segunda-feira, 22 de maio de 2017

Ocho Rios - Jamaica

Ocho Rios é uma cidade bem pequena, com cerca de 10 mil habitantes mas se tornou quase que uma parada obrigatória nas rotas dos Navios de Cruzeiros pelo Caribe, e foi justamente nesse situação que tive oportunidade de dar um giro rápido pela cidade. Além dos cruzeiros, Ocho Rios tem sido muito utilizada pelos viajantes como base na Jamaica, por conta da sua localização, uma vez que a cidade fica a uma hora de Port Antonio, duas horas de Montego Bay, três de Negril e duas de Kingston. Ou seja, você pode se deslocar pra todas as demais com grande facilidade. 


 Sim, o Reggae é mania nacional e toca o dia inteiro. A maconha também é oferecida aos turistas em plena luz do dia e praticamente a cada esquina. Os locais garantem que a erva é liberada mas a multa para os maconheiros que forem flagrados consumindo a droga é de US$ 50. A moeda oficial na Jamaica é o dólar jamaicano (JMD), mas o dólar americano (USD) é aceito normalmente, assim como cartões de crédito internacionais. A diferença de horário da Jamaica para o horário de Brasília são de 4 horas.



Assim que você desembarcar, já vai dar de cara com as empresas de transfer para os passeios pela região. Você vai notar que tem várias vans e uma galera uniformizada. Tem uma tabela com as opções de passeios e o preço do transfer. Alguns lugares também cobram a entrada a parte. Depois da Casa do Bob Marley, a cachoeira Dunn’s River Falls é o passeio mais conhecido e procurado pelos turistas. Outro passeio muito procurado também é o do parque Mystic Montain e fazer o Bobsled Ride, uma descida de 834 metros em trenó pela encosta de uma montanha sinuosa, tipo aquela do filme “Jamaica Abaixo de Zero”.








quinta-feira, 11 de maio de 2017

Santiago, Viña Del Mar & Valparaíso - Chile

Está indo para Santiago pela primeira vez? É bom reservar pelo menos 4 dias pq pelo menos 2 passeios importantes ocupam um dia inteiro fora da cidade. Mas vamos falar disso mais adiante. Não é necessário levar os pesos chilenos daqui do Brasil. Deixe pra fazer o câmbio quando chegar lá. Assim que você desembarcar no aeroporto tem casa de câmbio, mas como a cotação não é muito boa, troque o mínimo possível. Só o bastante para pagar um táxi e deixe o restante pra trocar na Rua Augustinas – Centro de Santiago, que tem várias casas de câmbio com melhor oferta. De preferência escolha fazer câmbio em dia de semana, no horário de expediente bancário. No Chile tem agências do Itaú, Santander e uma agência do Banco do Brasil, porém não são interligadas com os mesmos bancos no Brasil. Se você habilitar seu cartão de crédito e débito para saque no exterior, vai ter que desembolsar uma taxa pra cada saque no caixa eletrônico.

Saindo do aeroporto, você pode pegar táxi ou uma van compartilhada pra chegar no seu hotel. Os táxis oficiais são tabelados, cobram entre US$ 30 e US$ 35 e aceitam cartão de crédito. Eu peguei um táxi e acredito que seja a melhor opção pra ir do aeroporto ao hotel. Algumas empresas de vans fazem reservas pela internet. É possível também pegar um ônibus da TurBus até a estação Pajaritos do metrô e continuar de metrô até seu destino.

Quando estava fazendo meu planejamento da viagem, vi que o bairro mais recomendado para hospedagem era o Providencia. Escolhi o Mito Casa Hotel, que fica a uma quadra da estação de metrô Baquedano e recomendo. De lá eu pude ir pra todos os lugares com muita facilidade. Mais uma vez volto a lembrar que não vou fazer roteiros e sim dar algumas dicas dos pontos que visitei. Pra te ajudar a fazer os passeios sem depender da Wi-fi de nenhum estabelecimento, você pode contar com o auxilio da internet 3G, e pra isso, basta repetir o procedimento que já comentei no post de Buenos Aires, procure uma loja de telefonia celular e compre um chip pré-pago com plano de internet 3G incluso. Você escapa das tarifas abusivas das operadoras brasileiras e continua acessando seu Facebook, Whatsapp, GoogleMaps etc

Pertinho do hotel que me hospedei fica o museu La Chascona, uma das três casas-museu do poeta Pablo Neruda. Abre de 3ª a domingo das 10h às 18h; fecha 2ª e atende por ordem de chegada. Se você não estiver hospedado por perto, pra chegar lá, pegue o metrô e desça na estação Baquedano. O endereço é Fernando Márquez de la Plata, 0192, Bellavista. Próximo ao museu você pode ir andando ao Cerro San Cristóbal, onde se tem uma vista fantástica da parte moderna de Santiago com as montanhas ao fundo. O funicular (tipo de bonde sobre trilhos) funciona de 3ª a domingo das 10h às 20h; 2ª das 13h às 20h.  O endereço é Pio Nono, 450, Bellavista. 

