terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Van Halen - Turnê de reunião com Dave Lee Roth em 2012


Parece que agora a coisa vai... longe dos palcos desde 2008, os irmãos Van Halen anunciaram por meio de três vídeos publicados em seu site oficial que a banda fará mesmo uma turnê em 2012 com o vocalista original, Dave Lee Roth. Apesar de não confirmar datas, de acordo com os vídeos, os ingressos para os shows já começam a ser vendidos no dia 10 de janeiro de 2012. Mais informações sobre a turnê devem ser divulgadas nos próximos dias. Além da tour, o Van Halen promete um novo album de inéditas, o primeiro com Dave Lee Roth nos vocais em 27 anos. Além dos irmãos Eddie (guitarra) e Alex Van Halen (bateria), a formação atual da banda conta com Lee Roth e Wolfgang Van Halen, filho de Eddie, no baixo.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Etta James - Welcome To The Jungle

Achei bem interessante a versão que a cantora Etta James fez para o clássico do Guns N' Roses "Welcome To The Jungle". A música está no seu mais recente álbum, The Dreamer. Será que Mr Rose aprova?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

SIXX: A.M - Seven

O SIXX: A.M. , banda que conta com Nikki Sixx (MÖTLEY CRÜE), DJ Ashba (GUNS N 'ROSES) e James Michael, lançou um novo trabalho, o EP, "7", no último dia 13. Na verdade o trabalho é um apanhado de versões acústicas de músicas dos dois primeiros álbuns do grupo, "The Heroin Diaries" de 2007 e "This Is Gonna Hurt" de 2011. Assistam ao vídeo de "Life is Beatiful", exclusividade do Rodz Online.









terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Kiss Flaming Youth - Heavy Duty Beer Club (10/12/2011)

No último sábado foi dia de Kiss Flaming Youth no Heavy Duty Beer Club!!! A melhor kiss cover do Brasil não deixou pedra sobre pedra e apesar da forte chuva que caiu no início da noite e que com certeza afugentou algumas pessoas, a casa recebeu um bom público que saiu satisfeito depois de dois super sets de clássicos do Kiss, totalizando 31 músicas!! O show rolou de 1 às 4:30 da manhã, com um pequeno intervalo. Antes e depois a galera pode escutar muito Hard Rock nas caixas.







domingo, 11 de dezembro de 2011

Metallica e Dave Mustaine


O Metallica está celebrando os 30 anos de carreira com uma série de shows e convidados especiais. Quem achou que seria impossível ver Dave Mustaine tocando no Metallica novamente, mesmo que por apenas duas músicas, teve uma grata surpresa. Além de Mustaine, o último show contou com as presenças de Jason Newsted, Ron McGovney e Lloyd Grant. Ou seja, com exceção do saudoso Cliff Burton, todos os integrantes que passaram pela banda estiveram no palco.

Dave Mustaine e Metallica - Phatom Lord


Confiram abaixo Hit The Lights (com Dave Mustaine, Ron McGovney e Lloyd Grant)

sábado, 10 de dezembro de 2011

Steel Panther - Sem Maquiagem

Pra quem tinha dúvida ou mesmo curiosidade sobre o visual do Steel Panther (a banda que adora fazer uma paródia dos anos 80), fora a cabeleira do vocalista Michael Starr que é verdadeira, os demais integrantes da banda possuem um visual comportado no dia-a-dia, confiram como é a banda sem a maquiagem e a indumentária glam usada nos shows:






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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

7 anos sem Dimebag Darrell


Há exatos sete anos, o carismático guitarrista Dimebag Darrel, ex-mebro da banda de trash metal, PANTERA, foi brutalmente assassinado em um tiroteio, durante um show em Columbus, Ohio. O responsável pelos disparos, foi um idiota chamado, Nathan Gale, de 25 anos, que também foi morto no local pelo policial James Niggemeyer.

O incidente aconteceu por volta das 22h do dia 08/12/2004, 30 minutos após o set do Damegeplan (Banda de Darrel na época) ter início.

De acordo com alguns presentes no local, o assassino subiu ao palco durante a apresentação do Damageplan e gritou para Dimebag algo como: "Você acabou com o Pantera. Você arruinou a minha vida. E quanto a Phil [Anselmo, ex-vocalista do pantera]? Ele precisa de dinheiro para comprar heroína." Em seguida atirou cinco vezes a queima-roupa em Dimebag, se voltando depois para Vinnie Paul (irmão de Darrel e baterista da banda) que não foi atingido.

Outras três pessoas (além de Dimebag e do assassino) morreram durante o tiroteio; dois membros da audiência, Nathan Bray e Erin Halk, e um membro da equipe técnica da banda conhecido como Jeff "Mayhem" Thompson. Em seguida o agressor teria tomado por refém uma pessoa do público, sendo morto em seguida pelo policial James Niggemeyer.



Abaixo vcs conferem um resumo do depoimento de dois roadies que presenciaram o massacre no dia 08/12/2004, no Alrosa Vila em Ohio.

"Naquela tarde tudo parecia normal, até que após a passagem de som, Jeff "Mayhem" Thompson (segurança do DAMAGEPLAN que acabou sendo morto no tiroteio), foi obrigado a expulsar do local um indivíduo que ali estava incomodando; entretanto no meio da música isso é praxe, e ninguém suspeitava que se tratava de alguém realmente perigoso. Logo após, um novo incidente, a caminhonete de Nathan Gale (o assassino) estava estacionada atrás do ônibus da banda e o proprietário foi advertido várias vezes pelo sistema de som da casa para que a tirasse de lá, sob pena de ser guinchada.

O show estava para começar, um dos roadies foi à direção do bar, quando de repente ouviram-se os primeiros tiros. Dimebag estava caído no chão e no palco notava-se um enorme tumulto. Ouvia-se o “feedback” da guitarra que havia caído junto com Dimebag Darrell. Imediatamente ele se moveu para o palco, agarrou Vinnie Paul ( baterista do Damageplan e irmão de Dimebag) e o levou para um local seguro.

O outro roadie foi à última pessoa que conversou com Dimebag, e no momento dos tiros estava a poucos metros de distância. Gale entrou no palco pela direita e moveu-se em direção de Darrell. Ninguém da segurança conseguiu alcançá-lo, Gale desferiu pelo menos cinco tiros à queima-roupa no corpo do guitarrista, e um tiro final que atingiu a cabeça de Dimebag o levando ao chão. Segundo o roadie, Darrell morreu antes de cair ao chão, e nada e ninguém poderia salvá-lo naquele momento. Um ruído produzido pela guitarra ecoava pelo ambiente.

Após esse momento, o atirador ergueu a arma e apontou para um dos roadies, porém ele foi interceptado por "Mayhem" e Erin "Stoney" Halk, que estavam desarmados e arriscaram suas vidas na tentativa de impedir que aquela barbárie continuasse. Gale, que era ex-fuzileiro naval, trocou o pente de sua 9mm semi-automática e num piscar de olhos matou Mayhem e Erin Halk. Gale tinha uns cinco pentes de munições em seus bolsos. Com os seguranças mortos, o atirador recarregou a arma e continuou ferindo pessoas que ali estavam.

Nathan Bray, um fã da banda, subiu no palco e num ato heróico tentou reanimar Dimebag com massagens cardio-pulmonares. Acabou sendo atingido também pelo atirador e morreu heroicamente ao lado de seu ídolo.

Nesse momento foram vistos alguns policiais em posições defensivas dentro do clube, Gale pegou um refém na tentativa de escapar do local. Foi quando o policial James Niggemeyer que adentrou o clube pelos fundos, acertou Gale com um tiro fatal, sem ferir o refém. E assim a carnificina que durou poucos minutos chegou ao final, num dos dias mais tristes de toda a história do Heavy Metal."

