segunda-feira, 30 de maio de 2011

Dexter - Teaser da 6ª Temporada


O serial killer mais querido de todos os tempos está voltando!!! Baseada no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, o seriado Dexter fez seu debut em 2006 e fez tanto sucesso que já garantiu a sexta temporada.

Adaptada por James Manos Jr, Dexter conta a história de Dexter Morgan, um assassino em série que trabalha como analista forense especialista em padrões de dispersão de sangue.

Estrelada por Michael C. Hall, que faz o papel do perturbado protagonista, a série já abocanhou quatro Emmys e dois Globos de Ouro. Apesar de ainda não ter uma data de estréia definida esse ano para a sexta temporada, o teaser já está na rede.

Pra quem ainda não assistiu a esse magnífico seriado, ainda dá tempo de se atualizar. Cada temporada de Dexter possui somente 12 episódios com cerca de 50 minutos cada. Então corram agora pra assistir as 5 temporadas anteriores e divirtam-se!!!

domingo, 29 de maio de 2011

Todo Mundo Tem Problemas Sexuais


Todo Mundo Tem Problemas Sexuais é a adaptação cinematográfica da peça teatral homônima, de autoria de Domingos Oliveira , que tb dirige o filme. Aliás, Domingos deixa claro desde o início que fez questão de manter a atmosfera teatral no filme, ligando-o à montagem original da peça.

Trocando em miúdos, temos na telona cinco histórias de problemas sexuais, baseadas em cartas enviadas ao psicanalista Alberto Goldin, que foram publicadas na coluna Vida Íntima, do jornal O Globo.

As filmagens exclusivas para o cinema dessas cinco histórias são intercaladas com as cenas das apresentações no teatro e os ensaios. Em termos técnicos o filme é bem tosco, já que a fotografia é fosca, tornando as cenas escuras e o áudio das partes extraídas da peça teatral é bem ruim. Diria até que de péssima qualidade.

Já as histórias em si são divertidas (exceto o encontro as escuras) e contam com um trunfo chamado Pedro Cardoso. Apesar do elenco contar com nomes de qualidade como Cláudia Abreu e Orã Figueiredo (que tb encenaram a peça), é Pedro Cardoso quem interpreta as situações mais divertidas e faz valer o ingresso. Eu gostei mais da peça mas pra quem não assistiu, vale conferir o filme.

sábado, 28 de maio de 2011

Mötley Crüe - O Desabafo de Um Fã Brasileiro

Antes de iniciarem a leitura do próximo post, gostaria de esclarecer que o texto abaixo foi autorizado a ser publicado no Rodz Online pelo seu autor, o músico carioca, Criss Sexx. Apesar de respeitável e sincera, a epístola abaixo não foi redigida por mim ou alguém ligado diretamente ao Rodz Online e não representa necessariamente a opinião do Rodz Online, uma vez que concordo em alguns pontos com o Criss e discordo de outros. Na verdade, solicitei a autorização para publicar pq o que vale e realmente importa é a coragem, postura e o relato desse grande fã do Mötley Crüe.

abçs
Rodz


VINCE NEIL, SÃO PAULO, BRASIL 2010

Há mais ou menos um ano atrás (2010) fiquei sabendo que o Vince Neil iria fazer um show solo aqui no Brasil, mas na cidade de São Paulo. Sendo um fã desde 1984 (desde os oito anos de idade), eu não me importaria de fazer a rota do Rio de Janeiro – a cidade onde moro, apenas para ir ao show, e fazer o que fosse preciso para conhecer Vince e sua banda solo pessoalmente. O Mötley Crüe sempre foi a minha banda favorita, e posso dizer que gastei um bom dinheiro adquirindo sua coleção (incluindo piratas, itens ultra raros, como singles, itens em edições limitadas, boxed sets e o single original da Leathür Records “Stick To Your Guns”). Eu realmente trabalhei nesse objetivo, e consegui descobrir o hotel onde estariam hospedados com antecedência. Não é preciso dizer que fiz uma reserva lá (claro que era um hotel cinco estrelas caríssimo), e eu estava mais do que ansioso porque eu teria a chance de conhecer Vince.

No dia do show (seria quando eles estariam chegando a São Paulo, eu fiz um “early check in” no hotel e fiquei lá esperando por horas e horas. Ele estaria chegando no dia do show, então a banda ainda teria que fazer o soundcheck, era um show que aconteceria cedo. Por volta das 2 da tarde, não havia movimento algum no hotel, e percebi que havia algo errado. Eu chequei na recepção o que tinha acontecido, e eles me disseram (chegaram a me mostrar no computador do hotel) que a reserva deles tinha sido cancelada no dia anterior, às 23h00minh. Quando fiquei sabendo disso, eu corri do hotel, peguei um táxi e fiquei rodando pela cidade para ver se eu descobria onde
era o novo hotel em que ele estaria. Sem sucesso. Então fui para o lugar do show (Carioca Clube). Eu vi Vince e sua banda chegando lá. Isso só fez minha agonia piorar.

Eu tive sorte, pois um cara que eu conheço (amigão, você sabe quem você é) me disse onde o verdadeiro hotel era, mas ele me disse que era para eu ir para lá SOZINHO, imediatamente após o show. Eu já sabia qual seria o set list, e foi o que eu fiz. Peguei o primeiro táxi que vi e fui para lá. Chegar ao hotel foi fácil, mas então cinco ou seis outras pessoas também apareceram. Quarenta minutos depois, Vince e sua banda chegaram lá. Eu fui o primeiro a falar com ele. Ele assinou o meu single “Stick To Your Guns” e mais alguns CDs. Ele foi muito gentil, mas aí a segurança o mandou para seu quarto rapidamente. Dana Strum (Baixo, que também tocou no Slaughter) estava na banda e também foi muito gentil, dizendo que iriam para os seus quartos e viriam socializar conosco no bar do hotel.


O autor e Vince em 2010

Mas então apareceu uma garota (você sabe quem você é, sua vaca!) chegou lá depois de a banda ter subido para os quartos e começou a gritar. Um dos seguranças do hotel pediu que ela diminuísse o seu tom de voz – afinal já era noite e havia outros hóspedes lá (não preciso nem dizer novamente que era outro hotel cinco estrelas, super caro, e eu não podia ter mais esse
gasto fazendo outra reserva em um hotel como esse). A garota então começou a ofender o segurança, e seu então namorado começou a fazer o mesmo. O segurança em si foi bem educado, mas é claro, há um limite para tudo. Como o casal não parava de ofendê-lo, fomos todos colocados para fora do hotel (nessa hora havia mais ou menos umas vinte pessoas esperando). A confusão
ficou ainda pior quando o tal casal começou então a ofender todos os seguranças do hotel, que estavam apenas fazendo o seu trabalho. Então, para acabarem com a palhaçada, eles simplesmente colocaram uma cancela em torno do lugar. Quando a vaca viu que nada mais iria acontecer, ela despediu-se e disse que iria para a “balada”. Que vadia! Ela fez aquele escândalo, fez todos serem expulsos do hotel e foi embora. Estava frio e chovendo, e passei a noite de pé do lado de fora do hotel, sozinho, com fome, sede, não podendo usar o banheiro, até a hora que a banda saiu. Digamos que fiquei lá fora no frio e na chuva das dez da noite até as oito e meia da manhã do dia seguinte. Dana, Zoltan e Jeff (a banda solo do Vince) foram legais o suficiente para falar com a pequena multidão que estava lá por eles (umas trinta pessoas). Quando Vince finalmente deixou o hotel, ele apertou as mãos de todos pelo outro lado da cancela (ele levou,
com certeza, menos de um minuto para fazer isso), mas não tirou mais fotos com ninguém, e nem deu autógrafos. E aí eles foram embora.

