terça-feira, 27 de setembro de 2011

Premonição 5 - Resenha


Não tem como ser diferente, Premonição 5 faz juz a expressão “mais do mesmo”. Os fãs não terão do que reclamar, afinal de contas, esse quinto filme segue exatamente o mesmo padrão dos demais da franquia. Desta vez a história começa com um grupo de oito colegas de trabalho que acabam escapando da morte de um desabamento de uma ponte em reformas, tudo, graças a já famosa premonição de um dos envolvidos. Nada de novo e o restante vocês também já conhecem: a morte não pode ser enganada e vai voltar pra buscar cada um dos sobreviventes que deveriam ter partido pra terra dos pés juntos.


Mas se é tudo a mesma coisa, qual o motivo de dedicar um post a Premonição 5? Apesar do elenco ser fraco, a sequência em que a galerinha escapa da morte no desabamento da ponte é de tirar o fôlego e os efeitos visuais são um desbunde. Outro ponto positivo foi que, no meu entender, esse foi o filme de terror que melhor se utilizou dos efeitos em 3-D, aproveitando cada situação possível pra aumentar a intensidade das cenas.

Temos também a volta do ator Tony Todd (o famoso Candyman), que fez o papel do misterioso agente funerário, William Bludworth, nos dois primeiros filmes da franquia. Pra quem não sabe ou não lembra, o agente sempre sabe detalhes da morte e existe a teoria de que ele possa ser a própria morte, brincando com aqueles que tentam enganá-la.

O último destaque é que o roteiro de Eric Heisserer trouxe três ótimas sacadas: A primeira é que nos é apresentada uma teoria de que se um dos sobreviventes matar uma outra pessoa, estaria fazendo uma troca com a morte, utilizando os anos de vida de quem morreu na troca. A segunda é na maneira como esperamos que os personagens sejam mortos. Na verdade, tudo é uma grande pegadinha para o que ainda está por vir. E a terceira e melhor sacada é justamente com um final que remete com criatividade ao primeiro filme da série (nem adianta que não posso contar) e acaba sendo a melhor idéia desse Premonição 5.

Pra fechar a série, um video clip mostrando as mortes de todos os filmes anteriores, logicamente adaptado para o formato 3-D, com vidros, vergalhões e tudo mais, saltando da tela de encontro ao espectador.  Ah...o clip final tem uma trilha sonora da melhor qualidade, AC/DC "If You Want Blood... You Got it". Premonição 5 tem cenas violentas, bem trash mesmo, mas vai bem pra assistir com os amigos e muita pipoca.

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domingo, 25 de setembro de 2011

Rock in Rio - O início

Aproveitando que estamos em pleno Rock in Rio, vamos dar um confere em como se iniciou o projeto para o festival segundo trechos do livro ROCK IN RIO -  A HISTÓRIA DO MAIOR FESTIVAL DE MÚSICA DO MUNDO, de Luiz Felipe Carneiro


"Todos numa direção, uma só voz, uma canção..."
Estes eram os versos de abertura do tema que o maestro Eduardo Souto Neto, velho comandante da banda de Roberto Carlos, compôs para o Rock In Rio, e que a Globo, patrocinadora do festival e que transmitiu o evento ao vivo para o Brasil e gerou imagens para cerca de 60 países, se encarregaria de enfiar à força na cabeça de cada brasileiro. Até que eles começassem a ecoar muito além da Cidade do Rock, no entanto, percorreu-se um longo caminho. Na verdade, se os superastros do pop/rock internacional caminhavam "todos numa direção" naquela época, só podia ser para o mais longe possível daqui. Freddie Mercury tentou enxotar os artistas brasileiros do caminho de seu camarim e ouviu um coro: "Viado!"