Mais uma baixa para o mundo do heavy Metal. Que todos que perderam a vida nessa trágica noite estejam descansando em paz.



Homenagem do Rodz Online ao lendário Dimebag



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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Reckless Love


Hoje a dica é da excelente banda de Hard, Reckless Love. Formado em 2001 na Finlândia e tocando covers sob a alcunha de Reckless Life, em homenagem a música do Guns N' Roses, a banda formada por Olli Herman nos vocais, Pepe na guitarra, Jalle Verne no baixo e o baterista Zam Ryder em pouco tempo passou a tocar músicas autorais e em 2004, já com o baterista Mike Harley e com o nome de Reckless Love, ganharam a Kuopio Band Competition, competição local, que permitiu que a banda lançasse seu primeiro promo-single "So Yeah!!".

Quem curte a banda sueca Crashdiet, vai lembrar que em 2007, Olli Herman ocupou o posto de vocalista depois que Dave Lepard, vocalista original do Crashdiet cometeu suicídio em janeiro de 2006. Entretanto, em 13 de julho de 2008, o website oficial do Crashdïet anunciou que Olli não podia lidar com as duas bandas e a preferência foi focar no Reckless Love, sua banda de origem.

Em janeiro de 2009, o batera Mike Harley deixou a banda e Hessu Maxx o substituiu uma semana depois. Finalmente a banda assinou com a Universal Music em 23 de abril de 2009 e em 8 de junho já soltaram o  single "One More Time".  A música entrou nas paradas filandesas no nono lugar e alcançou o número 2 em pouco tempo.

O segundo single do Reckless Love foi "Beautiful Bomb," lançada em 15 de outubro de 2009 e foi também a música que registrou o primeiro vídeo da banda. Em fevereiro do ano seguinte, veio o terceiro single, "Romance", e finalmente no dia 24 do mesmo mês, o Reckless Love lançou seu debut homônimo alcançando o número 13 das paradas locais. Pra variar, a versão japonesa do album contém bonus tracks, como uma versão acústica para "Hysteria" do Def Leppard e arte gráfica diferente.

A banda começou a ganhar mais força em outubro quando participou do Download festival na Inglaterra e acabou fazendo uma tour completa pelo Reino Unido. Ainda no mesmo mês o Reckless Love participou do festival Loud Park 10 no Japão.

Em outubro de 2011 a banda lançou o album "Animal Attraction", O primeiro single "Hot", o meu favorito, já havia sido lançado alguns meses antes. A música "Animal Attraction" foi lançada como single no dia 12 de setembro. Chega de papo e confiram o Reckless Love!!!! Mais videos no meu canal no youtube: http://www.youtube.com/user/rodzonline1

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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Steel Panther - If You Really Really Love Me


O Steel Panther lançou o video da música "If You Really Really Love Me", do recém-lançado álbum "Balls Out":



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Kiss - Relembrando Eric Carr

Em 24/11/1991, faleceu Eric Carr, baterista do Kiss, aos 41 anos de idade, em decorrência de complicações causadas por câncer no coração e nos pulmões. Em maio de 1980, Eric participou das audições para a escolha do novo baterista do Kiss e desbancou mais de 2.000 candidatos. Seu último show foi no Madison Square Garden em 9 de novembro de 1990. Em abril de 1991, durante as gravações do album "Revenge", Eric descobriu que sofria de um tipo raro de câncer no coração, tendo sido operado no mesmo mês. Contudo, o câncer não regrediu, e tomou o coração de Eric, que entrou em coma pouco antes de morrer, em 24 de novembro de 1991, mesmo dia da morte de Freddie Mercury (Queen).



O KISSonline.com publicou a seguinte mensagem:

Há 20 anos, nosso amigo Eric Carr faleceu, após perder sua batalha contra o câncer. Nos onze anos em que esteve no KISS, ele fez mais de 800 shows para milhões de fãs ao redor do mundo. Trouxe alegria e tocou as vidas de muitas pessoas. Aqui estão alguns pensamentos e lembranças que gostaríamos de compartilhar.

Paul Stanley: Em uma época de dúvidas e tumultos na banda, Eric trouxe calma e otimismo, recuperando o foco de nossas prioridades. Com isso, pudemos seguir em frente. Não posso explicar em palavras sua contribuição para nosso renascimento. Sua dedicação à música só era comparada à dedicação aos fãs. Era uma bela alma que jamais diria uma palavra ruim sobre qualquer um. Penso nele o tempo inteiro.

Eric Singer: Eric Carr foi um amável membro do KISS por onze anos. Seu estilo de tocar era poderoso. Seu amor e devoção pelos fãs permanece no coração de muitos até hoje.

Tommy Thayer: Eric Carr era um amigo e pessoa especial. Sempre era amigável e tinha algo gentil a dizer. Lembro de quando a banda estava mixando Hot In The Shade, em 1989, no Cherokke Studios, em Los Angeles. Todos estavam dando seus palpites sobre guitarra e baixo. Lembro de ter perguntando ao engenheiro onde estava a bateria. No fim da noite, ele me chamou em um canto e agradeceu por ter mencionado.

Gene Simmons: Nunca conheci ninguém mais humilde em minha vida. Eric Carr era uma alma gentil que nunca disse nada de ruim sobre ninguém. Também era uma ameaça dupla na bateria e vocais. Sinto sua falta.


domingo, 20 de novembro de 2011

Gotthard - Novo vocalista é Anunciado

Depois do falecimento do vocalista Steve Lee, a banda suíça de Hard Rock, Gotthard, não escondeu que iria seguir em frente. Assim sendo, a banda confirmou o suíço Nic Maeder, 40 anos, como novo vocalista do Gotthard.


O clipe com o novo single “Remember It’s Me” está disponível, assim como o download gratuito em seu site oficial: http://www.gotthard.com/

UFC - Combate Épico na Edição 139


Apesar de não comentar sobre o UFC há muito tempo aqui no blog, resolvi escrever hoje depois da batalha épica de ontem, no UFC 139, envolvendo o americano Dan Henderson e o brasileiro Maurício Shogun. Uma das melhores lutas de todos os tempos dentro do UFC.



Hendo conseguiu uma vitória mais que suada e que pode levá-lo à disputa do cinturão dos pesos meio-pesados. O californiano conseguiu a vitória em uma batalha espetacular de cinco rounds por decisão unânime dos juízes. Com o triunfo, Hendo se torna um dos principais candidatos a lutar pelo título da categoria contra o vencedor da luta entre o atual campeão, Jon "Bones" Jones e o brasileiro Lyoto Machida, que acontece no UFC 140, em 11 de dezembro, em Toronto, no Canadá.