Cerro San Cristóbal
Agora vamos ao centro antigo. Se você é fã de frutos do mar a parada obrigatória é o Mercado Central. Pegue o metrô e desça na estação Puente Cal y Canto. Você vai sair ao lado do Mercado Central. As bancas de pescados funcionam só até o começo da tarde mas os garçons de absolutamente todos os restaurantes vão te aliciar pra você provar algum prato especial, não diga que eu não avisei. Os restaurantes continuam funcionando depois que as bancas de pescados fecham. Abre de 2ª a domingo das 8h às 19h, inclusive feriados. A entrada é gratuita. Do Mercado Central você pode seguir a pé até a Plaza de Armas, onde está a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico Nacional e mais adiante o Palacio de la Moneda, sede da presidência chilena, que foi bombardeado em 1973 pelas forças do general Augusto Pinochet. Continuando a caminhada você chega no Cerro Santa Lucía, um parque com várias praças e o tradicional Castelo Hidalgo. Daqui você segue para o barrio Lastarria e pode dar uma passada no Museu Nacional de Belas Artes, no parque Forestal, e no Centro Cultural Gabriela Mistral. 

Mercado Central
 Visitar ao menos uma vinícola é um passeio obrigatório pra quem viaja ao Chile pela primeira vez. Eu escolhi apenas uma, a Concha y Toro, que é relativamente próxima do centro de Santiago. A Concha y Toro oferece visitas guiadas todos os dias, exceto feriados, das 10h às 17h e tem diversas saídas guiadas em português mas você precisa fazer a reserva com antecedência. Eu fui por conta própria. Basta pegar o metrô (linha 4-azul) até a estação Las Mercedes e depois pegar o ônibus MB 72 ou um táxi (10 minutos). O trajeto total é de aproximadamente uma hora e trinta minutos. O destaque da visita são os efeitos especiais na bodega do Casillero del Diablo. Lembrando que esse passeio vai tomar uma manhã ou uma tarde do seu dia. 


  
Pra quem curte a noite, a dica é o barrio Bellavista. Lá tem o Patio Bellavista, um shopping ao ar livre que no lugar de lojas tem bares e restaurantes. Nas duas ruas laterais você vai encontrar bares e restaurantes. Na Pio Nono ficam os bares com mesas na calçada e na Constitución ficam os restaurantes mais sofisticados. Pra chegar lá, metrô estação Baquedano, linha 1-vermelha ou linha 4-verde. 

Patio Bellavista

A 140 km do centro de Santiago (120 km do aeroporto), estão Valparaíso e Viña del Mar, passeios obrigatórios da sua viagem. Ônibus da TurBus saem a cada 15 minutos do Terminal Alameda (em frente à estação Universidad de Santiago do metrô, linha 1-vermelha) para Valparaíso e Viña. A viagem leva em torno de uma hora e trinta minutos. Aqui eu vou na contra-mão e recomendo que você pegue um tour organizado, que faz o passeio a Valparaíso e Viña del Mar no mesmo dia. Foi a melhor coisa que eu fiz, pois se tivesse ido por conta própria perderia muito tempo. Você pode comprar o tour com guia na própria rodoviária de Santiago.

Valparaíso

 Por falta de tempo eu não pude ir mas fica a dica pra quem viajar no verão, o  melhor passeio panorâmico dos arredores de Santiago fora do inverno é o Cajón del Maipo. Fica a duas horas do centro e tem montanhas com topos nevados durante boa parte do ano, banhos termais de Colina, Morales e El Plomo, o cânion El Morado e a represa Embalse el Yeso. Vou ficar devendo o dia da montanha pq como fui ao Chile no mês de janeiro, nada de neve. As estações de esqui dos arredores de Santiago costumam abrir suas temporadas na última semana de junho, ficando abertas até meados de setembro.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Buenos Aires

Pra quem está indo pela primeira vez a Buenos Aires, minha primeira recomendação é que procure se hospedar no bairro da Recoleta, por ser um bairro central e estar próximo das atrações. Se vc estiver com sua conexão de internet, o Uber está funcionando bem e vai ser uma das melhores opções levando em consideração o custo/benefício. Os ônibus e metrô estão conectados com o cartão de transporte e vc pode recarregar. Fica bem mais barato. A Recoleta tem uma estação de metrô (Las Heras) que fica a 2 quadras do cemitério da Recoleta. 

