quarta-feira, 21 de junho de 2017

Chegando em Miami

Miami certamente é a mais latina das cidades americanas e destino muito procurado pelos brasileiros, seja pelas compras ou pelas praias. O aeroporto de Miami é bem próximo da cidade, fica a 10 km do centro (Downtown) e 15 km da praia (South Beach). Com o trânsito fluindo bem, você vai levar menos de trinta minutos até a zona hoteleira de South Beach. E como a gente faz pra sair do aeroporto? Bom, das duas vezes que estive em Miami, usei dois meios de transporte diferentes. A primeira foi alugando um carro e da segunda, pegando uma van. Então vamos ver como funciona cada opção...


Caso você opte por alugar um carro também, o procedimento pra retirada do veículo é muito tranquilo. Uma central de locadoras de carro estão reunidas no seu próprio edifício-garagem que é ligado ao aeroporto por um monotrilho gratuito, o MIA Mover, exclusivo para levar você do aeroporto até a central de locação de carros, à estação do metrô e à parada do ônibus expresso. O embarque no MIA Mover é feito no terminal D (exclusivo da American Airlines) e entre os terminais F e G. Na saída do MIA Mover você dobra à esquerda e já vai sair num salão circular onde estão os guichês com diversas locadoras. Escolha a de sua preferência ou a que você já contratou aqui do Brasil. Depois da burocracia resolvida, basta acessar o edifício-garagem e retirar o seu veículo. Aí é só ligar o GPS, colocar o endereço do seu hotel e pé na estrada. Em caso de dúvidas, confira meu post com o guia completo de como alugar um carro nos EUA.



Se você optar por pegar uma van, os pontos de táxi e vans são na calçada do andar de desembarque (Arrivals). Basta sair do aeroporto e procurar o ponto mais próximo. Eu usei as vans do SuperShuttle. Os valores para todos os destinos (Downton, Porto de Miami, Miami Beach, Fort Lauderdale etc) são tabelados e você pode conferir as tarifas antecipadamente clicando AQUI. Os táxis tem a tarifa tabelada para a maioria das regiões. Nos arredores de Downtown, as tarifas são tabeladas de US$ 10 a US$ 14, mas para ir a hotéis na região de Doral (arredores do outlet Dolphin Mall), você vai pelo taxímetro (espere pagar uns US$ 20). Em todos os casos, acrescente 10 a 15% de gorjeta. Veja a lista completa de tarifas aqui. Se você vai do aeroporto direto para o terminal de cruzeiros, verifique de qual porto sai o seu navio. O porto de Miami fica a 13 km, e o Port Everglades, fica a 45 km, em Hollywood/Fort Lauderdale.



Existem outras opções que eu não testei mas que são bem utilizadas também. Pra quem não quer gastar, a alternativa é o ônibus Airport Flyer, que nada mais é que um ônibus de linha comum com um gradil para carregar malas. O Airport Flyer não faz nenhuma parada do aeroporto até a rua 41, e depois faz algumas paradas em determinados pontos. Seu destino final é na South Pointe Drive de onde retorna. O trajeto leva de 30 a 50 minutos, dependendo do trânsito. Para consultar rotas e tarifas, clique AQUI

O MetroRail, o metrô em trilhos suspensos de Miami, vai até o aeroporto. Mas só serve ao visitante que esteja hospedado em Downtown. Em menos de 15 minutos você chega à região central. As estações mais próximas aos hotéis são Brickell e Government Center, ambas interligadas ao MetroMover, monotrilho gratuito que percorre o centro de Miami. Para ver se vale a pena ir de metrô, verifique a distância entre o seu hotel e a estação mais próxima do MetroMover.



quarta-feira, 14 de junho de 2017

Guia completo de como alugar um carro nos Estados Unidos

Muitos amigos já me perguntaram sobre o aluguel de carros nos Estados Unidos, se precisa habilitação internacional, se é caro etc. E como alugar um carro é quase que fundamental em estados como Califórnia, Nevada e Flórida, por exemplo, vou tentar responder algumas dúvidas frequentes.

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que nos Estados Unidos, a locação de carros é muito menos burocrática e o sistema de retirada e devolução do veículo é bastante simples. Se você está viajando com um pacote fechado por uma agência de turismo, fatalmente a agência vai cuidar disso pra você. A primeira vez que utilizei carro nos EUA, a agência cuidou de tudo, o carro estava incluso no pacote, os preços foram bons e foi tudo muito prático.