"A fama do Brasil era péssima", lembra Roberto Medina, que até tinha lá as suas credenciais para impressionar gringo (em 1980, trouxera um desconfiado Frank Sinatra para cantar no Maracanã). "Em 1984, viajei para Los Angeles na tentativa de fechar os primeiros contratos. Fui com vídeos, plantas, esquemas... Em 70 reuniões, ouvi 70 nãos. 'Vocês roubam equipamento, não pagam cachê, não têm luz...', eles diziam." Nem dá para culpar os estrangeiros: as raríssimas visitas pop ao Brasil até então tinham realmente, quase todas, terminado em barracos embaraçosos.

E, para instalar a pulga mais confortavelmente atrás da orelha dos empresários das bandas estrangeiras, o projeto era mesmo um show de megalomania: 500 mil metros quadrados de área total para o evento, com helipontos, lanchonetes, bares e minisshoppings de 25 lojas cada a leste e a oeste do palco; este, ou melhor, estes (já que se trataria de uma base giratória comportando três palcos), com 80 metros de boca de cena, a maior do mundo. "Na primeira reunião, Jim Beach, manager do Queen, olhou aquilo e confessou: 'Se um americano me mostra esse projeto, eu dou risada'", conta Medina. Beach, porém, acabou convencido.

O aval do Queen, habituado a aparatos gigantescos de produção, foi importante para alavancar o evento. O grupo de Freddie Mercury foi a segunda atração estrangeira a fechar contrato (Ozzy Osbourne deu o primeiro OK) e a notícia tornou outros artistas mais receptivos. "O festival foi todo preparado para o Queen", opina Dé, na ocasião, baixista do Barão Vermelho. "A estrutura de palco e de luz era a deles." Medina não desmente totalmente. "O grid de luzes do evento era o deles. A isso eu somei um projeto de iluminação do Peter Gasper, que envolvia outros detalhes, como iluminação de platéia. Mas realmente tinha um movimento hidráulico das luzes que só entrava em cena no show deles."

Até o Queen assinar, Medina e seus dois escudeiros, Oscar Ornstein (então com 73 anos; hoje já falecido) e Luiz Oscar Niemeyer (que dali saiu para dar seqüência à história dos megashows no país, com a Mills & Niemeyer, e hoje é presidente da gravadora BMG-Ariola) deram trombada atrás de trombada. Com as bandas heavy metal, em princípio, houve diferenças de estilo e atitude. "Eu só ando de terno e gravata", diz, categórico, um Medina vestido exatamente assim, na sede de sua empresa Artplan, no Rio. "Cheguei dessa forma numa casa em Beverly Hills para assinar com o Iron Maiden. Me recebe na porta um cidadão de cueca, com uma barba enorme, cheia de macarrão pendurado. Sentamos para levar um primeiro papo, ele continuou comendo, nem se preocupou em tirar o macarrão da barba. Nos despedimos, saí, virei para o Oscar e disse: 'Assim não vai dar, vamos comprar uns jeans, os caras devem estar achando que eu sou do FBI!'."

No fim das contas, o metal acabaria sendo o estilo dominante no Rock In Rio, com cinco bandas: Iron Maiden (que, por problemas de datas, se apresentou apenas na noite de abertura, quando dois shows eram a regra no festival), Scorpions, AC/DC, Ozzy e Whitesnake ­ esses últimos entrando em cima do laço para substituir o Def Leppard, cujo baterista, Rick Allen, sofreu o acidente de carro que o levaria a amputar o braço esquerdo na noite de Ano- Novo, a 11 dias do início do evento.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

20 Músicas para se Ouvir no Ipod - Megadeth


Dando sequência a série "20 músicas para se ouvir no Ipod", sempre com 20 músicas escolhidas pra quem não conhece muito das bandas em destaque e quer fazer um apanhado com as faixas mais populares e grandes hits e singles de cada uma.

