terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Homem de Aço - Trailer 2


Homem de Aco poster

Já está rolando na rede o novo trailer do Homem de Aço, que tem estréia prevista para 14 de Junho de 2013 nos EUA e 12 de Julho no Brasil. O elenco é de peso (Russell Crowe, Diane Lane, Kevin Costner, Lawrence Fishburne, Henry Cavill), o diretor é competente (Zack Snyder, o diretor de 300, Watchmen e Madrugada dos Mortos) e o produtor dispensa apresentações (Christopher Nolan, diretor da nova trilogia do Batman), só nos resta torcer pra que dessa vez a Warner/DC Comics nos brinde com um filme a altura do Superman.











terça-feira, 27 de novembro de 2012

SINOPSE DE UTILIDADE PÚBLICA


SINOPSE DE UTILIDADE PÚBLICA - Amanhecer Parte 2

A personagem da Kristen Stewart, Bella, vira tipo a Xena dos vampiros (porrada + TPM permanente), que dá porrada a 3x4 até no vampiro mais bombadinho da família e o então casal de vamps se muda para um casarão no meio da floresta. Aí eu te pergunto, quem pagou por isso?????

O lobo descamisado e exibicionista se tornou o tutor da Renesmee (isso não seria nome de condicionador de cabelo?) e agora não pode mais sair de perto da garota, afinal de contas, "it's a wolf thing". Como se já não bastasse, o lobinho passa a circular livremente no meio de uma porrada de vampiros...isso é claramente incostitucional.

O bundão do vampiro galã não faz merda nenhuma o filme inteiro. Nada, nadinha. Já a vampirada do mal recebem a informação de uma X-9 que a menina com nome de condicionador é uma criança imortal, o que de acordo com a mitologia da saga é um "crime". Aceitável, considerando que nessa mitologia os vampiros perambulam no sol e ainda brilham, meu Deus!!! Obviamente a tchurminha do mal quer dar cabo da menina condicionador, uma vez que as crianças que nascem imortais se tornam o Chuck Norris dos vampiros e aí rola uma reunião básica de vampiros e lobisomens, formação de combate, bate-papo, diplomacia, vidência e no final, cada um vai pro seu lado e todos são felizes para sempre. Fim.

sábado, 24 de novembro de 2012

Kiss - Meet & Greet Experience - Rio de Janeiro 2012


Depois de 3 anos o Kiss retornou ao Rio de Janeiro, dessa vez para o último show da turnê sulamericana do album "Monster". E como fã de Kiss há aproximadamente 23 anos, meu ingresso já estava comprado desde o início das vendas, sendo que para esse show, o que me fez pirar de verdade foi a inclusão do pacote Meet & Greet Experience, que se esgotou tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo.


Como se já não bastasse a angústia do momento do show, a adrenalina aumentou com a certeza de conhecer a banda cara-a-cara. Nosso anfitrião foi  um sujeito simpático chamado Dean Snowden, que encontrou os fãs que participariam do Meet em frente a Arena pontualmente às 16hs e nos explicou como seria todo o processo. Fomos devidamente identificados, colocamos as pulseiras VIPs e rumamos para o interior das dependências do HSBC Arena (local do show e do M&G), onde acessamos um salão com um pequeno palco onde já estavam montados todos os equipamentos para o set acústico que o Kiss faria pra nós.


Sem muita demora surgem Paul Stanley, Gene Simmons, Eric Singer e Tommy Thayer para total histeria dos presentes. A banda cumprimentou os fãs e já deram início ao acústico com a fantástica “Hide Your Heart”, cantada a plenos pulmões pelos VIPs. Depois de uma pequena pausa e indecisão, já que a banda não tem um set pré-definido e perguntou o que gostariamos de ouvir, como cada um gritava uma música diferente, resolveram tocar "Do You Love Me". Depois de mais indecisão se seguiram na íntegra versões de “Wall Of Sound”, “Shandi” e “Plaster Caster”. Aí a banda fez um pequeno improviso e tocou trechos de “I” do The Elder e “Spit” do Revenge. Depois de mais alguns minutos, “Tears Are Falling” e “Sure Know Something” fecharam o set.

Terminada a apresentação, aí começou a verdadeira loucura. Os caras desceram do palco e vieram até os fãs para distribuir autografos e algumas fotos. Confesso que não me recordo quanto tempo levou pra que eles atendessem todos, 30 ou 40 minutos talvez. Depois que todos foram atendidos, fomos informados que aqueles que quisessem poderiam sair pra guardar suas coisas caso estivessem de carro ou poderiam permanecer no salão, pois a banda voltaria uma hora e meia depois, já maquiada e com as fantasias, para fazer uma foto oficial com cada um. Por volta de 20hs a banda retornou, fez as fotos e já partiu para o início da apresentação, marcada para as 21hs. E assim terminava meu encontro com o KISS. O show ainda não tinha começado mas o dia já tinha se tornado inesquecível.














Para ver mais fotos curtam a minha página do Kiss no facebook: 
Kiss Por Trás da Máscara

KISS ACOUSTIC SET LIST:
Hide Your Heart
Do You Love Me
Wall Of Sound
Shandi
Plaster Caster
I
Spit
Tears Are Falling
Sure Know Something.







* 21 anos sem Eric Carr e Freddie Mercury


Há 21 anos atrás a música mundial ficou mais triste com a partida de Eric Carr, baterista do Kiss, que morreu aos 41 anos de idade, em decorrência de um câncer no coração e nos pulmões e do vocalista do Queen, o carismático Freddie Mercury, que morreu aos 45 anos de idade, em decorrência da AIDS.








quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Viper abrirá shows do KISS em SP e RJ


O Viper postou na data de hoje (14/11) em sua página oficial do Facebook que irá abrir dois shows do KISS no Brasil (São Paulo e Rio) culminando com o término da “To Live Again Tour”, que comemora os 25 anos de lançamento do album “Soldiers of Sunrise” e onde também tocam o album "Theater of Fate".


Segue press-release sobre a participação da banda nos shows do KISS.

VIPER foi convidado para abrir os shows do Kiss, uma das maiores bandas da história do rock, em São Paulo e Rio de Janeiro. O show faz parte da histórica turnê 'To Live Again Brasil 2012', em que a banda tocou na íntegra seus dois discos de estreia, 'Soldiers of Sunrise' e 'Theatre of Fate'.

O VIPER é uma das maiores lendas do rock pesado brasileiro e ficou famoso por seu sucesso no exterior - principalmente na Europa e Japão. Em 2012, a banda se reuniu com sua formação clássica - que inclui o vocalista Andre Matos - para uma única série de shows no Brasil. Foi a 'To Live Again - Brasil Tour 2012'.

Os shows foram apresentações inéditas na íntegra de dois clássicos da banda, os discos 'Soldiers of Sunrise' e 'Theatre of Fate'. A turnê teve ainda uma série de surpresas especiais para os fãs, como clássicos de outras fases da banda. A turnê brasileira do VIPER 2012 começou no dia 1 de julho, com show no Via Marquês, em São Paulo, onde foi gravado um DVD ao vivo que sairá em abril de 2013 - Live in São Paulo. A turnê passou por 25 cidades de Norte a Sul, e vai terminar no mesmo local no dia 2 de dezembro, como um agradecimento especial aos fãs paulistanos. O 'Viper - Farewell Concert' deve ser mais uma apresentação inesquecível dessa turnê. (Para ingressos, clique aqui )

A formação da banda é: Andre Matos (vocal), Pit Passarell (baixo e vocal), Felipe Machado (guitarra), Hugo Mariutti (guitarra) e Guilherme Martin (bateria). O guitarrista Yves Passarell, hoje no Capital Inicial, fez participações especiais em alguns shows.

A primeira apresentação do VIPER para divulgar a turnê comemorativa 'To Live Again' foi no programa Altas Horas, da Rede Globo, apresentado por Serginho Groisman.

1987-2012: 25 anos de rock pesado

Lançado em 1987, o disco 'Soldiers of Sunrise' foi um marco no rock brasileiro. Um dos primeiros discos lançados no Brasil a trazer uma produção com nível internacional, na época muita gente achou que o VIPER era uma banda estrangeira. Mas eram apenas cinco amigos de infância com média de idade surpreendentemente baixa: 16 anos.

A banda era formada por Andre Matos (vocal), Pit Passarell (baixo), Felipe Machado (guitarra), Yves Passarell (guitarra) e Cassio Audi (bateria). Dois anos depois, Cassio Audio foi substituído por Guilherme Martin e a banda lançou um disco ainda mais incrível: 'Theatre of Fate', produzido pelo britânico Roy Rowland, foi lançado com sucesso de crítica e público no mercado internacional e entrou imediatamente para os primeiros lugares das paradas no Japão.

Em 1991, Andre Matos deixou a banda e formou o Angra, que seguiu com incrível sucesso no Oriente. O baixista Pit Passarell assumiu os vocais do VIPER, e a banda acabou lançando uma série de discos bem sucedidos, com destaque para o hoje clássico 'Evolution', que contava com o single 'Rebel Maniac' (Everybody Everybody). Mais voltado para o mercado europeu e americano, 'Evolution' também manteve o sucesso do VIPER no Japão, onde superaram nomes como Van Halen e Nirvana nas paradas. Veio o convite para uma turnê japonesa, registrada no álbum ao vivo 'VIPER Live - Maniacs in Japan'.

Depois disso, muita coisa aconteceu: O guitarrista Yves Passarell deixou a banda para ingressar no Capital Inicial; Andre Matos formou o Shaaman e, depois, sua banda solo, Andre Matos Band; o VIPER lançou em 2007 o disco de inéditas 'All My Life'. Mas o sonho dos fãs sempre foi ver a formação clássica ao vivo, tocando os dois discos que já são considerados lendas pelos fãs de heavy metal. Para os fãs, esse sonho se tornou realidade.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Metallica - A Biografia


O livro "Metallica: A Biografia" foi lançado no início de março aqui no Brasil pela Editora Globo e foi concebido pelo jornalista de rock inglês, Mick Wall, que colaborou com a revista Kerrang e foi co-fundador da Classic Rock. Mick acompanhou a banda durante anos e foi amigo de Lars Ulrich, baterista do Metallica, o que faz com que as histórias narradas, ganhem uma visão mais pessoal, como por exemplo, a menção a suposta idéia do baixista Cliff Burton e do vocalista e guitarrista James Hetfield, de demitir Lars Ulrich, pouco antes do falecimento de Burton.

Pela capa e contracapa, já fica evidente quem dá as cartas no Metallica, e como não poderia deixar de ser, Wall detalha a vida de Lars Ulrich e James Hetfield desde a infância, até se tornarem os líderes de uma das maiores bandas de heavy metal da história. É interessante ver como Lars sempre foi obcecado por levar a banda ao topo do mundo, custe o que custasse, enquanto Hetfield demonstrava um lado totalmente introvertido, introspectivo, e mesmo assim, transformou-se em um dos maiores frontmen do metal.

O livro mostra o fanatismo de Lars pela NWOBHM e como isso ajudou a moldar o som inicial da banda e também como o Metallica sempre esteve à frente das outras bandas que faziam parte da cena thrash, como Slayer, Exodus, Anthrax e Megadeth.  Aliás, falando em Megadeth, é muito interessante ler sobre os primeiros anos da banda e sobre a entrada de Dave Mustaine, que deu um up no som do Metallica, fato esse, respeitosamente reconhecido pelo autor.