Pra usar o 4G no celular é bem fácil, passe em qualquer quiosque de telefonia celular e compre um chip pré pago. Não é necessário cadastro, basta inserir o chip e sair usando. Pra quem deseja trocar a grana por lá, o melhor câmbio é o do Banco de La Nación Argentina, nos aeroportos. Pra fazer câmbio no centro da cidade, precisa do passaporte (com o carimbo) ou aquele papel da imigração pra quem viajou com a identidade. Muita cautela pra evitar os famosos golpes e notas falsas.

Agora vamos aos passeios...Você pode fazer o city tour do ônibus amarelo com 24 paradas e ganhar o passeio para o Sr. Tango (sem jantar) visitando vários pontos turísticos com este tour. Mas eu recomendo o bom e velho "Faça você mesmo". Dá pra fazer tudo de táxi/Uber e em alguns pontos, a pé. E você pode dividir os dias de acordo com o seu tempo de permanência. Eu fiquei 6 dias e consegui cobrir todos os pontos a seguir.

Comece pegando um uber até o Caminito, uma rua-museu a céu aberto extremamente turística, que abriga restaurantes, lojas de lembranças e ateliês. Atenção redobrada nas bolsas, carteiras e câmeras pq o assédio no Caminito é grande. Depois faça uma visita ao museu do Boca Juniors na La Bombonera. Pegue outro Uber para a Plaza Dorrego, em San Telmo e desça caminhando pela calle Defensa até a Avenida de Mayo. Na Plaza de Mayo, coração político de Buenos Aires, é onde estão a Casa Rosada, o Café Tortoni, fundado em 1858 e considerado a cafeteria mais antiga e tradicional da cidade, a Catedral de Buenos Aires e a sede do Banco de La Nación Argentina. Vale a pena também visitar o Museu do Bicentenário, que somente fica aberto de quarta a domingo e é de graça. 

No quesito tango, que diga-se de passagem não é minha praia, visitei a casa de shows Señor Tango, com direito a jantar completo e achei bem divertido. Outra atração que fiz e recomendo é o passeio ao Tigre, um passeio de barco pelo Delta do Tigre e uma visitinha ao Parque de la Costa. No Microcentro, siga a pé pela Calle Florida, um dos principais lugares para fazer compras na cidade. O lugar é muito frequentado por turistas e tem lojas de todos os tipos (roupas, calçados, acessórios, farmácia). Vá andando até a Galerías Pacífico, o famoso shopping do Centro. Não deixe de admirar o Obelisco, um monumento histórico de Buenos Aires criado para comemorar os 400 anos de fundação da cidade. Ele está localizado no cruzamentos entre as avenidas Corrientes e 9 de Julho. Desçendo pela avenida Córdoba você chega no famoso Puerto Madero, área portuária revitalizada e que hoje tem excelente restaurantes. 
Esses passeios envolvem seguramente 90% dos ícones de Buenos Aires.

Eu fiz o passeio ao Zoológico de Luján, aquele que você pode acariciar um tigre ou leão. As opiniões sobre a visitação do lugar são divididas por conta das condições em que os animais são mantidos. Há denúncias pela internet de que os animais são dopados para que fiquem mansos. Não dá para afirmar isso. De qualquer forma, na hora me pareceu divertido tirar fotos com os animais selvagens mas depois, parando pra pensar na condição dos bichos...eu sinceramente não voltaria. Quem deseja ir e conferir por si próprio, o zoo fica a cerca de 65km do centro de Buenos Aires, e permite que os visitantes tenham contato com animais como leões, tigres, ursos e elefantes. Existem vans na avenida 9 de julho que te levam direto até lá.

E a última dica é: Muita atenção pq os furtos são frequentes em Buenos Aires, principalmente no metrô e pontos turísticos de grande aglomeração. Leve somente o necessário e olho vivo em seus pertences. Procure carregar bolsas e mochilas próximas ao corpo, passaporte muito bem guardado e não se distraia em locais de muito movimento.