O primeiro round começou com Henderson encurralando Shogun na grade e acertando golpes seguidos no brasileiro, com uma sequência de socos e uma tentativa de guilhotina que, por pouco não foi encaixada. Desorientado pelos golpes do americano, Shogun cadenciou a luta e ganhou tempo para se recuperar no round. Aparentando estar melhor fisicamente, Hendo continha as entradas do brasileiro. Até que, a 1m19s do fim do assalto, Shogun acertou um bom golpe e derrubou o veterano, que conteve a reação e travou a luta até soar o gongo. Sangrando bastante no supercílio esquerdo, o ex-campeão meio-pesado parecia cansado e desgastado.
No segundo assalto, Henderson manteve o seu ritmo, aproveitando o desgaste do brasileiro para aplicar seguidos golpes e evitar uma recuperação de Shogun na luta. No intervalo, o córner do americano dizia seguidamente para Henderson que Shogun "estava morto".
Shogun aguenta castigo, mas se recupera
O terceiro round teve em seu início uma sequência devastadora de golpes de Dan Henderson contra o brasileiro, praticamente forçando o árbitro Josh Rosenthal a encerrar o combate. Apesar de ser duramente castigado, Shogun resistiu e tentou uma chave de tornozelo, que por pouco não conseguiu encaixar. Muito cansado e castigado, o curitibano resistia bravamente, recusando-se a desistir da luta. No intervalo, o árbitro pediu a entrada do médico no octógono para avaliar a condição física do brasileiro, que tinha muitos ferimentos no rosto. Após ser examinado, Shogun foi autorizado a continuar o combate.
No quarto round, Shogun tentou surpreender o americano tentando levar a luta para o chão, mas o cansaço e o desgaste impediam de manter Henderson sob controle. Lutando com o coração, Shogun conseguiu se livrar de um crucifixo aplicado pelo americano, e ficou por baixo na luta de chão. Após serem separados pelo árbitro, os dois lutadores voltaram à trocação, e Shogun acertou um golpe fortíssimo, abalando Henderson, que resistiu ao castigo e conseguiu segurar o brasileiro no chão até o fim do round.
No quinto e decisivo assalto, com os dois atletas muito cansados, o combate recomeçou com o brasileiro puxando o americano para a luta de chão, conseguindo a montada e iniciando o "ground and pound". Mesmo canado, Henderson conseguiu amarrar a luta e segurar o ímpeto do brasileiro. A dois minutos do fim da luta, Shogun conseguiu novamente se livrar do americano e desferir alguns golpes, mas o desgaste era muito grande, e a força dos socos era menor que o necessário para nocautear o americano. Mesmo dominando a parte final do combate, Maurício Shogun não conseguiu nocautear o americano.


- Tudo que posso dizer é que esse cara consegue aguentar muitos socos. Bati forte, e ele aguentou tudo. É um guerreiro. Eu deveria ter finalizado a luta. Acho que essa pode ter sido a luta mais difícil da minha vida, e acho que mereço a chance de disputar o título da categoria - disse Dan Henderson após a luta.

O brasileiro mostrava-se decepcionado pelo resultado do combate, mas parabenizou o seu adversário pela vitória.
- Dan Henderson bateu muito forte, parabenizo-o pelo resultado. Eu tentei usar o jiu-jitsu, e talvez eu até pudesse ter vencido, mas infelizmente não foi possível - disse Shogun, com dificuldade para falar devido ao inchaço na boca decorrente dos golpes recebidos.


O outro destaque da noite foi para a sensacional vitória do brasileiro, Wanderlei Silva, que venceu por nocaute o vietnamita Cung Lee, mostrando que o cachorro louco está de volta!!!

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fonte: Globo.com

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Black Sabbath - Reunião 2011

E o velho Black Sabbath voltou!!!! Depois de muita especulação a banda anunciou a reunião da formação original (Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward)e realizou uma coletiva na sugestiva data de 11/11/11, no legendário club californiano, Whisky A Go-Go, onde a banda fez seu primeiro show há quatro décadas atrás. Um detalhe curioso é que a primeira foto da formação original reunida foi tirada pela própria filha de Ozzy, Kelly Osbourne.


O site oficial do Black Sabbath anunciou a reunião da formação original, um álbum de inéditas produzido por Rick Rubin (o primeiro em 33 anos), uma data no Download Festival (10 de junho de 2012) e uma tour mundial a seguir. Vamos torcer pra tour passar pelo Brasil, de preferência com várias datas como aconteceu com a tour do madman. Se depender da Sharon temos chances.



Ao serem perguntados porque uma reunião agora, Iommi respondeu "Era agora ou nunca, de verdade. Temos ótima música para tocar.". Ozzy respondeu: "Já era tempo." Perguntado sobre sua expectativa para a reunião, Iommi afirmou que espera apenas "se divertir e tocar novamente com seus velhos amigos."Rick Rubin informou que o processo de composição do novo álbum está na metade e que a banda deve começar as gravações do novo álbum de estúdio no início de 2012.

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Vídeo oficial do anúncio:

Trechos da coletiva:

Download 2012:

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Gene Simmons sobre Axl Rose: "Ele precisava de um corretivo”


Em entrevista ao Music-News.com, Gene Simmons, baixista e vocalista do KISS, falou sobre a situação atual do Guns N’ Roses. “Eles poderiam ser a maior banda do mundo. O motivo pelo qual não são se chama Axl Rose. Também tem o problema das drogas. A heroína, o álcool, toda aquela coisa. Mas no fundo, a responsabilidade está nos ombros de Axl”.

Questionado sobre o que o vocalista deveria fazer para mudar seu caminho, o linguarudo não economizou nas palavras. “Uma boa surra teria ajudado. Quer dizer, quando você se comporta como uma criança mimada e continua assim a vida inteira, alguém tem que lhe dar o que merece. Ele precisava de um corretivo”.

Falou o mestre!!!

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Guns N' Roses - A Famosa Trilogia de clipes


No inicio dos anos 90 o Guns N' Roses era a maior banda do planeta, e três videoclipes levaram os jovens fanáticos pela banda naquela época a quase irem a loucura tentando entender o que o Guns pretendia passar com aqueles vídeos, e qual era a historia por trás daquela trilogia.



O que sabemos é que as letras das canções que compõe a famosa trilogia foram inspiradas no conto "Without You" de Del James, este que por sua vez era amigo do vocalista da banda Axl Rose e escreveu o conto inspirado nos relacionamentos do músico.

"RESUMO DO CONTO WITHOUT YOU"

A Personagem Elizabeth foi inspirada na modelo Stephanie Seymor (que inclusive atua nos dois primeiros videoclipes) e Mayne representa o líder da banda Axl Rose.

A história é sobre um Rock Star que estava totalmente apaixonado por essa mulher, e ela por ele, mas durante uma turnê, Mayne pediu para Elizabeth para encontrá-lo no local que a banda estaria tocando naquela noite. Ela disse que não poderia. Mayne ficou deprimido e decidiu ter uma farra com umas groupies que ele pegou naquela noite. Não sabia Mayne que Elizabeth estava batendo na porta de seu quarto no hotel com sua bagagem de noite, pronta para fazer uma surpresa para ele, porém, quando ela entrou e viu a cena, saiu desesperada e desapareceu. Mayne por muito tempo tentou ligar para a casa dela, e ela não atendeu. Então por alguma razão, Mayne cogitou que ela iria se matar, dar um fim nele ou em ambos e correu para a casa de Elizabeth. Assim que ele chegou, ouviu um tiro e ele sabia o que ela tinha feito, que foi confirmado quando ele abriu a porta e viu metade da cabeça dela estourada.

Então Mayne, com o coração despedaçado e sentindo-se culpado, em meio a todo seu sofrimento, escreveu uma canção para Elizabeth chamada “Without You”, pois assim, ela poderia ouví­-la no céu. E quando ele finalmente terminou a música e poderia tocá-la pela primeira vez, ele derrubou seu cigarro e seu tapete incendiou-se, mas ele ficou com o piano e não deixou a casa até que a canção estivesse terminada.

OBS: Mayne, personagem de Axl, morre na história. Uma noite de madrugada, Del James ligou para o Axl super triste e chateado, pois teria que contar que seu personagem, Mayne, havia morrido. Isso pode ser visto no Documentário November Rain, onde Del James e Axl contam essa história.

DON'T CRY



Axl Rose revelou em uma entrevista que a música Don't Cry é sobre uma garota que ele e Izzy Stradlin namoraram. Conforme conta o vocalista, ele estava sentado na calçada do clube "The Roxy" quando terminaram o relacionamento e ele disse a ela o que se tornou o refrão da música: "Não chore esta noite, eu ainda te amo querida". Na noite seguinte, Axl e Izzy escreveram a letra da música em aproximadamente 5 minutos.