Vários momentos merecem destaque, como a expulsão de Mustaine, a morte prematura de Cliff Burton, a entrada e o 'bullying' que Jason Newsted sofria e que a maioria dos fãs provavelmente desconhecia, a conquista mundial com o "Black Album", o processo movido contra o Napster, os bastidores dos contestados "Load" e "Reload", a quase separação e o dispensável "St Anger", e a redenção com "Death Magnetic". Em pouco mais de 400 páginas, "Metallica: A Biografia" é uma excelente leitura, que esmiuça com maestria como o grupo se transformou em uma potência do heavy metal mundial. Obrigatório para os fãs da banda.

Vale mencionar que também foi lançado no Brasil o livro "Metallica All That Matters - A História Definitiva", de Paul Stenning. Depois de ler ambos, posso garantir que "Metallica: A Biografia", é mais completo, com mais detalhes. "Metallica All That Matters - A História Definitiva" está mais pra um resumo do livro de Mick Wall.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Busca Implacável 2 - Resenha


Não chega a ser crucial mas pra não ficar pontas soltas, pra quem não assistiu ao primeiro filme, que fez um sucesso retumbante e faturou 226 milhões de dólares mundialmente, aqui vai um resumo: O espião aposentado da CIA, Bryan Mills, interpretado pelo excelente Liam Neeson, tem que salvar a filha Kim (Maggie Grace) de um sequestro da máfia sexual em Paris, comandada por um grupo de albanêses. Necessário dizer que os sequestradores são surrados e que a missão é cumprida. Pois bem...

Produzido por Luc Besson e com roteiro de Robert Mark Kamen e do próprio Besson, nesse segundo longa ambientado em Istambul, capital da Turquia, Bryan Mills (que é uma mistura de James Bond e MacGyver) vai enfrentar a mesma facção criminosa do primeiro filme. Aí entra o fator vingança. Liderados por Murad Krasniqi (Rade Sherbedgia), que teve seu filho torturado e assassinado no primeiro longa, os criminosos querem se vingar do ex-espião e de sua família, incluindo a ex-esposa (a sempre bela, Famke Janssen) que passa por uma crise no atual casamento. Pretexto perfeito pra reconciliar o casal.

Dirigido por Oliver Megaton (Carga Explosiva 3), Busca Implacável 2 começa com Bryan Mills de volta aos Estados Unidos para tentar ficar próximo de sua filha e da ex-esposa Leonore. Durante uma viagem de trabalho em Istambul, Mills recebe a visita da filha Kim e de Leonore. A partir daí os criminosos entram em ação para se vingar de Mills e família e o que se vê são muitas cenas de ação, tiros, exageros e um um ritmo bem acelerado. Ingredientes suficientes pra que Busca Implacável 2, mesmo não tendo grandes novidades em relação ao seu antecessor, não seja exaustivo e cumpra bem sua função de bom entretenimento.


terça-feira, 16 de outubro de 2012

Iron Maiden - Press-release oficial do show no Rock In Rio 2013

Segue abaixo o press-release oficial sobre o recém anunciado show do Iron Maiden no Rock In Rio 2013.

IRON MAIDEN PROMETE ARRASAR NO ROCK IN RIO COM SEU ELETRIZANTE SHOW MAIDEN ENGLAND

A organização do Rock in Rio tem o orgulho e a satisfação de dar as boas vindas ao Iron Maiden, uma das atrações principais da última noite do Rock in Rio, em 22 de setembro.

Desde que estreou nos palcos do Brasil com a turnê World Slavery, na primeira edição do Rock in Rio em 1985, a banda desenvolveu uma longa relação de afeto com os fãs brasileiros e da América Latina. Outro momento histórico foi quando o grupo participou do Rock in Rio 2001, apresentando-se para 200 mil fãs, pouco depois de Bruce Dickinson e Adrian Smith retornarem ao Maiden para o inovador álbum Brave New World. O vídeo resultante da apresentação, "Rock in Rio", chegou ao número um das paradas internacionais e mostrou a inegável paixão que a plateia brasileira tem pela banda e que os músicos têm pelos fãs.

Desde então, o Iron Maiden vem ao Brasil com frequência, levando suas turnês às principais arenas e estádios do país inteiro, de Belém a Porto Alegre, de Recife a Manaus e várias outras cidades, incluindo quatro shows de estádio esgotados em São Paulo, um feito que poucas bandas conseguiram. E agora voltará para se apresentar no dia 22 de setembro no Rock in Rio 2013.

A Maiden England Tour marca o terceiro capítulo na história do Iron Maiden, uma viagem que começou em 2004, com o DVD The Early Days e a excursão Early Days Tour, de 2005. A segunda parte da trilogia foi lançada em 2008, com o DVD Live After Death – registro do show seminal de 1984, gravado na Long Beach Arena (Los Angeles), durante a World Slavery Tour – e com a Somewhere Back In Time World Tour 2008/9, turnê recordista, na qual a banda tocou para mais de dois milhões de fãs em quase 40 países, voando entre os cinco continentes a bordo do seu Boeing 757, batizado de Ed Force One e pilotado pelo vocalista Bruce Dickinson. A turnê foi registrada, na íntegra, no DVD “Flight 666”.

Agora, com a nova turnê, o Iron Maiden recria a Seventh Son Tour, de 1988, tocando vários sucessos do repertório do show lançado em VHS no ano seguinte com o título de “Maiden England”, o mesmo nome do espetáculo atual. Segundo Bruce Dickinson: “É uma grande honra voltar a tocar no Rock in Rio, especialmente porque sempre tivemos uma relação muito próxima com o Brasil e nos divertimos muito todas as vezes que visitamos o país.”

“Graças à tecnologia moderna, pudemos atualizar e aprimorar o show original de 1988 para a Maiden England Tour. O plano é levar para o Rio uma estrutura enorme de iluminação, palco, várias encarnações de Eddie, um espetáculo pirotécnico e muitas outras surpresas para os fãs. Vamos tocar na última noite deste festival incrível e, se depender de nós, será um final memorável.“

Steve Harris completa: “Sabemos como as turnês do Iron Maiden são populares para os fãs de todas as idades e, desta vez, pretendemos trazer a mesma produção completa que levamos à América do Norte em 2012. Para nós, foi muito divertido escolher o repertório *, já que tocamos canções que há muito tempo não apresentávamos, como Seventh Son, The Prisoner e Afraid To Shoot Strangers, além de preferidas dos fãs, como The Trooper, Aces High, The Clairvoyant, The Number Of The Beast, Wasted Years e Run To The Hills. A primeira etapa da turnê foi incrivelmente prazerosa para todos na banda. Por isso, estamos ansiosos para levar o show, na íntegra, para nossos fãs do Brasil.”

Considerada uma das bandas de rock mais importantes e influentes de todos os tempos, o IRON MAIDEN já vendeu quase 90 milhões de álbuns no mundo inteiro, com mais de 2000 apresentações dos seus shows em 58 países espalhados pelo mundo, lançou 15 álbuns de estúdio, incluindo o mais recente deles, The Final Frontier, o maior sucesso da banda nas paradas mundiais, alcançando a primeira posição em 28 países – incluindo, é claro, o Brasil.

Set list da América do Norte: 
Moonchild
Can I Play With Madness
The Prisoner
2 Minutes To Midnight
Afraid To Shoot Strangers
The Trooper
The Number Of The Beast
Phantom Of The Opera
Run To The Hills
Wasted Years
Seventh Son Of A Seventh Son
The Clairvoyant
Fear Of The Dark
Iron Maiden
Aces High
The Evil That Men Do
Running Free.


Metallica, Iron Maiden e Bruce Springsteen confirmados no Rock in Rio 2013


O Metallica, Iron Maiden e Bruce Springsteen foram confirmados com algumas das atrações internacionais da próxima edição do festival Rock in Rio, que rola em 2013. O anúncio foi divulgado nesta terça-feira, 16, durante uma coletiva de imprensa no Cristo Redentor com a participação de Roberto Medina e Eike Batista, os organizadores do evento.



Será a estréia de Springsteen, a segunda apresentação do Metallica, que tocou em 2011, e a terceira do Maiden no festival brasileiro, que já se apresentou nas edições de 1985 e 2001. Além deles, Sepultura e Tambours du Bronx também já são presença certa no dia do metal.

Segundo o jornalista José Norberto Flesch (Destak) é grande a possibilidade de termos posteriormente a confirmação de nomes como: Adele, Beyoncé, Eminem, AC/DC, The Cure e Radiohead que segundo informações foram sondados pela organização do festival.

A quinta edição brasileira do Rock in Rio acontece entre os dias 13 e 21 de setembro de 2013, na Cidade do Rock. A pré-venda de ingressos acontece a partir do dia 30 de outubro por meio do site ingresso.com, e custará R$ 260 a inteira, e R$ 130, a meia-entrada.

Sebastian Bach e Dave Snake selando a Paz


Depois de muito disse me disse, troca de farpas pelo twitter e pela imprensa, parece que a coisa agora começou a ficar séria... Esperança de uma reunião da formação clássica do Skid Row!!!!
Isso pq Sebastian Bach postou no seu facebook oficial uma surpreendente foto dele e do seu ex-companheiro de banda Snake Sabo. É a primeira foto de ambos juntos em 16 anos. A foto veio acompanhada da seguinte legenda:

"Aqui está ela... a 1ª imagem minha e de Snake Sabo em 16 anos. Eu sei que há aqueles de vocês lendo isto que tem estado à espera desde 1996 para ver isso acontecer. Saimos juntos pela primeira vez em... bem, um longo tempo.
Nós conversamos, rimos e no final, nos abraçamos. Foi muito bom ver meu velho amigo. Foi ótimo falar com Dave sobre o passado... E sobre o futuro :)"


Meio caminho andado. Agora falta alguém convencer o baixista Rachel Bolan que por enquanto, é o único da formação clássica que disse não topar uma reunião...

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Dredd - Resenha


Apesar de ser baseado no personagem das HQs, juíz Dredd, o policial do futuro com o poder de julgar criminosos e executar suas sentenças nas ruas de Megacity, esse novo "Dredd" não é um remake daquele filme clássico de 1995 com o Sylvester Stallone. Pra quem nunca ouviu falar do personagem, Dredd faz parte de uma força policial que tem autoridade para julgar os criminosos e executar suas sentenças imediatamente após o crime ter sido cometido e o bandido ter sido pego. O detalhe é que mesmo os juízes precisam seguir as diretrizes e leis do Salão de Justiça e sofrem penas severas caso não as cumpram.

Pois bem, nesse novo longa, o juíz Dredd (interpretado corretamente por Karl Urban que não mostra a cara e passa 100% do filme dentro do capacete) é incumbido de avaliar uma aspirante, a novata Anderson (Olivia Thirlby), que possui poderes mediúnicos. No primeiro dia de avaliação da caloura, ao investigar um triplo homicídio, ambos acabam presos em um mega-complexo, um prédio de 200 andares, espécie de favela vertical, chamado Peach Trees.