Plaza de Mayo, coração político de Buenos Aires, Casa Rosada ao fundo

Obelisco, Avenida 9 de julho
La Bombonera

Caminito




Passeio de barco pelo Delta do Tigre

Basílica de Lujan


sábado, 6 de maio de 2017

Grand Canyon West

Diferente do que muita gente imagina, o Grand Canyon não está ao lado de Las Vegas. Ao longo dos 446 quilômetros do rio Colorado, o Grand Canyon tem 3 pontos de visitação turística: a borda norte (North Rim), a borda sul (South Rim) e a borda oeste, conhecida por Grand Canyon West. Pra ir ao Grand Canyon pelo acesso sul (South Rim) do Parque Nacional são 450 quilômetros de Las Vegas, 100 quilômetros de Williams, 135 quilômetros de Flagstaff. O acesso norte também fica dentro do parque nacional mas o acesso é mais difícil.

Grand Canyon West


Em Vegas você vai encontrar várias agências que oferecem o passeio, mas normalmente é o bate-volta de ônibus ao Grand Canyon West (195 km de Las Vegas), ou então os passeios mais salgados de avião ou helicóptero. O Grand Canyon West é bastante visitado pelos brasileiros por ser o ponto de visitação mais próximo de Las Vegas, porém fica fora do Parque Nacional Grand Canyon, em uma reserva indígena. Como eu optei por ir de carro pra otimizar o meu tempo e só reservei um dia pra esse passeio, vou contar a minha experiência na visita somente ao Grand Canyon West

Se você pretende fazer somente o bate-volta, você tem a opção de procurar pelas agências de viagem espalhadas pela cidade ou ir de carro, fazendo um percursso de aproximadamente 2 horas e 30 minutos. É sem dúvidas a melhor opção para quem não quer fazer uma viagem muito longa. A estrada pra lá é muito bem sinalizada, a paisagem é fantástica e o asfalto é um tapete. Basta colocar no GPS o endereço Grand Canyon West Airport que não tem erro. Eu aproveitei a viagem pra fazer um pit stop na Represa Hoover (Hoover Dam) que fica cerca de 48km de distância e 30 minutos de Vegas (Clique no link pra conferir o post sobre a Hoover Dam).

Seguindo em direção ao Grand Canyon

Curtindo o deserto



 
Chegando no Grand Canyon West Airport você vai precisar estacionar e logo vai avistar uma enorme tenda branca. Nessa mesma área existe uma loja para compra de souvenirs e também banheiros. Aqui você vai comprar sua entrada para o parque e vai precisar pegar um ônibus que vai te levar aos pontos turísticos do parque. Existem dois tipos de entrada (confira os valores atualizados no site), a  Hualapai Legacy, que é um ingresso mais barato e te dá direito a entrada e ao translado de ônibus até o parque; e o Legacy Gold, ingresso mais caro, e que inclui a entrada do parque, ônibus, uma refeição e mais a entrada no Skywalk. Eu até estava disposto a pegar a segunda opção mas quando fiquei sabendo que no acesso ao Skywalk não é permitido levar câmeras, celulares ou objetos pessoais, achei melhor passar. De acordo com a administração, as regras são para preservar o vidro da passarela.

Loja de souvenirs

 Com o seu ingresso em mãos você vai pegar o ônibus até os pontos turísticos. O West Rim tem três pontos de observação: Eagle Point, Hualapai Ranch e Guano Point. Você pode ficar o tempo que quiser em cada ponto e os ônibus passam de 15 em 15 minutos para levar os passageiros aos outros dois pontos de observação. O primeiro ponto é o Eagle Point e é lá onde fica a famosa passarela de vidro, Skywalk. Você é livre pra fotografar mas é bom tomar muito cuidado pq não existe nenhum tipo de proteção na borda do precipício. Várias empresas fazem passeios de helicóptero e rafting pelo rio Colorado. Eu gostaria muito mas por falta de time & money, não pude fazer nenhum destes passeios, que diga-se de passagem, são beeeeem salgados. Uma última dica: Se você for durante o verão, minha sugestão é que beba muita água e não esqueça o protetor solar pq o sol castiga bastante e o calor é insuportável.


Em Eagle Point você encontra réplicas de
habitações autênticas de várias tribos indígenas americanas.

Skywalk ao fundo




Hoover Dam

A Hoover Dam é uma represa localizada entre os estados de Nevada e Arizona, no rio Colorado. A represa foi criada para abastecer de água toda a cidade de Las Vegas, que fica no meio do deserto. A Barragem de Hoover é considerada o maior projeto dos Estados Unidos da América.