A minha dica inicial é a seguinte, se você está indo através de uma agência, dê uma olhada no site das locadoras antes pra ter uma idéia de valores. Se o valor do aluguel do carro incluso no seu pacote não for algo muito exorbitante, é válido fechar antecipadamente com uma agência. Vai acabar sendo mais prático, principalmente se você não falar inglês. Dica número dois, mesmo que você não feche o aluguel com a agência e opte por alugar por conta própria, reserve o carro antes de ir para os Estados Unidos. Entre nos sites das locadoras, escolha o tipo de carro que deseja e feche logo a reserva. Deixar para alugar um carro só quando chegar nos Estados Unidos normalmente sai mais caro e o processo acaba sendo mais demorado. Sem contar que reservando com antecedência, você tem acesso a ofertas que não são oferecidas no balcão, além de garantir a categoria de carro que desejada e ainda evita filas na locadora. Um detalhe, o cartão de crédito utilizado precisa estar no nome do condutor principal. Agora se você vai tratar do aluguel quando chegar lá, o pagamento poderá ser em dinheiro vivo.

Ainda sobre o pagamento, o cartão internacional é indispensável, mesmo que o pagamento da locação seja em cash. Isso pq é praxe das locadoras efetuarem um bloqueio de um determinado valor do seu limite de crédito até a devolução do carro. Funciona como uma espécie de garantia. Caso você devolva o carro sem nenhuma avaria, o valor é estornado do seu cartão. No entanto, se houver algum problema ou infração de trânsito, é dessa garantia que eles farão o desconto. Algumas locadoras podem usar como referência a metade do valor total das diárias. Ou seja, se você gastou US$ 600 com as diárias, vão te cobrar US$ 300 como depósito caução.

Falando ainda em cartão de crédito, nunca é demais lembrar que antes mesmo de viajar, é necessário fazer o desbloqueio do cartão para compras físicas no exterior, mesmo que você já faça compras em outro país pela internet. As pessoas normalmente não atentam pra esse detalhe por já terem o hábito de comprarem em sites estrangeiros e esquecem que esse desbloqueio é exclusivo pra compras físicas fora do Brasil. Assim você evita que a sua operadora acabe bloqueando o cartão ao tentar usá-lo lá fora sem desbloquear. Os cartões mais aceitos nas locadoras são o Visa, MasterCard e American Express. Consulte sua locadora para pagamentos com bandeiras diferentes.

Sedan Hyundai Elantra alugado em Los Angeles.
O modelo entrou na categoria standart e a diária ficou super em conta.


Existem várias opções de locadoras mas em quase todas as oportunidades utilizei a Alamo, que foi a que me ofereceu os melhores preços. As melhores tarifas sempre são pra fechar a semana completa, portanto, caso vá ficar na cidade por mais de 7 dias, feche o pacote semanal. É muito comum as locadoras cobrarem pelo GPS. Se você já estiver com acesso a internet 4G, o GoogleMaps resolve o problema em 99,9% das vezes e torna dispensável o aluguel do GPS.


Beleza, você já fechou com a agência o aluguel do seu carro ou fez a reserva por conta própria no site da locadora. E agora? Onde pegar o carro? O melhor lugar pra você pegar seu carro é no próprio aeroporto. Sim, os aeroportos americanos normalmente tem anexos com estacionamentos gigantescos somente com carros de locadoras. Além disso, lá você vai encontrar mais opções de carros. As locadoras seguem mais ou menos o mesmo perfil de carros: Economy, Compact, Midsize, Fullsize, Standart, Premium, Convertible, Luxury, 7 Passenger Minivan, 15 Passenger Van e Fullsize SUV.


OK, você já sabe como alugar o carro mas não sabe como funciona o sistema da habilitação. Vamos lá. Algumas locadoras e agências de viagens informam que a idade mínima é de 25 anos. Quem tiver  entre 21 e 24, pode sim alugar um carro nos EUA, com a ressalva de que pode estar sujeito a pagar uma taxa extra por dia, chamada de “under age”. Você não precisa de carteira de motorista internacional para dirigir nos Estados Unidos. Se você se identificou no site da locadora como brasileiro residente no Brasil e a locação foi feita sem solicitar nada em especial, vá com sua CNH brasileira mesmo. Nos destinos mais comuns dos brasileiros nos Estados Unidos é permitido dirigir com a carteira de motorista brasileira se você é turista. A CNH apresentada deve ser a definitiva, ou seja,  aquela emitida após um ano completo da Permissão para Dirigir. Precisa ser a CNH original. Nada de cópia autenticada. A CNH deve estar válida durante todo o período da locação, e algumas locadoras podem solicitar ainda que a data de vencimento seja por pelo menos mais um ano além da data de locação. Tenha certeza disso para evitar problemas.

É possível e prudente acrescentar outra pessoa com autorização para dirigir o carro, além do condutor principal. Um condutor adicional sempre é bom pra revezar na direção ou mesmo pra poder contar em qualquer imprevisto em que o condutor principal não possa dirigir. Mas fique bem atento, não basta apenas ser outra pessoa capacitada a dirigir, mas sim, uma pessoa que conste no contrato de locação como sendo motorista adicional, ou seja, com autorização pra dirigir o carro da locadora. Caso alguém dirija o carro sem estar autorizado no contrato, além de ser proibido, não teria a cobertura do seguro caso se envolva em algum acidente. Assim sendo, se você não constar no contrato de locação como motorista principal ou motorista adicional, não dirija em hipótese nenhuma. Os condutores adicionais precisam preencher todos os mesmos requisitos do condutor principal mas na maioria das vezes não precisa apresentar cartão de crédito no seu nome.