Quando voltei para o Rio de Janeiro e carreguei a foto com o Vince no meu computador, para dizer a verdade, não pude parar de chorar compulsivamente. Eu tinha feito pelo menos 25% do meu maior sonho, conhecer o Mötley Crüe, tornar-se realidade! (Atire a primeira pedra o
headbanger que nunca ao menos chorou apenas assistindo o show de sua banda favorita… pude ver centenas deles chorando feito crianças no último show do Ozzy Osbourne aqui no Rio de Janeiro)


MINHA HISTÓRIA COM O MÖTLEY CRÜE (BRASIL, 2011)

No começo desse ano (2011), a turnê sul-americana do Mötley Crüe foi anunciada. Havia três shows confirmados, um em Santiago, no Chile, e outros dois em Buenos Aires, na Argentina. Teve uma estória que a banda também tocaria em São Paulo, mas para falar a verdade, eu rezava para que isso não acontecesse. Eu não estava disposto a passar por tudo que passei para encontrar Vince novamente. Então o show de São Paulo foi confirmado. As vendas começaram no dia cinco de abril. Eu comprei o meu ingresso pela internet às 00h02minh do mesmo dia, para garantir um bom lugar para ver a minha banda favorita de todos os tempos. Próximo passo – descobrir o hotel da banda. Depois de muita pesquisa sem sucesso, eu entrei em contato com um membro importante da produção americana que estava trazendo a banda para o Brasil (você sabe quem você é, muito, muito obrigado!), contando a ele tudo sobre a minha ligação com a banda, e ele me disse qual era o hotel. Eu fiz uma reserva de dois dias lá, que me custaram mais de R$2.000,00 (eu fiz um empréstimo de R$5.000,00 para isso, o que me fará ter que trabalhar, no mínimo, seis meses para pagar!)

A banda chegou a Santiago, no Chile, e depois de duas semanas tomando remédios para controlar a ansiedade, a hora estava chegando!!!! Eu teria a chance de tentar conhecer Nikki, Mick, Tommy, e ver Vince pela segunda vez!!!! Mas então recebi uma informação, aqui mesmo do Brasil, que eles ficariam em um hotel diferente do qual o cara da produção americana havia
me passado. Eu descobri o hotel em que eles estavam em Santiago, e liguei para lá duas vezes (sim, mais duas ligações internacionais para somar nas despesas), e consegui falar com o tal cara da produção. Ele confirmou a informação que tinha me dado, mas mesmo assim também fiz a reserva no outro hotel que me passaram aqui no Brasil. Se não fosse um, seria o outro. Eu tinha então duas reservas de dois dias feitas em dois dos mais caros hotéis de São Paulo. Eu tinha lido na internet que eles falaram com os fãs em Santiago, e eu não poderia perder essa chance… afinal, qualquer coisa pelo Mötley Crüe.

Cheguei ao hotel que o cara da produção me passou, fiz o “check in”, e fiquei no lobby desde as sete da manhã, no dia anterior ao show, quando eles estariam chegando do Chile. Passei o dia todo lá, e de repente o movimento de seguranças brasileiros começou. Então era aquele mesmo o hotel afinal. Mas era tarde demais para cancelar a reserva feita no outro hotel, eles me cobrariam um bom dinheiro do “no show” no meu cartão de crédito de qualquer forma. E ainda havia a possibilidade do Vince não ficar no mesmo hotel que a banda, como aconteceu em Santiago.

A equipe da banda chegou lá por volta das sete da noite, e eu falei com um dos caras. Ele me disse não sabia de nada sobre a banda, que tinham tomado um vôo diferente da equipe. Eu mencionei para ele o nome do cara da produção que me passou o nome do hotel, e só aí ele me disse então para esperar, para ver o que iria acontecer. A banda chegou ao hotel por volta
das nove e meia da noite, e havia, pelo que eu pude contar, pelo menos quinze seguranças brasileiros – perguntei a um deles a razão para tal, e ele disse que era uma exigência da banda aquele número de seguranças! E eles ainda têm os seus próprios seguranças, fora os do hotel… fui informado que cada membro da banda chegou a um carro diferente, e que todos eles já teriam entrado pela garagem do hotel. Perguntei novamente sobre a banda, e o mesmo segurança me disse que todos eles eram legais, exceto o Mick Mars (guitarrista). Ele também me disse que o Vince estava com a banda, o que tornaria as coisas menos difíceis.

Por volta das dez da noite, Vince desceu para o bar do hotel com uma loira de tirar o fôlego. Como eu também era hóspede, eu também tinha livre acesso ao bar. Apenas sentei lá e fiquei esperando uma oportunidade para falar com ele novamente, eu não queria perturbá-lo de forma alguma. Então duas adolescentes foram até a sua mesa pedir uma foto. Qualquer um podia
ver que não eram fãs, elas só queriam uma foto com uma celebridade. Ele tirou a foto com elas, e quando eu levantei para tentar também, o segurança disse que só seria possível mais tarde, pois ele iria jantar com a tal loira gostosa que estava com ele. Passei mais de três horas dentro
do tal bar e vi algumas das cenas mais ridículas que já pude presenciar. Vince estava com essa garota, beijando-a na frente de todos, e aí algumas pessoas da equipe da banda também chegaram. Nunca tinha visto ninguém beber tanto em toda a minha vida. De vinho a champanhe, de cerveja caipirinha… ele estava enchendo a cara!

Uma hora ou outra ele tirava uma ou duas fotos com alguém, mas nunca comigo. O seu assistente me disse para desistir, que o Vince estava bêbado, e que toda vez que isso acontecia ele saía de si. Eu perguntei a ele o seu nome e ele respondeu que “não era importante saber isso”. De repente esse cara decidiu que o Vince falaria com as pessoas que lá estavam esperando – mas apenas com as garotas gostosas (é claro que as feias também se aproveitaram da oportunidade). Eu fiquei muito puto! Mais tarde, o mesmo cara deixou o Vince tirar os fãs homens que estavam lá tirar fotos com ele também, mas não eu, novamente. Vince voltou a beber. Essa segunda mulher apareceu, uma loira quarentona, sentou-se ao seu lado e começou a conversar com ele. Mesmo estando com a primeira loira gostosa, ele também a beijava e a tocava, na frente de todos, apenas para se mostrar (obviamente). Mais tarde, um casal chegou lá, e eles foram chamados pelo tal assistente para ir tirar uma foto com o Vince, só porque a garota era bonita. Eles falaram para ele que eu deveria ter essa chance, pois eles não eram nem metade do fã que eu era. Ele insistiu dizendo que eles teriam a chance, porque a garota era gostosa. Eles tiraram a foto com o Vince, e eu continuei lá, esperando.