Grande parte do videoclipe mostra os membros do grupo e suas namoradas tendo problemas em seus relacionamentos, próximo ao final do clipe vemos Axl Rose sendo consultado por um psiquiatra, também vale destacar as varias mortes do Sr. Rose durante o clipe e um provável renascimento do mesmo no fim, o que para muitos fãs representa as transições que Axl passava na época.

Axl, em entrevista, comentou sobre a dificuldade de filmar o vídeo, e sobre algumas cenas que foram inspiradas no seu relacionamento com Erin Everly: "No videoclipe de 'Don't Cry', há uma cena em que apareço brigando com a Stephanie (Seymour, namorada de Axl na época) portando uma arma. Isso aconteceu de verdade na vida real comigo e Erin (Everly, ex-esposa de Axl). Eu ia me matar. Nós brigamos pela arma até que eu finalmente deixasse Erin pegá-la de mim. Antes de gravar, eu disse: 'Isso parece bem difícil, pois realmente aconteceu'. (...) Fazer essa cena foi um processo bastante doloroso."

O guitarrista Izzy Stradlin, que é creditado como o co-autor da canção, tinha acabado de deixar a banda e não pôde participar da gravação do videoclipe. Por causa disso, Dizzy Reed encontra-se vestindo uma camiseta que diz "Where's Izzy?" ("Onde está Izzy?") durante uma cena.

NOVEMBER RAIN



De acordo com Tracii Guns, ex- LA Guns (banda que deu origem ao GUNS N’ ROSES), Axl Rose começou a trabalhar a canção em 1983, e em 1985 a Waggle Records lançou na Australia um LP duplo com o nome “November Rain / In Concert and Beyond”, onde em um show acústico é apresentado uma primeira versão da musica, sendo ainda tocada no violão, com um coro de vozes no fundo (assim como a versão final), e sem os consagrados solos de guitarra de Slash - esta canção dura 4:43. Segundo uma história contada para o público em 2006 durante a turnê "Chinese Democracy", nenhum dos outros membros da banda queriam participar da produção desta música (nem de "Estranged"). Slash e Duff McKagan foram particularmente contra a deriva de baladas sinfônicas, e queriam músicas mais “roqueiras”, contrariando Mr. Rose.

O vídeo da música que é dirigido por Andrew "Andy" Morahan, começa com Axl dormindo dando a entender que tudo é um sonho; a seqüência mostra Axl se casando com sua então namorada Stephanie Seymour, intercalando com cenas da banda tocando ao vivo em um teatro. Um pouco mais adiante é mostrada uma das cenas mais memoráveis do clipe que é quando o guitarrista Slash sola a sua guitarra em um “deserto” enquanto o helicóptero pratica um swooping em torno dele o filmando de vários ângulos - segundo Mark Robertson, coordenador de Casting observou: "O camera-man tinha um monte de responsabilidade, como o guindaste que estava com a câmera tão perto de Slash!”. Axl originalmente tinha imaginado esta cena ocorrendo em um campo “cool”, porem como o vídeo não foi filmado no inverno não havia como colocar essa ideia em prática e então a banda decidiu então utilizar uma igreja no Novo Mexico.

Como já dito antes, "November Rain" também foi inspirada no conto Without You, porém vale ressaltar que no conto não há menção de um casamento e nem fala se eles eram casados.

Embora exista muita especulação sobre como personagem de Seymour no vídeo morreu, a relação entre o vídeo e a curta história de James sugere fortemente que ela é morta por uma bala auto-infligido à cabeça. Durante a sequência do funeral, um espelho é visível cobrindo metade do rosto, uma técnica utilizada por funerárias para permitir que vítimas de traumatismo craniano possam ter a aparência de um rosto completo no caso de um funeral de caixão aberto. Além disso, durante o vídeo, Axl é visto andando por uma loja com o nome "Guns", embora esta possa ser uma referência ao nome da banda.

ESTRANGED



"Estranged" também foi escrita por Axl Rose, é baseada no conturbado relacionamento de Rose com sua ex-esposa, Erin Everly. O videoclipe começa com Axl sendo procurado por membros da SWAT, o que para muitos fãs mostra que realmente o clipe é uma continuação de "November Rain", ou seja, em "November Rain" Axl mata a esposa e em "Estranged" ele está sendo procurado pelo crime.

“'November Rain' é uma canção sobre não querer estar em um estado de amor não correspondido; 'Estranged' é estar nesta situação e pensar o que fazer??? É como estar fora do Universo e não ter nenhuma escolha, e pensar, o que fazer? Por que as coisas que você quer, e as coisas que você se esforça nunca dão certo e não há nada que você pode fazer com isso.” (Axl Rose, no Making Off de "Estranged").

Em "Estranged" Axl tenta se suicidar a todo o momento, porém acaba sendo salvo por golfinhos (que aparecem a todo momento no clipe) o que segundo fãs simboliza uma espécie de renascimento, o golfinho seria uma espécie de guia espiritual, e representaria que Axl finalmente superou os problemas que apareceram nos dois clipes anteriores.

MAI AFINAL QUAL É A HISTÓRIA DESSA TRILOGIA DO GUNS N´ ROSES???

Não existe uma história oficial, o que já foi confirmado é que os três clipes são inspirados no conto "Without You" de Del James, que por sua vez é inspirado na vida de Axl Rose, logo os três clipes são sim inspirados na vida do frontman da banda; os fãs criam varias teorias a respeito do que os três clipes querem dizer, e também a respeito da ordem correta dos três clipes, um dos pontos interessantes a se observar para tentar achar alguma ordem correta dos clipes é o público que assiste as apresentações da banda; por exemplo, em "Don't Cry eles tocam para praticamente ninguém, já em "November Rain" eles tocam em um teatro e em "Estranged" para um estádio inteiro, ou seja, partindo desse principio, "Don't Cry" mostraria o início do relacionamento de Axl com sua esposa, "November Rain" mostraria o casamento e a morte dela e "Estranged" mostraria Axl tentando se recuperar (vale ressaltar que no inicio de "Estranged" Axl está sendo procurado pela SWAT).

POSSIVEL CONTINUAÇÃO???

Existem ainda outras teorias de fãs, que não daria para ficarmos postando aqui, uma delas diz que na verdade os clipes não são uma trilogia e sim uma quadrilogia e que o próximo clipe ainda não foi lançado. Existem ainda aqueles que acreditam que a música "This I Love" presente no álbum "Chinese Democracy" seria a continuação. A nós fãs só resta aguardarmos e tentarmos entender um pouco a mente deste gênio chamado Axl Rose.




FONTES:

Vip.Abril
Fórum Cifra club
Guns N' Roses Brasil.com
Making Of Trilogia
Whiplash

Matéria original: Hardnrocker

sábado, 29 de outubro de 2011

Steel Panther no programa LA INK

Levei algum tempo pra conseguir achar o episódio correto mas finalmente consegui editar a engraçadíssima participação da banda Metal Skool, atualmente conhecido como Steel Panther no programa LA INK,

estrelado pela tatuadora Kat Von D. Pra quem quiser assistir o episódio completo, é o "Life after Pixie". Divirtam-se!






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domingo, 23 de outubro de 2011

Mickey Hargitay - A Lenda

Pra início de conversa, quero agradecer aos jornalistas do Globo, Claudia Amorim e Mario Abbade, por terem me citado e divulgado o blog na reportagem publicada na data de hoje na Revista O Globo, sobre a trajetória do fantástico ator Mickey Hargitay. Pra quem nunca ouviu falar, o cara ganhou sua cadeira cativa na cultura pop graças a "The Bloody Pit of Horror", filme de horror gótico baseado nos escritos do Marquês de Sade e dirigido por Massimo Pupillo, com sessão hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, às 16 horas.