Eu fiz esse passeio durante minha ida ao Grand Canyon West. Pra chegar lá de carro saindo de Las Vegas não tem erro. Basta jogar "Hoover Dam" no GPS. A distância entre Vegas e a Represa Hoover é de 48 km e leva aproximadamente 30 minutos. É tudo muito bem sinalizado e de fácil acesso. Chegando lá, atenção, pq você vai encontrar um estacionamento coberto pago mas um pouco mais adiante vai encontrar outro estacionamento ao ar livre e gratuito. O entorno da Hoover Dam possui lanchonete, banheiros e loja com souvenirs. Pra quem quiser um passeio mais completo, tem um museu e um centro de turismo. Eu não fiz esses passeios guiados mas recomendo uma parada na viagem pra conhecer a represa. 








quarta-feira, 3 de maio de 2017

Las Vegas

Las Vegas, também conhecida como Sin City (Cidade do Pecado), é famosa por seus cassinos e atrai turistas do mundo todo. A cidade é localizada no meio do deserto de Nevada, ou seja, faz um calor de rachar, portanto, as melhores épocas pra se viajar vão de março a maio, e de setembro a novembro, pq na teoria, durante esses meses as máximas ficam pelos 30ºC e as mínimas ficam nos 15ºC. 

A maioria dos hotéis e atrações de Vegas você vai encontrar ao longo dos 13 km da avenida Las Vegas Boulevard, também conhecida como The Strip. A maior concentração de shows, bares e agitação estão nos 5 km entre os complexos Mandalay Bay e Wynn/Encore. Quase todos os hotéis contam com cassinos e shoppings anexos, com restaurantes e praças de alimentação, e alguns tem arenas, teatros e nightclubs. Vale lembrar que os hotéis por si só são atrações turísticas e você não precisa estar hospedado pra fazer uma visita. E acredite, vale a pena passear por eles, seja para tomar um café da manhã, jogar, fazer compras ou jantar.

Turista de verdade tem que registrar a foto na placa “Welcome to The Fabulous Las Vegas”.
A placa fica na The Strip, próxima ao Hotel Mandalay e possui estacionamento.


 Apesar da agitação noturna, Las Vegas tem muita coisa pra fazer durante o dia também. Os maiores hotéis por exemplo, tem megapiscinas e algumas funcionam como dayclubs, que são abertas a visitantes. Pra quem não curte piscina, tem o museu de cera de Madame Tussaud no Venetian, o aquário Reef Shark do Mandalay Bay e as exposições do Titanic e Bodies no Luxor. Pra quem quer fazer um passeio ao ar livre durante o dia, pode também dar uma subida na Torre Eiffel do hotel Paris Las Vegas ou fazer um passeio de gôndola no Venetian. E pra quem curte algo mais radical, tem o Adventuredome, parque de diversões coberto do Circus Circus, a montanha russa do New York New York e o Sky Jump (salto de 350 metros) no Stratosphere. Pra quem curte ilusionismo, recomendo os shows do David Copperfield no MGM e o Criss Angel no Luxor. Curti ambos mas se a grana estiver curta, o David Copperfield é mais legal.


Assista gratuitamente ao show das águas em frente ao Hotel Bellagio.
Diariamente, a partir das 16:00, com intervalo de 15 minutos, até a meia-noite.

Piscina do hotel Flamingo


Museu de cera Madame Tussauds também presente em Las Vegas. Vale a visita.

O Cirque Du Soleil conta com pelo menos 5 espetáculos espalhados pelas arenas de Vegas.
Eu assisti Michael Jackson One. Sensacional!

Kiss Mini Golf, em frente ao Hard Rock Hotel & Cassino
 
Agora respondendo a dúvida mais frequente sobre a cidade: Precisa de carro em Las Vegas?
Eu diria que, como a maioria das atrações se encontra na Strip, dá pra se fazer tudo de boa usando táxi ou transporte público, que aliás é bem funcional. Porém, o aluguel do carro vai te facilitar a vida se você levar em consideração que pode fazer passeios pelos arredores e dar uma esticada no Grand Canyon por conta própria. Depois de pesquisar sobre o assunto, eu resolvi a minha vida da seguinte forma: Dos 6 dias que passei em Vegas, aluguei um carro por apenas 3 dias. Assim pude me deslocar pra outros pontos fora da Strip e ir ao Grand Canyon e a Hoover Dam. Sobre esses 2 passeios comentarei em um próximo post.