Depois de muito, muito tempo, esse mesmo cara finalmente me chama para tirar a foto
que eu tanto queria, mas Vince estava tão bêbado que mal podia falar, levantar-se ou entender uma palavra que qualquer um falasse com ele. A única coisa que ele se lembrava de fazer quando tirava fotos com as garotas gostosas era tentar beijá-las na boca e passar a mão em seus peitos ou bundas. Eu cheguei mais perto e esse assistente dele pediu para a loira quarentona levantar-se por uns instantes, para que eu pudesse sentar ao lado dele para que a foto fosse tirada. A tal mulher recusou-se a fazer isso, mas no final das contas ela sentou no colo dele e a foto foi tirada. Sim, uma foto do Vince completamente bêbado, com metade da minha cara e
metade da cara da vaca nela. Ele assinou alguns CDs para mim, mas estava tão fora de si que também queria assinar a caixa de souvenirs do Rio de Janeiro que eu tinha levado para ele.


Vince - o ébrio, e autor em 2011.

Outro cara da equipe fez questão de abrir a caixa para ver o que tinha dentro dela. Eu disse a ele qual era o seu conteúdo, mas ele deve ter achado que era alguma coisa como uma bomba.
Mais uma vez, Vince decide tirar fotos com as pessoas, e foi quando eu disse para o “inspetor de bombas” que eu era o único ali cuja foto tinha ficado péssima. Ele me disse para ir lá novamente e tirar outra foto, mas aí um fã idiota também chegou junto, fazendo caretas, e também acabou
saindo na foto. O “inspetor de bombas” estava tão bêbado que a foto saiu borrada, mas um pouco melhor do que a primeira que eu tinha conseguido. Eu sai do bar do hotel às três e meia da manhã, muito mais do que frustrado.

Na mesma noite, outras pessoas que eu conheço disseram que encontraram o Tommy Lee em algum clube alternativo GLS em São Paulo, mas que ele se recusou a tirar fotos e a dar autógrafos, e até mesmo a falar com eles… Eu não sei se essa história é verdadeira, mas alguém me disse que a primeira coisa que ele fez ao chegar ao hotel foi pedir que alguém arrumasse cocaína para ele.

Alguma coisa boa teria que acontecer no dia seguinte, o dia do show. Mas eu não vi nenhum dos membros da banda (eu estava de volta ao lobby do hotel às oito da manhã) durante o dia todo. Nikki estava usando o Twitter e estava claro que ele estava saindo do hotel pela garagem para passear pela cidade (eu tentei o acesso à garagem, mas era impossível ficar lá… disseram que um dos carros poderia ser roubado… essa é boa!). Encontrei então um pessoal legal de São Paulo que eu já conhecia e eles me ofereceram uma carona para o local do show, que era relativamente distante do hotel.

Chegamos lá, e teve o show do Buckcherry, a banda de abertura. Não curto muito o som deles, mas os respeito bastante – me disseram que eles trataram muito bem os fãs de São Paulo. Acabou sendo um bom show. Mas eu estava lá por causa mesmo do Mötley Crüe… o show deles começou uma hora e meia depois do horário marcado (coisas de Brasil). Eu estava lá, vendo a minha banda favorita tocar ao vivo!!!! Foi um bom show? Sim, foi demais, o show da minha vida… talvez por eles sempre terem sido a minha banda favorita. Nikki, Tommy, Mick e Vince cometeram vários erros tocando as músicas.

O show acabou, e voltamos logo para o hotel. Ouvimos dizer que o Vince pagou de seu próprio bolso ao pessoal do bar para que o mesmo ficasse aberto a noite inteira para ele, mas como havia uma multidão lá (cerca de vinte pessoas) ele nem mesmo apareceu. Aquele assistente idiota dele estava no lobby e no bar, convidando algumas gostosas para irem dar um simples “oi” ao Vince em seu quarto. Pelo menos eu acho que nenhuma delas aceitou o “gentil convite”, já que elas já sabiam que não seria um simples “oi” que o Vince ia querer.

Durante a espera, eu encontrei o cara da equipe com quem eu falei quando eles chegaram, Bobby. Ele foi muito gentil e nós conversamos um pouco, enquanto fumávamos do lado de fora do hotel. Eu disse a ele que eu tinha adorado o show mas que era uma pena eu não ter tido a chance de conhecer os caras da banda. Ele disse, “sim, eles não são pessoas muito sociáveis”.
Ele ficou com tanta pena de mim que me deu uma palheta do Mick Mars. perguntei a ele sobre o Mick, e ele me disse que, se eu tivesse sorte, até poderia conseguir alguma coisa com os outros três membros da banda, mas nunca com o Mick, devido a sua condição de saúde. No fim da noite, fui para o meu quarto às três e meia da manhã, ainda mais frustrado do que no primeiro dia.

Dezoito de maio, dia após o show. Eu tinha duas informações, a primeira era que a banda deixaria o hotel às onze da manhã, e a segunda era que isso aconteceria ás três da tarde. No desespero, mandei uma mensagem para o Nikki pelo Twitter dizendo “ei, Nikki, eu vim do Rio de janeiro para conhecê-lo e à banda, estou no lobby do hotel há três dias. Por favor desça e encontre-me, eu trouxe uns souvenirs do Rio para você”. Ele nem mesmo respondeu. Seu próximo post no Twitter foi que ele estava indo para um dos lugares mais perigosos da cidade. Algumas horas mais tarde, descobri que ele tinha ido à Cracolândia, ponto de venda de drogas na cidade. Era óbvio que ele preferiu ir comprar drogas a gastar cinco minutos falando com as dez pessoas que ainda estavam lá esperando por eles. Fiquei muito desapontado com isso. Às duas e meia da tarde os roadies começaram a reunir-se no lobby do hotel para irem embora, e tivemos a informação da segurança que não havia chance alguma da banda passar pelo lobby ao ir embora. Toda a equipe foi embora às três da tarde, em ponto. Talvez a banda tivesse ido também, mas fiquei lá só para ver o que ia acontecer em seguida. Os seguranças brasileiros ainda estavam lá, uns oito deles. Então era óbvio que a única razão para que ainda estivessem lá era que a banda também ainda estava lá. Nessa hora, do lado de fora do hotel, estava um caos total. Por causa do Mötley Crüe? Nem pensar. A banda adolescente McFly estava no mesmo hotel, e havia uma
centena de meninas adolescentes gritando cada vez que eles apareciam. Será que os caras do Mötley Crüe e sua equipe são tão imbecis a ponto de pensarem que elas estavam lá por causa deles?????? APOSTO QUE SIM!!!!!!