Mas qual o motivo desse filme ter se tornado um ícone? É simplesmente pq Mickey encarna o protagonista "The Crimson Executioner", inspirado no personagem de quadrinhos do Fantasma, criado por Lee Falk e veste a mesma roupa e capuz, só que é a personificação do mal e foi responsável por imortalizar a citação: "My Vengeance needs blood" (Minha vingança precisa de sangue). The Bloody Pit of Horror inspirou a banda de metal, Gwar a lançar no ano passado um album homônimo conceitual. Atualmente é um dos filmes mais engraçados do gênero sem ter essa intenção.



Seu sobrenome deve ser lembrado atualmente pela participação no seriado "Law & Order: Special Victims Unity", onde contracenou com sua filha, Mariska Hargitay, no episódio "Control". Mickey interpreta um homem que presencia um ataque brutal na em uma escada rolante da estação de metrô. O personagem de Mariska, Olivia Benson, o entrevista sobre o caso, por ser uma testemunha. Mariska já recebeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz (série dramática) e o Emmy Award (Oscar da TV), por esse seu personagem.

Nascido na Hungria em 1926 e falecido em 2006, Mickey teve uma trajetória de vida fantástica. Praticante de esportes desde cedo, começou como acrobata com seus irmãos e depois foi para o futebol, onde era um ótimo jogador, mas resolveu seguir outra carreira esportiva: patinação de velocidade, onde foi campeão europeu. Fez parte da resistência contra os nazistas durante a 2ª Guerra Mundial na Hungria e depois da guerra foi para os Estados Unidos em 1947, para fugir do serviço militar obrigatório soviético.


Ao chegar nos EUA, Mickey entrou em um ginásio em Indianápolis em 1947, e nunca tendo levantado pesos antes, deixou o proprietário espantado ao levantar mais de £ 215 libras. Depois de ver o fortão Steve Reeves na capa de uma revista, resolveu iniciar a prática do halterofilismo. Uma curiosidade: tanto Reeves como Mickey interpretaram depois nos cinemas “Hercules” em produções italianas. Ainda naquele mesmo ano, Mickey se casou com Mary Birge e teve uma filha, Tina Hargitay em 1949, porém o casório só durou até setembro de 1956.

Mickey levava o halterofilismo tão a sério que ganhou o título de Mr. Universo em 1955. Depois de sagrar-se campeão, juntou-se ao show da atriz Mae West: Mae West’s Muscleman, onde conheceu Jayne Mansfield, em 1956, e com quem se casou em janeiro de 1958. Jayne brincava dizendo que quando percebeu Mickey no show, ela disse ao garçom: "Quero um bife, e aquele homem alto, à esquerda." Os dois se apaixonaram perdidamente e nunca mais foram vistos separados. A carreira de Mickey no cinema começou através de Jayne que exigiu que ele seria lançado em seu mais novo filme, “Will Success Spoil Rock Hunter?” (1957).


Mickey foi o primeiro a receber o prêmio Joe Weider Lifetime Achievement Award. Joe Weider é o co-fundador da Federação Internacional de Bodybuilders (IFBB) e criador do Mr. Olimpia e Mrs. Olimpia. Em maio de 2006, ele recebeu o prêmio Muscle Beach Hall of Fame Award da Muscle Beach Historical Committee. Mickey morreu em Los Angeles em 14 de setembro de 2006, com 80 anos, a partir de mieloma múltiplo. O jornal Los Angeles Times colocou em seu obituário que Hargitay foi um dos grandes responsáveis pela popularização do bodybuilder e uma influência direta na carreira de Arnold Schwarzenegger, entre outros fortões do cinema.


Falando em Arnold Schwarzenegger, antes do sucesso, o governator interpretou o papel de Mickey Hargitay em 1980 no filme televisivo “The Jayne Mansfield Story”. Inclusive, Arnold tem uma trajetória de vida quase que idêntica a de Mickey: ambos são europeus (Mickey é húngaro, Arnold é austríaco) que foram para os EUA, se tornaram Mr. Universo e conseguiram se tornar atores de cinema. Mickey casou-se com Jayne Mansfield e Arnold com Maria Shriver, sobrinha de John e Robert Kennedy. Mansfield abriu o caminho do cinema para Mickey. Shriver abriu os caminhos da política para Arnold, que se tornou governador da Califórnia por dois mandatos.




Mickey Hargitay: "Eu Gostei da minha carreira. Nunca quis ser mais do que o que eu era, e eu me diverti fazendo isso."

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Guns N' Roses - O fim?


Depois de tanto falatório, prós e contras sobre a performance do GUNS N' ROSES no Rock in Rio, agora que a poeira já baixou, como fã do verdadeiro Guns N' Roses, vou tecer meus comentários...

Em primeiro lugar, muito se falou sobre o visual do vocalista Axl Rose e sua forma física, pra lá de "rechonchuda". Bom, quanto a isso, é bom lembrar que a idade chega pra todos, alguns ganham uns quilos a mais e outros não. O cara já tem quase cinquentinha e se ele está com 120kg ou mais é um problema dele, nada tem a ver com a música. Atualmente, Axl tb causa burburinho por conta de seu figurino, com direito a chapéus variados e de um bigodinho pomposo. A verdade é que os figurinos dos músicos de Hard Rock sempre foram criticados, isso desde a década de oitenta, quando todos eles praticamente se travestiam. E mais uma vez eu afirmo, pode ser vergonhoso a forma como determinado músico se veste, mas isso nada interfere com a música.

Musicalmente falando, na minha visão, não concordo com o fato de Axl Rose continuar levando o nome Guns N' Roses sozinho, sem os caras que estavam lá nos primórdios por alguns simples fatos: Axl foi o único responsável pelo sucesso da banda? Sozinho, não. Foi um dos responsáveis, mas o Guns N' Roses alcançou o status que atingiu, não só graças a Axl, mas graças tb a Izzy, Duff e Slash, afinal de contas, poucos se lembram que as grandes composições da banda tem o dedo de Slash e principalmente do hitmaker, Izzy Stradlin.

Axl pode ser considerado sim um grande músico, que já escreveu obras primas como "November Rain" e "Estranged", mas mesmo nos albums "Use Your Illusion", muitas das composições são assinadas pelos demais integrantes, leia-se Slash e Izzy, e esse fato as tietes de Axl praticamente ignoram. O album "Chinese Democracy" levou mais de 10 anos pra ficar pronto e nem por isso chega aos pés de "Appetite for Destruction" ou mesmo dos "Illusions", fato. Sejamos sinceros aqui, é um bom album mas nada além disso. Só isso já prova que a velha química não existe mais pq falta justamente o dedinho e o carisma dos integrantes da formação clássica. O Guns N' Roses se tornou uma banda cover de si mesma.

Os músicos novos são bons? Sim, são muito bons. Os integrantes atuais da banda executam com maestria os clássicos dos anos 80 e 90 mas é sempre bom lembrar que quem criou aquilo tudo lá que eles estão tocando não foi nenhum deles e tão pouco Axl Rose fez tudo sozinho. Eles podem soltar albuns muito bons no futuro, não dúvido disso, mas ainda assim acho que vai ser difícil superar "Appetite for Destruction", principalmente por ser do conhecimento de todos que a coisa toda agora gira na mão de Axl Rose, não existe liberdade criativa no sentido de banda. É uma banda contratada e ponto. Então pq insistir com o nome "Guns N' Roses"?