A maior parte dos moradores de Peach Trees são apenas cidadãos comuns mas quem garante a ação do longa caçando a dupla de juízes é a traficante Ma-Ma (Lena Headey, a rainha Gorgo do filme 300), líder da gangue que domina o complexo. Ma Ma é uma criminosa de alta periculosidade e criou uma nova droga, chamada slo-mo, que tem o poder de fazer com que o cérebro perceba a passagem do tempo com 1% da velocidade real. Ideal para torturar aqueles que ficarem sob seu efeito. Já viu o terror né?

O diretor Pete Travis conseguiu passar brilhantemente o clima de futuro caótico com uma superpopulação e o aumento da violência e utilizou com maestria os efeitos especiais e recursos de super câmera lenta. Conseguiu também ótimas atuações por parte de Lena Headey e Olivia Thirlby, que são sem dúvida, os destaques do filme. Com bastante realismo para um filme de ação, Dredd  tem um visual que remete bem aos anos 80 e tem doses cavalares de sangue e violência em aproximadamente 95 minutos de projeção. Vale a diversão.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mick Mars - Aquele de 1994 foi provavelmente o melhor disco que já fizemos


Como um grande fã do John Corabi, eu não podia deixar passar uma declaração dessa, especialmente vindo de um membro do Mötley Crüe, banda a qual o vocalista fez parte entre os anos de 1992 e 1997. A verdade é que no dia 18 de setembro último, o DJ Jacky Bam Bam da rádio 93.3 WMMR da Filadélfia [EUA], conduziu uma entrevista com Mick Mars, guitarrista do Mötley Crüe e ao perguntar sobre o auto-intitulado album de 1994, o qual não foi muito bem aceito por grande parte dos fãs da banda, Mars declarou:

“Eu achei que foi provavelmente… pra mim, e eu só posso falar por mim, eu acho que aquele foi provavelmente o melhor disco que já fizemos. Musicalmente, as músicas, eu sentia que elas eram fortes. E apenas musicalmente, aquele foi o meu ‘White Album’ dos Beatles; é meio como eu me sinto sobre ele. Não estou dizendo que meus outros álbuns são meia-boca ou qualquer coisa do tipo – eu amo todos os discos que fizemos – mas aquele simplesmente tem uma coisa especial pra mim.”



Para que fique melhor entendido, em 1994 o Mötley lançou um album homônimo com John Corabi no lugar de Vince Neil, nos vocais. Aliás, diga-se de passagem, o album é excelente, e trazia uma sonoridade bem mais pesada mas não alcançou um grande número de vendas e contou com uma fraca turnê onde várias datas foram canceladas pela baixa vendagem de ingressos. Pra atender aos fãs antigos e aos interesses financeiros da própria banda o resultado não poderia ser outro: Corabi demitido.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Rock of Ages - O Filme



Baseado no musical da Broadway, o filme Rock of Ages recria a cena rock de Los Angeles de meados da década de 80 e conta com uma trilha sonora sensacional, que passeia por Bon Jovi, Twisted Sister, Poison, Whitesnake, Foreigner, Def Leppard, Guns n' Roses, entre outros. Na trama, Sherrie, uma garota do interior (Julianne Hough) em busca do sonho de se tornar uma cantora famosa vai para Los Angeles e cruza o caminho de Drew Boley (Diego Boneta), garoto da cidade grande e que trabalha no famoso bar The Bourbon Room. Drew ajuda Sherrie a arrumar emprego no bar e esse é o ponto de partida para uma enxurrada de clássicos do rock.


Apesar da cara de sessão da tarde e do enredo mediano com roteiro escrito por Justin Theroux, Allan Loeb e Chris D’Arienzo (criador do musical original), o filme se utiliza de músicas clássicas do Hard Rock para ganhar logo de cara os espectadores e conta com uma elenco de peso, como Alec Baldwin, Catherine Zeta-Jones, Russell Brand, Paul Giamatti e Tom Cruise, que rouba a cena na pele do rockeiro decadente, Stacee Jaxx (qualquer semelhança comportamental com Axl Rose, provavelmente não é mera coincidência).

Embora o casal de protagonistas não comprometam, (o mexicano Diego Boneta é um ator bem fraco e  inexpressivo e Julianne Hough é só mais um rostinho bonito que sabe cantar), são os coadjuvantes quem mandam no jogo. A dupla Alec Baldwin e Russell Brand, nos papéis de proprietários do Bourbon Bar, garantem momentos hilariantes. Catherine Zeta-Jones, como a esposa do prefeito que quer banir o rock de LA, e Paul Giamatti, como o empresário de Stacee Jaxx, apesar de apresentarem personagens extremamente caricatos, cumprem muito bem as determinações do diretor Adam Shankman.

Mas não teve jeito, o destaque ficou mesmo com Tom Cruise, que aos 50 anos, mostrou vitalidade de adolescente para viver o sequelado Stacee Jaxx, mandando bem em versões de "Paradise City" do Guns N' Roses, "Wanted Dead or Alive" do Bon Jovi", “Pour Some Sugar on Me”, do Def Leppard, e a romântica “I Want To Know What Love Is”, do Foreigner.

Apesar de já ter assistido um ou dois episódios, não acompanho o seriado Glee mas percebi que as comparações são inevitáveis, uma vez que o seriado adapta grandes clássicos do rock às vozes de seus protagonistas, além de contar com os mashups, que juntam duas músicas em uma só. Rock of Ages tem tudo isso. Mesmo não sendo nenhum clássico do cinema, Rock of Ages consegue divertir ao longo de suas duas horas. Uma dica: assista sem grandes expectativas, curta o som e reviva os tempos áureos do Hard Rock. Ah, tem uma pontinha de Sebastian Bach!






sábado, 25 de agosto de 2012

Judas Priest - Screaming For Vengeance (30th Anniversary Edition)



Boa notícia pra quem é fá de Judas Priest. A banda está prestes a lançar uma edição especial de 30 anos do álbum "Screaming For Vengeance" com DVD e versões ao vivo.

Imagem

Track list da edição especial do CD:
01. The Hellion
02. Electric Eye
03. Riding On The Wind
04. Bloodstone
05. (Take These) Chains
06. Pain And Pleasure
07. Screaming For Vengeance
08. You've Got Another Thing Comin'
09. Fever
10. Devil's Child



Bonus tracks:

11. Electric Eye (live) *
12. Riding On The Wind (live) *
13. You've Got Another Thing Comin' (live) *
14. Screaming For Vengeance (live) *
15. Devil's Child (live)
16. Prisoner Of Your Eyes

* Live from the San Antonio Civic Center -10 de setembro de 1982

US Festival Show - San Bernardino, California - 29 de maio de 1983- DVD.

01. Electric Eye
02. Riding On The Wind
03. Heading Out To The Highway
04. Metal Gods
05. Breaking The Law
06. Diamonds And Rust
07. Victim Of Changes
08. Living After Midnight
09. The Green Manalishi
10. Screaming For Vengeance
11. You've Got Another Thing Comin'
12. Hell Bent For Leather


sábado, 18 de agosto de 2012

20 Músicas para se Ouvir no Ipod - Poison




Dando sequência a série "20 músicas para se ouvir no Ipod", sempre com 20 músicas escolhidas pra quem não conhece muito das bandas em destaque e quer fazer um apanhado com as faixas mais populares e grandes hits e singles de cada uma.

Seguem 20 músicas de um ícone glam dos anos 80. Um clássico do hard rock: Poison























1-Cry Tough (Look What The Cat Dragged in)
2-I Want Action (Look What The Cat Dragged in)
3-I Won't Forget You (Look What The Cat Dragged in)
4-Look What The Cat Dragged in (Look What The Cat Dragged in)
5-Talk Dirty To Me (Look What The Cat Dragged in)
6-Nothin' But A Good Time (Open Up and Say...Ahh!)
7-Fallen Angel (Open Up and Say...Ahh!)
8-Every Rose Has its Thorn (Open Up and Say...Ahh!)
9-Your Mama Don't Dance (Open Up and Say...Ahh!)
10-Unskinny Bop (Flesh & Blood)
11-Ride The Wind (Flesh & Blood)
12-Something To Believe In (Flesh & Blood)
13-Life Goes On (Flesh & Blood)
14-Shooting Star (Hollyweird)
15-Cover of the Rolling Stone (Crack a Smile)
16-Stand (Native Tongue)
17-Until You Sufer Some (Native Tongue)
18-7 Days Over You (Native Tongue)
19-So Tell Me Why (Swallow This Live)
20-I Hate Every Bone in Your Body But Mine (Power To The People)

sábado, 4 de agosto de 2012

Kiss Asylum - Calabouço Heavy & Rock Bar, Rio de Janeiro, 02/08/12

Como fã de carteirinha do Kiss, não poderia deixar de comparecer ao Calabouço Heavy & Rock Bar na quinta-feira (02/08) para conferir a primeira apresentação da Kiss Asylum (Tributo ao Kiss), que conta com os sempre excelentes músicos, o vocalista e guitarrista Marcelo Moraes, Bebeto Daroz na guitarra solo, Marcelo Val no baixo e Marcus Vinny na bateria.


Apesar do dia pouco propício para assistir a um show com mais de 2 horas de duração, a banda começou sua apresentação às 22:30hs com a magistral "Creatures of the Night" e já me fez esquecer que era preciso acordar muito cedo pra trabalhar no dia seguinte. Mesmo com o bar contando com um público um pouco menor que o de costume quando se trata dos shows que rolam nas sextas e sábados, a animação foi a mesma durante as quase 30 músicas executadas.


Vou ficar devendo a ordem do set mas não faltaram clássicos e a banda acabou priorizando a fase dos anos 70: do debut do Kiss tivemos "Black Diamond", "Strutter", "Nothin' to Lose", "Deuce" e "Cold Gin". "Got to Choose" e "Parasite" de Hotter than Hell. Do album Dressed to Kill rolaram "Rock and Roll All nite", "She" e "C'mon and Love Me". "Detroit Rock City" e "Shout it Out Loud" de Destroyer. Dos albuns solos, tivemos "Shock Me" (Ace), "Wouldn't You Like To Know Me?" e "Tonigh You Belong To Me" (Paul). "I Want You" e "Calling Dr Love" foram as escolhidas de Rock N' Roll Over.






 "Love Gun", "Psycho Circus" e "Lick it Up" fizeram as honras de seus albuns homônimos. "Creatures of the Night" e "I Love it Loud" (que entrou no set durante o show atendendo a pedidos do público) foram as faixas de Creatures of the Night. De Dinasty, "Sure Know Something" e "I Was Made For Lovin' You". "Heaven's on Fire" foi a escolhida de Animalize. A baladinha "Forever" e o hit "Hide Your Heart" representaram o album Hot in the Shade. Pra fechar, "Unholy" e "God Gave Rock n' Roll To You II" de Revenge.