Nos EUA o código de trânsito permite que você dirija uma van ou um SUV grande mesmo com a carteira de motorista de categoria B. Nos Estados Unidos a carteira de motorista só muda para veículos realmente pesados, como ônibus ou caminhões. Em relação a legislação de trânsito dos Estados Unidos, basicamente é tudo meio parecido...se beber não dirija, use o cinto de segurança, crianças só no banco de trás e atenção nas sinalizações das placas. Aliás, falando nisso, em praticamente todos os sinais de trânsito você pode dobrar a direita, mesmo que ele esteja vermelho e que obviamente não venha nenhum outro veículo. Os sinais onde essa prática não é permitida estão sinalizados.

Outra dica interessante...Normalmente os carros das locadoras já vem com um sistema de pagamento de pedágio instalado, estilo "Sem Parar". Qualquer eventual pedágio que você venha a passar,  os valores são cobrados na sua fatura do cartão de crédito. Porém, alguns pedágios dentro das cidades não aceitam os sistemas de pagamento automático. Ai não tem jeito, você vai ter que pagar em cash!

Pra devolver o carro, basta escolher em qual agência da locadora você quer devolver. Quer devolver no aeroporto? Pode. Quer devolver em outra cidade? Sim, também é possível pegar o carro numa cidade e devolver em outra. A maioria das locadoras aceita que você devolva o carro em outra cidade e não te cobra nem um centavo a mais por isso. Não existe um padrão de procedimentos e exigências entre as locadoras. Basicamente os procedimentos são os mesmos mas uma mesma locadora pode ter procedimentos e regras diferentes conforme cada cidade ou estado em que o carro for alugado. Algumas locadoras como a Alamo, Hertz, Enterprise, Dollar, Budget, National, entre outras, são mundialmente conhecidas e possuem filiais e suporte em grande parte dos EUA.

Resumindo, pra você dirigir nos Estados Unidos  precisa ter idade mínima de 21 anos, sendo que entre 21 e 24 anos poderá pagar taxa extra, precisa de um cartão de crédito internacional, em nome do condutor principal e habilitado para uso no exterior, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida durante todo o período da locação e é claro, passaporte válido.

Para pesquisar sobre valores e locadoras nos EUA, clique AQUI

Espero que tenha ajudado! Boa viagem!

terça-feira, 6 de junho de 2017

Houston

Eu nunca tinha imaginado conhecer o famoso estado do Texas mas acabei tendo a oportunidade quando visitei a cidade de Houston em um pit stop pelos Estados Unidos. O estado do Texas já pertenceu ao México e obteve sua independência em 1836, tornando-se uma república. Antes disso, porém, nesse mesmo ano, uma rebelião em Álamo foi extinguida pelos mexicanos, que mataram todos os norte-americanos participantes desta rebelião, com exceção de algumas mulheres, crianças e escravos. Os mortos em Álamo tornaram-se heróis no Texas e nos Estados Unidos. Nove anos depois, o Texas se tornou um estado norte-americano, sendo admitido como o vigésimo oitavo estado da União em 29 de dezembro de 1845. É o segundo maior estado em área e em população dos Estados Unidos.

Toyota Center

O aeroporto intercontinental George Bush serve de conexão para vários destinos dentro dos Estados Unidos mas se você vai dar uma volta por Houston antes, vamos a algumas pequenas dicas. A cidade é gigantesca; com várias auto-estradas e viadutos, com poucos táxis e o transporte público não é muito prático para cobrir grandes distâncias. Ou seja, você vai precisar de um carro. A boa notícia é que todas as locadoras de veículos têm agências no aeroporto George Bush (IAH). Ônibus levam passageiros de todos os terminais ao anexo onde ficam as locadoras. Você pode alugar um carro e dirigir nos Estados Unidos com a CNH brasileira e um cartão de crédito internacional. O aluguel do carro e o combustível são baratos. Se você já estiver com um chip telefônico com internet funcionando o GPS é dispensável.