Sobre a performance de Axl Rose, ok, conforme eu mesmo já disse, o cara já tá quase cinquentão, não tem mais a mesma potência de 20 anos atrás e mesmo com a voz se esvaindo à medida que o show acontecia, ainda tem alguma lenha pra queimar. Só não me venha botar a banca de ser o mega vocalista. O correto seria ele se apresentar como artista solo ou chamar a banda de qualquer outro nome e parar de insistir em manchar a reputação do verdadeiro Guns N' Roses.

domingo, 9 de outubro de 2011

Metallica - 20 Anos do ‘Black Album’


Muito se falou dos 20 anos do album "Nevermind" do Nirvana, que revirou o mercado fonográfico e ditou uma nova tendência para o rock. Mas como eu não sou tão fã assim do Nirvana, prefiro lembrar de outro aniversário...o do album “Metallica”, mais conhecido mundialmente como “Black Album”, justamente por conta da capa preta com apenas um discreto logo do Metallica e uma cobra, referência à  bandeira de Gadsden, usada pelos fuzileiros navais durante a revolução americana.

O black album também completou 20 primaveras no último mês de agosto e foi o responsável por alçar, não só o Metallica mas todo um estilo, ao mainstreem. Com mais de 15 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e mais de 22 milhões em todo o planeta, nunca uma banda de trash metal tinha alcançado tal façanha. A verdade é que o black album representou um divisor de águas para a banda, que ganhou muito mais que perdeu. Enquanto alguns fãs mais xiitas viraram as costas para o Metallica, para os menos radicais e apreciadores de um bom rock n' roll e de boa música, o album é uma pérola, independentemente de ser um album mais comercial e da sonoridade diferente dos seus quatro antecessores  (“Kill ‘Em All”, “Ride the Lightning”, “Master of Puppets” e “…And Justice For All”).


O Metallica já mereceria respeito por ter sido uma das primeiras bandas que ousou apostar em uma sonoridade diferente baseada naquilo que os músicos realmente queriam fazer. As mudanças saltavam aos ouvidos de cara. Apesar de manter o peso, os andamentos estavam mais lentos, a duração das músicas também diminuiram, vocais mais limpos e menos gritados e uma balada pra lá de radiofônica (“Nothing Else Matters”), algo impensável apenas dois anos antes para uma banda thrash nos padrões do Metallica.

Para auxilia-los nesse empreitada, a banda contou com o produtor Bob Rock, que já possuia um currículo respeitável e contabiliza trabalhos com Mötley Crüe, Aerosmith e Bon Jovi. Apesar das mudanças visando um som mais comercial, é inegável que Bob Rock ajudou o Metallica a popularizar o heavy metal no início dos anos 90 e conseguiu uma produção espetacular para o album.



Eu tenho um carinho em particular por esse album pois foi com ele que eu realmente me tornei um fã do Metallica, justamente depois de assistir a apresentação da banda no MTV Video Music Awards de 1991, tocando "Enter Sandman".  A partir dai, busquei os trabalhos anteriores e passei a acompanhar a banda. Voltando a falar do album..."Enter Sandman", "Nothing Else Matters", "Sad But True", "Wherever I May Roam" e "The Unforgiven" foram os hits de sucesso do album que ao meu ver tem mais 3 pauladas clássicas: "Through the Never", "My Friend of Misery" e "Of Wolf and Man".

O album é tão importante que ganhou um DVD especial com detalhes sobre a sua produção, com a banda, anos depois, comentando todo o processo de criação e gravação. Aproveitando a dica do DVD, vale assitir também ao DVD "A Year and a Half in the Life of Metallica - Part 1 & 2", que abrange desde a produção do "Black Album" até a tour mundial que a banda fez para promove-lô.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Kiss: Por Trás Da Máscara


Por ser tratar da Biografia oficial autorizada pela banda, cheguei a temer que muita coisa seria encoberta, afinal de contas, todo mundo tem os seus esqueletos no armário. Mas apesar de um início mediano, Paul e Gene colocam as cartas na mesa e contam sem cerimônias, detalhes curiosos da história da banda, como os músicos de estúdio que eram contratados pra gravar determinadas faixas pq tocavam melhor ou mesmo quando outro guitarrista contratado criou um solo genial e tascou no album, tudo em nome da perfeição musical.

Sob a batuta dos autores David Leaf e Ken Sharp, o livro de 478 páginas, é dividido em três partes, e começa com a transcrição de uma entrevista realizada com toda a banda (com um destaque óbvio para Paul e Gene) no seu auge, em 1979. O que tinha tudo pra ser uma introdução detalhada, já que os integrantes comentam um pouco sobre suas infâncias difíceis em Nova Iorque, se torna uma narrativa cheia de atropelos, onde nada é esmiuçado e sem muitos detalhes. Em poucas páginas os caras já são o KISS,  uma das maiores bandas de todos os tempos, que lotam arenas, tocam para milhares de pessoas e com três álbuns gravados. A impressão que se tem é que eles eram super unidos e que viviam as mil maravilhas.

Na segunda parte, sem mais nem menos, o autor transforma a banda de amigos em músicos preocupados apenas com os próprios egos, onde Paul e Gene são os patrões perversos que expulsam Ace Frehley e Peter Criss em meio aos abusos de drogas e álcool. E se tudo se passou rápido na primeira parte, se prepare pra isso... 20 anos de história são resumidos em míseras dez páginas, com um salto até a reunião, em 1996! Não sei qual a razão disso mas sem sombra de dúvidas, uma falta de respeito com os fãs, praticamente ignorando albuns fantásticos como o Creatures Of The Night, Crazy Nights e Revenge, sem contar na menção aos demais integrantes que passaram pela banda ao longo de duas décadas e que não tiveram uma abordagem de destaque. Para ficar pior, temos parágrafos intercalados com depoimentos deprimentes de outros músicos sobre o Kiss que nada acrescentam à história, com coisas do tipo: “O Kiss é demais”. Como pior não poderia ficar, as coisas melhoram bastante quando o fã de longa data, Ken Sharp, faz um apanhado de várias entrevistas realizadas na época da reunião, onde a banda literalmente lavou a roupa suja em público.

Na terceira e última parte, o livro engrena de vez e revela um monte de curiosidades que os fãs nem sonhavam, com a descrição faixa a faixa de TODOS os álbuns já lançados, desde a primeira demo, passando pelos trabalhos solos, até o album Psycho Circus. Para completar, um bom acervo de fotos raras do início de carreira da banda, incluindo aí, as primeiras maquiagens, que eram ligeiramente diferentes das que seriam eternizadas para os fãs. Apesar do deslize lamentável de pincelar 20 anos em 10 páginas, leitura obrigatória para os fãs da banda ou mesmo para aqueles que somente se interessam pela trajetória de uma das maiores bandas da história do Rock.

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Premonição 5 - Resenha


Não tem como ser diferente, Premonição 5 faz juz a expressão “mais do mesmo”. Os fãs não terão do que reclamar, afinal de contas, esse quinto filme segue exatamente o mesmo padrão dos demais da franquia. Desta vez a história começa com um grupo de oito colegas de trabalho que acabam escapando da morte de um desabamento de uma ponte em reformas, tudo, graças a já famosa premonição de um dos envolvidos. Nada de novo e o restante vocês também já conhecem: a morte não pode ser enganada e vai voltar pra buscar cada um dos sobreviventes que deveriam ter partido pra terra dos pés juntos.


Mas se é tudo a mesma coisa, qual o motivo de dedicar um post a Premonição 5? Apesar do elenco ser fraco, a sequência em que a galerinha escapa da morte no desabamento da ponte é de tirar o fôlego e os efeitos visuais são um desbunde. Outro ponto positivo foi que, no meu entender, esse foi o filme de terror que melhor se utilizou dos efeitos em 3-D, aproveitando cada situação possível pra aumentar a intensidade das cenas.

Temos também a volta do ator Tony Todd (o famoso Candyman), que fez o papel do misterioso agente funerário, William Bludworth, nos dois primeiros filmes da franquia. Pra quem não sabe ou não lembra, o agente sempre sabe detalhes da morte e existe a teoria de que ele possa ser a própria morte, brincando com aqueles que tentam enganá-la.