Como fã de Kiss, senti falta de músicas do album Crazy Nights, um dos meus favoritos dos anos 80, além de coisas do Asylum e do Sonic Boom mas não tem como reclamar depois de ouvir todos esses clássicos na mesma noite. Quem fez corpo mole pq era uma quinta-feira, perdeu!!! Que venha o próximo com músicas do Crazy Nights!!!













sexta-feira, 27 de julho de 2012

Gotthard - Firebirth - Resenha

Dois anos depois do falecimento do vocalista Steve Lee, morto em um acidente em outubro de 2010, o Gotthard retorna com “Firebirth”, nono disco de estúdio da banda e não deixa dúvidas de que acertou na escolha de Nic Maeder para assumir a vaga de novo vocalista. Mesmo com o luto do Gotthard pelo falecimento de Lee, que diga-se de passagem, era um dos fundadores do grupo, a dúvida que ficou no ar seria se a banda iria acabar ou não, depois de ter perdido o carismático e talentoso Steve Lee.

O guitarrista Leo Leoni, co-fundador do grupo ao lado de Lee, ao lado dos demais integrantes, o guitarrista Freddy Scherer, o baixista Marc Lynn e o baterista Hena Habegger, decidiram que o show não podia parar e resolveram seguir em frente com um novo vocalista. O escolhido foi Nic Maeder, que já mostrou ser uma decisão acertada da banda e apesar do timbre semelhante ao de Steve Lee e de já ter sido bem aceito pelos fãs do Gotthard, ainda precisa criar sua própria identidade dentro da banda. Mais de meio caminho andado ele já tem, porque mesmo com todas as comparações possíveis em torno do estilo e timbre semelhantes, ele já mostrou que não é um mero clone de Steve Lee. Isso com certeza ajuda na execução das músicas mais antigas ao vivo, além de facilitar ainda mais a aprovação dos fãs. 



Mesmo com a ausência de Lee, o material continua de alta qualidade, com músicas bem arranjadas e os indefectíveis refrões grudentos. Desta vez a banda só pecou no excesso de baladas e talvez na ordem das faixas. O album abre com "Starlight", que já havia sido lançada como single e também já tinha ganho um videoclipe, e apesar de ser uma ótima faixa, poderia ter dado lugar a música "I Can", como faixa de abertura e que foi parar no fim do CD. "I Can" tem um punch muito mais Hard Rock com uma boa velocidade e boas guitarras e teria sido um cartão de visitas mais empolgante. Todo mundo sabe que eu não gosto de ficar citando faixa por faixa, mas posso garantir que o grupo continua mandando bem nas composições, com uma escorregada aqui e ali, tudo dentro da normalidade. Musicalmente, diferente do que sugere o título, Firebirth não mostra nada de diferente mas a conclusão a que se chega é que mesmo não estando no nível de "Lipservice" ou de "Dial Hard", "Firebirth" é melhor que os mais recentes "Domino Effect" e "Need to Believe" e merece uma conferida. Nota 8.


01. Starlight
02. Give Me Real
03. Remember It’s Me
04. Fight
05. Yippie Aye Yay
06. Tell Me
07. Shine
08. The Story’s Over
09. Right On
10. S.O.S.
11. Take It All Back
12. I Can
13. Where Are You? (dedicada a Steve Lee)

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domingo, 15 de julho de 2012

Hells Bells - Calabouço Heavy & Rock Bar, Rio de Janeiro, 14/07/12

Sexta foi o Dia internacional do Rock e ontem foi dia de curtir no Calabouço Heavy & Rock Bar a primeira apresentação da recém formada banda "Hells Bells" (AC/DC Tribute), que conta com o vocalista Renato Araujo (ex-Riff Raff), os guitarristas Bebeto Daroz e Hugo Gonzalez, além de Marcelo Val no baixo e Marcus Vinny na bateria.

Como já de costume no Calaba, a banda iniciou o set por volta de meia-noite e por cerca de 2 horas brindou o bom público que compareceu ao bar, mesmo com uma noite de baixa temperatura, com vários clássicos do AC/DC.


A banda priorizou a fase do Back in Black pra trás e acabou deixando de fora algumas músicas que eram esperadas, como "Hard As A Rock","Stiff Upper Lip" e "Thunderstruck", mas executou lindamente as infalíveis "Let There Be Rock", "Whole Lotta Rosie","Hell Ain't A Bad Place to Be" e "Dog Eat Dog" do album Let There Be Rock. Do clássico Highway to Hell foram tocadas a faixa título, além de "Girls Got Rhythm", "Walk All Over You" e "Touch Too Much". Do impecável "Back in Black", além da faixa-título, tivemos "Hells Bells","You Shook Me All Night Long" e "Rock and Roll Ain't Noise Pollution". "Rock N' Roll Damnation" do Powerage, "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" e "Jailbreak" dos auto-intitulados também estavam no set. O album com o maior número de faixas foi o High Voltage, que além da faixa homônima, teve "It's A Long Way to The Top", "The Jack", "Live Wire" e "TNT".


20 músicas, 2 horas e centenas de fãs do AC/DC felizes. Agora é aguardar para que role logo outro e que na próxima oportunidade pintem algumas faixas do "Razor's Edge" como 'Thunderstruck" e "Are You Ready?". Lembrando aos leitores do blog que dia 27/07 tem Bad Medicine Bon Jovi , dia 02/08 tem Kiss Asylum e 25/08 tem Skid Roses, tb no Calabouço.











sexta-feira, 13 de julho de 2012

Hoje é dia de Rock, bebê!!!!


Hoje é dia de Rock, bebê!!!! Dia Mundial do Rock N' Roll!!!!!!!!!!!

Muito mais do que um simples estilo musical, o Rock foi eternizado, em 13 de Julho de 1985, um dia marcado pela atitude, pela força de expressão e vontade de mudar o mundo. Tudo quando Bob Geldof, criador do Live Aid, um dos festivais de rock mais emblemáticos de todos os tempos, reuniu os mais famosos e importantes artistas da época, que se engajaram em um ideal comum: O fim da fome na Etiópia. Desse dia em diante, o dia 13 de julho ficou conhecido como o dia mundial do rock.

Realizado simultaneamente nos EUA e na Inglaterra, graças a iniciativa do Live Aid que arrecadou mais de 60 milhões de dólares que foram doados em prol dos famintos na África, os olhos do mundo passaram a dar mais importância a um dos maiores problemas da humanidade, a miséria e a fome.

Participaram do Live Aid grandes nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros.

Em homenagem ao DIA MUNDIAL DO ROCK, o Rodz Online preparou mais uma trilha sonora especial com o KISS. Long Live Rock N' Roll!!!

E não esqueçam de me dar uma moral e "curtir" o Rodz Online no Facebook (clique no "curtir")












quarta-feira, 4 de julho de 2012

Michael J Fox e Christopher Lloyd relembrando "De Volta para o Futuro"

Pra quem se perguntou sobre a foto dos atores Michael J Fox e Christopher Lloyd que tem circulado recentemente no facebook, ela foi tirada durante o Scream Awards 2010, ano em que se comemorou os 25 anos do clássico "De Volta Para o Futuro". Cabe lembrar que Michael J Fox revelou em 1998 que sofre da Doença de Parkinson, mal que lhe havia sido diagnosticado em 1991. 






Assistam ao vídeo e não se acanhem em derramar algumas lágrimas de emoção...


domingo, 24 de junho de 2012

Skid Roses - Calabouço Heavy & Rock Bar, Rio de Janeiro, 22/06/12

Conforme prometido no convite para o evento, a banda "Skid Roses" brindou aos presentes no Calabouço Heavy & Rock Bar na última sexta-feira com uma avalanche de Rock n’ Roll. Desta vez, com o bar ainda mais lotado que na semana anterior (que contou com a apresentação da Bad Medicine Bon Jovi Tribute Band), os maiores sucessos do Skid Row e do Guns n’ Roses foram executados pelos excelentes músicos e já bastante conhecidos, Bebeto Daroz (guitarra), Marcelo Moraes (Baixo), Mark Vinny (bateria) e pelo fantástico Gus Monsanto (violão e voz).


Foi a primeira apresentação da banda, que iniciou os trabalhos passados alguns minutos da meia-noite e em pouco mais de duas horas de apresentação, reviveu os maiores clássicos de dois ícones do hard rock mundial. Conforme o próprio Bebeto revelou, a banda fez apenas dois ensaios; e apesar de alguns pequenos erros, a performance da banda agradou ao público do início ao fim, que cantou junto em praticamente todas as músicas.


Gus Monsanto e Rodz
Bebeto Daroz e Rodz


Os destaques da noite ficaram por conta, obviamente da guitarra de Bebeto Daroz e da incrível voz de Gus Monsanto, que interpretaram com maestria clássicos como "18 & Life", "You Could Be Mine", "Sweet Child O'Mine", "In A Darkned Room", "Rocket Queen" e "Civil War". Gus, atendendo a pedidos, ainda arriscou uma levada de "Dead Horse" que acabou sendo prometida oficialmente para a próxima oportunidade. O baixista Marcelo Moraes ainda assumiu os vocais em "C'mon and Love Me", do Kiss, que foi gravada pelo Skid Row no EP "B-Side Ourselves". Senti falta de "Wasted Time" do Skid Row, mas no geral o set foi perfeito. A noite encerrou com o hino "Paradise City", deixando nos fãs o desejo de que outros shows da banda possam pintar em breve.


Set List:


It's So Easy (Guns N' Roses)
Big Guns (Skid Row)
Nightrain (Guns N' Roses)
Piece of Me (Skid Row)
Mr Browstone (Guns N' Roses)
Civil War  (Guns N' Roses)
18 & Life (Skid Row)
You Could Be Mine (Guns N' Roses)
Don't Cry (Guns N' Roses)
Patience (Guns N' Roses)
I Used To Love Her (Guns N' Roses)
I Remember You (Skid Row)
Knockin' On Heaven's Door (Guns N' Roses)
C'mon & Love Me (Kiss)
Slave To the Grind (Skid Row)
Monkey Business (Skid Row)
In A darkened Room (Skid Row)
Sweet Child O'Mine (Guns N' Roses)
Rocket Queen (Guns N' Roses)
Youth Gone Wild (Skid Row)
Welcome to The Jungle (Guns N' Roses)
Paradise City (Guns N' Roses)





domingo, 17 de junho de 2012

Bad Medicine - Calabouço Heavy & Rock Bar, Rio de Janeiro, 16/06/12

Ontem tive a oportunidade de ir mais uma vez ao Calabouço, que diga-se de passagem estava muito cheio, para assistir mais um showzaço. O som da noite foi por conta da excelente "Bad Medicine Bon Jovi Tribute Band" que conta com os músicos Marcelo Moraes (baixo), Adriano Morais (bateria), Bebeto Daroz (voz e violão) e Hugo Gonzalez (guitarra).


A novidade para quem assistiu ao show de ontem foi a execução na íntegra do platinado album "New Jersey", de 1988, que juntamente com outros clássicos do Bon Jovi como "You Give Love a Bad Name", "Wanted Dead or Alive", "It's My Life", "Blaze of Glory", "Raise Your Hands", "Livin' On A Prayer", "This Ain't A Love Song", "Runaway", "I'd Die For You", "Hey God" e "Have A Nice Day", garantiram a diversão dos presentes em 2:30h de uma apresentação certeira.