Aeroporto intercontinental George Bush

Eu só passei um único dia em Houston, aluguei um carro, dei umas voltas porém não cheguei a ficar hospedado em nenhum lugar mas os hóteis mais procurados estão no centro, também chamado de Downtown ou no Uptown, área  também conhecida por Galleria, e que igualmente é o nome de um dos shoppings mais badalados de Houston. Se você vai passar três dias ou mais, a dica é adquirir o City Pass, que é válido por 9 dias consecutivos a partir da data que você utilizar o primeiro ingresso do talão. Outra vantagem é que você não precisa ficar em fila porque já tem todos os ingressos a mão. O City Pass acaba abrangendo a maior parte das principais atrações turísticas, como o Museum District (19 museus e instituições culturais concentrados em um só bairro, com destaque para o Houston Museum of Natural Science), o Space Center Houston, centro espacial da NASA que controlou as missões para a Lua, e que hoje controla as missões da Estação Espacial Internacional, o parque de diversões Kemah Boardwalk e o Downtown Aquarium


Space Center Houston

Não chega a ser como Nova York mas Houston também tem o Theatre District. São 9 organizações residentes (de ópera, ballet, teatro, música) que se apresentam em 4 teatros: Jones Hall, Wortham Theater Center, Alley Theatre e Hobby Center for the Performing Arts. Lá você tem a chance de assistir a musicais da Broadway e do West End de Londres que estão em turnê. Pra quem deseja fazer compras, a dica é o shopping The Galleria, com mais de 220 mil metros quadrados de lojas, entre elas, Gucci, Prada, Apple Store, Aéropostale, Macy’s, Chanel e Louis Vuitton. O shopping conta ainda com um rinque de patinação no gelo.

The Galleria


O Houston Rockets, time de basquete bi-campeão da NBA, joga no Toyota Center, de outubro a abril todos os anos. Se você estiver passando por lá nesse período recomendo que tente conseguir um ingresso e assista a um jogo da NBA ao vivo. É uma experiência fantástica que tive o privilégio de viver, não em Houston mas em Miami. Ironicamente eu conheci o Toyota Center por conta de um evento da WWE, que também recomendo pra quem curte. É muito divertido.



quarta-feira, 31 de maio de 2017

Nova York - Comprando ingressos para Broadway

Se você vai visitar Nova York e não vai assistir nenhum musical da Broadway, sinto dizer, mas sua viagem será incompleta. Não é um programa barato, pelo contrário, os ingressos são caros (por volta dos U$ 100 ou mais dependendo do espetáculo), mas quase todos os espetáculos tem produções que valem cada centavo pago. Mas calma, não precisa se desesperar ainda. Tem como tentar conseguir ingressos com desconto. Como? Vamos as dicas...

 Você pode conferir quais os espetáculos estão em cartaz no site oficial Broadway.com, e de lá acessar os sites oficiais de cada musical. Caso tenha algum musical específico que você queira muito assistir e prefira garantir seu lugar de uma vez, você pode comprar o ingresso no próprio site, porém, sem nenhum desconto. Isso é vantajoso para quem quer ter a certeza de que vai conseguir lugar em um musical muito disputado, como é o caso de “O Rei Leão”. Essa opção é muito válida nessas situações pq eles nunca são colocados à venda com desconto em outros sites ou em outros pontos de venda, assim sendo, comprar pelo site do próprio musical é uma boa alternativa nesses casos.

Rock of Ages


Agora vamos as opções para tentar conseguir ingressos com desconto. Você pode tentar o "Rush tickets", que são ingressos vendidos com desconto no mesmo dia do espetáculo. Eles são disponibilizados na hora que a bilheteria do teatro abre e são limitados a dois ingressos por pessoa. Mas prepare-se pra contar com a sorte, pq sempre se formam filas quilométricas para este tipo de ingresso e nem sempre sobra para todo mundo.

Outro opção é tentar o "Lottery", que significa isso mesmo: loteria, sorteio. Pra tentar o lottery você precisa chegar umas duas horas antes do espetáculo começar e dar o seu nome na bilheteria. Eles fazem um sorteio dos lugares que não foram vendidos e os contemplados faturam dois ingressos por U$35 cada. Vale lembrar que nas peças disputadas essa opção não conta, claro. Antes de tentar essa opção, lembre-se também das filas e da chance de ficar esperando e não conseguir ingressos ou obter um assento muito ruim. 

Musical "Motown"


Agora vamos a maneira mais "tradicional" de se conseguir ingressos com desconto, e que foi a que eu utilizei em ambas as oportunidades que tive de assistir espetáculos da Broadway (Rock of Ages e Motown).  Em Nova York existe uma empresa chamada TKTS que possui três quiosques espalhados pela cidade. Nesses quiosques você encontra ingressos para diversos musicais da Broadway com desconto de até 50%. Os quiosques da TKTS ficam na Times Square, no Brooklyn e no South Street Seaport (na região do Financial District). Você pode pagar com cartões de crédito e débito (inclusive o Visa Travel Money), traveller’s checks e dinheiro. 



