivéssemos velhos bastardos vindo aqui!

Scott Ian: Nossa música de 25 anos de idade é melhor do que qualquer outra coisa. E nós a tocamos melhor do que já tocamos antes. Ela ainda abre portas e ainda derruba portas, e, além de algumas bandas nos últimos 25 anos que também conquistaram um grande sucesso e lançaram grandes discos, quem é melhor que a gente? Não estou tentando ser um cuzão quando digo isso. É no que eu realmente acredito. E há gerações de garotos que nunca tiveram a chance de ver isto - não na primeira vez. Nós estamos tocando músicas que são atemporais.

Dave Mustaine: Com os mesmos solos nelas!

Scott Ian: Sim, elas são simplesmente atemporais.

Por que saírem em turnê agora? Os rumores da rixa entre Dave e Kerry na primeira "Clash of the Titans" foram um problema?

Dave Mustaine: Nós tocamos juntos várias vezes nos últimos anos. Apenas esta é a primeira vez em que nós três tivemos calendários compatíveis para que tomássemos o mesmo caminho. E isto é legal para nós, mas não é como se tivesse algum tipo de problema nos impedindo de fazer isto. Mesmo que eu tenha dito algumas coisas ruins - e, claro, isto foi lamentável e eu corrigi as coisas [Mustaine e Kerry se desentenderam publicamente nos anos 90] - mas aquilo ainda não nos impedia de tocarmos juntos. Nós ainda reconhecíamos que seria um bom negócio para nós tocarmos juntos. Então, eu amadurecendo bastante, tornou muito mais fácil nos reunirmos e tocarmos. Mas aquilo foi naquela época e isto é agora. Estamos muito mais sábios, estamos definitivamente mais bem sucedidos, e, quando você chega a um certo nível como este, você consegue realmente sair da sua posição e olhar a sua volta e ver que você realmente ajudou as pessoas. E este é um sentimento muito bom. Sabe, um cara na Europa veio até nós e ele tinha uma tatuagem do Kerry. Suas costas inteiras eram uma enorme obra-prima em tinta vermelha, amarela e laranja - o que não fica legal na pele - e isto foi inacreditável.

Isto faz jus a você, Kerry?

Kerry King: Bem, sabe, ele disse que não estava pronta ainda. Mas ficou bom. E ele estava orgulhoso disto. E era uma porra de uma arte gigante nas costas.

Dave Mustaine: Era enorme.

[Kerry pega seu iPhone e mostra uma foto das costas do rapaz]

Kerry King: Esta é uma tatuagem grande pra cacete!

Dave Mustaine: É, isso mesmo!

Você acha que estando uns com os outros melhora a sua performance? Vocês tem que tocar em um nível maior?

Dave Mustaine: Isto me faz querer tocar melhor porque eu estou com duas bandas que eu gosto muito e que são bandas muito boas. Eu fico empolgado.

Scott Ian: Esta é a melhor forma que eu consigo descrever isto também.

Dave Mustaine: Eu poderia falar sobre isto por dez minutos tentando mostrar meu ponto, mas eu fico realmente empolgado com isto.

Scott Ian: Sim, isto definitivamente me faz querer melhorar minha performance. É ainda mais empolgante saber que eu vou estar no palco hoje a noite em Dallas com Anthrax, Megadeth e Slayer do que foi no nosso show de aquecimento na noite passada em Oklahoma City com um monte de bandas locais. Nós fizemos um ótimo show, mas há um nível de empolgação que começa hoje que, claro, eu não tive na noite passada. Estou definitivamente mais animado.

Então quem faz o melhor show?

Dave Mustaine:
O melhor show que eu já vi é o do Slayer. A energia deles é além do limite. Nós tentamos tocar nosso melhor. Mas, no que diz respeito a energia e coisas do tipo, eu nunca vi ninguém fazer o que Kerry e o Slayer conseguem fazer.