Seguem 20 músicas de uma das minhas bandas preferidas e um ícone do thrash metal: Megadeth



1-Skull Beneath the Skin (Killing is My Business)
2-Wake Up Dead (Peace Sells...But Who's Buying?)
3-Peace Sells (Peace Sells...But Who's Buying?)
4-In My Darkest Hour (So Far, So Good...So What!)
5-Holy Wars ...The Punishment Due (Rust in Peace)
6-Hangar 18 (Rust in Peace)
7-Tornado Of Souls (Rust in Peace)
8-Skin O' My Teeth (Countdown to Extinction)
9-Symphony Of Destruction (Countdown to Extinction)
10-Sweating Bullets (Countdown to Extinction)
11-Reckoning Day (Youthanasia)
12-Train Of Consequences (Youthanasia)
13-A Tout Le Monde (Youthanasia)
14-Trust (Cryptic Writings)
15-She-Wolf (Cryptic Writings)
16-I'll Be There (Risk)
17-Dread And The Fugitive Mind (The World Needs a Hero)
18-Die Dead Enough (The System Has Failed)
19-Washington Is Next! (United Abominations)
20-44 Minutes (Endgame)

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domingo, 18 de setembro de 2011

Guns N' Roses - 20 Anos de Use Your Illusion


Ontem marcou o aniversário de 20 anos dos lançamento dos lendários albuns duplos "Use Your Illusion", do Guns N' Roses. Inicialmente, o trabalho seria lançado como um único album duplo, mas devido a quantidade de material, a banda resolveu ousar e presenteou os fãs em dose dupla. Apesar de seguir as tendências hard rock do album de estréia (Appetite for Destruction), nesse novo trabalho o Guns apresentva novos elementos no seu som, como o blues, música clássica, muitos teclados e piano e até levadas country.




Muitas músicas presentes nos albuns foram escritas nos primórdios da banda mas acabaram de fora de Appetite for Destruction, caso das faixas "Back Off Bitch", "Bad Obsession", "Don't Cry" (citada por Axl durante a turnê como "a primeira música que eles escreveram juntos"), "November Rain" e "The Garden". Outra novidade para os fãs foram uma série de músicas cantadas por outros membros da banda como "14 Years" , "Dust N' Bones", "You Ain't the First" e "Double Talkin' Jive", cantadas pelo guitarrista Izzy Stradlin e  "So Fine", que ganhou os vocais do baixista Duff McKagan.




Pra quem já leu a biografia do guitarrista Slash, sabe bem que a banda passou por uma série de complicações no processo de gravação até o lançamento dos albuns. Diversas músicas foram refeitas e a banda (leia-se Axl Rose) tinha dificuldades em obter a sonoridade final dos albuns, em especial durante a etapa de mixagens. Segundo reportagem da revista Rolling Stone do ano de 1991, depois de mixar 21 faixas com o engenheiro e produtor Bob Clearmountain, Axl ordenou que as mixagens recomeçassem do zero com o engenheiro Bill Price.

Slash conta ainda em sua biografia que muitas vezes estava no estúdio quando uma faixa tinha sua mixagem finalizada e então era enviado um mensageiro até a casa de Axl, com uma fita para aprovação do vocalista. Muitas vezes o mensageiro voltava com uma série de mudanças definidas por Axl e todo trabalho era refeito. Esse processo exigia horas de trabalho até que uma única música ficasse do agrado de Axl. Slash afirmou também que a maior parte das músicas em UYI foram compostas em um violão, em algumas noites, em sua casa (a Walnut House), após muitos meses de inatividade da banda.




E se Use Your Illusion fosse apenas um album?? O meu track list seria o seguinte:

Estranged
Civil War
November Rain
Knockin' on Heaven's Door
You Could Be Mine
Dead Horse
14 Years
Yesterdays
Pretty Tied Up
Get in the Ring
Double Talkin' Jive
Don't Damn Me
Bad Obsession
Back Off Bitch


e o seu?

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Whitesnake e Judas Priest - Citibank Hall, RJ, 11/09/2011


Fiquei devendo mas finalmente vou comentar sobre o showzaço das bandas Judas Priest e Whitesnake no último domingo, no Citibank Hall, Rio de Janeiro. Com um excelente público, beirando a casa das seis mil pessoas, fomos brindados com mais de 3h e ½ de hard rock e heavy metal da melhor qualidade.