O quiosque mais famoso e mais lotado, é claro, é o da Times Square, até mesmo pela proximidade dos teatros. O problema é que se perde muito tempo em filas. Se prepare para encarar pelo menos 1 hora de fila. Os ingressos são os que sobraram para apresentações no mesmo dia e com até 50% de desconto. Os ingressos para as sessões noturnas começam a ser vendidos às 15h (terça-feira, às 14h) e a bilheteria fica aberta até às 20h (19h aos domingos) ; e para as matinês, das 10h até às 14h (quarta e sábado) ou 11h (domingo). 

Quiosque da TKTS na Times Square


Os outros quiosques ficam na South Street Seaport, no píer 17, no sul de Manhattan. Dizem que essa é a  melhor opção para fugir das filas da Times Square. Abre das 11h às 18h, para todos os shows (noite e tarde), sendo mais um motivo para ser uma melhor opção do que a da Times Square. O quisoque do Brooklyn também dizem ser mais vazio mas é mais complicado de chegar para a maioria dos turistas. Também abre das 11h às 18h, para ingressos de shows em qualquer horário, porém fecha aos domingos e segundas.

Vou tentar detalhar como é o processo de compra de ingressos na TKTS se você optar em comprar nos quiosques. A dica é pesquisar antes quais os espetáculos que você gostaria de assistir pra chegar na fila já tendo três ou quatro opções. Existem dois painéis que mostram os espetáculos à venda e os descontos que é possível obter no ingresso naquele momento. Quando chegar sua vez no caixa, você pergunta quanto está cada musical das suas opções e o atendente vai te dizer o preço com desconto de cada um e a fileira da poltrona que ele tem disponível. Não dá para escolher exatamente o assento que você vai sentar. Os preços mudam a cada minuto, então vai ser o melhor assento disponível pelo melhor preço naquele momento em que você estiver no caixa. É tudo meio rápido e o atendente não vai ficar te explicando sobre o que é cada musical, então pesquise antes e já vá com as opções na ponta da língua. 

E você, já sabe qual espetáculo vai assistir?

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ocho Rios - Jamaica

Ocho Rios é uma cidade bem pequena, com cerca de 10 mil habitantes mas se tornou quase que uma parada obrigatória nas rotas dos Navios de Cruzeiros pelo Caribe, e foi justamente nesse situação que tive oportunidade de dar um giro rápido pela cidade. Além dos cruzeiros, Ocho Rios tem sido muito utilizada pelos viajantes como base na Jamaica, por conta da sua localização, uma vez que a cidade fica a uma hora de Port Antonio, duas horas de Montego Bay, três de Negril e duas de Kingston. Ou seja, você pode se deslocar pra todas as demais com grande facilidade. 


 Sim, o Reggae é mania nacional e toca o dia inteiro. A maconha também é oferecida aos turistas em plena luz do dia e praticamente a cada esquina. Os locais garantem que a erva é liberada mas a multa para os maconheiros que forem flagrados consumindo a droga é de US$ 50. A moeda oficial na Jamaica é o dólar jamaicano (JMD), mas o dólar americano (USD) é aceito normalmente, assim como cartões de crédito internacionais. A diferença de horário da Jamaica para o horário de Brasília são de 4 horas.



Assim que você desembarcar, já vai dar de cara com as empresas de transfer para os passeios pela região. Você vai notar que tem várias vans e uma galera uniformizada. Tem uma tabela com as opções de passeios e o preço do transfer. Alguns lugares também cobram a entrada a parte. Depois da Casa do Bob Marley, a cachoeira Dunn’s River Falls é o passeio mais conhecido e procurado pelos turistas. Outro passeio muito procurado também é o do parque Mystic Montain e fazer o Bobsled Ride, uma descida de 834 metros em trenó pela encosta de uma montanha sinuosa, tipo aquela do filme “Jamaica Abaixo de Zero”.








quinta-feira, 11 de maio de 2017

Santiago, Viña Del Mar & Valparaíso - Chile

Está indo para Santiago pela primeira vez? É bom reservar pelo menos 4 dias pq pelo menos 2 passeios importantes ocupam um dia inteiro fora da cidade. Mas vamos falar disso mais adiante. Não é necessário levar os pesos chilenos daqui do Brasil. Deixe pra fazer o câmbio quando chegar lá. Assim que você desembarcar no aeroporto tem casa de câmbio, mas como a cotação não é muito boa, troque o mínimo possível. Só o bastante para pagar um táxi e deixe o restante pra trocar na Rua Augustinas – Centro de Santiago, que tem várias casas de câmbio com melhor oferta. De preferência escolha fazer câmbio em dia de semana, no horário de expediente bancário. No Chile tem agências do Itaú, Santander e uma agência do Banco do Brasil, porém não são interligadas com os mesmos bancos no Brasil. Se você habilitar seu cartão de crédito e débito para saque no exterior, vai ter que desembolsar uma taxa pra cada saque no caixa eletrônico.