Kerry King: Somos animais totalmente diferentes. Eu chamo o Megadeth de nerd metal - não no sentido pejorativo, mas eles são geeks da guitarra. Eles chutam os geeks de guitarra. Eles são muito bons no que fazem. Então você tem os geeks de guitarra que olham para nós e dizem, "Yeah, isto é pesado." Mas e as nuances dos solos e tudo mais? Para com isso, esta é a especialidade do Megadeth. Nós somos apenas nervosos e jogando e cuspindo agressão. Todas as quatro bandas (incluindo o Metallica) começaram em um lugar e se transformaram em um monstro de quatro-cabeças. Há quatro coisas completamente diferentes acontecendo.

Dave Mustaine: Mesmo corpo; quatro diferentes cabeças. É uma ótima forma de definir isto.

Qual é o melhor guitarrista nesta turnê?

Kerry King: Deve ser Dave ou Broderick.

Scott Ian: Sim, eu diria que é Dave ou o Rob da nossa banda. De um ponto de vista puramente técnico, eles são insanos. É como se eles estivessem usando uma linguagem totalmente diferente que eu nunca conseguiria ao menos aprender.

Dave Mustaine: Todo mundo é muito talentoso. A mão direita de Kerry é tão rápida e articulada. E Scott tem todas estas melodias. Todo mundo tem a sua peculiaridade. Chris Broderick é um guitarrista melhor do que eu porque ele é estudado - eu não sei os nomes das escalas ou qualquer uma dessas merdas. Eu sou autodidata, e de certa forma é isto que nos torna tão ferozes. Eu me lembro quando Kerry e eu tocamos juntos - Kerry esteve no Megadeth por um tempo enquanto não conseguíamos um segundo guitarrista - e apenas nós dois tocando juntos, foi demais. Nós éramos de mundos diferentes, mas estávamos convergindo neste novo estilo. E eu sabia que algo iria acontecer. Quando Kerry veio e nos ajudou - estes shows são lendários. Assista no YouTube. A gravação é uma merda. Mas os shows foram lendários.

Scott Ian: Você tem todos estes caras com mãos direita incríveis nesta turnê. A capacidade rítmica de todo mundo é insuperável.

Vocês se lembram quando se encontraram pela primeira vez?

Scott Ian: Dave e eu nos conhecemos em New York. Um dia ele veio até New York com o Metallica. Eles basicamente estavam vindo para viver neste barraco que também era sala de ensaios, e nós tínhamos um quarto ali e nosso manager disse algo como, "Ei, vocês podem tomar conta destes caras? Se eles precisarem de qualquer coisa, ajudem eles." Nos conhecemos ali. Eu acho que conheci Kerry em um show do Mercyful Fate no Le Moors em, mais ou menos, 1985.

Kerry King: Pode ser!

Scott Ian: Eu não me lembro.

Kerry King: Eu não me lembro quando conheci Scott. Mas, Dave, Deve ter sido quando eu fui para a audição. Ou isto ou na fábrica da B.C. Rich.

Dave Mustaine: Havia um punhado de caras ali na B.C. Rich - aquele lugar, naquela época, era um centro de festas. Eu me lembro de ter ido lá e Tony Iommi e Rick Derringer estavam lá e todos estavam farreando [faz movimento de cheirar], e eu pensei, "Woah." E para eu dizer isso naquela época? Isto é maluco. Mas eu me lembro da primeira vez que eu fui a casa do Kerry. Ele estava construindo um cinto. Kerry sentado no chão em sua casa no subúrbio, perfeitamente normal, e ele estava martelando pregos em uma peça de couro, colocando um Pentagrama ali. Eu pensei, "Que diabos está acontecendo aqui?" Isto foi maluco.

Qual o status de uma turnê Norte-Americana do Big Four?

Scott Ian: Nós todos queremos fazer isto. Com certeza. A América merece isto.

Dave Mustaine: Bem, nós tivemos o Big Three-Quarters agora.

Scott Ian: A América merece isto. Nós tocamos sete shows na Europa e você teve quatro bandas Americanas. Nós temos que tocar nos EUA.

Kerry King: O engraçado é quando você tem sua esposa e seus amigos - e eles têm que ver seu show na porra de um cinema? [os três riem].

Matéria original: Rust In Page
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