O Whitesnake teve a missão de abrir os trabalhos e por conta disso só pode utilizar metade do palco. Às 21h30 em ponto o vocalista e líder da banda David Coverdale, atacou de "Best years", do álbum "Good to be bad".  O Whitesnake está promovendo o seu último trabalho, o álbum "Forevermore" e prosseguiu o show alternando clássicos com as novas canções de "Forevermore". Depois de tocar "Love ain't no stranger", Coverdale rasgou uma seda para a cidade, dizendo estar muito feliz de estar de volta ao Rio de Janeiro. Durante o hit "Is this love?", uma fã mais exaltada atirou um sutiã vermelho no palco, que foi arrematado pelo guitarrista Doug Aldrich. Falando na banda, também nas guitarras, o excelente Reb Beach, Michael Devin no baixo e Brian Tichy na bateria.




Durante 75 minutos o Whitesnake intercalou clássicos como "Give me all your love", "Here I go again" e "Still of the night" com as canções novas como "Steal your heart away", "Love will set you free" e "Forevermore". Coverdale cantou no estilo capela "Soldier of fortune" e fechou com "Burn", relembrando seus tempos de Deep Purple. Senti falta de "Fool for your loving" e "Bad Boys". O show foi bem legal mas um ponto negativo foi que as músicas estavam um tom abaixo do original. Mas valeu assim mesmo.





Depois de um pequeno descanso, às 23h15 foi a vez do Judas Priest apresentar para os cariocas a "Epitaph" tour, que marca a despedida da banda as grandes tours mundiais. O Judas Priest, que conta com o vocalista Rob Halford, o guitarrista Glenn Tipton, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e o guitarrista Richie Faulkner, que substitui K.K. Downing, pincelou toda a sua carreira, tocando músicas de quase todos os álbuns e usou e abusou dos efeitos pirotécnicos, como labaredas, muito gelo seco e várias sequências de lasers que criam um espetáculo visual sensacional. No fundo, imagens projetadas das capas dos discos e pequenos videoclipes para criar o clima para as músicas executadas.




Rob Halford não poupou esforços na mudança dos figurinos e exibiu sua vasta coleção de casacos de couro. Os pontos altos foram em "Prophecy", onde o vocalista entrou no palco encapuzado com um cajado na mão, representando o lendário Nostradamus. Já em "Hell bent for leather", como não podia ser diferente, Halford entrou com a tradicional Harley e antes de "Youve got another thing comin", uma rasgação de seda para o Brasil, com o vocalista entrando enrolado na bandeira brasileira. A música ainda recebeu os acordes iniciais do hino nacional brasileiro, executados pelo guitarrista Richie Faulkner, que levou o público ao delírio.





Depois de aproximadamente 2 horas de pauleira, o Judas mostrou que tem muita lenha pra queimar e deixou os cariocas em estado de graça. Aula de metal.

Fotos por Grabriela Magnani

Whitesnake Set List:
Best Years
Give Me All Your Love
Love Ain No Stranger
Is This Love
Steal Your Heart Away
Forevermore
Guitar Duel
Love Will Set You Free
Drum Solo
Here I Go Again
Still Of The Night
Soldier of Fortune
Burn

Judas Priest Set List:
Rapid Fire
Metal Gods
Heading Out to the Highway
Judas Rising
Starbreaker
Victim of Changes
Never Satisfied
Diamonds & Rust
Dawn Of Creation
Prophecy
Night Crawler
Turbo Lover
Beyond the Realms of Death
The Sentinel
Blood Red Skies
The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown)
Breaking the Law
Painkiller

Bis:
The Hellion / Electric Eye
Hell Bent for Leather
Youve Got Another Thing Comin

Bis 2:
Living After Midnight



















domingo, 11 de setembro de 2011

Hoje é dia de WHITESNAKE e JUDAS PRIEST no Citibank Hall



Hoje é dia de assistir a dobradinha WHITESNAKE e JUDAS PRIEST  no Citibank Hall!!! Lembrando que no caso do Judas, a tour é chamada de Epitaph por ser o último giro mundial prometido pela lendária banda de heavy metal.