Saindo do aeroporto, você pode pegar táxi ou uma van compartilhada pra chegar no seu hotel. Os táxis oficiais são tabelados, cobram entre US$ 30 e US$ 35 e aceitam cartão de crédito. Eu peguei um táxi e acredito que seja a melhor opção pra ir do aeroporto ao hotel. Algumas empresas de vans fazem reservas pela internet. É possível também pegar um ônibus da TurBus até a estação Pajaritos do metrô e continuar de metrô até seu destino.

Quando estava fazendo meu planejamento da viagem, vi que o bairro mais recomendado para hospedagem era o Providencia. Escolhi o Mito Casa Hotel, que fica a uma quadra da estação de metrô Baquedano e recomendo. De lá eu pude ir pra todos os lugares com muita facilidade. Mais uma vez volto a lembrar que não vou fazer roteiros e sim dar algumas dicas dos pontos que visitei. Pra te ajudar a fazer os passeios sem depender da Wi-fi de nenhum estabelecimento, você pode contar com o auxilio da internet 3G, e pra isso, basta repetir o procedimento que já comentei no post de Buenos Aires, procure uma loja de telefonia celular e compre um chip pré-pago com plano de internet 3G incluso. Você escapa das tarifas abusivas das operadoras brasileiras e continua acessando seu Facebook, Whatsapp, GoogleMaps etc

Pertinho do hotel que me hospedei fica o museu La Chascona, uma das três casas-museu do poeta Pablo Neruda. Abre de 3ª a domingo das 10h às 18h; fecha 2ª e atende por ordem de chegada. Se você não estiver hospedado por perto, pra chegar lá, pegue o metrô e desça na estação Baquedano. O endereço é Fernando Márquez de la Plata, 0192, Bellavista. Próximo ao museu você pode ir andando ao Cerro San Cristóbal, onde se tem uma vista fantástica da parte moderna de Santiago com as montanhas ao fundo. O funicular (tipo de bonde sobre trilhos) funciona de 3ª a domingo das 10h às 20h; 2ª das 13h às 20h.  O endereço é Pio Nono, 450, Bellavista. 

Cerro San Cristóbal
Agora vamos ao centro antigo. Se você é fã de frutos do mar a parada obrigatória é o Mercado Central. Pegue o metrô e desça na estação Puente Cal y Canto. Você vai sair ao lado do Mercado Central. As bancas de pescados funcionam só até o começo da tarde mas os garçons de absolutamente todos os restaurantes vão te aliciar pra você provar algum prato especial, não diga que eu não avisei. Os restaurantes continuam funcionando depois que as bancas de pescados fecham. Abre de 2ª a domingo das 8h às 19h, inclusive feriados. A entrada é gratuita. Do Mercado Central você pode seguir a pé até a Plaza de Armas, onde está a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico Nacional e mais adiante o Palacio de la Moneda, sede da presidência chilena, que foi bombardeado em 1973 pelas forças do general Augusto Pinochet. Continuando a caminhada você chega no Cerro Santa Lucía, um parque com várias praças e o tradicional Castelo Hidalgo. Daqui você segue para o barrio Lastarria e pode dar uma passada no Museu Nacional de Belas Artes, no parque Forestal, e no Centro Cultural Gabriela Mistral. 

Mercado Central
 Visitar ao menos uma vinícola é um passeio obrigatório pra quem viaja ao Chile pela primeira vez. Eu escolhi apenas uma, a Concha y Toro, que é relativamente próxima do centro de Santiago. A Concha y Toro oferece visitas guiadas todos os dias, exceto feriados, das 10h às 17h e tem diversas saídas guiadas em português mas você precisa fazer a reserva com antecedência. Eu fui por conta própria. Basta pegar o metrô (linha 4-azul) até a estação Las Mercedes e depois pegar o ônibus MB 72 ou um táxi (10 minutos). O trajeto total é de aproximadamente uma hora e trinta minutos. O destaque da visita são os efeitos especiais na bodega do Casillero del Diablo. Lembrando que esse passeio vai tomar uma manhã ou uma tarde do seu dia. 


  
Pra quem curte a noite, a dica é o barrio Bellavista. Lá tem o Patio Bellavista, um shopping ao ar livre que no lugar de lojas tem bares e restaurantes. Nas duas ruas laterais você vai encontrar bares e restaurantes. Na Pio Nono ficam os bares com mesas na calçada e na Constitución ficam os restaurantes mais sofisticados. Pra chegar lá, metrô estação Baquedano, linha 1-vermelha ou linha 4-verde. 

Patio Bellavista

A 140 km do centro de Santiago (120 km do aeroporto), estão Valparaíso e Viña del Mar, passeios obrigatórios da sua viagem. Ônibus da TurBus saem a cada 15 minutos do Terminal Alameda (em frente à estação Universidad de Santiago do metrô, linha 1-vermelha) para Valparaíso e Viña. A viagem leva em torno de uma hora e trinta minutos. Aqui eu vou na contra-mão e recomendo que você pegue um tour organizado, que faz o passeio a Valparaíso e Viña del Mar no mesmo dia. Foi a melhor coisa que eu fiz, pois se tivesse ido por conta própria perderia muito tempo. Você pode comprar o tour com guia na própria rodoviária de Santiago.