Para quem quiser acompanhar os próximos shows da "Bad Medicine BJ Tribute Band", fiquem ligados no facebook da banda: https://www.facebook.com/badmedicinebanda

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Megadeth - Countdown To Extinction em São Paulo

O Megadeth já tinha confirmado há alguns meses que iria executar na íntegra o clássico "Countdown To Extinction" no Chile e na Argentina, em setembro de 2012, em comemoração ao 20º aniversário do album. E como já era de se esperar, a banda confirmou através do seu site oficial um show em São Paulo, mais precisamente no Via Funchal, no dia 5 de setembro. Eu até estava disposto a viajar pra assistir esse show mas infelizmente vai cair bem no meio da semana e não existe a menor possibilidade pra mim. Vou rezar pra acontecer um milagre e rolar no RJ ou me contentar com o youtube...

domingo, 20 de maio de 2012

Kiss - 20 Anos de "Revenge"

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O clássico "Revenge" do Kiss, acabou de completar 20 primaveras. Lançado em 19 de maio de 1992, o album elevou novamente o status da banda que não andava totalmente satisfeita com os albuns da fase glam. O Kiss tinha um contrato de orçamento milionário com a Mercury Records mas resolveram colocar a mão na massa no melhor estilo "faça voçê mesmo" e assim produziram e aproveitaram demos já registradas para o petardo. 



Em fevereiro de 1991, o Kiss recebeu um convite para gravar um cover do Argent, "God Gave Rock N’ Roll To You", que estaria na trilha do filme Bill & Ted’s Bogus Journey (Bill e Ted No Outro Mundo). A banda chamou o produtor Bob Ezrin, que já havia trabalhado no clássico “Destroyer” e no fiasco “Music From The Elder”. A idéia era dar uma nova chance a Ezrin e saber se o mesmo teria condições de produzir o Kiss em um novo album completo.

Nessa mesma época, o baterista Eric Carr foi diagnosticado com um tumor e acabou ficando de fora das gravações da faixa para se tratar, deixando o serviço nas baquetas para seu xará, Eric Singer. Com o título de "God Gave Rock N’ Roll To You II", a faixa foi lançada como single acompanhada de um videoclipe. Mesmo não tendo tocado na faixa, Eric Carr implorou pra participar do video (No qual Carr aparece de peruca, consequência das sessões de quimioterapia). Com o sucesso de vendas do single, Bob Ezrin carimbou o passaporte para a produção do novo album. Infelizmente todos já sabemos qual foi o destino do baterista Eric Carr, que perdeu sua batalha pela vida e infelizmente veio a falecer no dia 24 de novembro de 1991, aos 41 anos.




Para o processo de composição de “Revenge”, todos os integrantes deram o sangue, principalmente Gene Simmons, que já estava em débito com a banda desde 1982, uma vez que nenhum single foi lançado de suas composições desde "I Love It Loud". Apesar da passagem conflituosa no Kiss de 1982 até 1984, para dar uma ajuda nas composições, a banda recorreu aos serviços do ex-guitarrista Vinnie Vincent que co-escreveu Unholy, Heart Of Chrome e I Just Wanna.

"Revenge" nasceu um clássico e pode-se dizer que beira a perfeição do início ao fim, com os destaques óbvios para as faixas Unholy, Take It Off, Spit , God Gave Rock N’ Roll To You II, Domino, Every Time I Look At You e I Just Wanna. Para fechar o album, a banda fez uma uma homenagem ao falecido Eric Carr com Carr Jam 1981, um resgate de uma demo registrada nas sessões de “Music From The Elder”.
A jam é guiada pelo riff que se transformaria em Breakout, música do Frehley’s Comet de Ace Frehley, guitarrista da banda na época. As linhas de guitarra ganharam um overdub com as guitarras feitas por Bruce Kulick.





Embora eu considere “Revenge” um clássico absoluto, possivelmente no mesmo patamar de “Destroyer” e de “Rock n' Roll Over”, o album conquistou apenas um singelo disco de ouro nos Estados Unidos e os seus singles fizeram mais sucesso na europa que nos Estados Unidos. Tal fato é até fácil de explicar, uma vez que  naquele momento, a indústria musical não estava do lado do Hard Rock e do Heavy Metal, graças ao grunge e a gravadora pra colaborar fez uma divulgação pífia. Independente de vendagens “Revenge” é sim, um dos melhores trabalhos do Kiss, e que como poucos discos da banda, agradou ao mesmo tempo, tanto os fãs quanto a crítica especializada.




Paul Stanley (vocal, guitarra)
Gene Simmons (vocal, baixo)
Bruce Kulick (guitarra solo)
Eric Singer (bateria)
Eric Carr (bateria e guitarra rítmica em 12, backing vocals em 5)


01. Unholy
02. Take It Off
03. Tough Love
04. Spit
05. God Gave Rock ‘N’ Roll To You II
06. Domino
07. Heart Of Chrome
08. Thou Shalt Not
09. Every Time I Look At You
10. Paralyzed
11. I Just Wanna
12. Carr Jam 1981

terça-feira, 8 de maio de 2012

Metallica - Pela primeira vez na história o “Black Album” na íntegra


Pela primeira vez na história da banda, o “Black Album” do Metallica foi executado ontem (7/5/2012) na íntegra, porém, sem obedecer a mesma ordem original. Lançado em 1991, o album é o maior sucesso comercial do Metallica até hoje e permanece no topo da lista dos mais vendidos nos Estados Unidos, de acordo com o acompanhamento da empresa Nielsen SoundScan. realizado desde maio de 1991, período no qual o disco vendeu 15,7 milhões de cópias.

O show de ontem rolou em Praga, na República Checa, e deu início aos trabalhos do Metallica em terras européias. Em junho o Metallica promete tocar em seu próprio festival, o “Orion Music + More”, a íntegra do   “Black Album” e também a íntegra de “Ride the Lightning”. O festival acontece nos dias 23 e 24 de junho, em Atlantic City, New Jersey, nos Estados Unidos. O Metallica se apresenta nas duas noites, tocando o repertório completo de cada álbum em uma delas.





Abaixo, o setlist do show de ontem, em Praga.

1- Hit The Lights
2- Master Of Puppets
3- The Shortest Straw
4- For Whom The Bell Tolls
5- Blackened
6- The Struggle Within
7- My Friend Of Misery
8- The God That Failed
9- Of Wolf & Man
10- Nothing Else Matters
11- Through The Never
12- Don’t Tread On Me
13- Wherever I May Roam
14- The Unforgiven
15- Holier Than Thou
16- Sad But True
17- Enter Sandman

Bis
18- Fuel
19- One
20- Seek & Destroy

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Viper - To Live Again Tour


Depois de algum tempo sem escrever, não por falta de assunto, estou voltando pra comentar sobre o retorno de um ícone do Heavy Metal brasileiro, o VIPER, que recentemente anunciou uma reunião com seu vocalista original depois de 22 anos, ninguém menos que o também lendário Andre Matos.

Espero ter a oportunidade de conferir essa reunião dos caras ao vivo, pq apesar de ter pego essa fase final da banda (com André Matos), logo que comecei a me interessar por metal, nunca consegui assisti-los ao vivo. O melhor dessa reunião é que o VIPER para celebrar os 25 anos do lançamento do primeiro album  "Soldiers of Sunrise", fará uma série de shows em julho de 2012 e pela primeira vez na sua história vai executar seus dois primeiros albuns na íntegra, "Soldiers of Sunrise" e o magistral "Theatre of Fate". Portanto, apesar do material do bom album "Evolution" ficar de fora, comemorem e esqueçam aquela bobagem de "Coma Rage". Além dos 2 petardos na íntegra a banda promete surpresas especiais para os fãs no setlist.


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Além de Andre Matos nos vocais, a banda contará com outros três integrantes da formação clássica: Pit Passarell (baixo), Felipe Machado (guitarra) e Guilherme Martin (bateria). O guitarrista Hugo Mariutti vai substituir Yves Passarell, (atualmente no Capital incial) que eventualmente vai se juntar a banda para algumas participações durante a turnê.


A 'To Live Again Tour' já tem a primeira data confirmada, dia 1o. de Julho no Via Marquês em São Paulo e mais cidades serão anunciadas em breve. Alô Viper, incluam o Rio de Janeiro!!!! Pra quem não lembra ou não conhece a fase metal tradicional da banda (que lembra muito o velho Iron Maiden), não deixem de assistir os videos abaixo:





Clique no link abaixo para ouvir os detalhes sobre a volta do Viper com Andre Matos nos vocais:
http://bit.ly/I1rVWr

sábado, 7 de abril de 2012

Mötley Crüe - 10.000 Miles Away

O vocalista John Corabi ficou em torno de cinco anos (1992-1997) no Mötley Crüe, gravou 1 excelente album (auto-intitulado) e 1 EP (Quaternary) mas infelizmente a passagem de Corabi pela banda de Nikki Sixx não gerou o sucesso e retorno financeiro que a banda esperava e a parceria acabou, culminando com o retorno de Vince Neil, o vocalista original. Apesar da banda ignorar o material produzido na era Corabi, aqui vai um video da faixa "10.000 Miles Away" produzida pelo Rodz Online.

sábado, 31 de março de 2012

Chapulin Colorado 2012

Quem é fã do icônico personagem Chapolim Colorado, criação do Sr Roberto Gómez Bolaños, vai vibrar com esse curta que é uma justa homenagem ao vermelinho, onde em um futuro não tão distante, o filho do herói assume o papel do herói escarlate e não deixa de fora o lendário bordão: "Não contavam com minha astúcia!"

Confiram:

sexta-feira, 23 de março de 2012

Nothing Compares 2 U


Hoje me deu vontade de ouvir “Nothing Compares 2 U”, clássico absoluto do ano de 1990. A baladinha além de ser uma daquelas músicas que gruda na sua cabeça, é mais um hino a um amor perdido e certamente marcou algum momento choroso na vida de muita gente. A canção ficou conhecida na voz da irlandesa, Sinéad O’Connor mas o pai da criança é o músico Prince, ou seja lá como ele se chama agora.

A música foi escrita e gravada por Prince em 1985 mas a versão do nanico não teve uma boa recepção e só foi conhecer o estrelato graças a interpretação de Sinéad O’Connor que incluiu a faixa no album “I Do Not Want What I Haven’t Got”. A gravação alcançou o topo das paradas musicais de todo o mundo e o album mordeu a primeira posição dos mais vendidos em vários países, arrebatando vários prêmios, entre eles, o de faixa destaque entre as 500 Maiores Canções de Todos os Tempos pela Rolling Stones, entre as 200 Maiores Faixas dos Anos 90, e também figurou entre as 100 Maiores Canções dos anos 90.

Pra coroar o sucesso, o video de “Nothing Compares 2 U” virou hit na MTV, ao capturar lindamente as paisagens Parisienses e muito mais que qualquer coisa, todo o sentimento expresso por Sinéad O’Connor  enquanto interpretava a composição. Não é de se estranhar que Sinéad O’Connor tenha sido a primeira artista mulher a vencer a categoria de Melhor Clipe no MTV Video Music Awards. Apesar de ter lançado vários trabalhos posteriores, Sinéad O’Connor jamais voltaria a alcançar o sucesso de seu primeiro e maior hit.