Às cinco da tarde Vince aparece no lobby com aquela primeira loura que mencionei. Havia cinco pessoas no hotel querendo falar com ele, que foram simplesmente ignoradas. O seu assistente (ah não, aquele idiota novamente) vez tudo o que ele pôde para manter as pessoas longe do Vince. E, honestamente, o próprio Vince não se importou com essas pessoas. Eu fiquei tão puto com toda essa atitude do Vince Neil que eu não mexi um músculo para chegar perto dele novamente. Ele assinou algumas poucas coisas para essas pessoas (não para todos, é claro), e estava claro que ele não queria esse tipo de abordagem dos fãs. Que atitude idiota. Seu assistente disse aos fãs que ele subiria para o seu quarto novamente, mas que voltaria em instantes para atendê-los, mas ele não apareceu mais. Então pensei que ainda teria a chance de encontrar os outros caras, já que o Vince tinha aparecido por alguns minutos. Não desisti por um segundo.

Foi quando um dos elevadores abriu e Mick Mars apareceu. Não tenho certeza, mas acho que quem estava com ele era o segurança do Nikki. Eu lembrei então de tudo o que tinha sido dito sobre Mick desde a sua chegada no hotel (o segurança brasileiro tinha dito que ele não era legal, aquele cara da equipe, o Bobby, me dizendo que era impossível chegar perto dele), mas eu não tinha mais nada a perder. Eu tinha que tentar. Eu cheguei mais perto, tentando dar a ele os souvenirs do Rio de Janeiro que eu tinha levado para a banda. Pensei então que o segurança gigante iria me dar uma porrada. Mick sorriu para mim e disse, “um presente? Para mim?”… Eu mal podia falar. Eu dei a caixa a ele, e perguntei se ele podia assinar o meu single “Stick To Your Guns”. Ele disse que seria um prazer. Enquanto ele assinava, ele conversava comigo, perguntando se eu tinha gostado do show, qual música eu tinha gostado mais, coisas assim! Eu disse a ele que não acreditava que eu estava tendo a chance de conhecê-lo, e ele disse, “relaxe, cara, o prazer é meu!”… O segurança gigante nem se mexeu para impedi-lo, e eu o agradeci por isso, depois de agradecer muito ao Mick Mars por ser um cara tão legal. Quando conheci o John Corabi (segundo vocalista do Mötley Crüe, que substituiu Vince Neil entre 1993 a 1996), ele me contou que o Mick era, de longe, o cara mais legal da banda. E ele estava certo!!!!! Então as outras quatro ou cinco pessoas que estavam lá também vieram falar com ele, e depois ele foi levado de lá. Antes de ir, ele agradeceu novamente pelo presente, mas ele mal sabe que foi ELE QUE ME DEU UM PRESENTE PARA A VIDA TODA.



Ninguém acreditaria como eu estava tremendo e me controlando para não chorar como uma criança. Foi exatamente como quando encontrei Vince pela primeira vez, quando ele foi um cara
legal. Não preciso dizer que isso foi um erro da segurança – eles deveriam tê-lo levado direto para a garagem, mas ele acabou sendo levado para o lobby. Mick Mars ajudou a realizar um sonho de vinte e sete anos, de um fã que hoje tem trinta e quatro. Após alguns momentos, a produção e os seguranças brasileiros começaram a sumir também, um a um, o que significava que o Mötley Crüe já tinha deixado o hotel, pela garagem, é claro. Mick Mars, o membro mais inacessível da banda fez valer a pena. Talvez por ele já ter passado por tantas coisas, ele já é mais velho, mais sábio. Ele sabe que um verdadeiro fã do Mötley Crüe nunca faria nada para machucá-lo.

CONCLUSÃO:

1 – NIKKI SIXX – ele fez o sonho de vinte e sete anos de um verdadeiro fã ir ralo a baixo. Ele é meu herói número um desde os oito anos de idade. Sempre apoiei a banda nos momentos bons e ruins. Continuei sendo um fã na época em que John Corabi era o vocalista. Eu acho que eu sou a única pessoa que conheço que tem aquele CD horrível do projeto “58″ que ele gravou. Ele já passou muitas coisas na vida (se as histórias nos livros “The Dirt” e “The Heroin Diaries” são realmente verdadeiras), nós, os fãs, e eu, pessoalmente, esperávamos uma postura mais madura e respeitosa para com o país que esperou trinta anos para ver a banda. Sinto em saber que ele
não se importou por um só minuto com os fãs brasileiros.

2 – TOMMY LEE – ele também ajudou a tornar um sonho de vinte e sete anos um verdadeiro pesadelo. O Mötley Crüe sempre foi a minha banda favorita, em qualquer circunstância. Sempre apoiei as idéias que ele trazia para a banda, as quais os fãs não apreciavam de forma alguma. Comprei seus CDs solo (que, bem no fundo, ele sabe que só foram vendidos para fãs de verdade como eu)… e o que dizer então do seu projeto Methods Of Mayhem? Quem ele acha que compra esses CDs? É difícil e triste, ao mesmo tempo, ver nosso baterista favorito e um de nossos maiores heróis se comportar como um rapper de merda. Gostaria mesmo de saber quantas cópias desses CDs foram vendidas. É algo que frustra saber que ele prefere estar na mídia como uma celebridade (saindo e casando com modelos famosas, socando fotógrafos e fazendo esse tipo de coisa) ao invés de estar na mídia por ser um dos bateristas mais respeitados em seu estilo musical.

3 – VINCE NEIL – Eu realmente pensei que ele fosse um cara legal. Conheci músicos que já trabalharam com ele, como Keri Kelli (guitarrista do Alice Cooper) e Brent Fitz (atual baterista do Slash) que faziam esse pensamento ainda mais forte, mesmo eles me dizendo que Vince às vezes é um idiota completo. Ele foi legal quando veio ao Brasil com sua banda solo. Talvez
por não ter vindo envolto no glamour de estar no Mötley Crüe? Por que essa atitude dessa vez? Totalmente desnecessária. Ele perdeu tanto na vida - seu amigo Razzle (baterista do Hanoi Rocks que morreu em um acidente causado por ele, por dirigir bêbado), todas as suas esposas, e sua filha Skylar. Tenho certeza que ela ficaria envergonhada ao saber que seu pai tem esse tipo de atitude com as mulheres, e que trata os fãs como se fossem moscas, pedindo que alguém os enxote dele.

4 - MICK MARS – Sem comentários… o que tinha que ser dito, já foi dito. Mesmo com todos os problemas de saúde, não se importou em gastar menos de cinco minutos de seu tempo atendendo uma meia dúzia de fãs.

Para todos os fãs da América do Sul: se vocês tiveram a sorte de encontrar os membros da banda, parabéns. Se não, apenas lembrem-se do tipo de pessoas com as quais vocês estão lidando quando tentarem encontrá-los. Ainda não entendo como esses caras deixaram as pessoas do Chile e da Argentina terem contato com eles, e aqui no Brasil foi um verdadeiro circo.