Valparaíso

 Por falta de tempo eu não pude ir mas fica a dica pra quem viajar no verão, o  melhor passeio panorâmico dos arredores de Santiago fora do inverno é o Cajón del Maipo. Fica a duas horas do centro e tem montanhas com topos nevados durante boa parte do ano, banhos termais de Colina, Morales e El Plomo, o cânion El Morado e a represa Embalse el Yeso. Vou ficar devendo o dia da montanha pq como fui ao Chile no mês de janeiro, nada de neve. As estações de esqui dos arredores de Santiago costumam abrir suas temporadas na última semana de junho, ficando abertas até meados de setembro.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Buenos Aires

Pra quem está indo pela primeira vez a Buenos Aires, minha primeira recomendação é que procure se hospedar no bairro da Recoleta, por ser um bairro central e estar próximo das atrações. Se vc estiver com sua conexão de internet, o Uber está funcionando bem e vai ser uma das melhores opções levando em consideração o custo/benefício. Os ônibus e metrô estão conectados com o cartão de transporte e vc pode recarregar. Fica bem mais barato. A Recoleta tem uma estação de metrô (Las Heras) que fica a 2 quadras do cemitério da Recoleta. 

Pra usar o 4G no celular é bem fácil, passe em qualquer quiosque de telefonia celular e compre um chip pré pago. Não é necessário cadastro, basta inserir o chip e sair usando. Pra quem deseja trocar a grana por lá, o melhor câmbio é o do Banco de La Nación Argentina, nos aeroportos. Pra fazer câmbio no centro da cidade, precisa do passaporte (com o carimbo) ou aquele papel da imigração pra quem viajou com a identidade. Muita cautela pra evitar os famosos golpes e notas falsas.

Agora vamos aos passeios...Você pode fazer o city tour do ônibus amarelo com 24 paradas e ganhar o passeio para o Sr. Tango (sem jantar) visitando vários pontos turísticos com este tour. Mas eu recomendo o bom e velho "Faça você mesmo". Dá pra fazer tudo de táxi/Uber e em alguns pontos, a pé. E você pode dividir os dias de acordo com o seu tempo de permanência. Eu fiquei 6 dias e consegui cobrir todos os pontos a seguir.

Comece pegando um uber até o Caminito, uma rua-museu a céu aberto extremamente turística, que abriga restaurantes, lojas de lembranças e ateliês. Atenção redobrada nas bolsas, carteiras e câmeras pq o assédio no Caminito é grande. Depois faça uma visita ao museu do Boca Juniors na La Bombonera. Pegue outro Uber para a Plaza Dorrego, em San Telmo e desça caminhando pela calle Defensa até a Avenida de Mayo. Na Plaza de Mayo, coração político de Buenos Aires, é onde estão a Casa Rosada, o Café Tortoni, fundado em 1858 e considerado a cafeteria mais antiga e tradicional da cidade, a Catedral de Buenos Aires e a sede do Banco de La Nación Argentina. Vale a pena também visitar o Museu do Bicentenário, que somente fica aberto de quarta a domingo e é de graça. 

No quesito tango, que diga-se de passagem não é minha praia, visitei a casa de shows Señor Tango, com direito a jantar completo e achei bem divertido. Outra atração que fiz e recomendo é o passeio ao Tigre, um passeio de barco pelo Delta do Tigre e uma visitinha ao Parque de la Costa. No Microcentro, siga a pé pela Calle Florida, um dos principais lugares para fazer compras na cidade. O lugar é muito frequentado por turistas e tem lojas de todos os tipos (roupas, calçados, acessórios, farmácia). Vá andando até a Galerías Pacífico, o famoso shopping do Centro. Não deixe de admirar o Obelisco, um monumento histórico de Buenos Aires criado para comemorar os 400 anos de fundação da cidade. Ele está localizado no cruzamentos entre as avenidas Corrientes e 9 de Julho. Desçendo pela avenida Córdoba você chega no famoso Puerto Madero, área portuária revitalizada e que hoje tem excelente restaurantes. 
Esses passeios envolvem seguramente 90% dos ícones de Buenos Aires.

Eu fiz o passeio ao Zoológico de Luján, aquele que você pode acariciar um tigre ou leão. As opiniões sobre a visitação do lugar são divididas por conta das condições em que os animais são mantidos. Há denúncias pela internet de que os animais são dopados para que fiquem mansos. Não dá para afirmar isso. De qualquer forma, na hora me pareceu divertido tirar fotos com os animais selvagens mas depois, parando pra pensar na condição dos bichos...eu sinceramente não voltaria. Quem deseja ir e conferir por si próprio, o zoo fica a cerca de 65km do centro de Buenos Aires, e permite que os visitantes tenham contato com animais como leões, tigres, ursos e elefantes. Existem vans na avenida 9 de julho que te levam direto até lá.