Ao longo dos anos, “Nothing Compares 2 U” ganhou diversas outras interpretações, entre as quais, posso destacar as versões produzidas por Dune e Stereophonics (que se aproximam mais da de O’Connor), All Angels, Ben Taylor (fazendo uma versão acústica, que depois da original, é uma das minhas favoritas), Me First and the Gimme Gimmes (com uma pegada surf music), Goapele (R&B com instrumental de Runaway, de Kanye West), e o próprio Prince. Na dúvida, prefira a versão de Sinéad O’Connor…


segunda-feira, 19 de março de 2012

30 Anos sem Randy Rhoads


Em 18 de março de 1982 a banda de Ozzy tocava no Civic Coliseum em Knoxville, Tennessee nos EUA, e dali iriam para Orlando, Florida, tocar no "Rock Super Bowl XIV" com as bandas Foreigner, Bryan Adams e UFO. Já no dia seguinte, a caminho de Orlando, passaram pela casa do motorista do ônibus, Andrew Aycock, que vivia em Leesbur, também na Florida, em Flying Baron Estares. O lugar consistia de três casas, um galpão para avião e uma pista de pouso, cujo dono era Jerry Calhoun.

Andrew Aycock precisava de umas peças sobressalentes e pensou em parar ali. Andrew tinha dirigido a noite toda desde Knoxville, e como era piloto de aviões, talvez para ser gentil, pegou o avião sem permissão e levou o tecladista Don Airey e o empresário Jat Duncan para dar umas voltas. O certificado médico de Andrew tinha expirado, portanto sua licença para voar não era válida. Perto das 9 horas, Andrew deixou os dois passageiros e convidou Randy Rhoads e Rachel Youngblood, que fazia as maquiagens, para dar umas voltas. O avião voava baixo e passava zunindo perto do estacionamento onde estava o ônibus, talvez para brincar com o pessoal.

Há pouco tempo o piloto havia passado por um divórcio sórdido. Acredita-se que quando a ex-esposa dele entrou no ônibus, ele vôou na direção do mesmo. Passaram três vezes. Na quarta, a asa esquerda do avião raspou no teto do ônibus, bateu num pinheiro e caiu na garagem de Jerry Calhoun explodindo e destruindo tudo. Ozzy Osbourne, Tommy Aldrige, Rudy Sarzo e Sharon Arden, que tinham acordado com o primeiro impacto, achavam que se tratava de um acidente na estrada. Wanda Aycock e Don Airey, atônitos, tinham testemunhado tudo. Ozzy ainda correu para prestar socorro. Ele entrou na casa e salvou um homem que estava em chamas, mas infelizmente Randy estava morto. O show em "Rock Super Bowl XIV" foi cancelado e os promotores devolveram os ingressos.

Randy Rhoads tinha uma passagem de sucesso pela banda de hard Rock, Quiet Riot e depois se tornou um dos mais prestigiados guitarrista que já passaram pela banda de Ozzy Osbourne. Randy morreu aos 25 anos de idade.




quarta-feira, 14 de março de 2012

Closer – Perto Demais


Apesar de ser um lançamento de 2004 e no Brasil, ter saido no ano seguinte, o filme ‘Closer – Perto Demais’, além de ter sido um grande sucesso, não deixa de trazer alguma lembrança ou na pior das hipóteses, faz com que o espectador se coloque em algumas das situações retratadas na tela. Só isso já seria motivo suficiente para dar uma atenção especial a essa trama focada nos relaciomentos. Mas além desse fato, achei interessante que algumas pessoas já tivessem me perguntado pq não havia escrito sobre o filme antes.

Sendo um filme que gosto bastante, não só pelas situações vivenciadas pelos protagonistas, colocadas de forma que nos levam, como o próprio título sugere, a darmos uma olhada mais de perto nas consequências das nossas escolhas dentro de um relacionamento, e até mesmo no resultado daquelas escolhas impensadas e que podem trazer resultados desastrosos pra relação, resolvi escrever essa resenha e avisar que o filme não é recomendado para pessoas que por algum motivo estejam passando por momentos de instabilidade emocional.


Falando nos protagonistas, vale mencionar as grandes atuações de Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen e Natalie Portman sob a direção de Mike Nichols que sutilmente vai nos apresentando relacionamentos repletos de amor, tentações, erros e mentiras, além de levantar a questão de que a vida não é só começo, meio e fim mas um caminho assimétrico, com diversos altos e baixos, começos e fins, indas e vindas.

Closer já te faz grudar os olhos na tela desde a primeira cena, quando Natalie Portman, no papel da bela Alice Ayres, vem caminhando pela rua, ao som de ‘The Blower’s Daughter’, de Damien Rice, no melhor efeito slow motion. Sem querer estragar a história, pra quem ainda não assistiu, basta dizer que Closer é muito mais que um filme onde quatro pessoas transam, traem, mentem, se apaixonam, sofrem e amam mas trata basicamente das verdades e mentiras dos relacionamentos e ainda te prova que quando o assunto é AMOR, contrariando o pensador Aristóteles, uma afirmação pode sim ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.

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Primeira Cena

sexta-feira, 2 de março de 2012

Metallica - Orion Music


O Metallica também resolveu fazer seu próprio festival e batizou o projeto de "Orion Music + More". A princípio serão duas datas em Atlantic City, New Jersey, em 23 e 24 de junho. O Metallica, obviamente, será o headliner dos dois dias do festival. Até aí nada de mais né? Pois é, mas o grande lance é que, depois de já ter apresentado o clássico "Master of Puppets" no Rock and Ring 2006, agora a banda vai tocar na íntegra o "Black Album" e também todas as faixas de "Ride The Lightning", em noites diferentes. Não foi divulgado em qual noite exatamente cada obra será executada, mas ingressos para as duas noites podem ser adquiridos no site oficial do Orion Music + More clicando em
http://www.orionmusicandmore.com/




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A História do Thrash Metal


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Big Four

Estamos em 1985, quase 1986. O disco mais falado em todo o mundo é Born in the USA, de Bruce Springsteen. As paradas americanas estão dominadas por artistas que participaram do Live Aid alguns meses antes. A MTV tem apenas quatro anos de vida, e ainda faltam 15 meses para que o primeiro programa focado exclusivamente em um gênero musical faça a sua estreia na emissora – no caso, o Headbanger's Ball. As bandas de rock que tocam no canal incluem nomes como Ratt, Ozzy Osbourne, Def Leppard e Judas Priest. O maior nome de Los Angeles é o Mötley Crüe, líder de uma nova onda glam que levou ídolos veteranos como Ozzy e Scorpions a usar cabelos armados e delineador nos olhos.

Fora de tudo isso, algo estava acontecendo. Filho indisciplinado do heavy metal e do punk, o thrash metal passou os três anos anteriores nas mãos de um punhado de músicos da Bay Area de San Francisco, com pequenas cenas também em Los Angeles e Nova York. As bandas chaves da cena – o Metallica de San Francisco, Slayer e Megadeth de Los Angeles e o Anthrax  de Nova York – haviam lançado álbuns que foram recebidos com entusiasmo por aqueles que as conheciam.

A cena era baseada em alguns selos independentes: Metal Blade e Magaforce na Califórnia e Music for Nations no Reino Unido. Por três anos, eles se mantiveram sem qualquer interferência das grandes gravadoras.

Mas tudo estava prestes a mudar. O Metallica, a mais celebrada e elogiada banda do movimento, assinou com a Elektra em 1985, e os outros grupos viam o progresso do quarteto com um mixto de admiração e inveja. No final do ano, as comportas se abriram e o thrash metal chegou com tudo ao mainstream.

Brian Slagel (fundador da Metal Blade) – A cena thrash era muito pequena. Nos Estados Unidos, todas as bandas conheciam umas às outras. Eu acho que, naquela época, todos estavam nessa apenas pelo amor à música, com uma mentalidade bem “nós-contra-o-mundo”.

Lars Ulrich (Metallica) – Você enviava cinco fitas demo para as pessoas, e uma semana depois milhares de garotos tinham uma cópia. Era como fogo se espalhando!

Brian Slagel – Acho que, hoje em dia, é fácil dizer que aquelas bandas se tornariam o Big Four, mas, na época, se você perguntasse para qualquer um qual seria o grupo que iria estourar, todos respoderiam Armoured Saint. Mas, no final, as coisas não aconteceram da maneira que imaginávamos.

Lars Ulrich – Você poderia facilmente argumentar que eu e James, naquela época, éramos meio conservadores por andar sempre com camisetas do Motörhead e do Iron Maiden, batendo cabeça e balançando nossos longos cabelos.

Harald Oimoen (fotógrafo) – Dave Mustaine, é claro, estava extremamente chateado por ter sido demitido do Metallica e se afogava em álcool e drogas. Eu estava mais do que satisfeito em saciá-lo. Lars e Dave ainda saíam regularmente e isso passou despercebido pela mídia, mas Mustaine acabou com qualquer possibilidade de voltar ao Metallica ao aproveitar qualquer oportunidade que tinha para falar mal da banda.

Eric Peterson (Testament) – Paul Baloff era o ídolo da Bay Area por causa da sua personalidade. Ele tinha um lobo de verdade! Ele ia para os clubes com o seu lobo, levava o animal junto para todos os lugares. Ele tinha patas peludas como uma barba. Baloff dava algumas ordens e o bicho rosnava pra você!

Gary Holt (Exodus) – O lobo se chamava By-Tor. Paul tinha um magnetismo sobre o público semelhante ao do pastor Jim Jones. Se ele mandasse as pessoas beberem um xarope colorido, elas bebiam! Ele tinha uma espécie de liderança distorcida.

Brian Slagel – O Slayer era uma banda interessante porque eles não eram necessariamente bons amigos. Quando estavam juntos era magia pura, mas eles não saíam muito um com o outro.

Tom Araya (Slayer) – A cena era muito maior na Europa. Tocamos no festival Heavy Sounds, na Bélgica, para um público de 15 mil pessoas. Quando voltamos, continuávamos tocando para 300 a 400 pessoas nos clubes americanos.

Gem Howard (Music for Nations) – O Metallica conquistou a Europa antes de conquistar a América. Quando a Q-Prime assumiu (a Q-Prime é a empresa que gerencia a carreira do grupo), a banda era um sucesso no Velho Mundo, mas ainda não havia vingado nos Estados Unidos.

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Em 27 de dezembro de 1985, em uma Copenhagen coberta de neve, o Metallica dava os toques finais em seu terceiro álbum, Master of Puppets. Eles estavam na Dinamarca há quatro meses, passando o tempo entre Sweet Silence Studio, onde haviam gravado o disco anterior, Ride the Lightning, e dividindo quartos no Scandinavia Hotel. As fitas masters foram enviadas para Los Angeles para serem mixadas por Michael Wagener, que havia trabalhado anteriormente com o Mötley Crüe e o Poison. Eles não sabiam, mas nos próximos 12 meses tudo mudaria não só para o Metallica, mas para o próprio estilo que eles ajudaram a criar.

James Hetfield (Metallica) – As faixas de Master of Puppets me lembram um Metallica inocente. Não estúpido, mas ainda não marcado e arruinado pela fama. A honestidade e a inocência estavam presentes no estúdio, ainda tínhamos aquele fogo. Só havia o Metallica em nossas mentes. Na minha opinião, Master of Puppets era tudo o que nós queríamos ser.

Kirk Hammett (Metallica) – Eu poderia dizer que percebemos que o que estava nascendo iria fazer história. Cada música que surgia era realmente incrível. Tudo o que nós escrevíamos, nós gostávamos. Era meio “Meu Deus, isso é ótimo!”, saca?