CONCLUSÃO FINAL:
O texto original, escrito em inglês, foi publicado na comunidade do site oficial do Mötley Crüe, e pode ser acessado no link abaixo:

http://www.motley.com/talk/19ff58-very-disappointed-fan-from-brazil/

Tem um monte de gente lá discutindo o texto, em sua grande maioria, achando que sou algum tipo de maluco, mas também há pessoas de bom senso que defenderam, ou ao menos entenderam o sufoco que é ser um fã de uma banda como o Mötley Crüe no Brasil. Quem puder entre lá, registre-se e dê uma força, para mostrar que nós, brasileiros, não somos o “lixo” que eles acham que somos. Abraços a todos.

Criss,

Rio de Janeiro,
e-mail: mrsexx@compuland.com.br

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Rodz Online no Facebook

Galera,

Hoje venho solicitar a ajuda de todos que costumam ler e gostam do Rodz Online.
Quem quiser dar uma força na divulgação do blog Rodz Online no Facebook, basta clicar no link aqui do post ou do menu lateral e curtir a comunidade!!! Vai lá... dá uma ajudinha.

Ajudem a divulgar o blog para seus amigos. O número de visitantes crescentes, seguidores e comentários é o que me estimula a continuar escrevendo sobre o que tem de melhor na música e no cinema.

abçs

Rodz

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mötley Crüe - Credicard Hall, São Paulo, 17/05/2011

Só tenho a dizer que foi uma noite histórica e felizmente eu estava lá para celebrar esse momento único! Depois de 30 anos de estrada da banda, e no meu caso, 20 anos de espera, finalmente tinha chegado a hora de ver o Mötley Crüe ao vivo. Pra uma banda que nunca fez sucesso no Brasil e que viveu seu auge em 1990, foi surpreendente ver o público formado em sua maioria por trintões e quarentões que quase lotaram o Credicard Hall, em São Paulo e certamente tb esperaram duas décadas pra conferir os caras ao vivo.


Esperar 20 anos pra ver o Mötley Crüe ao vivo e assistir um puta show...
Não tem preço

Com a formação clássica, composta por Vince Neil (vocal), Nikki Sixx (baixo), Mick Mars (guitarra) e Tommy Lee (bateria), o Crüe fez a alegria dos fãs em pouco menos de uma hora e meia. Sem as famosas explosões, lasers e demais pirotécnias, a banda não inventou e fez um show sem improvisos mas impecável. Com um som de qualidade e um setlist recheado de clássicos, escolhido a dedo para agradar aos fãs que viam a banda pela primeira vez, o Crüe subiu ao palco às 23:05h, entrando de sola com Wild Side, primeira faixa do album Girls, Girls, Girls, lançado em 1987, e causando histeria nos presentes. Saints of Los Angeles, única música do album mais recente, veio na sequência, e pela ótima recepção dos fãs, mostrou que já nasceu um clássico. Em seguida, quase que emendadas, Live Wire, clássico do album de estréia, e Shout at the Devil. Ambas cantadas em uníssono pelos fãs.



"Eu quero ouvi-los!!! Nós somos o Mötley Crüe. Vocês estão prontos para esta merda, hoje?", perguntou o vocalista Vince Neil antes de atacar com Same O' Situation. A banda toda estava visivelmente empolgada. Vince Neil, apesar de não ser um dos vocalistas mais técnicos, ainda é um grande frontman, e domina toda a extensão do palco com maestria. Nikki Sixx, baixista e principal compositor do grupo, se movimenta bastante e por diversas vezes faz contato com os fãs, se agachando e estendendo o braço para apertar suas mãos. Vale destacar o pedestal personalizado do microfone de Nikki Sixx que além de um design diferente ainda tem uma espécie de mola que o faz ficar balançando constantemente.







O lendário baterista Tommy Lee (aquele mesmo do polêmico vídeo pornô caseiro com a eterna salva-vidas de SOS Malibu, Pamela Anderson) também parecia muito feliz. Depois de tocarem Primal Scream, Tommy veio sozinho à frente do palco com uma garrafa de bebida e perguntou: "Quem quer uma dose?". Ovação. Depois entregou a garrafa para um fã e completou: "Beba e passe para trás. Acho que tem o suficiente para todos aqui, afinal eu comprei a garrafa grande".



Brincadeiras a parte, Tommy não esqueceu do típico discurso rasga-seda: "Finalmente chegamos, São Paulo, 'mother fucking' Brasil. Cara, nem acredito que estamos aqui. Só um minuto para eu olhar os rostos de vocês. Isso é incrível. Não sei por que demoramos tanto para vir para cá.", Em seguida, Tommy voltou a seu posto pra tocar a introdução de Home Sweet Home, em um teclado posicionado ao lado da bateria.

Mick Mars parece ser o único que destoa dos seus companheiros, talvez por conta da escoliose que há décadas prejudica seus movimentos pela dor na coluna. Com um chapéu preto afundado na cabeça, o guitarrista se move pouco e em diversos momentos chegou a se apoiar no cenário de fundo.



Os sucessos se sucederam com Don´t Go Away Mad (Just Go Away), Dr. Feelgood, Too Young to Fall in Love, Ten Seconds For Love, substituida pela Too fast for Love que havia sido executada no show do Chile e Smokin' in the Boys Room. Depois do playback do ronco dos motores das motocicletas Harley-Davidson, a indefectível Girls, Girls, Girls, um dos pontos altos do show, seguida de Kickstart My Heart que fechou a parte principal da apresentação.



No bis, Looks that Kill, encerrando o show. Aliás, aqui cabe um momento curioso e divertido. Vince perdeu o tempo pra entrar e esperou o segundo compasso. No entanto, na sequência, foi a vez do guitarrista Mick Mars antecipar as notas do refrão, fazendo com que Vince Neil abrisse os braços e um sorriso depois de se atrapalhar na letra. Nada que o público tenha se importado. O Mötley Crüe marcou todos os pontos possíveis em sua primeira passagem pelo Brasil.


Fim de festa. Fãs em êxtase.


Set-list Mötley Crüe:

Wild Side
Saints of Los Angeles
Live Wire
Shout at the Devil
Same Old Situation
Primal Scream
Home Sweet Home
Don't Go Away Mad (Just Go Away)
Guitar Solo
Dr. Feelgood
Too Young to Fall in Love
Ten Seconds For Love
Smokin' In The Boys Room
Girls, Girls, Girls
Kickstart My Heart

Encore:
Looks That Kill








domingo, 15 de maio de 2011

Mötley Crüe - Movistar Arena, Santiago, Chile, 14/05/2011

Esta chegando a hora do Brasil conferir o Mötley Crüe pela primeira vez!!! Ontem foi a vez do Chile que colocou mais de 12 mil pessoas no Movistar Arena. Depois de 30 anos de estrada, finalmente o Mötley Crüe se apresentou pela primeira vez no Chile e em breve vai saldar essa dívida também com o público tupiniquim.