O último destaque é que o roteiro de Eric Heisserer trouxe três ótimas sacadas: A primeira é que nos é apresentada uma teoria de que se um dos sobreviventes matar uma outra pessoa, estaria fazendo uma troca com a morte, utilizando os anos de vida de quem morreu na troca. A segunda é na maneira como esperamos que os personagens sejam mortos. Na verdade, tudo é uma grande pegadinha para o que ainda está por vir. E a terceira e melhor sacada é justamente com um final que remete com criatividade ao primeiro filme da série (nem adianta que não posso contar) e acaba sendo a melhor idéia desse Premonição 5.

Pra fechar a série, um video clip mostrando as mortes de todos os filmes anteriores, logicamente adaptado para o formato 3-D, com vidros, vergalhões e tudo mais, saltando da tela de encontro ao espectador.  Ah...o clip final tem uma trilha sonora da melhor qualidade, AC/DC "If You Want Blood... You Got it". Premonição 5 tem cenas violentas, bem trash mesmo, mas vai bem pra assistir com os amigos e muita pipoca.

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domingo, 25 de setembro de 2011

Rock in Rio - O início

Aproveitando que estamos em pleno Rock in Rio, vamos dar um confere em como se iniciou o projeto para o festival segundo trechos do livro ROCK IN RIO -  A HISTÓRIA DO MAIOR FESTIVAL DE MÚSICA DO MUNDO, de Luiz Felipe Carneiro


"Todos numa direção, uma só voz, uma canção..."
Estes eram os versos de abertura do tema que o maestro Eduardo Souto Neto, velho comandante da banda de Roberto Carlos, compôs para o Rock In Rio, e que a Globo, patrocinadora do festival e que transmitiu o evento ao vivo para o Brasil e gerou imagens para cerca de 60 países, se encarregaria de enfiar à força na cabeça de cada brasileiro. Até que eles começassem a ecoar muito além da Cidade do Rock, no entanto, percorreu-se um longo caminho. Na verdade, se os superastros do pop/rock internacional caminhavam "todos numa direção" naquela época, só podia ser para o mais longe possível daqui. Freddie Mercury tentou enxotar os artistas brasileiros do caminho de seu camarim e ouviu um coro: "Viado!"

"A fama do Brasil era péssima", lembra Roberto Medina, que até tinha lá as suas credenciais para impressionar gringo (em 1980, trouxera um desconfiado Frank Sinatra para cantar no Maracanã). "Em 1984, viajei para Los Angeles na tentativa de fechar os primeiros contratos. Fui com vídeos, plantas, esquemas... Em 70 reuniões, ouvi 70 nãos. 'Vocês roubam equipamento, não pagam cachê, não têm luz...', eles diziam." Nem dá para culpar os estrangeiros: as raríssimas visitas pop ao Brasil até então tinham realmente, quase todas, terminado em barracos embaraçosos.

E, para instalar a pulga mais confortavelmente atrás da orelha dos empresários das bandas estrangeiras, o projeto era mesmo um show de megalomania: 500 mil metros quadrados de área total para o evento, com helipontos, lanchonetes, bares e minisshoppings de 25 lojas cada a leste e a oeste do palco; este, ou melhor, estes (já que se trataria de uma base giratória comportando três palcos), com 80 metros de boca de cena, a maior do mundo. "Na primeira reunião, Jim Beach, manager do Queen, olhou aquilo e confessou: 'Se um americano me mostra esse projeto, eu dou risada'", conta Medina. Beach, porém, acabou convencido.

O aval do Queen, habituado a aparatos gigantescos de produção, foi importante para alavancar o evento. O grupo de Freddie Mercury foi a segunda atração estrangeira a fechar contrato (Ozzy Osbourne deu o primeiro OK) e a notícia tornou outros artistas mais receptivos. "O festival foi todo preparado para o Queen", opina Dé, na ocasião, baixista do Barão Vermelho. "A estrutura de palco e de luz era a deles." Medina não desmente totalmente. "O grid de luzes do evento era o deles. A isso eu somei um projeto de iluminação do Peter Gasper, que envolvia outros detalhes, como iluminação de platéia. Mas realmente tinha um movimento hidráulico das luzes que só entrava em cena no show deles."

Até o Queen assinar, Medina e seus dois escudeiros, Oscar Ornstein (então com 73 anos; hoje já falecido) e Luiz Oscar Niemeyer (que dali saiu para dar seqüência à história dos megashows no país, com a Mills & Niemeyer, e hoje é presidente da gravadora BMG-Ariola) deram trombada atrás de trombada. Com as bandas heavy metal, em princípio, houve diferenças de estilo e atitude. "Eu só ando de terno e gravata", diz, categórico, um Medina vestido exatamente assim, na sede de sua empresa Artplan, no Rio. "Cheguei dessa forma numa casa em Beverly Hills para assinar com o Iron Maiden. Me recebe na porta um cidadão de cueca, com uma barba enorme, cheia de macarrão pendurado. Sentamos para levar um primeiro papo, ele continuou comendo, nem se preocupou em tirar o macarrão da barba. Nos despedimos, saí, virei para o Oscar e disse: 'Assim não vai dar, vamos comprar uns jeans, os caras devem estar achando que eu sou do FBI!'."

No fim das contas, o metal acabaria sendo o estilo dominante no Rock In Rio, com cinco bandas: Iron Maiden (que, por problemas de datas, se apresentou apenas na noite de abertura, quando dois shows eram a regra no festival), Scorpions, AC/DC, Ozzy e Whitesnake ­ esses últimos entrando em cima do laço para substituir o Def Leppard, cujo baterista, Rick Allen, sofreu o acidente de carro que o levaria a amputar o braço esquerdo na noite de Ano- Novo, a 11 dias do início do evento.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

20 Músicas para se Ouvir no Ipod - Megadeth


Dando sequência a série "20 músicas para se ouvir no Ipod", sempre com 20 músicas escolhidas pra quem não conhece muito das bandas em destaque e quer fazer um apanhado com as faixas mais populares e grandes hits e singles de cada uma.

Seguem 20 músicas de uma das minhas bandas preferidas e um ícone do thrash metal: Megadeth



1-Skull Beneath the Skin (Killing is My Business)
2-Wake Up Dead (Peace Sells...But Who's Buying?)
3-Peace Sells (Peace Sells...But Who's Buying?)
4-In My Darkest Hour (So Far, So Good...So What!)
5-Holy Wars ...The Punishment Due (Rust in Peace)
6-Hangar 18 (Rust in Peace)
7-Tornado Of Souls (Rust in Peace)
8-Skin O' My Teeth (Countdown to Extinction)
9-Symphony Of Destruction (Countdown to Extinction)
10-Sweating Bullets (Countdown to Extinction)
11-Reckoning Day (Youthanasia)
12-Train Of Consequences (Youthanasia)
13-A Tout Le Monde (Youthanasia)
14-Trust (Cryptic Writings)
15-She-Wolf (Cryptic Writings)
16-I'll Be There (Risk)
17-Dread And The Fugitive Mind (The World Needs a Hero)
18-Die Dead Enough (The System Has Failed)
19-Washington Is Next! (United Abominations)
20-44 Minutes (Endgame)

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domingo, 18 de setembro de 2011

Guns N' Roses - 20 Anos de Use Your Illusion


Ontem marcou o aniversário de 20 anos dos lançamento dos lendários albuns duplos "Use Your Illusion", do Guns N' Roses. Inicialmente, o trabalho seria lançado como um único album duplo, mas devido a quantidade de material, a banda resolveu ousar e presenteou os fãs em dose dupla. Apesar de seguir as tendências hard rock do album de estréia (Appetite for Destruction), nesse novo trabalho o Guns apresentva novos elementos no seu som, como o blues, música clássica, muitos teclados e piano e até levadas country.




