sábado, 3 de setembro de 2011

Planeta dos Macacos: A Origem

Depois do filme dirigido por Tim Burton em 2001, confesso que não tinha muitas expectativas antes de assistir ao novo filme da franquia de ficção científica, "Planeta dos Macacos: A Origem" (Rise of the Planet of the Apes), que na verdade é um prelúdio à já famosa conhecida série, mas acabei tendo uma grata surpresa. Começando com os efeitos visuais da melhor qualidade. Chimpanzés, orangotangos e gorilas deixam os espectadores na dúvida, se aquilo que se vê na tela é mesmo computação gráfica ou se são animais de verdade, tamanho o realismo.

A grande atração do filme é o protagonista, César, o chimpanzé super inteligente que ganhou vida graças à tecnologia da Weta é ao soberbo trabalho do ator Andy Serkis, famoso por dar vida também ao personagem Golum em O Senhor dos Anéis. Serkis aliás, se especializou na técnica da captura de performance, já que atuou ainda em King Kong e Tintim.

A verdade é que o mais assustador da performance de Serkis, nesse caso, no bom sentido, é percebermos nas feições símias de Cesar, o passeio entre as expressões humanas e as próprias dos macacos. Falando nas atuações, o restante do elenco que conta com James Franco, John Lithgow, Freida Pinto, Brian Cox, Tom Felton e David Oyelowo não tem muitas dificuldades de mostrar seu trabalho, até porque, quem está em destaque mesmo é a macacada.

Na trama em si, Will Rodman, o personagem de James Franco, é um cientista que realiza experiências genéticas em macacos para tentar conter o Mal de Alzheimer, que aliás, é a doença que tem como vítima o personagem de seu pai, interpretado por John Lithgow, que por ser entusiasta da obra de William Shakespeare, é o responsável por batizar o bebê chimpanzé tal qual o ditador romano, Julio César.

O pequeno Cesar é um sobrevivente dos testes genéticos realizados por Will é demonstra cada vez mais, possuir uma inteligência fora dos padrões. A partir daí, o que temos são momentos de reflexão e dilemas envolvendo Cesar que, aos poucos, vai abandonando a imagem do chimpanzé dócil do início da pelicula para adotar o manto de líder da revolução símia. Apesar da ausência de diálogos durante longos períodos do filme, a expressão facial dos macacos e a fotografia refinada não deixam o clima esfriar e é justamente o grande barato de  Planeta dos Macacos: A Origem. O longa faz referências aos filmes originais da franquia Planeta dos Macacos, e pela história contada, deixa um gancho para uma provável sequência, com potencial para ser tão bem produzida e divertida quanto esse Planeta dos Macacos: A Origem.

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