O show começou pontualmente às 21:30 hs e de imediato a banda incendiou o público abrindo com Wild Side. O quarteto californiano se encarregou de entregar uma hora e meia de sucessos, tocando clássico atrás de clássico, que incluiu, entre outras, as músicas Girls, Girls, Girls, Smokin’ in the Boys Room, Shout At the Devil, Home Sweet Home, Live Wire, Kicksart my Heart e a surpresa da noite: Too Young to Falling Love. A apresentação deixou evidente que a banda já não mostra o mesmo vigor dos anos 80 e 90 mas satisfez os fãs do princípio ao fim. Para que não sabe ou perdeu carona no bonde, o Mötley Crüe nasceu em Los Angeles no início da década de 1980 e é uma das maiores bandas de hard rock de todos os tempos.



Set list:

1 – Wild Side
2 – Saints of Los Angeles
3 – Live Wire
4 – Shout At the Devil
5 – Same Ol’ Situation [S.O.S.]
6 – Primal Scream
7 – Home Sweet Home
8 – Don't Go Away Mad (Just Go Away) / Mick Mars Solo
9 - Dr. Feelgood
10 – Too Young To Fall In Love
11 – Too Fast For Love
12 – Smokin’ In The Boys Room
13 - Girls Girls Girls
14 – Kickstart My Heart

Bis:

15 – Looks That Kill








sábado, 14 de maio de 2011

Alice Cooper - Em Junho no Brasil


Quem também está chegando no Brasil no mês que vem é o mestre do rock horror show, Alice Cooper. Famoso por suas performances teatrais, Alice Cooper vem ao Brasil com a turnê “No More Nice Guy” para três apresentações. A nova tour começou na noite de 12 de Maio, na cidade de Elizabeth, Indiana, nos EUA e a promessa é que o mesmo repertório seja mostrado aqui (confiram o setlist mais abaixo).

Alice faz show nas seguintes cidades:

31/05 - Porto Alegre, no Pepsi On Stage
02/06 - São Paulo, no Credicard Hall
03/06 - Rio de Janeiro, no Citibank Hall

Inicialmente o músico tocaria em Curitiba, na data marcada para o dia 3 de junho, mas o show foi cancelado por "questões técnicas", segundo a produção e graças a suspensão, a apresentação foi transferida para o Rio de Janeiro na mesma data. Sorte minha.

Para o show do Rio de Janeiro, uma boa notícia, não vai ter a maldita pista Vip e os ingressos custam R$ 120 (pista), R$ 200 (poltrona) e R$ 240 (camarote) e podem ser comprados na bilheteria do Citibank Hall, no site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588 (válido para todo o país) e nos pontos de venda credenciados.



Set list do show:

- Vincent Price Intro -
The Black Widow [complete]
Brutal Planet
Eighteen
Is It My Body
Be My Lover
Halo of Flies
I’ll Bite Your Face Off
No More Mr. Nice Guy
Eighteen
Under My Wheels
Billion Dollar Babies
Only Women Bleed
Cold Ethyl
Clones (We’re All)
Muscle of Love
Feed My Frankenstein
Poison
Wicked Young Man
I Love The Dead (band)
School’s Out / Another Brick In The Wall

Elected

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mr Big - Finalmente confirmado no Brasil

Agora o negócio é sério!!!!! Tudo Confirmado...



09/07 - MR BIG
Banda convidada: JORN
Local: São Paulo - HSBC Brasil
Data: 9 de julho de 2011, sábado
Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
Classificação etária: 14 anos. Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Capacidade: 4500 pessoas

Informações e compra de ingressos:

(*) Pré-venda exclusiva para clientes HSBC dias 12 e 13 de maio. A partir do dia 14/05 (sábado), os ingressos começam a ser vendidos normalmente nos pontos de venda.
Informações e compra de ingressos:
BILHETERIAS DO HSBC BRASIL - Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio.
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 12h às 22h e domingos e feriados, das 12h às 20h)
COMPRA POR TELEFONE - Ingresso Rápido - Tel: 4003-1212
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 9h às 22h)
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);
COMPRA PELA INTERNET
(www.hsbcbrasil.com.br / www.ingressorapido.com.br)
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);
PONTOS DE VENDA CAPITAL, INTERIOR E OUTROS ESTADOS
Consultar www.ingressorapido.com.br
Taxa de Compra através da Ingresso Rápido
Compra em ponto-de-venda: 15% do valor do ingresso
Entrega em domicílio Grande São Paulo: R$ 15,00
Entrega em domicílio São Paulo Capital: R$ 10,00
Retirada na bilheteria: R$ 5,00

Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda da Ingresso Rápido. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei.

VALORES:
Pista Premium – R$ 360
Pista Premium 1/2 – R$ 180
Camarote – R$ 280
Camarote 1/2 – R$ 140
Frisas – R$ 220
Frisas 1/2 – R$ 110
Cadeira Alta – R$ 240
Cadeira Alta 1/2 – R$ 120
Pista 1º Lote – R$ 160
Pista 1º Lote 1/2 – R$ 80
Pista 2º Lote – R$ 180
Pista 2º Lote 1/2 – R$ 90
Pista Último Lote – R$ 220
Pista Último Lote 1/2 – R$ 110

* Clientes HSBC tem pré-venda exclusiva e 20% de desconto. O limite é de 04 ingressos por pessoa e a promoção não é cumulativa com outros descontos.

Estacionamento: Hot Valet (com manobrista) - R$ 20,00 (antecipado – adquirido junto com o ingresso) e R$ 25,00 (na hora)
Aceitamos dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners)
Não aceitamos cheques
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado

Sites relacionados:
www.freepass.art.br
www.hsbcbrasil.com.br
www.mrbigsite.com
www.jornlande.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

Rock in Rio 2011 - Escalação Fechada


Ontem foi confirmada a última banda do Rock in Rio, o Evanescence, que vai tocar no mesmo dia do Guns N' Roses. O Rock in Rio 2011 acontece entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro e as vendas estão bombando, surpreendendo até os organizadores do evento que não esperavam dos lotes de ingressos se esgotarem com tanta velocidade.

Aliás, esse fato confirma que enquanto em outras cidades as pessoas vão ao show por causa da música e dos artistas, no Rio de Janeiro, o povo gosta mesmo é de badalação. É óbvio que muitos fãs das bandas escaladas vão estar lá, é verdade, mas a maioria que ajudou a esgotar os ingressos do RIR não estão interessada na atração e sim no programa. Por esse motivo inúmeras atrações internacionais deixam de vir ao Rio... por falta do verdadeiro público. Só faltou o Exaltasamba no palco mundo do RIR. Apesar do Metallica e do Motorhead que valem a pena, eu vou ficar em casa e esperar pra assistir ao Judas e ao Whitesnake.



As atrações do evento serão divididas em dois palcos. O Palco Mundo é destinado a grandes bandas internacionais e nacionais. O Palco Sunset, por sua vez, vai promover encontros entre artistas consagrados e novos nomes da música nacional.


Abaixo o cast para cada dia do festival.