Lars Ulrich – Nos apoiamos uns nos outros quando a comunidade thrash nos acusou de vendidos por causa das partes acústicas e tudo mais. Mas nós fizemos aquilo porque era verdadeiro, era a nossa verdade.

Gem Howard – Nós tivemos todas as quatro bandas do Big Four ao mesmo tempo na Music for Nations. Licenciamos o Slayer para o Reino Unido, tínhamos os dois primeiros discos do Anthrax, os três primeiros do Metallica e o debut do Megadeth. O Metallica era a mais forte de todas, sem dúvida.

Charlie Benante (Anthrax) – Master of Puppets colocou tudo em um nível mais alto, isso é certo.

Brian Slagel – O disco era incrível. Honestamente, eu não era um grande fã de Kill 'Em All, mas Ride the Lightning era excelente e, quando lançaram Master of Puppets, eles fizeram melhor ainda!

Eric Peterson – O disco tinha uma produção muito melhor, tudo soava de forma limpa e clara. Qualquer um ficaria orgulhoso de compor algo como “(Welcome Home) Sanitarium”. Era uma faixa espetacular, que todo mundo adorava! O Metallica se transformou em nossa grande esperança. Era algo como “saca só essa produção, eles soam tão bem quanto qualquer disco do Rainbow”. Master of Puppets é um grande clássico, e foi muito inspirador para nós.

Gary Holt – Na primeira vez que ouvi “Battery”, foi algo como “isso é incrível”!

James Hetfield – Há uma inocência nisso tudo, meio que “fodam-se, a atitude ainda está aqui, não fomos influenciados por toda a grandeza do Metallica!”. As canções têm uma energia, uma chama. Mas nós ainda éramos jovens, estávamos crescendo, e aquelas músicas foram ficando cada vez maiores como o passar do tempo.

31 de janeiro de 1986. O Spastik Children, grupo formado por Cliff Burton e James Hetfield (na bateria) mais o vocalista Fred Cotton e o guitarrista James McDaniel, toca em um show no Ruthie's Inn, em San Francisco, local que se transformaria em um ícone da cena thrash da Bay Area.

Eric Peterson – O Ruthie's ficava em uma região muito perigosa da San Pablo Avenue. O camarim era um quarto pequeno atrás do palco. Basicamente você ficava no meio da multidão ou ia para o lado direito quando entrava e tentava atravessar o público. Era tudo muito sujo, na linha dos clubes de blues de antigamente. Tinha que ser meio kamikaze para encarar a bebida que os caras tinham lá.

Gary Holt – Eu e Paul Baloff começamos a moldar o Exodus a partir da nossa própria visão das coisas, que era basicamente ser o mais brutal e violento possível. O público também respondia dessa maneira, e quando o Ruthie's Inn abriu, tudo ficou realmente muito insano!

Eric Peterson – Baloff dizia: “Se tem algum poser lá fora, eu quero ver o seu sangue aqui no palco”. Era como um ritual de sacrifício Maia!

Robb Flynn (Vio-lence, futuro Machine Head) – Em um show do Exodus no Ruthie's Inn, um cara tinha um osso de uma perna de uma vaca, e andava com aquilo para todo o lado, encarando as pessoas …

Lars Ulrich – Eu sei que os nossos colegas ingleses bebiam mais do que nós, mas de certa forma era como se nós bebêssemos ainda mais! Em qualquer lugar dos Estados Unidos você encontra essas garrafas de vodka baratas, e todo mundo andava com uma embaixo do braço.

Eric Peterson – O Metallica sempre vinha assistir os nossos shows. Eu sempre via James e Kirk na plateia. Lembro de James sentado no Ruthie's com seu boné virado para trás. Ele ficava batendo nas mesas com os punhos e gritando “The Haunting”, “The Haunting”!

Gary Holt – O nascimento do thrash violento foi no Ruthie's. Havia figuras como o enorme Toby Haines, que pisava nas cabeças das pessoas. Ele tinha 1,96 metros e era bem pesado. A música “Bonded by Blood” é sobre os shows do Exodus no Ruthie's, onde sempre havia vidros quebrados por todo o palco e as pessoas se cortavam com eles. Os caras pegavam hepatite C e coisas do tipo!

Robb Flynn – Há uma espécie de mito a respeito do thrash, de que tudo era uma diversão saudável e intensa, mas não era bem assim. Havia muito perigo real envolvido, muita violência, não era nada seguro.

Eric Peterson – Ninguém tinha armas, mas havia muitos canivetes. Todo mundo tinha um canivete!

Bob Nalbandian (fundador da revista Headbanger) – Todo mundo acha que o speed metal, ou thrash metal como ficou conhecido depois, se originou em San Francisco, mas é preciso lembrar que três das bandas do Big Four começaram em Los Angeles.

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Foi para Los Angeles que Dave Mustaine voltou após ter sido colocado para fora do Metallica devido aos seus excessos com drogas e álcool. Ele canalizou toda a sua fúria no Megadeth, a banda que criou com o baixista Dave Ellefson. A dupla era o Toxic Twins do thrash metal (nos anos setenta, Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, ganharam esse apelido devido à quantidade industrial de drogas que utilizavam, em uma alusão ao Glimmer Twins, como eram conhecidos Mick Jagger e Keith Richards, dos Rolling Stones) – junkies que faziam de tudo para conciliar a carreira musical com o vício em heroína (a dupla gastou metade do adiantamento de 8 mil dólares recebido em 1985 para a gravação do seu disco de estreia, Killing is My Business … and Business is Good, em drogas, bebidas e, em dose menor, algum alimento). Apesar disso, havia muita expectativa pelo disco seguinte do grupo, Peace Sells … But Who's Buying?.

Dave Mustaine (Megadeth) – Eu achava o que nós havíamos feito no Metallica muito bom e revigorante. Eu vivia sozinho desde os meus 15 anos. Todo dia eu acordava, tocava guitarra e vendia maconha para sobreviver. A minha vida era assim. Eu estava apto para ter um emprego verdadeiro na indústria da música, convenhamos … Mas como parecia que isso não iria acontecer, eu entrei em um modo de preservação. Foi assim que o Megadeth surgiu, porque eu desenvolvi habilidades de sobrevivência desde que os meus pais haviam se separado.

Dave Ellefson (Megadeth) – Morávamos em Los Angeles, mas nos sentíamos como peixes fora d'água. Havia um submundo ao nosso redor. Nós éramos basicamente sem-teto e ficávamos com qualquer garota que se interessasse por um músico. Vivíamos em minha van ou em nosso local de ensaio. Nosso vício em drogas era um grande problema, e também causava dificuldades financeiras. Nós literalmente descemos para o inferno!

Dave Mustaine – A cidade em que a gente morava, Los Angeles, era muito perigosa. Mas nós também éramos. Muitas dessas brigas entre as bandas glam e de thrash que contam por aí eram realmente perigosas, principalmente por causa da heroína. Os caras do Mötley Crüe desfilavam em carrões enquanto pessoas morriam embaixo de suas rodas. Era uma época bem perigosa …

Dave Ellefson – Dave e eu não tínhamos um plano B, empregos fixos e estudo. Éramos dois sem-teto que viviam juntos. Coisas assim são o DNA de uma grande bandas. É isso que o Megadeth tem.

Dave Mustaine – Havia gente drogada por todos os lados, uns deitados no chão e outros mijando ao redor. Era glamoroso? Nunca! A maneira como gravamos discos hoje em dia é muito mais agradável para mim. Naquela época fomos para o The Music Grinder Studios, que era um lugar bem legal e ficava em um local da moda com um monte de peruas ao redor e um hot dog muito bom por perto. Com um pouco de dinheiro para a comida e para a heroína, tínhamos um bom dia.

Bob Nalbandian – Eu entrevistei Dave Mustaine logo depois que ele saiu, ou foi demitido, do Metallica. Ele era muito convencido e um pouco arrogante, mas de uma maneira positiva. Se você ler essas entrevistas hoje em dia, você verá que ela tinha uma atitude de não se importar com nada e uma determinação total para alcançar o sucesso e ser o melhor no que fazia.

Dave Mustaine – Eu lembro de me apaixonar por Belinda Carlisle, da banda The Go-Go's. Ela veio ao estúdio me ver um dia, e eu tinha acabado de cheirar heroína quando ela bateu na porta. Ela era contra as drogas, e eu estava totalmente perdido. Eu realmente não sei o que aconteceu para eu ter ficado sóbrio. Talvez a gente pudesse ter casado e tido um monte de filhos, eu não sei, mas esse dia foi um dos piores na gravação daquele disco, com uma grande oportunidade balançando na minha frente e eu deixando-a passar.

Lars Ulrich – Quando você ouvia Peace Sells pela primeira vez em 1986, ou se você vai ouvi-lo pela primeira vez hoje em dia, ele continua sendo um grande disco de heavy metal. Nem mais, nem menos. Ele passou pelo teste do tempo.

Dave Mustaine – Deixa eu dizer uma coisa para você: Peace Sells não é apenas um disco, é um estilo de vida. É isso que ele é, tanto para os nossos amigos como para os nossos inimigos.

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Em 3 de março de 1986, Master of Puppets desembarcou nas lojas com um adesivo falso de aviso aos pais grudado na capa, em que se lia: “A única faixa que você não vai querer tocar é 'Damage, Inc.', por causa do uso infame da palavra que começa com 'F'. Fora isso, não há quaisquer 'shits', 'fucks', 'pisses', 'cunts', 'motherfuckers' ou 'cocksuckers' em qualquer outra música deste disco”. Três semanas antes, no Kansas Coliseum em Wichita, o Metallica começou uma turnê de cinco meses abrindo para Ozzy Osbourne. Isso impulsionou Master of Puppets para a posição número 29 da Billboard, uma façanha totalmente inconcebível 12 meses antes.

Mick Wall (jornalista) – O Mötley Crüe saiu com Ozzy, e os caras voltaram como estrelas. O Def Leppard saiu com Ozzy, e eles voltaram como estrelas. O Metallica saiu com Ozzy, e eles voltaram como estrelas. Era assim que as coisas funcionavam.

Brian Slagel – Os shows com Ozzy foram a primeira vez em que as bandas de thrash metal romperam as barreiras da cena que vieram.

Ozzy Osbourne – Eu estava caminhando perto do ônibus deles antes do show, ouvi alguém tocando algumas canções antigas do Black Sabbath e pensei que estavam tirando uma comigo. Eles não falavam comigo e sempre mantinham uma certa distância. Eu achava aquilo realmente estranho. Fui até o tour manager e perguntei: “Isso é uma piada ou algo do tipo?”. E ele respondeu: “Não, eles pensam que você é um deus!”.

Lars Ulrich – Essa foi a primeira vez que nós saímos de nossa região. Foi a primeira vez em que aparecemos no radar do mainstream.

Gary Holt – Os caras do Metallica eram todos meus amigos, então eu estava muito feliz com tudo o que estava acontecendo com eles. Desde que eles gravaram Ride the Lightning nós sabíamos que algo iria acontecer com a banda. E quando eles fizeram Master of Puppets ficou claro que eles eram melhores que qualquer um de nós.