Muitas músicas presentes nos albuns foram escritas nos primórdios da banda mas acabaram de fora de Appetite for Destruction, caso das faixas "Back Off Bitch", "Bad Obsession", "Don't Cry" (citada por Axl durante a turnê como "a primeira música que eles escreveram juntos"), "November Rain" e "The Garden". Outra novidade para os fãs foram uma série de músicas cantadas por outros membros da banda como "14 Years" , "Dust N' Bones", "You Ain't the First" e "Double Talkin' Jive", cantadas pelo guitarrista Izzy Stradlin e  "So Fine", que ganhou os vocais do baixista Duff McKagan.




Pra quem já leu a biografia do guitarrista Slash, sabe bem que a banda passou por uma série de complicações no processo de gravação até o lançamento dos albuns. Diversas músicas foram refeitas e a banda (leia-se Axl Rose) tinha dificuldades em obter a sonoridade final dos albuns, em especial durante a etapa de mixagens. Segundo reportagem da revista Rolling Stone do ano de 1991, depois de mixar 21 faixas com o engenheiro e produtor Bob Clearmountain, Axl ordenou que as mixagens recomeçassem do zero com o engenheiro Bill Price.

Slash conta ainda em sua biografia que muitas vezes estava no estúdio quando uma faixa tinha sua mixagem finalizada e então era enviado um mensageiro até a casa de Axl, com uma fita para aprovação do vocalista. Muitas vezes o mensageiro voltava com uma série de mudanças definidas por Axl e todo trabalho era refeito. Esse processo exigia horas de trabalho até que uma única música ficasse do agrado de Axl. Slash afirmou também que a maior parte das músicas em UYI foram compostas em um violão, em algumas noites, em sua casa (a Walnut House), após muitos meses de inatividade da banda.




E se Use Your Illusion fosse apenas um album?? O meu track list seria o seguinte:

Estranged
Civil War
November Rain
Knockin' on Heaven's Door
You Could Be Mine
Dead Horse
14 Years
Yesterdays
Pretty Tied Up
Get in the Ring
Double Talkin' Jive
Don't Damn Me
Bad Obsession
Back Off Bitch


e o seu?

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Whitesnake e Judas Priest - Citibank Hall, RJ, 11/09/2011


Fiquei devendo mas finalmente vou comentar sobre o showzaço das bandas Judas Priest e Whitesnake no último domingo, no Citibank Hall, Rio de Janeiro. Com um excelente público, beirando a casa das seis mil pessoas, fomos brindados com mais de 3h e ½ de hard rock e heavy metal da melhor qualidade.




O Whitesnake teve a missão de abrir os trabalhos e por conta disso só pode utilizar metade do palco. Às 21h30 em ponto o vocalista e líder da banda David Coverdale, atacou de "Best years", do álbum "Good to be bad".  O Whitesnake está promovendo o seu último trabalho, o álbum "Forevermore" e prosseguiu o show alternando clássicos com as novas canções de "Forevermore". Depois de tocar "Love ain't no stranger", Coverdale rasgou uma seda para a cidade, dizendo estar muito feliz de estar de volta ao Rio de Janeiro. Durante o hit "Is this love?", uma fã mais exaltada atirou um sutiã vermelho no palco, que foi arrematado pelo guitarrista Doug Aldrich. Falando na banda, também nas guitarras, o excelente Reb Beach, Michael Devin no baixo e Brian Tichy na bateria.




Durante 75 minutos o Whitesnake intercalou clássicos como "Give me all your love", "Here I go again" e "Still of the night" com as canções novas como "Steal your heart away", "Love will set you free" e "Forevermore". Coverdale cantou no estilo capela "Soldier of fortune" e fechou com "Burn", relembrando seus tempos de Deep Purple. Senti falta de "Fool for your loving" e "Bad Boys". O show foi bem legal mas um ponto negativo foi que as músicas estavam um tom abaixo do original. Mas valeu assim mesmo.





Depois de um pequeno descanso, às 23h15 foi a vez do Judas Priest apresentar para os cariocas a "Epitaph" tour, que marca a despedida da banda as grandes tours mundiais. O Judas Priest, que conta com o vocalista Rob Halford, o guitarrista Glenn Tipton, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e o guitarrista Richie Faulkner, que substitui K.K. Downing, pincelou toda a sua carreira, tocando músicas de quase todos os álbuns e usou e abusou dos efeitos pirotécnicos, como labaredas, muito gelo seco e várias sequências de lasers que criam um espetáculo visual sensacional. No fundo, imagens projetadas das capas dos discos e pequenos videoclipes para criar o clima para as músicas executadas.




Rob Halford não poupou esforços na mudança dos figurinos e exibiu sua vasta coleção de casacos de couro. Os pontos altos foram em "Prophecy", onde o vocalista entrou no palco encapuzado com um cajado na mão, representando o lendário Nostradamus. Já em "Hell bent for leather", como não podia ser diferente, Halford entrou com a tradicional Harley e antes de "Youve got another thing comin", uma rasgação de seda para o Brasil, com o vocalista entrando enrolado na bandeira brasileira. A música ainda recebeu os acordes iniciais do hino nacional brasileiro, executados pelo guitarrista Richie Faulkner, que levou o público ao delírio.





Depois de aproximadamente 2 horas de pauleira, o Judas mostrou que tem muita lenha pra queimar e deixou os cariocas em estado de graça. Aula de metal.

Fotos por Grabriela Magnani

Whitesnake Set List:
Best Years
Give Me All Your Love
Love Ain No Stranger
Is This Love
Steal Your Heart Away
Forevermore
Guitar Duel
Love Will Set You Free
Drum Solo
Here I Go Again
Still Of The Night
Soldier of Fortune
Burn

Judas Priest Set List:
Rapid Fire
Metal Gods
Heading Out to the Highway
Judas Rising
Starbreaker
Victim of Changes
Never Satisfied
Diamonds & Rust
Dawn Of Creation
Prophecy
Night Crawler
Turbo Lover
Beyond the Realms of Death
The Sentinel
Blood Red Skies
The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown)
Breaking the Law
Painkiller

Bis:
The Hellion / Electric Eye
Hell Bent for Leather
Youve Got Another Thing Comin

Bis 2:
Living After Midnight



















domingo, 11 de setembro de 2011

Hoje é dia de WHITESNAKE e JUDAS PRIEST no Citibank Hall



Hoje é dia de assistir a dobradinha WHITESNAKE e JUDAS PRIEST  no Citibank Hall!!! Lembrando que no caso do Judas, a tour é chamada de Epitaph por ser o último giro mundial prometido pela lendária banda de heavy metal.




Ambas as bandas já dividiram o palco da Arena Anhembi na noite de ontem, sábado (10/09), em São Paulo. Confiram os set lists apresentados ontem:

Set list WHITESNAKE:

- Best Years
- Give Me All Your Love
- Love Ain't No Stranger
- Is This Love
- Steal Your Heart Away
- Forevermore
- Guitar Duel
- Love Will Set You Free
- Drum Solo
- Here I Go Again
- Still Of The Night
- Soldier of Fortune (DEEP PURPLE cover)
- Burn / Stormbringer (DEEP PURPLE cover)

Set List JUDAS PRIEST:

- Rapid Fire
- Metal Gods
- Heading Out To The Highway
- Judas Rising
- Starbreaker
- Victim Of Changes
- Never Satisfied
- Diamonds & Rust (JOAN BAEZ cover)
- Night Crawler
- Turbo Lover
- Beyond The Realms Of Death
- The Sentinel
- Blood Red Skies
- The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown) (FLEETWOOD MAC cover)
- Breaking The Law
- Painkiller

Bis:

- The Hellion
- Electric Eye
- Hell Bent For Leather
- You've Got Another Thing Comin'

Bis 2:

- Living After Midnight



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