Ambas as bandas já dividiram o palco da Arena Anhembi na noite de ontem, sábado (10/09), em São Paulo. Confiram os set lists apresentados ontem:

Set list WHITESNAKE:

- Best Years
- Give Me All Your Love
- Love Ain't No Stranger
- Is This Love
- Steal Your Heart Away
- Forevermore
- Guitar Duel
- Love Will Set You Free
- Drum Solo
- Here I Go Again
- Still Of The Night
- Soldier of Fortune (DEEP PURPLE cover)
- Burn / Stormbringer (DEEP PURPLE cover)

Set List JUDAS PRIEST:

- Rapid Fire
- Metal Gods
- Heading Out To The Highway
- Judas Rising
- Starbreaker
- Victim Of Changes
- Never Satisfied
- Diamonds & Rust (JOAN BAEZ cover)
- Night Crawler
- Turbo Lover
- Beyond The Realms Of Death
- The Sentinel
- Blood Red Skies
- The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown) (FLEETWOOD MAC cover)
- Breaking The Law
- Painkiller

Bis:

- The Hellion
- Electric Eye
- Hell Bent For Leather
- You've Got Another Thing Comin'

Bis 2:

- Living After Midnight



sábado, 3 de setembro de 2011

Planeta dos Macacos: A Origem

Depois do filme dirigido por Tim Burton em 2001, confesso que não tinha muitas expectativas antes de assistir ao novo filme da franquia de ficção científica, "Planeta dos Macacos: A Origem" (Rise of the Planet of the Apes), que na verdade é um prelúdio à já famosa conhecida série, mas acabei tendo uma grata surpresa. Começando com os efeitos visuais da melhor qualidade. Chimpanzés, orangotangos e gorilas deixam os espectadores na dúvida, se aquilo que se vê na tela é mesmo computação gráfica ou se são animais de verdade, tamanho o realismo.

A grande atração do filme é o protagonista, César, o chimpanzé super inteligente que ganhou vida graças à tecnologia da Weta é ao soberbo trabalho do ator Andy Serkis, famoso por dar vida também ao personagem Golum em O Senhor dos Anéis. Serkis aliás, se especializou na técnica da captura de performance, já que atuou ainda em King Kong e Tintim.

A verdade é que o mais assustador da performance de Serkis, nesse caso, no bom sentido, é percebermos nas feições símias de Cesar, o passeio entre as expressões humanas e as próprias dos macacos. Falando nas atuações, o restante do elenco que conta com James Franco, John Lithgow, Freida Pinto, Brian Cox, Tom Felton e David Oyelowo não tem muitas dificuldades de mostrar seu trabalho, até porque, quem está em destaque mesmo é a macacada.

Na trama em si, Will Rodman, o personagem de James Franco, é um cientista que realiza experiências genéticas em macacos para tentar conter o Mal de Alzheimer, que aliás, é a doença que tem como vítima o personagem de seu pai, interpretado por John Lithgow, que por ser entusiasta da obra de William Shakespeare, é o responsável por batizar o bebê chimpanzé tal qual o ditador romano, Julio César.

O pequeno Cesar é um sobrevivente dos testes genéticos realizados por Will é demonstra cada vez mais, possuir uma inteligência fora dos padrões. A partir daí, o que temos são momentos de reflexão e dilemas envolvendo Cesar que, aos poucos, vai abandonando a imagem do chimpanzé dócil do início da pelicula para adotar o manto de líder da revolução símia. Apesar da ausência de diálogos durante longos períodos do filme, a expressão facial dos macacos e a fotografia refinada não deixam o clima esfriar e é justamente o grande barato de  Planeta dos Macacos: A Origem. O longa faz referências aos filmes originais da franquia Planeta dos Macacos, e pela história contada, deixa um gancho para uma provável sequência, com potencial para ser tão bem produzida e divertida quanto esse Planeta dos Macacos: A Origem.

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