Lars Ulrich – Lembro da última data com Ozzy, em Hampton, na Virginia. Nosso manager, Cliff Burnstein, veio de Nova York para assistir o último show. Ele se sentou no ônibus e disse: “Vocês estão vendendo discos suficientes para comprar muitas casas”. Nós ficamos cinco meses em turnê com Ozzy. Todos no mesmo ônibus, banda e equipe, bebendo 12 horas por dia, vivendo todas as fantasias mais malucas que tínhamos envolvendo garotas e heavy metal. Lembro de Cliff sentado e falando: “Fuuuuuuuuuuuuuuuckkkkk, eu posso comprar uma casa!”. O resto de nós não queria comprar uma casa, só queríamos continuar em turnê.

Kirk Hammett – Eu nunca imaginei que faríamos sucesso. Comparando o Metallica com os outros artistas nas paradas, éramos uma laranja podre no meio de um monte de belas maçãs.

Mick Wall – A grande diferença entre o Metallica e o resto era isto: eles tinham um grande disco, mas também tinham Lars Ulrich e Peter Mensch e Cliff Burstein, da Q Prime. Eles sabiam que não iriam tocar na MTV, então foram hábeis ao declarar “nós não vamos gravar nenhum clipe”. Ao mesmo tempo, Lars estava negocionando com Michael Alago, o chefão do selo A&R da Elektra, além de promotores e todo tipo de gente assim. Eles eram a base e a corporação ao mesmo tempo. Lars era um cara que poderia fazer carreira na indústria da música como executivo. Essa era a diferença.

Charlie Benante – Naquele tempo, o Headbanger's Ball estava começando na MTV. Eles mijavam em você durante uma hora e, se você tivesse sorte, via um vídeo do Bon Jovi ou do Poison. Era assim que funcionava, mas as coisas estavam mundando.

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Graças a Master of Puppets, o thrash metal havia chegado ao mainstream. Outras bandas foram contratadas por grandes gravadoras depois do Metallica. Uma delas foi o Slayer, que trabalhava em seu terceiro álbum, Reign in Blood, enquanto o Metallica estava na estrada com Ozzy.

Brian Slagel – Havia uma competição entre as bandas para ver quem tocava mais rápido. Era por isso que elas eram classificadas de speed metal antes do surgir o termo thrash metal. O Slayer queria ser a banda mais rápida e pesada de todas.

Tom Araya – Nós tínhamos algo de black metal vindo do Venom, e isso nos colocou em outro nível. A ideia por trás de Reign in Blood era não fazer outro álbum lento como Hell Awaits, mas sim um disco rápido com canções curtas. Esse era o nosso objetivo.

Kerry King (Slayer) – O que eu lembro de quando compus essas canções? Não faço a menor ideia, cara …

Brian Slagel – Alguém me falou que Rick Rubin estava interessado no Slayer, e eu pensei: “Ok, isso é interessante. Def Jam, um selo de rap ...” Fui encontrá-lo, e Rubin era, definitivamente, muito mais headbanger do que eu imaginava. Ele realmente desejava o Slayer, e foi mais agressivo que qualquer outro que queria ter o grupo.

Tom Araya – O que Rick Rubin trouxe para o processo? O seu ouvido musical. O que aconteceu com Reign in Blood é que, embora ele fosse rápido, você podia ouvir tudo. Esse foi o toque de Midas de Rubin.

Brian Slagel – As demos de Reign in Blood tinham cerca de 34 minutos, mas quando finalizamos o disco ele tinha aproximadamente seis minutos a menos.

Tom Araya – Nós fizemos as mixagens, e eu pensei: “28 minutos?”. Falei para Andy Wallace, que era o engenheiro: “Isso é tudo?”. Ele: “Bem, é isso”. Perguntamos se isso seria um problema para Rick, e ele respondeu: “Bem, um álbum se constitui de 10 faixas, e nós temos 10 faixas”.

Jeff Hanneman (Slayer) – Quando nós finalizamos o disco e vimos a capa, uma pintura do artista Larry Carroll com Satã sendo carregado por homens com ereções, eu soltei um “yeah”! Eu tive a pintura original em minha casa durante anos.

Kerry King – Eu acho a capa legal e demoníaca. Ela não me incomoda em nenhum sentido. E, na boa, eu realmente não me importo com isso.

Tom Araya – Foi preocupante quando a Columbia se recusou a lançar o disco. Isso aconteceu por causa daquela faixa, “Angel of Death”, sobre o médico nazista Joseph Mengele.

Jeff Hanneman – Assisti um documentário que falava como os assuntos que você utiliza para escrever sobre o demônio, e a pesquisa que você faz para isso, faz você perceber o quão doentio o ser humano pode ser.

Kerry King – É assim que as coisas funcionam. Nós não tentamos mostrar quem é bom ou quem é ruim.

Lars Ulrich – Eu acho que o Slayer é a banda mais interessante daquela cena porque eles são os mais extremos. Eles não dão a mínima para ninguém, e por isso são tão legais.


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Cliff Burton
Em 10 de setembro de 1986, no St Davis Hall em Cardiff, no País de Gales, o Metallica iniciou uma tour pela Europa como atração principal, tendo o Anthrax como banda de abertura. No dia 27 de setembro, depois de um show em Estocolmo, eles voltaram para o ônibus da turnê para uma viagem noturna até Copenhagen. Nas primeiras horas da manhã, próximo à cidade de Ljunby, o ônibus derrapou no gelo e capotou para fora da estrada. Cliff Burton foi jogado de seu beliche e atravessou a janela. O ônibus caiu em cima do baixista, tirando sua vida. Pouco antes, Cliff tinha jogado uma moeda com James para decidir quem ficaria com o beliche. Acontecia o primeiro choque de realidade do thrash metal.
Charlie Benante – Nós estávamos viajando na frente. Nos despedimos, e quando chegamos ao local encontramos crianças nos perguntando: “Vocês viram o que aconteceu com o Metallica?”. Eu já havia perdido pessoas na minha família, mas aquilo foi muito estranho.

James Hetfield – Eu vi o ônibus deitado em cima dele. Vi suas pernas esticadas para fora, e surtei! O motorista estava tentando puxar o cobertor que estava com Cliff para dar para outra pessoa. Olhei para ele e gritei: “Não faça isso!”. Eu queria matar aquele cara. Nosso tour manager falou: “Vamos manter a banda unida e voltar para o hotel”. Eu pensei: “A banda? Não existe mais banda, somos apenas três caras”.

Gem Howard – Tinha uma jornalista japonesa chamada Terri Mashizuke. Ela era como uma garotinha de escola, bem pequena. Ela entrou no escritório da Music for Nations em prantos, e a maioria de nós começou a chorar.

Eric Peterson – Nós tínhamos um show com Jonny e Marsha Z, da Megaforce Records. Jonny era muito próximo do Metallica naquela época. Estávamos ensaiando, e Jonny olhava fixamente para o bumbo. Ele estava perdido, e falou: “Cliff morreu na noite passada”. E começou a chorar. Todos nós derramamos algumas lágrimas.

Kirk Hammett – Nos últimos quatro ou cinco meses de sua vida, Cliff começou a tocar bastante guitarra. Ele fazia uns acordes enquanto ouvia música e pedia umas dicas para mim. Lembro que ele amava a maneira como Ed King, do Lynyrd Skynyrd, tocava.

Dave Mustaine – Eu sempre pensei em Cliff como um grande músico. Nós não tivemos a chance de ter qualquer tipo de relacionamento.

Lars Ulrich – Nós ficamos obviamente de luto, mas depois que a raiva começou a passar percebemos que ele não morreu da maneira como as pessoas que estão envolvidas com o rock morrem, geralmente em consequência do uso abusivo de álcool e drogas. Cliff nunca fez isso.

Brian Slagel – Umas quatro semanas depois da morte de Cliff, Lars me ligou e perguntou se eu não tinha um baixista para indicar para a banda. Minha primeira sugestão foi Joey Vera, do Armoured Saint, mas ele não quis sair do grupo. Então eu falei: “Olha, tem uma banda chamada Flotsam and Jetsam, e o baixista é um grande fã do Metallica. Acho que é o cara certo”. O Flotsam era a banda de Jason Newsted, ele compunha tudo lá. Chamei Jason para conversar e disse: “Você está indo de uma banda onde compõe todo o material para uma onde não poderá falar nada. O Metallica é a banda de Lars e James, você será apenas o baixista. Tudo bem para você?”. Depois de um mês, Jason estava no Metallica.

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Quando o Metallica retornou aos palcos após a morte de Cliff Burton, o thrash metal havia alcançado o grande público. No topo, junto com eles, estavam o Slayer e o Megadeth, cujos álbuns Reign in Blood e Peace Sells … But Who's Buying? foram lançados com uma distância de apenas três semanas entre um e outro, entre outubro e novembro, pela Def Jam e pela Capitol. Ambos chegaram ao top 100 norte-americano. Os críticos da cena não gostaram nada disso, mas o thrash metal era agora uma realidade. Vinte e cinco anos depois, 1986 parece e soa como um ano lendário. As coisas nunca mais foram as mesmas para qualquer uma das bandas envolvidas.

Brian Slagel – Estão todos maduros e cresceram como músicos, têm mais dinheiro e tempo para fazer as coisas e estão trabalhando com pessoas melhores. Houve uma demanda e uma grande novidade quando essas bandas surgiram, tudo culminando naquele ano.

Gem Howard – Você tem esses períodos no rock. Em 1967-1957 foi o pico do rock and roll. Em 1966-1967 houve o movimento hippie. Em 1976-1977, o punk. E em 1986-1987, tivemos o thrash metal. Este ciclo de dez anos parece ter acabado aqui.

Charlie Benante – Nós fomos da Megaforce para a Island, que era a casa de todo mundo, de U2 a Bob Marley a Anthrax.

Bob Nalbandian – A mentalidade das grandes gravadoras era: “O dinheiro é o que interessa, então vamos sugar todas as bandas que conseguirmos”. E essa foi a razão pela qual, alguns anos mais tarde, elas começaram a assinar com qualquer banda 'thrash', saturando a cena com um monte de merda, que, inevitavelmente, levou ao declínio do thrash metal no final dos anos 80 e durante toda a década de 90.

Dave Ellefson – Estar em uma grande gravadora era manter a porta aberta para os nossos fãs. 1986 foi um grande ponto de virada. A ordem era ser grande, ser diferente. E nós sabíamos que éramos diferentes.

Gary Holt – Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax de longe foram as bandas que mais venderam discos. Às vezes leio coisas do tipo “Exodus, Testament, estas bandas eram seguidoras, por isso não estão no Big Four”. O Exodus fez tudo antes que o Metallica, mas a verdade é que tudo se resume às vendas. Eu não tenho problema com isso. Todos nessas bandas são grandes amigos meus.

Jeff Hanneman – Eu deixei a minha marca no mundo, fiz algo e posso morrer feliz.

James Hetfield – Tem momentos em que eu romantizo tudo o que aconteceu. A vida era muito mais simples naquela época.


Por Jon Hotten

Tradução por Ricardo Seelig
(matéria publicada na Classic Rock 166, de dezembro de 2011)


Matéria original: Collector´s Room

Fonte: A história do thrash metal contada pelos próprios músicos - Especial http://whiplash.net/materias/especial/148893-metallica.html#ixzz1nDeonvMN

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