Dia Pop - 23 de setembro

Show de abertura: Paralamas do Sucesso e Titãs vão fazer o show de abertura, com a participação de Milton Nascimento, Orquestra Sinfônica Brasileira e Maria Gadú

Palco Mundo: Katy Perry, Elton John, Rihanna e Claudia Leitte
Palco Sunset: Móveis Coloniais de Acaju + Orkestra Rumpilezz + Mariana Aydar; Ed Motta + Rui Veloso + convidado; Bebel Gilberto + Sandra de Sá; The Asteroids Galaxy Tour + convidado


Dia Rock - 24 de setembro

Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol, Stone Sour, Capital Inicial e NX Zero
Palco Sunset: Marcelo Yuka + Cibelle + Karina Buhr + Amora Pêra; Tulipa Ruiz + Nação Zumbi; Milton Nascimento + Esperanza Spalding; Mike Patton/Mondo Cane + Orquestra Sinfônica de Heliópolis


Dia Metal - 25 de setembro

Palco Mundo: Metallica, Motörhead, Coheed and Cambria, Slipknot e Glória
Palco Sunset: Matanza + BNegão; Korzus + The Punk Metal Allstars; Angra + Tarja Turunen; Sepultura + Tambours du Bronx



Dia 30 de setembro

Palco Mundo: Shakira, Lenny Kravitz, Marcelo D2, Ivete Sangalo e Jota Quest
Palco Sunset: Buraka Som Sistema + Mixhell; João Donato + Céu; Cidade Negra + Martinho da Vila + Emicida; Monobloco + Macaco
Pista eletrônica: DJ Ingrid (Brasil), Renato Rathier (Brasil), Guy Boratto (Brasil), Guy Gerber (Israel), Luciano (Chile)


Dia Rock Alternativo - 1º de outubro

Palco Mundo: Jay-Z, Maná, Coldplay, Skank e Frejat
Palco Sunset: Cidadão Instigado + Júpiter Maçã; Tiê + Jorge Drexler; Zeca Baleiro + Concha Buika; Erasmo Carlos + Arnaldo Antunes


Dia 2 de outubro

Palco Mundo: Guns N' Roses, System of a Down, Evanescence, Pitty e Detonautas
Palco Sunset: The Monomes + David Fonseca; Mutantes + Tom Zé; Titãs + Xutos & Pontapés; Marcelo Camelo + Convidado

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mr Big - Formação Original em Julho no Brasil

Boa notícia para os fã do Mr. Big. Ano passado a gravadora da banda anunciou através de uma coletiva de imprensa que o grupo faria uma turnê para promover o novo album (What If...) em 2011 e que a turnê começaria em março pela América do Sul! Depois de nada se confirmar, parece que agora os caras vem mesmo... A produtora Abstratti já confirmou através de seu twitter a apresentação do Mr. Big no dia 10 de julho (domingo) no Bar Opinião em Porto Alegre. Já o show de São Paulo está agendado para odia 9 de julho mas sem local definido até o momento. A promessa é de que outras cidades brasileiras ainda podem ser incluidas na agenda da banda. Vale lembrar que no site oficial do Mr. Big, até o momento não constam datas além do mês de Junho, vamos aguardar mais informações.


sábado, 7 de maio de 2011

Mötley Crüe - Home Sweet Home

Como um fanático de carteirinha pelo Mötley Crüe, há muito tempo que quero escrever sobre um single em especial da banda, a baladinha "Home Sweet Home". Originalmente lançada em 1985 no album Theatre of Pain e posteriormente em 1991 na coletânea Decade of Decadence, quando ganhou um remix e um novo video, "Home Sweet Home" é sem sombra de dúvidas um dos maiores sucessos do grupo e já foi gravada por uma série de artistas, entre eles, a vencedora do American Idol 8, Carrie Underwood.

Além de ser uma grande música, "Home Sweet Home" carrega uma série de curiosidades... quando seu single foi lançado em 1985, a música ganhou um video que mostra diversas cenas da banda ao vivo. Algumas dessas cenas foram filmadas em Houston, Texas, no The Summit Arena durante a Theatre of Pain tour. A banda tocou "Home Sweet Home" duas vezes nessa noite para ter mais imagens para o video.

Em 1991, a música foi remixada e relançada como um single intitulado "Home Sweet Home '91". Essa nova versão entrou na primeira coletânea da banda que comemorava os dez anos de carreira do Crüe, Decade of Decadence. A música alcançou a posição #12 no ranking do VH1's das melhores power ballads de todos os tempos.



Com frequência "Home Sweet Home" é citada como referência em se tratando de power ballads, e seu sucesso foi considerado um prelúdio para as formulas de marketing utilizadas por outras bandas de Hard Rock no fim dos anos 80. Em seu lançamento original, "Home Sweet Home" alcançou a posição #89 no ranking da Billboard Hot 100, e o remix "Home Sweet Home '91" chegou ao #37 em 1992. "Home Sweet Home '91" foi a última música do Mötley Crüe a atingir o American Billboard Top 40.

"Home Sweet Home" foi regravada por vários artistas, entre eles, o vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, que gravou um single com vocais de apoio do próprio Mötley Crüe para reverter as vendas em ajuda as vítimas do furacão Katrina. O Limp Bizkit gravou uma versão para seu Greatest Hitz e a banda 30 Foot Fall também incluiu uma versão de "Home Sweet Home" como bonus track no album Ever Revolving, Never Evolving. A banda Radio Cult também gravou a música no album Retroactive de 2007, além do ex-vocalista do Mötley Crüe, John Corabi, que na minha opinião, gravou uma das melhores versões da música.

A última a gravar foi Carrie Underwood que registrou sua versão em 2009 para o American Idol season 8 send-off song. A versão de Carrie Underwood debutou em 28 de março de 2009, na posição #21 da Billboard Hot 100, baseada nas vendas digitais. A "Home Sweet Home" de Carrie Underwood também fez bonito no Hot Country Songs chart, alcançando o #52. Na Billboard Hot Digital Songs chart, fez melhor ainda, alcançando o #10. Carrie Underwood cantou "Home Sweet Home" ao vivo, em 19 de maio de 2009 na performance final da oitava temporada do American Idol.



Confiram agora o video com a versão original e várias outras versões interessantes de "Home Sweet Home"












quinta-feira, 5 de maio de 2011

Iron Maiden - Incidentes no Brasil

O Iron Maiden visitou o Brasil tantas vezes que já é coisa nossa. Agora o que muitos fãs não sabem é que a banda já passou por poucas e boas em terras brasileiras.

Os pequenos incidentes ocorridos nos dois shows do Rock in Rio, tanto em 1985, com o acidente de Bruce Dickinson com a sua guitarra em “Revelations”, quanto na terceira edição em 2001, pela quase invasão de palco por um fã, foram café pequeno já que não interferiram na performance do grupo em cena.

Assim sendo, vamos relembrar alguns fatos marcantes que comprometeram e até impossibilitaram o início ou a continuidade de shows da Donzela no Brasil.