E a última dica é: Muita atenção pq os furtos são frequentes em Buenos Aires, principalmente no metrô e pontos turísticos de grande aglomeração. Leve somente o necessário e olho vivo em seus pertences. Procure carregar bolsas e mochilas próximas ao corpo, passaporte muito bem guardado e não se distraia em locais de muito movimento.

Plaza de Mayo, coração político de Buenos Aires, Casa Rosada ao fundo

Obelisco, Avenida 9 de julho
La Bombonera

Caminito




Passeio de barco pelo Delta do Tigre

Basílica de Lujan


sábado, 6 de maio de 2017

Grand Canyon West

Diferente do que muita gente imagina, o Grand Canyon não está ao lado de Las Vegas. Ao longo dos 446 quilômetros do rio Colorado, o Grand Canyon tem 3 pontos de visitação turística: a borda norte (North Rim), a borda sul (South Rim) e a borda oeste, conhecida por Grand Canyon West. Pra ir ao Grand Canyon pelo acesso sul (South Rim) do Parque Nacional são 450 quilômetros de Las Vegas, 100 quilômetros de Williams, 135 quilômetros de Flagstaff. O acesso norte também fica dentro do parque nacional mas o acesso é mais difícil.

Grand Canyon West


Em Vegas você vai encontrar várias agências que oferecem o passeio, mas normalmente é o bate-volta de ônibus ao Grand Canyon West (195 km de Las Vegas), ou então os passeios mais salgados de avião ou helicóptero. O Grand Canyon West é bastante visitado pelos brasileiros por ser o ponto de visitação mais próximo de Las Vegas, porém fica fora do Parque Nacional Grand Canyon, em uma reserva indígena. Como eu optei por ir de carro pra otimizar o meu tempo e só reservei um dia pra esse passeio, vou contar a minha experiência na visita somente ao Grand Canyon West

Se você pretende fazer somente o bate-volta, você tem a opção de procurar pelas agências de viagem espalhadas pela cidade ou ir de carro, fazendo um percursso de aproximadamente 2 horas e 30 minutos. É sem dúvidas a melhor opção para quem não quer fazer uma viagem muito longa. A estrada pra lá é muito bem sinalizada, a paisagem é fantástica e o asfalto é um tapete. Basta colocar no GPS o endereço Grand Canyon West Airport que não tem erro. Eu aproveitei a viagem pra fazer um pit stop na Represa Hoover (Hoover Dam) que fica cerca de 48km de distância e 30 minutos de Vegas (Clique no link pra conferir o post sobre a Hoover Dam).

Seguindo em direção ao Grand Canyon

Curtindo o deserto



 
Chegando no Grand Canyon West Airport você vai precisar estacionar e logo vai avistar uma enorme tenda branca. Nessa mesma área existe uma loja para compra de souvenirs e também banheiros. Aqui você vai comprar sua entrada para o parque e vai precisar pegar um ônibus que vai te levar aos pontos turísticos do parque. Existem dois tipos de entrada (confira os valores atualizados no site), a  Hualapai Legacy, que é um ingresso mais barato e te dá direito a entrada e ao translado de ônibus até o parque; e o Legacy Gold, ingresso mais caro, e que inclui a entrada do parque, ônibus, uma refeição e mais a entrada no Skywalk. Eu até estava disposto a pegar a segunda opção mas quando fiquei sabendo que no acesso ao Skywalk não é permitido levar câmeras, celulares ou objetos pessoais, achei melhor passar. De acordo com a administração, as regras são para preservar o vidro da passarela.

Loja de souvenirs

 Com o seu ingresso em mãos você vai pegar o ônibus até os pontos turísticos. O West Rim tem três pontos de observação: Eagle Point, Hualapai Ranch e Guano Point. Você pode ficar o tempo que quiser em cada ponto e os ônibus passam de 15 em 15 minutos para levar os passageiros aos outros dois pontos de observação. O primeiro ponto é o Eagle Point e é lá onde fica a famosa passarela de vidro, Skywalk. Você é livre pra fotografar mas é bom tomar muito cuidado pq não existe nenhum tipo de proteção na borda do precipício. Várias empresas fazem passeios de helicóptero e rafting pelo rio Colorado. Eu gostaria muito mas por falta de time & money, não pude fazer nenhum destes passeios, que diga-se de passagem, são beeeeem salgados. Uma última dica: Se você for durante o verão, minha sugestão é que beba muita água e não esqueça o protetor solar pq o sol castiga bastante e o calor é insuportável.


Em Eagle Point você encontra réplicas de
habitações autênticas de várias tribos indígenas americanas.

Skywalk ao fundo