Virtual XI World Tour
02/08/1998 – Metropolitan (Rio de Janeiro/RJ)



É preciso dizer que essa apresentação entrou para o currículo da banda de uma forma negativa. Particularmente eu me lembro bem desse show pq estava lá e um fato ocorrido me chamou atenção: Depois da execução do hino “Iron Maiden”, normalmente a banda sai do palco retornando em seguida para o bis. Pois é... os caras não voltaram, as luzes se acenderam e os roadies começaram a desmontar tudo. Foi a primeira apresentação da história do Maiden em que os músicos não retornaram ao palco para o tradicional bis.
De acordo com o diário da turnê, Steve Harris justificou o fim do show por conta do forte calor que fazia dentro do metropolitan devido à superlotação e os protestos contundentes contra Blaze Bayley. Sem contar que o guitarrista Janick Gers foi "presenteado" com uma lata de cerveja na cabeça, presentinho da platéia revoltada com a performance de Blaze.


Virtual XI World Tour
04/08/1998 – Estádio Brinco de Ouro (Campinas/SP)

Cerca de duas horas antes do horário marcado para o início do show, uma forte chuva caiu em Campinas, e acabou obrigando o IRON MAIDEN a cancelar a apresentaçãos que faria na cidade, no Estádio Brinco de Ouro. Por conta do cancelamento um quebra-quebra generalizado se iniciou e equipamentos de som e de luz (montados no palco) foram destruidos, assim como alguns veículos que estavam estacionados nas redondezas do estádio. O Hospital Municipal Mário Gatti acabou atendendo dezenas de feridos no tumulto. A organização do evento estimou, somente em equipamentos eletrônicos, R$ 200 mil em prejuízos. A diretoria do Guarani não se manifestou sobre o dinheiro necessário para reparar os vidros e os banheiros quebrados.

A banda chegou a sobrevoar o estádio de helicóptero, mas acabaram cancelando a descida depois de receberem a informação de que os equipamentos de palco haviam sido danificados pela chuva. Os seis mil fãs que compareceram ao Estádio Brinco de Ouro só receberam o aviso sobre o cancelamento duas horas depois da decisão da equipe do Maiden e quinze minutos antes do horário previsto para o início do espetáculo. Cerca de cem policiais foram acionados para contornar o tumulto – com balas de borracha e gás lacrimogêneo – e muito corre-corre.



The Final Frontier World Tour
27/03/2011 – HSBC Arena (Rio de Janeiro/RJ)



O mais recente incidente do Maiden no Brasil aconteceu recentemente, quando logo no início da primeira música a grande que separava o público e o palco não suportou a pressão de mais de doze mil pessoas e cedeu. A banda continuou tocando mas se retirou do palco depois que o vocalista Bruce Dickinson pediu paciência para que se tentasse reparar a grade. Cerca de trinta minutos depois o vocalista retornou e informou que por motivos de segurança o show seria adiado para o dia seguinte. Entre vaias e revolta, nem mesmo os apelos de Bruce Dickinson para que os fãs não quebrassem nada conseguiram evitar a confusão que se formou. De acordo com fãs entrevistados pelo portal G1, houve tumulto e depredações – de cadeiras a alambrados – no setor três da plateia. Felizmente ninguém se feriu e o show transcorreu normalmente no dia seguinte.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Thor - Resenha

Mesmo com a dificuldade de se adaptar personagens das HQs para as telonas, com a direção de Kenneth Branagh, o filme Thor (2011) é a prova de que a Marvel Studios acertou na mão mais uma vez. Depois do estrondoso sucesso de Homem de Ferro (2008) e até mesmo do mediano O Incrível Hulk (2008), a Marvel Studios já tinha mostrado que quando assumiu a frente das produções de seus personagens já estava preparada pra lidar com a pressão da legião de fãs e com os milhões de dolares necessários para produzir filmes de qualidade.



Baseado no personagem da mitologia nórdica, Thor é mais uma das criações de Stan Lee e como não podia deixar de ser, é uma grande apresentação dos personagens e de todo o seu universo. Mas não se enganem, Branagh consegue agradar os fãs e até mesmo os civis (público geral). Isso pq o diretor usa de forma inteligente todos os elementos do universo de Thor, como a rivalidade entre os reinos de Asgard e Jotunheim, lar dos gigantes do gelo, o que garante as melhores cenas de ação do filme. Os conflitos entre Thor e seu meio-irmão Loki tb estão lá, rendendo boas cenas e até mesmo toques de humor recheiam o filme.



Tudo parece funcionar bem, com fotografia soberba, principalmente nas tomadas de Asgard, efeitos especiais bem feitos e figurinos perfeitos, sem cairem na armadilha de se tornarem carnavalescos. O elenco também faz bonito, com destaques para Anthony Hopkins no papel de Odin, Chris Hemsworth como o deus do trovão e Tom Hiddleston, com a excepcional atuação de Loki, o deus da mentira. Apesar da minha querida Natalie Portman estar no filme no papel da cientista humana Jane Foster, personagem que tem um papel fundamental no desenrolar da trama, a capacidade de atuação de Natalie é pouco exigida.



A história consegue trilhar bem o rumo dos quadrinhos, tomadas algumas liberdades para melhor adaptar o filme ao público em geral , o que não atrapalha em nada, uma vez que existe também a necessidade de preparar terreno para o futuro filme dos Vingadores, no qual reunirá todos os personagens apresentados pela Marvel studios nos últimos filmes, como Thor, Homem de Ferro, Hulk e Capitão América.

Uma pena que os personagens de Lady Sif (Jaimie Alexander), Hogun (Tadanobu Asano), Fandral (Josh Dallas) e Volstagg (Ray Stevenson), muito bem retratados por sinal, acabaram tendo pouco espaço. Esperava mais. Tem tb uma participação não creditada, quase que relâmpago, de Clint Barton, o Gavião Arqueiro, interpretado por Jeremy Renner.



Só pra constar...a utilização do recurso 3-D é praticamente inútil e fora algumas cenas de Asgard, seria totalmente dispensável. Pelo valor que cobram pelo ingresso , recomendo assistir no formato normal mesmo, sem mencionar que os óculos são um incomodo. Bom, é isso. Valeu a pena esperar por essa estréia do Thor nas telonas. Mais que Recomendado.



PS: Como já é de costume nos filmes da Marvel, no final dos créditos de Thor, existe uma cena extra que mostra Nick Fury de posse do Cubo Cósmico e já indica o que esta por vir no filme "Os Vingadores".

domingo, 1 de maio de 2011

Poison'D - Calabouço, Rio de Janeiro, 29/04/11

Quem foi na última sexta ao Calabouço Heavy & Rock Bar, se divertiu muito ao som de Whitesnake e Poison com as competentes bandas Snakebite e poison'd! O ambiente remeteu aos tempos áureos dos anos 80, com visual típico, belas garotas e muito Hard Rock. Infelizmente eu não anotei os sets mas rolaram todos os clássicos que se espera de ambos os grupos. Abaixo alguns videos do Poison'd. Não achei videos do Snakebite, mas se alguem tiver e quiser contribuir é só me mandar o link.







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